Do lado de fora da casa da Carmen, a casa está totalmente em chamas. A vizinhança está em frente a casa, assustados. Carmen está ao lado de um bombeiro, suja e enrolada em um lençol.

Carmen: Oh, céus...

Mônica aproxima do povo devagar. Ela vê Magali, Marina e Denise conversando e se aproxima delas.

Magali: Ela estava transando com um cara quando aconteceu.

Mônica encara a amiga assustada, pensando em Cebola.

Denise: O que aconteceu com ele?

Magali: Engoliu muita fumaça... Foi parar no hospital.

Mônica: Oh...

Marina olha para Mônica.

Marina: Mônica, você está bem? Você está horrivel.

Mônica: Eu tô, eu só... Me sinto mal pela Carmen.

Denise: Não se preocupe com a Carmen, ela vai superar isso.

As quatro encaram a casa queimar.

Marina: Vamos...

Marina, Magali e Denise vão embora, mas Mônica continua a observar a casa em chamas. De repente, Cebola aparece atrás dela.

Cebola: Nossa, o que aconteceu?

Mônica: Cebola!

Mary Alice: E de repente, ali estava ele, como uma fênix, renascendo das cinzas.

Mônica: Eu pensei que você... Onde você estava?

Cebola: Acabei de voltar do cinema. A casa da Carmen pegou fogo?

Mônica: Sim, é, mas ela está bem. Tudo está bem agora.

Mary Alice: E de repente, Mônica estava feliz de novo. A vida era cheia de possibilidades.

Os dois continuam a observar a casa em chamas.

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Na casa do Cebola, ele atende o telefone.

Mary Alice: E sem mencionar, é claro, cheia de surpresas.

Cebola: Oi. Não, não consegui nada ainda. Mas estou perto.

Ele tira uma arma do bolso e guarda em uma gaveta.

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No dia seguinte, Mônica, Magali, Marina e Denise estão levando as coisas de Mary Alice para o carro.

Mary Alice: No dia seguinte, minhas amigas se reuniram para juntar minhas coisas.

Denise pega uma calça, e um envelope cai.

Denise: Vocês viram o número disso? Mary Alice sempre me disse que o numero dela era menor que isso. Acho que descobrimos o segredo dela.

Mary Alice: Ainda não, Denise. Ainda não.

Marina pega o envelope.

Mônica: O que é isso?

Marina: Uma carta para a Mary Alice.

Mary Alice: Que ironia. Algo que tentei tão desesperadamente guardar em segredo, tratado com tanta casualidade.

Denise pega o envelope e tira a carta.

Mônica: Denise! Isso é pessoal!

Denise: E dai? Ta aberto, mesmo.

Denise e Magali lêem a carta e fazem cara de chocadas. Magali passa a carta a Mônica, que lê com Marina.

EU SEI O QUE VOCÊ FEZ.
É DOENTIO.
EU VOU CONTAR.


Magali: O que isso significa?

Denise: Sei lá, mas veja a data.

Marina pega o envelope.

Marina: Foi entregada no dia que ela morreu.

Magali: Vocês acham que foi por isso que ela se matou?

Mary Alice: Eu sinto muito, garotas. Eu não queria preocupar vocês com isso.

Mônica: Oh, Mary Alice... O que você fez?