Dois lados do amor

13 Eu digo sim a tudo que vem de você


Notas iniciais
ola galerinha um novo capitulo. mas quem está se perguntando quem é a pessoa que foi visitar Clarke essa resposta só no próximo capitulo. relevem os erros e não deixem de comentar.

Emma Swan

Hoje falei por telefone com meus pais, eles ficaram radiantes com a noticia do neto inesperado, inclusive estão cogitando a ideia de vir aos Estados Unidos conhece-lo isso foi algo inesperado de se ouvir, falando em inesperado minha futura sogra chegou de surpresa a cidade, confesso que não morro de amores por ela, mas a respeito e no fundo entendo o porquê dela não gostar muito de mim, mesmo assim com nossas trocas de farpas Cora apoia nosso relacionamento, quando Regina me contou da reação que ela teve ao saber do meu pedido de casamento me deixou aliviada, Segundo Regina sua mãe ficou muito feliz, Cora pode ter seus defeitos, mas de uma coisa não posso acusa-la o amor dela por suas duas filhas é incondicional, por elas aquela mulher é capaz de tudo.

O plantão tinha acabado agora eu estava na creche com meu pequeno rei, estávamos esperando por Regina. Christian estava inquieto e irritado, a falta que ele sentia da mãe estava mexendo com ele, o garoto estava agora choroso e nada que eu fazia o acalentava, as monitoras disseram que desde que Regina saiu ele tinha ficado assim.

— Ei meu rei o que foi em? – tento conforta-lo, mas o choro só aumenta.

— Dra. Swan ela já esta alimentado, dei um banho nele faz pouco tempo, sua temperatura está normal. – a monitora que estava aparentemente calma.

— então por que ele não para de chorar? — minha agonia era evidente.

— ele sente falta da mãe, serão difíceis esses primeiros dias. – ela me explica.

Vê-lo daquele jeito estava partindo meu coração, meu filho sentia falta da outra mãe e eu não podia fazer nada. E o pior para ele eu era apenas uma desconhecida.

— ele chegou até alegre com a Dra. Mills mais depois que ela foi embora acho que o bom humor dele foi junto. – sorri ao lembrar do vídeo que Lexa me enviou, nele Regina e o meu pequeno estavam aos risos, lembrar do vídeo me deu uma ideia, pego meu celular do bolso e sento com ele em meu colo, foi batata foi só abrir o vídeos dos dois que ele parou de chorar.

— já sei qual é sua fraqueza filho, você sofre do mesmo mal que eu. – ri vendo a carinha dele assistindo o vídeo, nem parecia mais aquele menino chorão de instantes atrás.

Passamos algum tempo assim depois que ele se acalmou saímos da creche em direção ao hall de entrada do hospital esperar pelas Mills.

A primeira a parecer foi Lexa, e meu filho me trocou sem pensar duas vezes, começo a achar que ele sofre de Mills dependência. Os dois ficaram brincado juntos chamando a atenção de quem passava, Lexa leva jeito com crianças, pouco tempo Regina chegou e meu filho pulou nos braços dela, e me faz pensar que vou perder minha noiva para ele. caminhamos até o estacionamento Chris agora ia a passos curtos andando segurando na mão da morena enquanto ela me contava as novidades.

— Amor mamãe que um jantar em família hoje. – me diz com aquele sorriso dela de menina travessa.

— então esse pequeno aqui. – digo passando a mão pelos cabelos do Chris. – vai ter seu primeiro jantar em família.

— Regina, terá mais dois convidados. – Lexa diz.

— ela não me disse nada. – minha morena foi pega de surpresa.

— não me surpreende ela não ter te falado nada.

— quem mais ela chamou? – pergunto, vejo Lexa relutar em responder.

— a senhorita Griffin e o Collins.

Ah Cora Mills tenho certeza que ela tem um radar para essas horas, era bem óbvio que a presença da loirinha era estratégica, minha sogra adorava assustar as pretendentes da minha cunhada, embora Lexa não seja das mais santas, e sua fama não ser das melhores, ainda por cima uma mãe como leão de chácara a tira colo.

— deveríamos fazer em minha casa, lá é maior e eu tenho Chris que ainda não conhece a própria casa queria que ele lá hoje primeiro. – sugiro.

— ótima ideia amor, assim mamãe conhece sua casa. – minha noiva gostou da ideia.

— casa Rê? Aquilo lá não pode ser chamada de casa. – Lexa debocha, minha cunhada adora pegar no meu pé sobre o tamanho da minha casa.

— Lexa pega leve tá, você adora aquela casa que eu sei. – Regina ri do jeito da irmã.

— Swan me diz o que te faz morar numa mansão sozinha? – ela falava enquanto pegava Chris no colo.

— Lex eu sei que você gosta não adiante vir com esse seu deboche todo. – digo pegando Chris que ria das caretas que ela fazia para ele.

— Lexa você vai cozinhar? — a vejo confirmar com a cabeça.

— e quem mais seria amor, sua irmã é conhecida por seus dedinhos mágicos. – digo rindo da cara que ela fez pra mim.

— sou uma mulher cheia de qualidades, e eu sei que você adora o resultado final desses dedos mágicos aqui. – Regina ria das nossas implicâncias.

Brincadeiras a parte, Lexa seguiu para o apartamento enquanto eu e Regina junto com meu pequeno rei para minha casa, a morena já tinha vários objetos pessoais lá, e em seu apartamento seu closet já era metade ocupado por minhas coisas, praticamente já vivíamos juntas, ou no apartamento dela ou em minha casa, raras as vezes que não dormíamos juntas em nossas folgas.

Vê a interação dos meus dois amores era algo que me deixava cada vez mais segura do futuro que teria com ela ainda mais agora com ele em nossas vidas. Cuidar de uma criança tão pequena não era fácil, Chris não gostava muito de banho, quase tomei banho junto com ele de tão molhada que sai ao o dar banho. Já a morena teve que retirar seus brincos, pois ele insistia em querer arranca-los. Na hora de arruma-lo foi outra odisseia, ele saiu correndo meio troto pelado pelo quarto deixando Regina louca, foi preciso nos duas para arruma-lo. Mesmo com toda aquela correria aquele momento foi mágico. Cora chegou e trouxe vários brinquedos para ele, minha futura sogra já estava tentando corromper meu filho, mas nem com todos aqueles brinquedos ele largou do pé de Regina, parecia mais um baixinho preguiça agarrado na perna dela onde ela ia ele ia atrás, até quando a morena foi ao banheiro ele ficou de plantão na porta. O mais incrível foi na hora de dormir, perdi meu espaço para ele, uma mão segurava aquela girafa e a outra agrada na cintura da morena, toda vez que eu o colocava no berço pouco tempo depois ele acordava, a carência dele me deixava preocupada, acredito que ele prefira Regina pelo fato dela ser morena como a mãe dele embora não se pareça nada fisicamente com Lily ela tinha o jeito calmo de tratar com ele.

Logo pela manhã finalmente consegui que ele ficasse no berço, mas foi preciso que o travesseiro de Regina fosse junto, ele dormiu agarrado a ele. Amorena agora estava deitada em meu peito, mesmo muito cedo não conseguimos mais voltar a dormir.

— amor você sabe que tudo isso é só a falta que ele esta sentindo da mãe. – ela diz tentando me consolar.

— eu sei amor, mas temo que Lily não volte a acordar, o quadro dela esta estabilizado, mas sem sinal nenhum de que ela vá sair do coma.

— Ems você tem que estar preparada, ele por enquanto só tem você. – ela diz olhando agora em meus olhos.

— e você! – quando digo isso ela se senta na cama.

— Regina – a chamo também me sentando na cama ficado lado a lado com ela. – sei que não pediu por nada disso, mas eu a amo com todo meu coração, meu amor me perdoe por coloca-la nessa situação, nunca conversamos sobre filho e olha só eu estou jogando tudo isso em cima de você sem ao menos consulta-la.

— Emma. – ela me interrompe. – quando eu era mais nova confesso que quando pensava no meu futuro o sucesso profissional era o que eu mais almejava, mas hoje com você eu quero mais que só o sucesso profissional, eu quero uma casa, quero um cachorro, quero filhos. – Ela me diz com os olhos marejados. – Chris não foi esperado, mas não por isso ele será menos amado, meu amor eu sei que ele tem outra mãe e nunca passou pela minha cabeça substituir Lily, mas quero estar ao seu lado e o dele, posso ser amiga dele. – ela me diz sorrindo.

— Regina eu.. eu. – minha voz embarga, ela limpa a única lágrima que escorria pelo meu rosto.

— Emma quando eu disse sim a você, foi sim a tudo, foi sim a sua teimosia, foi sim aquele seu carro horroroso que você insiste em dizer que é tradição de família ter uma aberração daquelas, foi sim ao seu jeito inglês metido. – nos rimos dessa parte. – e foi sim ao seu filho, foi sim aos nossos futuros filhos, foi o sim de nossa vida. Emma Swan eu digo sim a tudo que vem de você.

Não tinha mais nada o que conversar a beijei de uma forma carinhosa, beijei a mulher da minha vida.

Notas finais
espero que tenham gostado. só avisando que ainda volto hoje mais o tardar a noite.