Doze dias.

2 11 dias - Chamamos vida


Notas iniciais
Os dias são iguais, o que fazemos com ele não.

Depois de um dia com muitas emoções eu acordei de forma rápida da cama, como se estivesse atrasada para escola mas como todos os outros dias da minha vida eu acordei e fui direto ao leite com café e um belo jornal virtual com noticias sobre a bolsa de valores e tragédias.
– Uau que bagunça!
Eu disse em voz alta solitariamente, visto que minha família não para em casa durante toda a semana.
Marcos chega da escola e me olha misteriosamente como se precisa-se me contar algo que eu sinceramente não sei.
– Oi Marcos como vai o bebe mais lindo desta casa?
Disse eu em tom irônico e amoroso, sorri com os olhos e o abracei.
– SAI ÍSIS! Sua louca, você quer algo de mim? Olha não tenho dinheiro e muito menos chocolates.
Ele falou e riu, me abraçou e se foi.
Sim eu amo minha família e mesmo não contando a ele sobre a noticia do ano eu não me sinto culpada.
Bom, antes de morrer quero fazer uma autobiografia sei que não vai ser longa mas sei exatamente o que vai abranger.
Comecei listando nomes de dez pessoas que falarei e cinco situações que vivi.
Abri um bloco de notas de um brinde de papelaria e selecionei as minhas melhores canetas.
Foi difícil, fiquei cerca de 30 minutos estática pensando por onde começar.
Ia falar do meu cachorro o Tobby que morreu a pouco mais de 2 anos, mas se houvesse espaço eu falaria dele.
O esquema foi esse:
Minha lista pessoal de pessoas amadas:
Vovó Suzana
Mamãe Sara

Papai Mauricio
Vovô Ivo
Marquinhos
Jeremy
Andy
Carl
Dave
Dave (Sim o Dave novamente)

Situações:
Quando eu era criança.
Quando eu fui ao colégio.
Quando eu comecei a trabalhar.
Quando eu conheci o Dave.
Quando eu morri.

Notas finais
O Dave é o meu mistério.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.