Doces Lembranças ACHELE

7 VI - Somebody To Love


Notas iniciais
Então ... Poucos comentários no capítulo anterior. O feed back de vocês é importante babys. Não me deixem sem. Esse capítulo está maior e cheio de revelações Enjoy babys PS: NÃO CORRIGI, ENTÃO RECONSIDEREM. Corrigirei amanhã.

A música Somebody To Love fez morada dentro do meu coração desde aquela primeira vez que escutei junto a ela. Ouvimos repetidas vezes enquanto nos olhávamos, nos beijávamos ... Aquele dia foi mágico, natural e leve. Somente Dianna Agron e eu sendo nós mesmas, sem ninguém para atrapalhar.

Acabamos pegando no sono ali mesmo, no sofá. Tudo era muito novo e empolgante, então não passamos certos limites. Não naquele dia.

Fomos juntas, no meu carro, para o set no dia posterior. Recebemos alguns olhares enxeridos e até cheguei a ouvir um comentário sórdido, que prefiro não dizer-lhes de onde foi proferido. Ignorei e apenas sorri indo em direção ao Ryan.

— Bom dia pessoal, Ryan posso falar com você um segundinho?

— Claro meu bem, vamos lá para fora.

Saímos auferindo curiosidade alheia. Notei o olhar questionador de Dianna, que não sabia meu intuito com aquela conversa.

— Eu tenho uma sugestão sobre a próxima música que vamos gravar. – Assentiu pedindo que desse seguimento. – Somebody To Love, Queen.

— Wooooou! – Olhou para cima com a expressão franzida analisando. – Estou tentando imaginar como faríamos isso.

— Pensei em ser uma das músicas do quinto capítulo.

— Mas vamos começar a gravá-lo amanhã. Vocês até já gravaram a parte vocal. Como vou encaixar uma música nova?

— Excluindo uma.

— Lea, você tem ideia do que é excluir uma música a essa altura? A FOX exibirá o segundo capítulo amanhã e ainda vamos gravar o quinto.

— Vamos dobrar as horas de gravação. Ryan, pense no marco que será Glee fazer uma versão de uma música tão esplendorosa?!

— Eu concordo com você. Mas terei que conversar com o Zach e os outros. – Respirou fundo. – O que você não me pede sorrindo que eu não faço chorando?

— Acho que não é assim o ditado.

— É exatamente assim. – Sorriu. – Vou ver o que posso fazer. Vá se aprontar.

— Obrigada! – O abracei tendo tal atitude retribuída. – Será maravilhoso.

— Sim será. – Distanciei-me. – Lea!? – Me chamou, interrompendo meus passos. – Como surgiu essa ideia? – Sorri e direcionei o olhar para baixo. – Ok, prefiro não saber.

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— Ok pessoal! O dia hoje foi muito produtivo. – Ryan se pronunciou.

— Graças aos deuses Lea e Dianna conseguiram fazer aquela cena. – Naya falou, me causando um pouco de constrangimento.

— Enfim. – A cortou. – Temos novidade.

Procurei Dianna com os olhos, a encontrando entretida em uma conversa com a Amber. Só tivemos contato na primeira cena, citada por Naya, o resto do dia não tínhamos cenas para gravar em comum, e nas duas horas de coreografia, ficamos em salas separadas, uma vez que as danças eram em momentos diferentes no seriado. Tirei meu Iphone do bolso e digitei para ela:

—Presta atenção nessa notícia, é importante. L-

Segundos depois me olhou e sorriu sublime, obedecendo ao meu pedido.

— Amanhã não começaremos a gravar o quinto episódio. Ele começara a ser executado no sábado logo cedo. – Alguns murmúrios e um enorme sorriso, o meu.

— Por que? – Jenna perguntou.

— Porque amanhã ensaiaremos das sete da manhã ás sete da noite a nova música do capítulo que me refiro. — Um pulinho de satisfação da minha parte, e uma grande confusão nos demais. – Posso terminar? — Silencio geral. – Excluímos a música da Madona da cena para executarmos a Somebody to Love dos Queen.

Meus olhos cruzaram com os dela e pensei que iria ter uma síncope ali mesmo. Dianna tinha um sorriso de ponta a ponta da face e os olhos cada vez mais marejados. Sussurrou um “Thank you” em minha direção, pegou o celular e digitou uma mensagem que chegou segundos depois, causando-me um sobre salto, pois ainda me encontrava hipnotizada com aquele sorriso.

—Meu camarim. D-

Levantei o olhar e já não a enxerguei no ambiente, originando o famoso revirar no meu estômago.

Borboletas virariam minhas fiéis amigas.

Andei em direção ao local indicado na mensagem sem preocupar-me com o que era dito por Ryan para o elenco. Não queria saber, não precisava. Só precisava de uma coisa! Mal entrei no camarim, senti meu corpo sendo puxado por mãos ávidas e minha boca sugada com extrema urgência. Retribuí com a mesma intensidade, sentindo as melhores sensações existentes em toda a minha vida. Dianna me puxou obrigando-me a sentar sobre ela, que sentou no sofá. Pernas encaixadas do respectivo quadril, já sentia a umidade estragando por completo minha peça íntima. Suas mãos não paravam em um só lugar, nada diferente das minhas. Essa cena se repetiria por muitas e muitas vezes durante muito tempo. Não tínhamos medo de nada, não naquele momento. Involuntariamente rebolei no seu colo, tendo como resposta um leve e delicioso gemido. Precisávamos parar, mas ... Rebolei outra vez, porém, completamente ciente do que estava fazendo. Mais uma, e outra, e outra. Ouvia seu gemido se misturar com o meu. O atrito era real e todos os movimentos completamente naturais.

— Lea ... – chamou-me sôfrega.

— Hum?! – O diálogo não interrompeu nossos movimentos.

— Vamos para casa. – Gemeu mais uma vez.

— Vamos. – Afirmei. No entanto não parei em um só segundo minhas investidas sobre seu colo. Não conseguia. – God! — Estava bom, estava muito bom. Ouvi mais um ruído de prazer. — Die ...!

Em um só movimento, Agron levantou-se segurou minha mão pegou sua bolsa e me arrastou para fora do ambiente. Passamos dessa forma por todos os colegas que já encontravam-se dispersos, pois também estavam retirando-se. Acredito que foi nessa situação que todos tiveram certeza do que estava acontecendo. Não quis encará-los. A urgência da Dianna era a minha também. Hoje me pego rindo quando lembro de tal momento. Minha bolsa e meus pertences pessoais dormiram no set aquele dia e só lembrei disso no outro dia.

Voltando (...)

Foi com essa mesma fugacidade que ela me colocou no carro, sim a Dianna tinha esse hábito desde muito antes. Dirigiu semelhante a mim no dia anterior, cortando os carros e com a velocidade acima do permitido, só não ultrapassou sinais vermelhos. Não sei se naquela época o destino estava favorecendo-nos, mas também não fomos paradas. Chegamos e não esperei que esta abrisse a porta, tirei o cinto, desci e direcionei-me a porta sem ao menos olhar para ela. Não precisei ... Pensei em tirar os sapatos, mas lá estava ela. Uma característica forte sobre Dianna, anotem:

Dianna Agron com tesão se torna Charlie. Literalmente!

Os fãs sabem da história desse personagem incrível, contudo, para quem não sabe, Charlie nada mais é que a versão masculina da Dianna. Sentido figurado, logicamente, mas acreditem que é bastante real.

Imprensou-me na porta de casa como se fosse possível tornarmos uma só. Beijou-me os lábios, como se dependesse daquilo para manter-se viva. Sugou meu pescoço como se o sabor da minha pele fosse um néctar divino. Tudo era mágico, sentia-me nas nuvens em um ápice de prazer jamais experimentado.

— Die … — gemi desesperada por mais.

Dianna continuou com seus movimentos e sucções me conduzindo pela sala, chegando na escada. Não conseguia raciocinar em nada. Forcei o corpo contra o dela, fazendo com que esta caísse sentada no terceiro degrau. Conduzida pelo desejo desenfreado, sentei-me no seu colo, cravando as unhas no seu couro cabulo, gemendo demasiadamente.

— Lea! – Chamou como uma súplica, com o rosto enterrado em minha clavícula. – Dessa forma não vou aguentar. – Rebolei friccionando nossos sexos. – God!

— Faça o que quiser. – Sussurrei ao seu ouvido.

Eu não tinha experiência com mulheres, mas também não era nenhuma menina inocente. Sabia e queria muito que o próximo passo acontecesse. E minha aspiração foi atendida. Sem esperar nem mais um segundo, Agron entrou em mim de uma só vez.

Preciso respirar nesse momento; Ainda sinto, exatamente da mesma forma, o misto de emoções que me ocorreram nesse dia.

Voltando …

Nossos gemidos se fundiam a medida que ela aumentava a força e o ritmo das estocadas. Rebolava compulsivamente, sentindo o gosto do sangue na boca devido a mordida vigorosa em meus lábios. Mais uma, duas, três, quatro e cinto estocadas e me desmanchei em seus braços. Percebi seu corpo sofrer espasmos, entregando que também havia chegado clímax. Ficamos na mesma posição por minutos. Ainda a tinha dentro de mim.

– Vamos subir. – Não foi uma pergunta.

— Sim. – A mirei e sorri. – Você é maravilhosa. – Afirmei ainda risonha.

— Faço das suas, as minhas palavras. – Com tais palavras observei sua pupila dilatar, novamente, e suas unhas cravarem minha pele. – Você é tão deliciosa. – Retirou seus dedos de mim e os levou a boca. Chupou com volúpia fazendo-me delirar com tal visão.

— Precisamos de verdade subir! — Afirmei já não aguentando a pressão entre as pernas.

Chegamos ao quarto tomadas uma pela outra. Aos poucos nossas saias, blusas e calcinhas ficavam ao chão. Dianna me provou mais uma vez, porém com sua incrível e ágil língua, fazendo-me chegar ao ápice outra vez. Aproveitamos o momento posterior, reparando e namorando cada olhar e respiração da outra. A magia existente era e ainda é algo inconcebível.

— Lea, você está bem?

— Por que não estaria? – Ri em seus braços. – E você está bem?

— Estou ótima. Não quero pensar em consequências, estar com você é tão completo. –Meu coração que já não batia de forma regular, surtou com a declaração.

— Não sou muito boa em expressar as coisas com palavras. – Peguei sua mão e coloquei em meu coração. – Isso é o que sinto todas as vezes que estou com você. — Lançou-me um imenso sorriso e mordeu o lábio inferior. – E quando você faz isso, — passei o dedo na sua boca – também sinto coisas.

— Houuu ... É? – Gargalhamos.

— Não durma Dianna. – Levantei indo em direção ao banheiro. – Já volto.

Tomei banho repassando as cenas, e curtindo toda a leveza do momento. Voltei e provei aquela mulher como se fosse meu último dia na terra. Engraçado eu dizer isso agora.

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Nos dias seguintes ensaiamos intensamente, vocal, dança, cenas... Tudo voltado para a música nova. A música que fazia meus poros exalarem paixão. Minha música, nossa música. Recusávamos todos os convites de saídas do elenco, pois mesmo cansadas, íamos para casa e fazíamos amor por horas.

O fim de semana chegou e com ele a responsabilidade da gravação oficial da cena Somebody to Love. Gravamos no sábado pela manhã e um pedaço da tarde, e logo depois pegamos a estrada em direção ao Rancho da Mary Agron, que particularmente tenho uma enorme afeição até hoje.

Não contarei detalhes dessa viagem, mas aconteceram dois fatos que marcaram e determinaram praticamente tudo o que se sucedeu.

Quando chegamos fomos recebidos com muita alegria e euforia. Senhora Mary contava as histórias da infância e adolescência de Dianna, e eu me deliciava com tal gesto. Como foram muitas pessoas, tivemos que dividir os quartos. No mesmo quarto que eu, ficaram também a Jenna, Amber e Dianna, é claro. Separamos por afinidade. Imaginem a dificuldade em dormir, sabendo que ao meu lado estava a mulher com quem fazia sexo todos os dias, e a responsável por todas as sensações vivas em mim?! A primeira noite conseguimos. Porém, na segunda (...)

(...)

—Você está cansada certo? Não precisa se retirar baby? D-

Comprimi os lábios em linha reta, segurando o riso, e tratei de pôr em prática o recado dado.

— Estou exausta, vou me retirar. – Falei para todos que estavam na enorme sala.

— Fica mais um pouco Lee, bebe mais.

— Obrigada Cory, mas já deu por hoje. Não esqueçam que amanhã voltamos cedo.

— Sim senhora mamãe. – Heather brincou.

Andei mais rápido que o normal em direção ao quarto, e quando o avistei, joguei-me na cama esperando por ela. Não demorou muito e a vi entrando na ponta dos pés. A luz estava apagada, mas a claridade que vinha de fora, era suficiente.

— Lee? Demorei muito?

— Depende, se for proporcional a minha vontade de você, então sim!

— Eu ainda morro por sua causa. – Falou jogando-se em cima de mim. – Não aguentava mais.

— E eu? Não sabia mais o que fazer pa...

Antes que terminasse Dianna tomou-me para um beijo voraz e cheio de luxúria. Em segundos já tirava minha calça moletom e meu casaco abocanhando o mamilo esquerdo. Gemi copiosamente sobre seus lábios quando retirou minha calcinha e me invadiu com dois dedos. Inverti as posições, ficando por cima e rebolando seguramente. Seu gemido era música aos meus ouvidos. Mas só fiquei na introdução ...

— HO MY GOD! – Naya gritou, fazendo com que saísse de onde eu estava, e muito bem obrigada, me cobrindo por completo.

— Naya! Você não sabe o que é bater na porta? – Diana gritou levantando da cama, colocando as mãos no bolso.

— Desculpa eu não ...

— Que gritaria é essa? – Jenna chegou perguntando junto com o Chris e Amber. – Cristo! – Expressou ao entrar no quarto.

— Ótimo! Tudo o que me faltava. — Expressou Dianna.

Em menos de 1 minuto todo o elenco, com exceção de Mark, estava no quarto. Eu só conseguia me encolher debaixo dos edredons. A cena era a seguinte: Eu completamente nua debaixo dos lençóis, meu moletom jogado em cima da outra cama, a calcinha no chão perto da porta e o casaco na cabeceira. Fora o flagra da Naya.

— Pessoal, vamos deixa-las em paz. Amanhã será um dia cheio. – Amber pronunciou, dispersando a todos. Jenna vamos dormir na sala Ok?

— Não precisa, dorme lá no quarto com a gente.

Não ouvimos mais nada depois, pois já estavam distantes. Dianna fechou a porta e virou-se para mim. Seus olhos mostravam preocupação e culpa.

— E agora? O que faremos?

Notas finais
E agora? o.O Acho que vocês têm uma noção certo? Mas quero saber, o que acharam do capítulo e o que acham que vai acontecer.