Dr. Monstro

12 Conclusão Parte 1


Franz e Olga finalmente chegam ao laboratório de Olson, e lá encontram o cientista.

– Então você e sua assistente chegaram aqui Franz, no covil do "vilão". Mas vocês acham mesmo que vão conseguir me derrotar no meu território?

– Olha Olson, eu tenho um carta na manga que você nem imagina. Você esteve fazendo melhorias nos seus soldados, mas será que se preocupou com uma coisa?

– Do que diabos você está falando?

– Bom, meu caro Olson, tudo no mundo tem um preço e essas melhorias todas que os super soldados ganham, acaba custando a vida deles. A princípio, eu pensei que não seria algo tão drástico, mas o prazo de vida deles acaba hoje. Isso se já não acabou. Eu acabei descobrindo essa falha quando estava fazendo melhorias nos meus soldados voluntários. Felizmente eu consegui uma cura, mas o fato de ter pouco tempo e o material para fazê-la ser escasso, eu consegui fazer para apenas duas pessoas: Eu e meu soldado chamado Muller. Eu iria dar a cura para Olga, mas ela se negou.

– Mas o que?! Isso é tolice, você deve estar mentindo!

– Gostaria de estar mesmo Olson, mas não, os super soldados realmente terão fins trágicos no dia de hoje.

A cena muda para um flashback de Franz, quando vai falar sobre o efeito colateral e a cura escassa para os seus soldados.

– Homens, eu tenho que confessar algo a vocês, a formula do Super soldado contém um terrível efeito colateral. Ela diminui a taxa de vida de vocês, e pelos meus cálculos, isso vai acontecer no dia do embate final.

Então Gurgel se levanta e fala:

– Calma doutor, nós já estávamos preparados pra encarar a morte nesse dia, mas nós vamos levar os desgraçados juntos conosco, não é pessoal?!

– É!!!

– V-v-vocês... Bom, ainda tenho algo a dizer, é que desenvolvi uma fórmula para a cura, porém, só consegui produzir para duas pessoas, então, gostaria que houvesse uma decisão em conjunto para decidir quem ficará com as curas.

O grupo prontamente decide por Franz e Muller.

– Então, qual a motivação dessa decisão?

Bark responde pelo grupo:

– Você, Franz, é o nosso líder, então nada mais justo você ficar com uma. E o Muller é o mais jovem do grupo, ainda tem muito o que viver.

– Bom, essa sua decisão tem fundamento, então será assim, caso ninguém tenha algo contra.

Ninguém discordou, Muller e Franz usaram a cura.

A cena volta para o laboratório de Olson.

– Oh, que história tocante... pro inferno! Como eu não havia pensado nisso, maldição! Maldição!

Subitamente Olga e a assistente de Olson caem mortas no chão.

– O que?! O que houve assistente?! Maldito Franz, essa merda realmente tem efeitos colaterais!

– Foi o que eu acabei de falar.

Franz se abaixa e fecha os olhos de Olga.

– Descanse em paz...

A cena se volta para a cidade onde resta apenas Muller na rua, com suas muletas.

– Então realmente chegou a hora... Obrigado pessoal por terem me dado essa chance, eu não vou deixar que sejam esquecidos, eu irei contar suas histórias, nossa história...