Dois lados do amor

5 A alegria do palhaço é ver o circo pegar fogo


Notas iniciais
Boa tarde galera, hoje capitulo é recheado de Swan Queen.

Emma Swan

Engraçado como a vida é irônica, nos prega peças quase que diariamente. Quando tinha quinze anos saí da Inglaterra, sempre sonhei em morar nos EUA, meus pais como bons ingleses nunca saíram de lá, e eu nunca mais voltei, planejo voltar a minha terra natal ainda esse ano, quero que eles conheçam Regina. Certa vez disse a minha mãe que só levaria alguma namorada minha até eles se eu tivesse plena certeza que nunca mais me separaria dela, por um momento na minha vida achei que fosse Lili, mas não, a única que terá esse privilégio será Regina. Ela me faz uma mulher melhor, a mulher que no final do dia e nos braços dela que eu quero descansar, ela é meu verão em pleno inverno.

Carrego pecados terríveis os quais marcarão sempre minha vida, sempre critiqueis pessoas que não respeitavam uns aos outros, sempre fui certinha aquela que os pais sempre se orgulhavam. Só que você só sabe se realmente é a pessoa que julga ser quando esta cara a cara com a situação, quando seu caráter é posto a prova e eu que sempre me orgulhei de ser correta com tudo na vida falhei miseravelmente, levando quem estava próximo de mim ao sofrimento foi uma fase negra em minha vida, mas ela me tirou do fundo do poço e me deu um sopro de vida. Minha redenção se chama Regina Mills. Se existe final feliz posso afirmar com certeza que ela é o meu.

Irônico é Regina ser tudo isso em minha vida, pois quando nos conhecemos o clima foi de ferro e fogo, quando me lembro dessa época da vontade de rir, como posso ter me apaixonado pela mulher que uma vez afirmei que se fosse a ultima da face da terra eu ficaria com homens (olha que nunca fiquei com nenhum), Ela representava tudo que eu mais desprezava, era mimada, arrogante e prepotente, mas o ódio pode cegar até o mais sábios dos homens, foi ele quem me impediu de enxergar suas qualidades.

Fui casada cinco anos com Lili, nos conhecemos no hospital eu ainda era apenas mais uma interna, e ela foi paciente do Dr Gold e eu sua assistente, ela ficou internada dois meses se recuperando de um grave acidente, ela sempre me escutava riamos juntas de suas brincadeiras, e o melhor ela também não ia com a cara da Regina, quando ela recebeu alta a chamei para sair e com o andar da carruagem acabamos namorando e consequentemente casando. Depois que me casei às coisas com Regina piorou de vez, tudo era motivo para brigas, chegamos ao ponto da direção do hospital nos chamar a atenção. O que não poderia negar é que ela sempre foi uma mulher atraente, aquela que por onde passa chama a atenção, lembro que ficava mordida de raiva quando via os homens e mulheres a secando, na época não reconhecia o ciúme que sentia por ela. Sempre teve uma tensão sexual entre nós isso era inegável, mas como já disse o ódio cega qualquer um.

O que acontece quando se casa sem amor? O casamento desanda e era assim que o meu se encontrava, tentamos a ilusão de que com um filho as coisas melhorariam, e foi nessa época que meu relacionamento profissional com Regina melhorou, estávamos trabalhando em caso complicadíssimo, uma jovem mulher com graves problemas cardíacos, em certo momento apresentava fortes tonturas junto com desmaios, Regina me pediu um parecer sobre os sintomas, fiz alguns exames na paciente e a mesma apresentou um tumor muito difícil de tratar, se tratássemos do tumor o coração não aguentaria se fosse o oposto ela não sobreviveria muito tempo, na época tinha terminado a residência, eu tinha me especializado em neurocirurgia e Regina em Cardiologia. No final das contas a paciente sobreviveu e todo ano nos manda presentes de natal no ultimo foi um suéter com um cisne estampado usando uma coroa. Mas onde quero chegar foi que a partir desse momento que Regina e eu passamos a conviver amigavelmente.

Foi em uma festa beneficente que ocorreu no Boston Hope que tudo mudou, Lili nesse mesmo dia tinha feito o procedimento de inseminação e preferiu não ir, Ruby aquela louca foi comigo, Gold pediu que Regina e eu apresentássemos os projetos que o hospital estava planejando para o futuro, resultado passamos a noite uma ao lado da outra, o papo fluía tranquilamente, mas aquela tensão entre nós duas sempre existiu. Lembro-me daquele dia como se fosse hoje.

Flashback on:

Eu tinha me sentado em uma mesa mais afastada, já me arrependia de ter ido com Ruby que naquela altura já deveria esta devorando alguém, me consolava com vinho que estava sendo servido. Foi quando Regina se sentou ao meu lado.

— Irônico Swan nos duas hoje representamos o rosto do Hospital essa noite!ela me olhava de forma diferente, era possível mesmo que ela tentasse esconder ver dor no olhar dela.

— a vida é cheia de ironias, mas acho que já superamos a pior fase, você não acha? – falei olhando nos olhos dela, eles eram como ímãs, sempre soube interpretar as feições que Regina apresentava, mesmo não gostando dela sempre a observava.

— droga Robin esta vindo até aqui. – Robin o ginecologista que vive arrastando um caminhão por ela.

— ele ainda da em cima de você Mills?

— infelizmente sim, ele vem me atazanando para dançar com ele a noite toda, até escapei com o Killian algumas vezes, mas sua amiga ninfomaníaca sumiu com ele. – Ela fez uma cara de desgosto ao falar da Ruby.

Não sei de onde tirei a ideia de chama-la para dançar, mas foi exatamente o que fiz, estendi a minha mão em direção a ela que ainda estava sentada me olhando sem entender nada.

— o que é pior dançar com ele ou comigo? – falei sorrindo para ela, que retribuiu com um sorriso mais lindo ainda.

— Swan pode apostar que você é muito melhor do que ele. Ela responde pegando em minha mãe e saímos em direção a pista de dança, pude perceber que todos nos olhavam, alguns estavam de boquiabertos afinal ver Regina Mills e Emma Swan dançando na maior paz como se fosse um casalzinho apaixonado chocou muitos ali.

— Mills amanhã vamos ser o motivo dos comentários. Disse com meu rosto próximo do dela, dançávamos uma musica lenta, mas por incrível que pareça era minha favorita.

— já ouviu falar que a alegria do palhaço é ver o circo pegar fogo. – Ela disse eu ri, para muitos ali a cena era inimaginável.

— pode apostar que sim. – rimos, um clima agradável pairava sobre nos duas.

— sabe achei que não viveria para ver isso. – apontou para mim e ela. – estarmos dançando assim como um casal chega ser irônico. O esperado era estamos querendo nos matar – ela falava com um singelo sorriso.

— posso não morrer de amores por você, mas mata-la não, seria um desperdício matar uma mulher como você. – juro que na hora não me toquei que havia falo demais.

Ela arqueou as sobrancelhas para mim, deu aquele sorrisinho malicioso que só ela sabia fazer.

— e por que seria um desperdício Swan?

Sabe a hora que você fica sem saber o que dizer, pois é fiquei assim.

— você é uma ótima cirurgiã Mills, eu reconheço isso. – menti na cara dura.

— sabe Swan tenho que admitir que você também seja uma boa cirurgiã, boa até de mais. – ela falava com duplicidade.

— Mills se eu não te conhecesse diria que esta dando em cima de mim. – Falei no meu melhor tom provocativo.

Ela riu, mas aquele sorriso malicioso junto com aquele olhar devorador dela, naquele momento não existia nada ao redor estávamos em uma bolha só nossa.

— Swan, posso até reconhecer que você é uma boa cirurgiã não boa de cama. – ela riu alto e eu deveria ter ido embora ali, mas não fiquei e cutuquei a onça com vara curta.

— como você saberia Mills se nunca provou, eu confio nas minhas habilidades, tenho certeza que daria um jeito em você. – a encarava descaradamente, a essa altura não ligávamos para quem estivesse do lado.

— Emma, Emma – fala se aproximando do meu ouvido. – se eu fosse você não sairia falando por aí, o que não é capaz de fazer, dito isso ela saiu com aquele rebolado que faz qualquer bom cidadão perder a linha.

Pecado, Regina Mills era definição perfeita da palavra pecado, em pouco tempo ela já tinha me deixado ouriçada.

Dado certo momento derramei vinho na minha roupa, fui em direção aos vestiários já que estávamos no anexo do hospital, sempre deixava uma muda de roupa no meu armário, aquela festa pra mim já tinha dado o que tinha que dar. Quando começo a abrir minha camisa ouço alguém entrar no vestiário, era ela. Ficamos no encarando por um tempo, ela tinha uma olhar indecifrável, ora parecia dor, outra angustia, mas também havia desejo.

— vou me arrepender pelo que vou fazer agora, mas se eu não fizer ficarei louca. – dito isso ela avançou em minha direção, tomando meus lábios com urgência, com fome! Eu prontamente a correspondi foi um beijo cheio de desejo, a encurralei entre mim e o armário, suas mãos escorregavam por dentro da minha blusa que já tinha três botões abertos, enquanto as minhas deslizavam por aquele corpo, ela era deliciosa me sentia em chamas com cada toque dela, aquela mulher se apoderou de mim como se fosse à dona. Mordi seu lábio inferia a fazendo soltar um gemido baixo, minhas mãos já estavam em sua bunda, que confesso que sempre me pegava olhando para aquela região do corpo dela.

Minha camisa já estava sendo jogada em um canto qualquer daquele lugar, Mills já estava só de roupas intima, o desejo era latente, não tinha como nos controlarmos, era excitação acumulado de anos sendo expostos ali.

Estávamos só de roupa intima, agarradas ali em pé, nos beijando, nossas caricias eram mais do que ousadas fui a conduzindo lentamente a uma poltrona que tinha lá ( até hoje me pergunto a utilidade dela naquele local), a lingerie da Regina era branca contratava com tom de pele dela, aquela visão mexeu comigo, a deitei cuidadosamente ali ficando por cima da morena, nossos corpos se encaixavam perfeitamente como se fosse feitos uma para o outro, o encaixe perfeito. Sentia meu Sexo latejar, nossas pernas se entrelaçavam, Regina tentou mudar de posição, mas eu não deixei.

— quietinha Mills, quem manda hoje aqui sou eu. – falei isso me sentando sobre seu abdômen que era perfeito. Podia ver que ela tinha a respiração mais forte. Eu já estava molhada.

Começo a deslizar minhas mãos pelo corpo dela como se fosse decorar cada detalhe dela, abro o feixe do seu sutiã, deixando expostos aqueles seios maravilhosos, inclinei em sua direção e comecei a beija-la de forma despudorada, fui beijando até sua orelha deixando uma mordida lá fazendo com que Mills gemesse baixinho tentando se controlar, fui dando beijos cada vez mais fortes, se deixaria marcar o problema não seria meu, minhas mãos acariciavam seus seios, eles eram durinhos, sua pele macia, Regina já se contorcia embaixo de mim, minha atenção agora estava em seu pescoço, ela nessa altura gemia mais alto, eu poderia gozar só de ouvir aqueles gemidos, fui beijando seu colo até chegar aos seus seios, tinha que prova-los, era uma necessidade que me dominava, sugava o seio direito enquanto uma de minhas mãos dava atenção ao outro, queria provar de cada pedaço dela, fui descendo meus beijos pelo abdômen dela chegando ate chegar a sua calcinha, o cheiro do sexo dela era inebriante, olhei pra cima e vi o quanto ela estava ofegante, o quanto ela desejava. Lambi seu clitóris ainda por cima da calcinha, e ela gemeu despudoradamente, mas queria tortura-la um pouco mais, fui beijando sua coxa direita bem perto da virilha, ela se contorcia de desejo.

— Swan vai logo. – aquela voz rouca carregada de luxuria, me enlouquecia.

— pede Mills, pede que eu faço! – ela me olho nos olhos, nunca vi tanto desejo em um olhar, mas tinha algo mais.

— o que você quer Mills? Voltei a perguntar.

— você. – ela disse ofegante.

— onde? Queria leva-la ao extremo.

— dentro, quero você. — Ela pegou minha mão direita levando dois dedos meus a sua boca os chupando de uma forma obscena, naquele momento eu gemi, minha calcinha já estava arruinada. Ela conduziu sua mão segurando a minha até seu sexo, sua calcinha eu tratei logo de tira-la. – quero você dentro de mim Swan, quero que me coma como nunca fez antes com qualquer outra mulher na sua vida.

— Re..gina, eu estava ofegante com aquela cena. – Vou te fuder tão gostoso que essa noite que você nunca mais vai esquecer.

Levei meu dedo até sua entrada fazendo um carinho com se fosse penetra-la, mas no o fiz, ela soltou um gemido de desaprovação, mas antes que ela reclamasse levei minha língua até seu clitóris o chupando com vontade, Regina gemeu alto. Enquanto a chupava penetrei-a com dois dedos com força, sentia seu corpo arder, seu sexo molhado do jeito que estava deixava mais do que claro que ela precisava daquilo.

— Em..ma, não para. – ela mexia seu quadril em busca de mais contato, o sabor dela era o melhor que já havia provado em toda minha vida.

Paro de chupa-la, vou subindo beijando seu corpo, enquanto minhas estocadas iam cada vez mais fundo, ela rebolava majestosamente em meus dedos, era uma rainha. Tomo seus lábios com urgência, um beijo faminto nossas línguas travavam um batalha em nossas bocas, já sentia o corpo dela estremecer, aumentei o ritmo, fazendo-a gemer descontroladamente, ela arranhava minhas costas enquanto eu beijava seu pescoço que com certeza ficariam marcar enormes.

Sinto meus dedos serem apertados, ela estava ofegante eu estava ofegante, ela gemia meu nome despudoradamente. Continuo com minhas estocadas, pressiono seu clitóris com meu polegar a fazendo explodir em meus dedos. Sinto-a ficar mole, estava cansada assim como eu. Retiro meus dedos de dentro dela levando até minha boca e me deliciando com o sabor dela. Nos Beijamos mais uma vez, só que dessa vez o beijo era cheio de carinho. Ficamos com as testas escoradas uma contra a outra por alguns minutos. Aquele foi um momento único em minha vida, mas não foi o ultimo aquela noite não acabou só ali.

O problema foi que no dia seguinte o assunto que corria na rádio corredor era que Regina e eu tínhamos um caso, o problema é que eu era casada, minha esposa e eu estávamos tentando ter um filho e eu levo pra cama uma colega de trabalho, canalhice foi o que eu fiz, o clima pesou no hospital as pessoas nos olhavam torto, fofocas com os nossos nomes se tornaram comuns, qualquer aproximação que tínhamos lá era motivo para boatos.

O certo era eu nunca mais voltar a fazer uma coisa dessas e pedir perdão a Lili pelo meu erro, mas fiz o contrario, passei a ter encontros furtivos com Regina, o meu casamento em um mês se tornou um inferno, eu sofria Lili sofria e Regina nem se fala, a sua reputação estava péssima no hospital. O que piorou ainda a situação foi quando Lili descobriu tudo, foi até o hospital fez um verdadeiro escândalo, Regina só não levou o nome de santa até um tapa ela levou e só não apanhou mais por que Lexa interveio.

Meu casamento ruiu, Regina tirou uma licença, pois a situação estava insustentável e Lexa queria me matar e com razão, culpada de tudo isso era minha, se eu não tivesse feito o que fiz aquela situação não existiria. Lili e eu não tínhamos mais a menor condição de conviver sobre o mesmo teto, brigas e ofensas constantes, resolvi então passar uns dias em um hotel. Foi nesses dias que vi que nessa confusão toda só tinha uma pessoa que dominava meus pensamentos e não era a minha esposa. Uma semana depois Lili me ligou dizendo que precisava que eu fosse a nossa casa, e assim fiz, quando cheguei a casa estava em silêncio, a chamei, mas ninguém respondeu por um momento temi por algo de ruim. Fui ao quarto que foi nosso e estava vazio a parte de Lili no guarda roupa estava vazia, em cima da cama havia um envelope escrito meu nome. Quando abri vi que tinha um objeto dentro era um teste de farmácia de gravides lá apontava negativo. Afastei-me do hospital por uma semana precisava por minha vida em ordem, estava até cogitando deixar Boston e voltar para Londres.

Em uma manhã alguém bate em minha porta, parecia ter pressa quando vi quem era temi por minha vida, era uma Alexandra Mills com uma expressão nada boa. Sempre soube que as Mills eram muito unidas.

Flashback on:

— Lexa que surpresa. – suas feições eram frias.

— Swan, precisamos conversar. – Regina veio em minha mente, será que algo tinha ocorrido com ela, após o escândalo que Lili fez ela sumiu, não atendeu nem umas das ligações que fiz pra ela.

— Claro entre. – dei espaço para que entrasse.

— Aceita um chá? – ela fez que não e foi direto ao assunto.

— Olha Swan só não te dei uma boa surra por que Regina pediu que não fizesse, mas saiba que minha vontade é de mata-la lentamente. – ela me encarava com raiva.

— Lex.. – ela não deixou que eu terminasse de falar.

— só estou aqui por Regina, você tem ideia de como ela esta? – ela diz se aproximando ameaçadora de mim.

Regina era uma incógnita, sempre transpareceu ser uma mulher forte.

— Olha Lexa não esta fácil pra mim também, minha vida desmoronou e sua irmã sumiu, já tentei falar com ela várias vezes, mas ela não me atende já fui ao apartamento de vocês e o porteiro disse que ela tinha viajado.

— ah não esta fácil pra você, agora imagina pra ela, que ficou como a vagabunda da história. – Lexa já tinha abandonado o tom frio que vinha usando, agora sua voz deixava bem claro a raiva que sentia.

— sua irmã não é nada disso e você sabe, olha eu não sabia que Lili iria fazer aquilo, jamais permitiria que Regina pagasse pelo meu erro. – tinha que deixar claro para Lexa que magoar sua irmã nunca foi minha intenção.

— pode até ser Swan, mas aconteceu mesmo assim, eu sei que você não errou sozinha, acontece que... – Lexa baixa a cabeça em claro estado de agonia. – olha eu nunca a vi do jeito que ela está agora, você quebrou o coração dela Swan, você tem ideia do que fez?

— eu não tinha como saber, ela sumiu, todos esses dias ela é única em meus pensamentos e ela sumiu. – a essa altura meus olhos já estavam marejados, foi em Regina que eu pensei em todos esses dias de turbulência, não imaginava que ela estiva sofrendo desse jeito, mas eu também estava. Em nossos momentos íntimos ela sempre deixava claro que era só sexo, mesmo eu sentindo que não.

— olha eu quero que você resolva essa bagunça toda, ou juro por Deus que se ela chorar mais uma vez por sua causa eu faço uma bobagem. – ela também estava com os olhos marejados.

— onde ela está? – tenho que começar a arrumar essa bagunça toda, não amava minha esposa e isso era claro na minha cabeça, e o que sentia por Regina era muito forte para negar.

— só te peço uma coisa Emma tenha cuidado, minha irmã esta sofrendo muito com essa historia toda. – dito isso Lexa me passou o endereço onde poderia encontrar Regina e foi embora.

E eu só tinha uma certeza até aquele momento, iria arrumar toda aquela bagunça. Regina seria minha prioridade, não sabia nomear o sentimento que nutri por ela, mas poderia afirmar que era único.

Notas finais
espero que tenham gostado, e aguardo comentários!