Notas iniciais
Dreamers! Sei que demorei, mas eu não estouescrvendo com tanta frequência e nem pensem que vou abandonar a Fic, porque isto jamais irá acontecer. Enfim... Me perguntaram dos personagens que os leitores me enviaram: Eles ainda estarão na fica! Não se preocupem! Mas... Vaamosao capítulo!

_Qual parte de "Isso não é um encontro" vocês não entenderam?_ perguntou a loira irritada com situação. As morenas apenas reviraram os olhos e observaram a amiga sair do quarto.

_Você acha que ela vai se dar bem?_ questionou Vivi encarando Milena.

_Sim. Eu acho sim!_ respondeu a mesma sorrindo.

***

Eduardo ia na direção do quarto das meninas quado eu de cara com Beatriz.

_Bia... _ balbuciou o loiro impressionar com a beleza da menina_Você está linda!

_Brigada! Você também está muito bonito._ elogiou a garota sem jeito. Os dois passaram a se encarar e o silêncio reino entre ambos. A respiração de Beatriz começou a ficar ofegante conforme o menino se aproximava dela.

_Va-vamos?_ perguntou ela com a voz trêmula, ainda hipnotizada pelos olhos castanhos-claro de Eduardo. Este asasentiu dando a mão para a menina e descendo as escadas.

Mosca ainda conversava com Solária. O moreno havia lhe contado sobre a briga com Milena e com o melhor amigo.

_Escute Felipe, uma vez eu briguei com alguém que amava muito. Na verdade, ainda o amo. Não fora a primeira vez. Sabe o que aquela briga resultou? Agressão. E desde então, ele não quis mais saber de mim, nem se quer se pergunta se eu estou bem. Alguns meses depois, ele foi preso. O que eu quero te dizer é que algumas de nossas atitudes podem acabar muito mal._ a moça fez uma pausa buscando a palavra certa_ Se esta é a garota que você ama, não deixe que ela se vá. Nós podemos perder a felicidade com tamanha facilidade que não podemos recuperá-la._ dito isso, a mulher saiu e desapareceu em meio a névoa (POV Autora: Da onde veio essa névoa?)

"Eu não posso te perder, Mili. Não posso." , refletiu o menino afundando o rosto entre as mãos.

***

Samuca estava no laboratório trabalhando em sua nova invenção. Tratava_se de um aparelho capaz de detectar pesadelos e sonhos: o DCP (Detector de Cores do Pensamento). Era uma invenção bem bobinha, mas de muita criatividade. Algo que era praticamente impossível.

"Toc, Toc, Toc"

_Entra._ permitiu o menino concentrado na máquina.

_Samuca, será que dá pra gente conversar?_ perguntou Cris assim que fechara a porta.

_Se você não percebeu, Cris, eu estou ocupado._ respondeu rudemente, deixando a menina impaciente.

_Por que você tá me tratando assim?_ reclamou a mesma se aproximando de Samuca.

_Eu não estou te tratando de nem um jeito.

_Você ainda gosta dela..._ deduziu a menina fitando o chão.

_Não começa.

_Mas, agora, ela namora. Como você ainda não a esqueceu? Você merece alguém melhor que ela.

_Eu não consigo, Cris! Não dá! Tudo o que eu faço eu penso na Vivi. Toda hora. Eu me cansei!_ desabafou o cientista se jogando na cadeira ali presente.

_Eu... Você...

_Desculpa. Mas eu não te amo._ concluiu o menino saindo da sala. Cristina ficou abalada com o que acabara de escutar. De fato, não era o que ela esperava. Nunca imaginara que ele seria tão direto ao dizer aquilo.

_Eu te amo._ disse a menina caindo no chão. Esta fitou o teto esperando que Samuca voltasse na sala e a encontrasse ali, onde ela fingira um desmaio. Mas nada aconteceu.

***

Tecca e Maria estavam na cozinha com Chico preparando um bolo delicioso de maracujá (Nunca comi bolo de maracujá, é bom?). A mais nova mexia a massa enquanto a outra preparava a assadeira.

_Aconteceu alguma coisa, padrinho?_ perguntou Teca ao perceber que Chico estava inquieto.

_Não Tequinha! Impressão sua._ mentiu o cozinheiro.

_Okay..._ respondeu a menina pouco satisfeita com a resposta do cozinheiro.

***

Mosca caminhava na direção do Orfanato quando foi abordado por dois garotos Magrelos de rua com máscaras.

_Passa grana!_ ordenou o mais magro apontando um revólver para o moreno_ Anda! Passa a grana!

_Vai logo cara!_ exclamou o outro mais nervoso. O órfão obedeceu entregando a ambos todo o dinheiro que tinha. Logo, os dois moleques saíram correndo dali.

_Ótimo!_ reclamou o menino em ironia. Seguiu até a faixa de pedestre. O semáforo estava aberto para travessar a rua. Mas, para sua surpresa, um carro vinha em alta velocidade na sua direção.

***

_Alô?_ disse Carol ao atender o telefone da diretoria_ Sim é ela como posso ajudar?... Aconteceu alguma coisa?... Ele mora aqui... Meu Deus!... Claro! Já estoui seguindo pra aí! Obrigada!_ a diretora colocou o telefone no gancho e pegou a bolsa na mesa e saiu do escritório em desespero. Caminhou até a sala, onde encontrou Bel, Rafa,Juca, Binho, Duda, Bia e Thiago.

_Crianças, onde está o Chico?_ perguntou a mulher em meio ao pânico.

_Na cozinha..._ respondeu Thiago.

_Aconteceu alguma coisa, Carol?_ desconfiou Bel endireitando-se no sofá.

_O Mosca... Ele sofreu um acidente!_ revelou a superior.

_O que? Quando? Como?_ perguntou Duda nervoso.

_Eu também não sei! Estou indo para o hospital agora! Rafa avisa pro Chico o que aconteceu, por favor! Juca e Duda, venham comigo!_ os garotos a fizeram o que a diretora pediu. Os dois últimos a seguiram até a van e seguiram para o hospital.

Notas finais
:O:O:O:O:O:O:O:O E agora? O que acontecerá? Descubra no próximo capítulo de Don't Stop To Deram... E aí? O UE acharam? Gostaram? Odiaram? Comentem! XOXO