Notas iniciais
Boa noite pessoal peço desculpas por não ter postado antes, mas tive que voltar as pressas ao trabalho e isso me pegou de surpresa. agora daqui pra frente só poderei atualizar umas três vezes por semana, mais tentarei postar o máximo possível.

Alexandra Woods

Olhava para o conteúdo daquela caixa, vê aquele pequeno objeto me deixou muito feliz, mesmo estando abalada por tudo que minha namorada tinha me falado todo seu passado sofrido, traumático, sombrio e o pior o trauma esse que até hoje a persegue. Vê aquele pequeno objeto era tão especial representava o novo inicio para e uma nova pagina na nossa relação para nossa vida. Um passo desses poderia até me assustar no passado, mas hoje vejo Clarke assim tão aberta me fará dá quantos passos forem necessários.

Éramos dois lados, um que sofreu em cada etapa de sua vida, o outro pouco soube o que é sofrimentos, sempre fui feliz, aquela com a vida quase perfeita, e Clarke meu oposto, o que não me impediu de me apaixonar pela loira, Clarke tem marcas tão profunda que ouso dizer que marcaram até os ossos mais quero mostra o lado bom, uma vida sem amarguras, um lado mais leve. Se me perguntassem hoje o que me fez ama-la minha resposta seria simples, Clarke é meu sol, ela me faz renascer todos os dias, como não ama-la.

— então Lexa? – vi minha namorada ficar apreensiva com a falta da minha resposta. Clarke com aquela sua rotineira expressão seria, hoje entendo melhor o porquê dela sempre ter um semblante tão fechado.

— bem senhorita Griffin, você esta me dando uma chave e eu suponho que tenha uma intenção por trás disso! – a olhava atenta a cada expressão da Clarke saber sobre seu passado mexeu comigo, mas nada comparado a minha loirinha.

— Lexa eu quero que seja o nosso próximo passo. – ela permanecia seria!

eu... eu aceito, mas como vai ser com seus amigos? Eles moram lá. – eu amava Clarke estou disposta a ir morar com ela, mas não com os amigos dela.

— essa chave não é da casa que é da minha mãe, é do meu apartamento. – a olhei sem entender desde quando Clarke tinha um apartamento. — Que eu aluguei semana passada. – por essa eu não esperava.

— e por que vai sair da casa da sua mãe? – confesso que minha cabeça tinha dado um nó.

— lá não me fazia bem só fui morar lá por pouco tempo, mas nunca via ali como um lar.

— e seus amigos?

— minha mãe aceitou alugar para eles e mais uma pessoa. – vejo Clarke morder o canto dos lábios como uma menina travessa.

— quem é essa pessoa?

— Costia. – uma noite de surpresas, o que Costia Gold faria morando com internos?

— não entendo Costia não precisa dividir casa com ninguém ela ganha o suficiente para morar sozinha.

— o tio dela morreu há pouco tempo ela morava com ele e vamos reconhecer que ela foi uma das pessoa que mais foram afetadas, passar pelo que nos e ela passou não é fácil. – não convivi com o primeiro mês pós o tiroteio, mas segundo Clarke Costia ficou muito abalada com tudo, perdeu o tio, matou uma pessoa mesmo que fosse para defender outras pessoas, fora todo o que aconteceu durante minha cirurgia, e eu? bem durante todo esse tempo eu dormia. E agora vendo Clarke falar isso me deixou com um peso na consciência, mesmo não estando no meu melhor estado eu poderia ter ao menos ter tido uma conversa decente com ala.

— obrigando Clarke, ela merece a ajuda, mas morar com seus amigos acho que vai deixa-la louca. – disse rindo quebrando um pouco o clima. – mas reconheço que meio é estranho minha atual namora ficar amiga da minha ex. – vi ela ri, mas realmente isso não era comum.

— nos primeiros dias foi realmente estranho, mas ela não é má pessoa pelo contrario me contou cada uma que vocês aprontaram quando eram só amigas. – nessa hora eu ri alto já imaginando Costia contando o que nos duas aprontávamos.

— aposto que ela disse que eram minhas ideias.

— meu amor ela não precisou, reconheci seu dedo em cada uma que ela me contou.

— então senhorita Griffin se vamos dividir o mesmo teto você tem pedir para minha a adorável mãe. – vi Clarke rir.

— eu já o fiz. – minha loira me dizia com um sorriso que eu poderia passar a vida toda contemplando.

— quer dizer que minha ciumenta mãe deixou assim numa boa? – digo me aproximando dela.

— não tão numa boa assim, ela me fez prometer que cuidaria de ti. E que não deixaria você comer muito açu... – a beijei seus lábios com todo meu amor, depois beijava seu pescoço indo até sua orelha mordendo seu lóbulo, pude vê a loira ficar ouriçada. ter Clarke junto a mim era uma amostra grátis do céu.

— Lex.. Para assim eu não me controlo. – vi Clarke ofegante, era notório que essa abstinência sexual estava afetando a nos duas.

— não quero que se controle Clarke. – digo beijando seu pescoço de uma forma despudorada.

— você ainda não pode. – Clarke já estava derretida com meus beijos.

— eu não vou quebrar Clarke, podemos ir com calma, esqueceu que eu também sou médica. – e foi naquela noite que a loira cedeu, mesmo sendo uma forma que nos nunca tínhamos feito, com calma, regado de carinho.

Regina Mills

Os hormônios da minha gravidez estavam me afetando, e o estado da minha esposa não ajudava nada, Emma ainda estava debilitada e eu não queria machuca-la, mas isso já estava me deixando subindo pelas paredes. E para piorar tudo minha amada esposa não ajudava toda noite ela vinha com aquelas mãozinhas nada inocentes dela. Emma Swan que me aguarde se ela sabe provocar nesse jogo podem jogar duas.

Regina tomou seu demorado e rotineiro banho, passou seus cremes, mas um em especial o que ganhou de Clarke, Emma simplesmente amou a fragrância. A loira já estava deitada com seu óculos para leitura estava lendo um livro que Cora a tinha presenteado. Emma estava tão concentrada que não havia notado Regina entrar no ambiente, Regina usava uma de suas camisolas de seda.

— Emma querida você poderia me fazer uma massagem nos pés? – Emma sequer responde o livro realmente parecia estar prendendo a atenção da loira.

— Emma. – a loira novamente não da atenção.

Regina resolve então ir até a loira, toma o livro das mãos da esposa que só assim lhe dá a devida atenção. Quando Emma vê Regina fica por um momento boquiaberta, Regina estava com uma de suas camisolas de seda minúsculas, Swan em um breve momento fecha os olhos aspirando o perfume que exalava do corpo de sua esposa.

— Amor eu... – Regina não a deixa concluir, senta no colo da loira selando seus lábios em um beijo faminto, há dias que a morena queria beijar a esposa assim, mas se segurava hoje não seria esse dia, encaixou seu corpo junto ao da esposa sentando com uma perna de cada lado, mas com o cuidado de não por todo peso do seu corpo sobre a esposa, Emma ainda estava em recuperação, mas a loira parecia não se lembrar disso pela forma esfomeada que beijava a morena, a loira correspondia o beijo com toda vontade que estava acumulada durante todos esses dias.

— Regina você quer me enlouquecer mulher? – a loira já ofegante beijava a pele da morena, Regina estava queimando, toda a saudade que sentia do toque da sua esposa culminou para um ato inconsequente.

— Em... amor vai com calma você ainda não pode. – Regina já falava toda manhosa, o plano era só provocar a sua mulher, só que a morena não esperava sair dos eixos tão rápido.

— você pode. – Emma falava ao pé do ouvido da morena.

— amor não faz isso, era sopra te provocar tu sabes que ainda não pode. – Regina tentava se levantar mais a loira não deixa.

— Rê confia em mim, eu sei até onde posso ir, me deixa matar toda essa saudade que eu tenho de você. – toda sanidade que ainda existia em Regina se foi, a morena se permitiu esse momento com a esposa, os homônimos venceram essa batalha.

Na manhã seguinte uma Regina Mills bem humorada e distribuindo sorrisos preparava o café da manha da família, Chris estava sentado no colo de Clarke, Emma e Lexa ainda não haviam decido para o café.

— esse bom humor hoje todo tem nome? – Clarke perguntava com o sorriso malicioso.

— estou com meu humor de sempre Griffin. – Mills fala desviando o olhar da loira.

— Regina Mills você transou, só assim você apresentar esse bom humor matinal de que fez sexo. – Clarke agora falava alto rindo da cara da agora amiga.

— Isso Clarke fala mais alto que eu acho que lá da esquina ainda não ouvirão.

— quem sou eu para condena-la. – a loira confessa quase em um sussurro, mas que não passou despercebido pela morena.

Mills a olha com surpresa, afinal Lexa estava ainda mais frágil que Emma.

— Você e Lexa? – pergunta arqueando uma sobrancelha.

— sua irmã é impossível, eu juro que eu até tentei mais aquela lá é impossível. – Clarke diz com um sorriso no rosto.

— eu achei até que demorou, imaginei que vocês já tinham... você sabe.

Antes que Griffin respondesse Chris começa a chorar no colo da loira, Clarke levanta com ele e vai até Juba que se encontrava em canto mais afastado na cozinha, a loira leva morangos para alimentar o bichinho e entreter o garotinho, enquanto Mills terminava o café da manhã.

O dia se passou vagaroso Clarke e Regina iram dá plantão naquela noite deixando Emma, Lexa e Chris sob supervisão de Cora, essa por outro lado estava dando mil e uma recomendações para Lexa, com a ida da filha mais nova morar junto com a namorada, Cora ficou preocupada com a recuperação da mais nova, mal sabe ela o que a filha andou aprontando noite passada.

Por volta das dez horas da noite o celular de Emma tocava, era Ruby.

— Loba isso são horas de ligar para uma mulher casada. – dizia num tom divertido.

— panda sua mulher esta dando plantão hoje então eu tenho carta branca pra ligar. – Lucas respondeu com uma resposta atrevida como sempre.

— minha mulher esta trabalhando loba.

— e o que você acha que eu estou fazendo.

— uma hora dessas você também deveria estar trabalhando, não ligando para mulheres casadas. – diz rindo.

— para sua informação panda eu estou trabalhando, mas não liguei para falar disso preciso de um favor seu.

— pode pedir loba desde que não tenha nenhum cunho sexual ou qualquer coisa que faça Regina querer arranca meu outro rim.

— mais é muito panda mesmo, Swan você é uma decepção. Ruby falava debochando da amiga. — Mais não liguei para constatar pela milésima vez que tu es pau mandado da Regina o motivo é outro preciso de uma segunda opinião sobre uma paciente minha, e o seu substituto é um verdadeiro incompetente. – bufa.

— amanhã peço para Cora me levar ao hospital e faço isso pra você.

— nossa Swan mais que decadência, agora até sua sogra manda em ti. – diz debochando mais ainda da amiga.

— Ruby até amanha. – Emma encerra a ligação, sabia que se continuasse na linha com a amiga a loba tiraria sarro de sua cara até o fim dos tempos.

Emma deita na cama com o filho do lado, quando Regina dava plantão a loira levava o pequeno para dormir com ela, quando seu celular volta a chamar, Emma atende sem mesmo vê quem era imaginando ser Ruby novamente.

— Loba é serio vai trabalha que amanhã eu passo ai no hospital. – Emma é interrompida por uma voz que ela reconheceria em qualquer ligar.

— Emma sou eu Regina. – a morena estava com um tom de voz pesado que não passou despercebido pela loira.

— amor desculpa estava falando com a loba agora pouco. — Regina ficou em silêncio. – Rê o que aconteceu? Você esta estranha!

— Ela acordou Emma. – Regina respira fundo e conclui. — Lily acordou.

Notas finais
duas novidades Zelena entrará na historia e terá uma surpresa mais pra frente. então é isso.