Don't Forget Me
64 Capítulo 64
Notas iniciais
Elliot abriu os olhos e logo fechou por causa da claridade. Ele sentiu uma pressão em seu peito e ao olhar para baixou viu a imagem mais linda de sua vida. Ele fechou os olhos e começou a forçar a memória, sabia se Olivia desconfiasse do que ele estava fazendo, eles brigariam e uma briga com Olivia Benson, era algo que ele não queria.
–Bom dia dorminhoca.-ele a beijou, assim que ela levantou a cabeça.
–Ell. Me deixa dormir.-ela escondeu o rosto no pescoço dele.
–Eu estou com fome.
–Vai la Ell, só me deixa dormir.
Ele bufou e virou para o outro lado da cama, mas logo sentiu os braços dela em seus ombros.
–Você parece uma criança de três anos Elliot. E eu tenho experiências com crianças de três anos.
–Olivia...eu te amo.
–Você já me falou isso e sabe...eu também te amo.-ela beijou as costas dele e quando ia encostar a cabeça no ombro, ele se virou. Ficando frente a frente com ela, os azuis penetrava nos castanhos.
–Eu sempre te amei Olivia, é de verdade esse sentimento.
–Eu acredito e sinto o mesmo Elliot.-ele subiu em cima dela e a beijou lentamente, sussurrando palavras de carinho entre o beijo.-Ell, a Sophie esta chorando.
–Você acha que ela vem comigo?
–Sim, normalmente ela vai com todo mundo.
–Bom, se não vim, terei que conquista-la.
–Para de falar e vai busca-la pra mim.
–Você esta muito preguiçosa Olivia.-ele deu alguns beijos no pescoço dela e saiu da cama. Logo voltou com as duas crianças no braço.-Eu vou precisar de ajuda, carregar duas crianças não é tão fácil quanto parece.
–Vem na mamãe, esse tio Elliot é um fracote mesmo.
–Vou fazer café da manhã para gente, quer que eu faça a mamadeira deles?
–Por favor. Eu acho que eles vão dormir novamente.
Ele deixou o quarto e alguns minutos voltou com as duas mamadeiras e o café da manha deles. Os gêmeos já dormiam ao lado de Olivia, enquanto ela velava o sono deles.
–Aqui Liv, deixe-me te ajudar.
Ele pegou Sophie nos braços e a menina se aconchegou próximo ao peitoral dele. Olivia estava deitada na cama, segurando a mamadeira enquanto Noah mamava.
–Quer que a coloque no berço?
A morena apenas afirmou com a cabeça, ficou observando Elliot sair do quarto com a menina em seus braços, depois de alguns minutos, foi com Noah.
–Isso esta uma delicia Ell.-ela falou enquanto comia o misto quente e logo em seguida deu um selinho nele.
–Que bom que gostou. Fiz suco de laranja também.
–Esta tudo uma delicia.
–Vou pra casa hoje.
–Você sempre fala isso e depois volta.
–É porque sinto sua falta, mas eu vou. O Elli vai passar a semana comigo.
–Isso é ótimo, o traga aqui depois.
–Claro, acho que ele vai adorar. Vou sentir sua falta.
–Eu também Ell.-ela acariciou o rosto dele.
Após terminarem de tomar o café, eles foram para cozinha e lavaram as louças, fazendo bagunça na cozinha. Ela tinha a blusa branca toda molhada, Elliot a pressionou na bancada da cozinha, sua ereção raspava na bunda dela.
–Essa sua blusinha transparente.-ele levou a mão ao seios dela e começou a brincar com os mamilos. Ela gemeu ao sentir as mãos dele e a boca em seu pescoço.-Aqui e agora, preciso de você.
Ele desceu uma mão para o abdome dela e colocou dentro do short dela, tocando levemente o sexo dela. Ela beijou os lábios dele, enquanto uma mão pirraçava seu clitóris e a outra seus seios. Não demorou muito e os dois estavam sem roupa, ela continuava de costas para ele e aquela posição o deixava doido. Ele a penetrou, seus dedos firmaram da cintura da morena e começou a comandar o ritmo das estocadas.
–Você é tão apertadinha, ai meu Deus Olivia.
Ela não conseguia responder, mas ele sabia decifrar todos os gemidos dela e não era preciso de palavras. A cabeça dela encostou no ombro dele e ele diminuiu as estocadas, ate sentir seu liquido preenchendo ela e o dela misturando com o seu.
–Isso foi ótimo.
–Você me surpreende a cada dia Olivia.-ele beijou os lábios dela, sem pressa, sem violência.
–Fizemos uma pequena bagunça Ell. Mas vamos tomar um banho primeiro.
Eles andaram abraçados e trocando beijos ate o banheiro, parecendo dois casais que acabaram de ficar juntos, o que era em parte, verdade.
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