Notas iniciais
Capítulo Curto. Mas interessante o.O Enjoy babys

No dia posterior a festa narrada, estávamos de folga, logo decidimos ficar na minha casa, uma vez que a casa de Dianna seria quase reformada com a limpeza que precisava.

— Então... O que vamos fazer? – Perguntei

— Continuar o que paramos ontem. – Sorriu e me puxou para que sentasse em seu colo.

Cai sobre ela e já avancei em seus lábios. Uma confissão muito importante, e espero que não magoe ninguém do meu passado; A única pessoa que conseguiu me acender, no sentido sexual, emocional ou qualquer outro, no mesmo instante que me tocava ou me olhava fora ela. Dianna Elise Agron.

Continuemos (...)

Não pedi passagem para invadir com minha língua, e agradeci mentalmente pelo gemido que ouvi em resposta. Seu sabor era com certeza um néctar divino e que me alimentava de forma perfeitamente imensurável. Mordi seu lábio inferior depositando todo o meu desejo, fazendo-a entender que eu a queria mais que tudo, e queria naquele momento. E com certeza fui feliz. Senti suas mãos apertando minhas coxas, me prensando ainda mais ao seu corpo.

— Você é tão...

— Sua! – Sussurrei espontaneamente ao seu ouvido. — Toda sua. – Conclui gemendo as últimas palavras.

A reação foi instantânea! Dianna levantou jogando-me no sofá e puxando de uma só vez meu short, para logo depois afastar minha calcinha e colocar dois dedos, já deferindo a primeira estocada, fazendo-me enlouquecer e gritar seu nome. As estocadas foram ficando cada vez mais fortes, e eu juro que naquele momento eu pensei que morreria.

— Die... – Gemi já desfalecendo.

— Tão gostosa! – Dianna proferia nos momentos que conseguia ter sanidade para tal.

Levou sua boca ao meu seio, chupando meu mamilo com volúpia.

— Isso é tão fodidamente gostoso! — Exclamei enquanto rebolava em seus dedos.

Dianna aumentou o ritmo e a intensidade, golpeando meu sexo. Podia sentir meu ventre se contorcendo cada vez mais.

— Eu vou... God! – Apertei meus lábios pressionando-os junto com os olhos perto de chegar ao ápice

— Goza gostosa! Minha gostosa!

— Deus! Isso e tão bom!

— Abre os olhos! — Ordenou.

Obedeci encontrando seus olhos brilhantes. E foi assim que gozei. Olhando para mulher que amava, vendo através dos seus olhos todo seu amor por mim. Mais uma, duas, três e me desmanchei nos seus braços. Não tive tempo para fazer ou falar algo. Dianna desceu arrancando minha calcinha e abocanhando meu sexo. Chupou, lambeu e sugou toda a região, me levando ao clímax mais uma vez.

— Você é tão saborosa. – Declarou provando do meu sabor na sua própria boca.

— Percebi. — Sorri divertida e digamos que um pouco dopada.

— Convencida.

— Amo você Die! – Apoiei os cotovelos no sofá para enxerga-la, uma vez que esta ainda estava fincada na fonte de prazer.

— E eu a você.

Dito isso, escalou sobre meu corpo e uniu nossos lábios. Beijamo-nos, trocamos juras de amor e fizemos carícias mútuas. Ficamos assim por um longo tempo e logo depois adormecemos.

(...)

Passaram-se alguns dias e tudo ocorria da mesma forma, gravações, entrevistas, fãs de Achele se digladiando com os de Monchele, consequentemente afetando faberry e finchel, eu e Dianna fazendo amor sempre que dava e também quando não dava. As gravações do filme “eu sou o número quatro” já havia começado, sobrando pouco tempo para nos vermos.

Foi em uma terça-feira, enquanto passávamos uma coreografia na sala de dança, que o céu ficou mais cinza.

— Lea e Dianna preciso de vocês na minha sala. – Ryan entrou no ambiente interrompendo a música, chamando a atenção de todos. – Agora!

(...)

Encarava-nos, respirava fundo e só. Já estávamos os três juntos sem dizer uma palavra a mais de cinco minutos. Eu estava ao lado de Dianna, e ambas de frente para ele que tinha um envelope branco em mãos.

— Se você não disser nada, terei uma síncope. – Falei de uma vez por todas. – Ryan! – O chamei tendo como retorno o envelope jogado no meu colo.

Olhei para Dianna e o peguei, retirando o conteúdo de dentro.

— HO MY GOD! – Esbugalhei os olhos, aguando-os, e voltei a olhar para Die.

— Lea! O que é isso? Deixe-me ver.

Senti suas mãos puxando as fotos e as examinando. Assisti-a levantar-se e jogar as fotos na mesa de Ryan. Percebi um diálogo, mas em momento algum me conectei. Estava perdida, divagando em outro mundo, um mundo onde tiravam o amor de mim, que dilaceravam meu coração.

— Sarfati! — Pisquei algumas vezes limpando as lágrimas, encarando o homem que chamava por mim. – Você não pode surtar, pelo menos não agora.

— O que vamos fazer Ryan? – O interroguei revelando todo meu desespero.

— Você não ouviu nada que falamos?

— Já está claro que não. – Dianna respondeu por mim, e agachou-se a minha frente. – Vai ficar tudo bem amor.

— Não! Não vai ficar tudo bem Agron! – Ryan interrompeu. – Vocês têm noção do que eu vou ter que mover para isso não chegar nas mãos dos grandões? – Colocou as mãos na cintura e respirou fundo. – Muitos mil reais, e mais mudanças drásticas. Tanto na série quanto na vida de vocês.

— Seja claro de uma vez, esses pouquinhos está acabando com a gente. – Minha amada cuspiu as palavras fazendo com que me arrepiasse devido ao peso destas.

— Ok. Seguinte... – Sentou-se. – Eu sinceramente estava pensando em escrever algumas cenas Faberry, mas não irá acontecer. Pelo menos não agora. – Senti uma tristeza profunda, não tinha ideia de que um dia existiria uma cena romântica para nós. – Terei que desembolsar uma boa quantia para que esse desgraçado não publique as fotos. – Respirou fundo mais uma vez e mordeu o lábio. – E por ultimo uma de vocês terão que começar a namorar ou sair com alguém urgentemente.

— O quê? – Levantei espantada.

— Abaixe o tom Lea.

— Como você quer que eu fale manso depois de ouvir tal absurdo?

— Pensasse nisso antes de ser inconsequente! Como vocês permitiram que uma pessoa dentro da própria casa de Dianna tirassem essas fotos? Ainda mais depois do que eu tanto alertei. Lea, se essas fotos forem publicadas será o fim do Glee, e da carreira de vocês.

— As coisas estão mudando.

— Não Dianna, isso é o que a mídia pinta para acreditarmos. Mas infelizmente as coisas aqui no mundo real não são assim. O pessoal da Fox já está desconfiado, vocês são evidentes demais. Já conversaram comigo, eu já avisei a vocês, e agora uma bomba dessas. Qualquer entendido ver que não é uma montagem. Eu recebi isso ontem, mandei para análise, só para acalmar meu coração. Essas fotos são verdadeiras!

— Sabemos que são, somos nós na porra da foto! – Dianna gritou espalmando as mãos no ar.

— Eu deveria ser o único a gritar aqui não acham?

— Tanto faz Ryan! O fato é que não vamos namorar ninguém.

— Minha querida... vocês irão sim. Se não eu mesmo cancelo essa merda!

Ficamos calados após isso. Alguns minutos se passaram e só conseguia olhar para minha amada e ela a mim.

— Eu também fico triste meninas. – Falou coçando a cabeça puxando ar. — Mas infelizmente terá que ser assim. – Declarou cortando o silêncio. – Preciso que se afastem o máximo que puder de uma forma sútil para não gerar tumulto e desconfianças tanto para o pessoal da Fox como para os fãs. Quando o pessoal do elenco estiver junto, podem ficar juntas, assim tudo será natural. Mas fora isso...

— Não. Por favor. – Abaixei a cabeça e comecei um choro baixo e sofrido.

— Lee... – Senti suas mãos em mim e um beijo a minha cabeça. Algo molhou meus cabelos. Eram suas lágrimas. – Vamos dar um jeito nisso amor.

— Eu espero de verdade, que dessa vez vocês levem a sério. E eu preciso de provas. Deem um jeito e arrumem outras pessoas. Para já.

Ouvir quando seus passos ficando distantes, restando apenas naquela sala, duas pessoas despedaçadas, quebradas, feridas, desesperadas.

— Olha para mim. – Obedeci. Seus olhos estavam vermelhos e sua boca tremia suavemente. – Se você quiser desistir de tudo isso aqui para ficarmos juntas, eu faço.

Nesse momento, nesse exato momento, houve uma explosão de emoções dentro de mim. Lembrei da minha infância, quando dizia aos meus amigos que nada ia me fazer parar, junto com cenas de amor verdadeiro, beijos e sexo com Agron. Tudo se misturou. Eu chorava como uma criança desolada. Aquela nobre atitude da pessoa que mais amei nessa vida, foi inconscientemente ignorada por mim. Eu passava e repassava mentalmente meus valores, meus objetivos, meu grande sonho profissional, e bloqueava todas as imagens e movimentações vividas com Dianna. Era uma batalha onde metade do meu coração encontrava-se preenchido de amor, paixão e felicidade, e a outra carregada de sonhos, ambições e realização. E nesse mesmo tempo, ela viu. Novamente ela conseguiu ver diante de mim o peso dos conflitos que existiam dentro do meu ser.

— Ok. Eu entendo.

A olhei atônita saindo do surto interno, tomando consciência do que estava para acontecer.

— Die...

— Lea! Eu entendo. São seus sonhos, não irei prejudica-los. – Afastou-se. – Você irá vivê-los.

— Eu quero vive-los com você. – Levantei e me aproximei segurando suas mãos.

— Infelizmente não é possível nesse momento. – Tirou suas mãos. – Eu vou para casa, não conseguirei fazer mais nada agora. – Foi em direção a porta.

— Não faz isso comigo, por favor. – Falei observando-a cortar os passos.

— Amor... – Virou-se para mim. – Eu só irei fazer o que tem que ser feito. – As lágrimas desciam copiosamente. – Eu tenho fé que tudo isso irá passar.

Eu preciso respirar um pouco (...)

...

Ok.

— Eu amo você. – Declarei soluçando.

— E eu a você.

Ouvi e voltei a dias atrás quando essas mesmas juras aconteciam de uma forma natural e só o que sentíamos era felicidade. Corri em sua direção e a beijei. Um beijo carregado de dor e desesperança, chegando a ser violento. Ela retribuiu na mesma intensidade, para logo depois cortar o beijo e se retirar.

Terça-feira cinza, um dia que não esquecerei. O dia que tirou um pouco do meu brilho. E o dia que desencadeou a avalanche que nunca, até então, tinha presenciado.

Notas finais
Quem acompanhou as meninas sabem bem o que irá acontecer... Próximo capítulo está ficando lindo. Comentem amores Boa semana