Doces Lembranças ACHELE

14 XIII - Só Me Beija


Notas iniciais
Amores da mama... LEIAM ISSO AQUI Tinha programado para fanfiction publicar o capítulo, mas algo deu errado. Só percebi hoje, quando não vi nenhum comentário. Então está aqui o capítulo prometido. Enjoy Babys Ps: Não está revisado, qualquer erro, perdoem-me.

Dianna estocava seus dedos devagar, porém com muita força. E eu? Gritava como uma louca. Nunca tinha sentindo um prazer tão intenso, nem mesmo com ela. Minhas mãos estavam presas aos seus cabelos, e meus dentes cravavam seus lábios, que em alguns momentos se abriam só para falar palavras obscenas, palavras estas que estavam me fazendo chegar ao êxtase.

Antes que pudesse pensar em “chegar lá”, Agron me segurou pela bunda, por baixo, erguendo-me logo depois de sentar. Colocou-me em seu colo, fazendo nossos sexos se tocarem. E não, ela não saiu de dentro de mim. Ainda estava com a roupa da Quinn Fabray, um vestido amarelo, então ficou mais fácil para que eu pudesse entrar nela também. E assim eu fiz, recebendo um gemido delicioso em troca.

— Tão molhada! Porra!!!

— Lea! – Tentava abrir os olhos, mas não conseguia. Bingo!

— Xiuuuu! Goza comigo amor.

— Porraaa! – Abriu os olhos, encarou-me, e me puxou para um beijo cheio de luxúria.

E continuamos assim, uma dentro da outra, línguas dançando ao som de murmúrios de prazer, até chegarmos ao ápice. Desfaleci na curva do seu pescoço, aspirando seu perfume natural, e me sentindo em paz.

— Eu te amo tanto. – Sussurrei no seu ouvido. – Acredita em mim, por favor.

Senti o rosto esquentar e meio segundo depois lá estavam elas, minhas companheiras de todos os dias; lágrimas.

— Eu te amo mais. – Sorri com a declaração. – Nunca mais diga aquilo para mim. – Saí da posição narrada, voltando o rosto para frente a encarando.

— Se você tiver essa reação toda vez que eu falar, então... – Rimos.

— Eu já queria fazer isso a muito tempo. – Mordeu o lábio inferior. – Foi só um pretexto.

Bastou essa fala curta e a mordida, que me acendi novamente.

— Não fala assim. – Fechei os olhos, começando a rebolar lentamente sobre o seu colo. A resposta foi imediata.

— Você tem algo marcado para hoje? – Neguei com a cabeça. – Ok! — Me tirou do seu colo, foi até a porta e a trancou, pegou o telefone e o desativou. – Agora tem. – Sorriu sacana e avançou em mim.

(...)

Abri os olhos exausta, demorando um pouco para que a realidade tomasse conta. Lembrei de tudo e sorri. Já era noite. Peguei meu celular ao lado e olhei as horas.

— Cristo! – Passava das 22:00.

Virei-me para o lado, vendo a cabeleira loira que eu tanto amava. Ajeitei meu corpo, ficando bem próximo do dela, tirei seu cabelo do rosto e fiquei a observando.

— Te quero tanto amor. – Sussurrei.

— Então fique comigo. – Abriu os olhos sorrindo.

— Você ainda vai me matar de susto com esses seus fingimentos.

— Você me acordou com seu toque, não tenho culpa. – Jogou seu corpo em cima do meu. – Se eu ainda tivesse alguma força nos braços, você ia ver uma coisa. – Rimos.

— Está com fome?

— Muita. Vamos pedir pizza? – Girou o corpo para o lado.

— Vamos. – Tirei os lençóis e levantei.

— Veste uma roupa se não recupero minhas forças em questão de segundos.

— Insaciável Dianna Elise Agron. – A mirei. – Você pede a pizza enquanto tomo banho.

— Ok.

(...)

— É a melhor pizza de toda Los Angeles! – Afirmei de boca cheia.

— Vou explodir!

— Você só comeu duas fatias.

— Ando comendo pouco ultimamente. – Olhou para o chão.

— Hey! – Suspendi seu queixo. – Eu estou aqui.

— O que faremos Lee?

— Não sei. Tenho medo de entrar nesse assunto. – Silêncio

— Não quero estragar seus sonhos.

— Você faz parte deles.

— Não sou páreo.

— Dee...

— Tudo bem Lea.

Olhamo-nos e o silêncio voltou. Era confortável, mas precisávamos de palavras. E foi nesse momento que uma ideia me ocorreu.

— Não sei se é suficiente para você, mas.... Vamos ficar juntas... Em segredo?

— Como?

— Pelo menos até nossa carreira está sólida. Die, não quero perder você. Eu aguento você com o Alex, e ficamos juntas.

— Você está se ouvindo?

— Me dê outra alternativa então.

— Já dei. – Levantou.

— Eu te amo Dianna. – Levantei e a segui. — Mas eu amo também tudo o que vivo com o glee, com a fama. É pecado? – Respirei fundo. – Desde criança almejo tudo isso. Podemos ficar juntas dessa forma agora, depois vemos o que acontece. Só não saia da minha vida, por favor.

— Lea, você quer que eu tenha uma vida dupla?

— Eu estou desesperada e não vejo outra saída. – Os olhos marejando, só conseguia encarar o chão. — Me desculpa, mas é a única coisa que me veio à cabeça.

— Você tem noção do que vai acontecer? Nas noites que eu não puder estar com você, quando souber que estou na casa do Alex, na cama do Alex? – Quando ouvi palavras tão “doces”, Hulk tomou conta de mim.

— Vai a merda Dianna.

— Percebe agora?

— Você não precisa namorar ninguém de verdade! Que papo é esse de cama?

— Agora eu já estou namorando de verdade. Titio Ryan não falou que poderia ser de mentira. – Falou irônica. — Não tem como mais eu fazer nada. O Alex gosta de mim.

— E você? – A olhei. – Gosta dele?

— Safarti! Não complica.

— Ok, já deu por hoje. – Saí em direção ao quarto, ouvindo seus passos atrás de mim.

— Você vai fugir novamente? – Continuei subindo e ela me seguindo. – Lea!?

— Que merda você quer que eu diga? – Gritei quando cheguei ao quarto. – Você venceu! Eu não consigo estar com você sabendo que está se deitando com outra pessoa ok. Ainda não atingi esse nível de maturidade. – Estiquei os lábios em um sorriso falso. – Como você conseguiu?

— O quê?

— Transar com ele?! – Hulk ainda estava lá.

— Não fiz! – Respirou fundo, evitando me olhar. – E quer saber? Estamos brigando bastante por isso.

— Você não ...? – O verde foi embora por completo. – Deus! Por que não me disse antes?

— Você só fazia me ofender!

Andei em sua direção e a abracei. Ela envolveu minha cintura e beijou-me de forma carinhosa.

— Desculpa. – Pedi cortando o beijo.

— Eu consigo segurar mais algumas semanas, mas eu já dei todas as desculpas plausíveis. Vou ter que apelar para o sobre natural já já. — Sorriu fraco. — E você?

— Eu o quê?

— Vai namorar alguém?

— Não mesmo. – Bufei. – Caso aconteça será teatro.

Pausa:

Eu cumpri minha palavra por muito tempo. Tirem suas conclusões até chegarmos lá.

Voltando:

— Por quanto tempo vamos viver assim?

— Não sei. – Mordi o lábio. — Não quero pensar nisso agora. Só me beija ...

E assim ela fez! Um beijo carregado de consolo, ternura e condescendência. Contudo, a ponta do medo estava lá, e nos acompanharia para sempre.

Notas finais
Então... Por quanto tempo vocês acham de achele existiu na real? Quero saber de vocês. Comentem Beijos, até mais!