Doce Trapaça
5 Capítulo 4
Notas iniciais
Boa Leitura!
Isabella dormia tranquilamente amparada pelos dois sem saber que uma de suas fantasias mais loucas, estava sendo realizada... Dormir entre os deuses do sexo! Como eram conhecidos os irmãos Masen. E dormia como há muito tempo na conseguia. Sem pesadelos, medo ou frio. Sentia-se protegida, seu corpo estava inegavelmente relaxado.
Edward envolveu-a pela cintura antes de apagar, seu corpo negava-se ficar distante do dela. Anthony por outro lado não conseguiu pregar os olhos. Primeiro por que temia que Isabella acordasse e tivesse uma reação contraria ao que Edward pensava, e que em vez de aceita-los saísse gritado assustada rejeitando-os. Se isso acontecesse... Ele jamais se perdoaria.
E segundo, por insegurança. Temia que seu corpo o traísse não conseguindo se controlar e tomasse Isabella em seus braços e a fizesse sua... Por que o desejo que ardia nele falava mais auto do que qualquer razão.
Então o mais seguro no momento seria ficar em guarda... Seu pau latejava só pela proximidade dos corpos nus, suas bolas estavam doendo. — Céus como ele conseguiria passar por essa noite ali, ao lado dela. — E como para testar seu autocontrole, ela se movimentou sobre os braços de seu irmão virando-se e esfregando seu traseiro em seu pau.
Ele arderia no fogo do inferno!
— Acalme-se Anthony. — Sussurrou seu irmão. — Ou terminara despertado Isabella, tente dormir.
— Como se fosse fácil dormir com esse traseiro em contato com meu pau! — Bufou Anthony fazendo seu irmão sorrir. — Não ouse tripudia do meu estado Edward! — Alertou.
— Não estou tripudiando, mas se tomar um banho frio não ajudaria?
— Caralho de banho frio, eu sei bem o que pode me ajudar nesse momento.
— Sossega Anthony.
Edward se aferrou mais a Isabella e voltou a dormir, deixando seu irmão velando o sono deles.
Edward acordou como sempre, pontualmente às cinco da manhã, olhou a seu irmão que dormia com o rosto enterrado nos cabelos de Isabella, a mesma ressonava, tranquilamente, nos braços do Anthony.
Edward baixou até eles e depositou um beijo nos lábios dela, e seguiu para seu banho, iria fazer sua corrida diária.
Isabella sentiu frio no momento que o Edward saiu da cama e se agarrou ao calor que vinha do outro lado, um corpo másculo e quente a estava sustentando. Mãos habilidosas começaram a vagar pela lateral de seu corpo, parando em sua bunda onde acariciou, depois voltou a subir lentamente e tocou em seu seio.
Um gemido foi ouvido, enquanto um corpo era pressionado contra o dela e seu seio era acariciado deixando-a entre o despertar e o sono.
— Hummm. — Ela gemeu quando a mão abandonou seu seio escorrendo por seu ventre ate tocar em sua vagina. Onde a acariciou e sem anuncio um dedo tocou em sua intimidade pressionando seu brotinho.
O corpo de Isabella se movimentava enquanto seu botão era massageado, causando em Anthony uma tortura ainda maior, enquanto sentia seu pau ser acariciado pelas nádegas dela.
Sim ele era um Homem fodidamente duro!
Isabella foi virada e sua boca foi tomada enquanto a mão continuava acariciando-a nas partes intimas com ferocidade. Depois seu seio foi tomado, uma boca faminta os sugavam, os lambia-os ao mesmo tempo em que dedos a acariciava deixando-a cada vez mais perto.
— Preciso sentir seu gosto.
Anthony gemeu antes de ficar entre as pernas dela e explorar sua intimidade com sua língua. Isabella gritou quando ele a penetrou com a língua e sem delongas mordiscou seu clitóris deixando-o detido entre seus dentes enquanto o sugava com verdadeira urgência, até sentir que Isabella tremia violentamente e em pouco tempo ela se derramava em sua boca.
Os lábios dele beijavam-a intimamente enquanto sua língua recolhia o mel que ela o havia presenteado.
— Delicioso seu sabor Isabella. — Gemeu ele olhando-a nos olhos e ficando fascinando com o brilho que ele viu. — Não sabe como esperei para senti-la. — Sua mão foi ao seu pau massageando-o. — Não sabe o quanto te desejo Love.
Isabella olhou para o membro que ele acariciava e sentiu um calafrio por sua espinha.
— Não sabe quanto tempo esperamos por você.
Anthony se aproximou dela sem quebrar o contato, e segurando em seu pau passou a esfregar no botãozinho dela. Arrancando um gemido de ambos. Seu desejo era tomá-la naquele instante. Ardia por senti-la ao redor de seu pênis, sugando-o.
— Céus!
Ele puxou ar, e testou seu autocontrole quando passou a cabeça de seu membro entre os lábios íntimos dela. Mas logo se retirou era tentação demais, Não queria fazer nada sem a presença de seu irmão ou que a própria Isabella permitisse.
Voltou a brinca com o clitóris dela, torturando os dois, friccionando seu membro fodidamente duro nele. Isabella contorcia-se se agarrando aos lençóis, e por mais que tentasse reprimir os gemidos eles se tornavam a cada segundo mais audíveis.
— Isso baby rebola.
Isabella em poucos minutos estava atingindo seu limite, sendo seguida por Anthony, que a olhando nos olhos e travando sua clavícula despejou sua semente em sua barriga.
— Deus como isso é bom! — Exclamou ainda se acariciando, nunca havia sentindo algo tão intenso como sentia agora, isso só comprovava o que ele já sabia, ela definitivamente era a mulher deles. A mulher que seria amada e adorada pelos irmãos, a senhora Masen.
— Você precisa de um banho carinho — A voz de Edward rouca pelo desejo chamou a atenção dos dois. Ele estava encostado na porta do banheiro totalmente pelado e com seu membro em toda sua gloria.
— OMG! — Isabella ficou rubra olhando de um ao outro. — OMG! — Tentou se levantar, mas com Anthony ainda entre suas pernas não estava facilitando.
— Calma bebê. — Disse Edward se aproximando.
Anthony estava aflito com a possibilidade de Isabella sair correndo, possivelmente rejeitando-os.
— Jamais faríamos algo para lhe machucar. — Disse Anthony. — Nunca.
— Ela sabe Anthony. — Disse Edward próximo da cama. — Não sabe bebê? — Tocou em seu rosto e Isabella automaticamente relaxou apreciando a caricia. — Ela sente, ela compreende que nos dois a desejamos e a queremos.
— Você nos aceita? — Anthony perguntou carinhosamente, espalmando sua mão na barrida dela, lhe causando um formigamento gotoso.
Edward se abaixou e tomou os lábios de Isabella, em um beijo calmo, e levou sua mão ao seio dela, fazendo movimentos circulares com a ponta do dedo em seu mamilo. Anthony voltou a acariciar seu clitóris.
Os três gemeram, Isabella estava totalmente entregue a eles, vulnerável a mercê dos toques dos gêmeos, que a cada segundo ficavam mais afoitos. Ambos terrivelmente duros. Sem demora Anthony passou a lamber seu clitóris vorazmente, ora lambia ora sugava. Seu irmão dava total atenção aos lábios dela e quando ela ficava com falta de ar ele cuidava dos seios.
— Perfeitos!
Edward deitou-se na cama e com a ajuda do irmão sentou Isabella sobre ele, seu pau latejava em contato com sua gruta. Anthony se posicionou nas costa dela e começou a acariciar seus seios. Isabella tombou a cabeça em seu peito enquanto se movimentava torturando ao Edward.
— Deus! — Gemeu ela em poucos segundos. — Eu não posso suportar.
— Deixe vim princesa. — Sussurrou Anthony em seu ouvido antes de morder seu lóbulo. — Goze pra nos.
Isabella estava sentindo-se flutuar, seu corpo formigava, seu coração parecia que ia arrebentar em seu peito, enquanto sentia-se acariciada em todas as partes.
Anthony esfregava seu pau em sua bunda, acariciando seus seios, mordendo e lambendo seu pescoço e costa. Em pouco segundo Isabella gritava alucinada sentindo-se se quebrar ao meio. Os irmãos acompanharam na explosão de seu êxtase, embora não tivesse havido penetração ambos sentia-se satisfeito enquanto seus jatos quentes esporavam, de encontro a Isabella.
Isabella desabou sobre o peito do Edward com dificuldade para respirar. Anthony fez o mesmo ao seu lado sentindo as batidas erráticas de seu coração. Edward abraçou-a beijando seus cabelos sentido como seu coração batia em sintonia com o dela.
A mulher deles... Definitivamente.
Não importava quem seria o primeiro, quem ela escolheria para se unir como marido e mulher perante a sociedade, quem seria legalmente o pai dos filhos deles... Isso não tinha a mínima importância, por que eles a amariam... Eles cuidariam dela... Eles estariam ao seu lado sempre.
A única coisa que importava aos irmãos Masen era fazer-la feliz!
****
Isabella despertou sozinha na imensa cama, se espreguiçou e no percurso suas mãos tocaram em algo, sentando-se para ver o que era ficou com um sorriso bobo no rosto ao se deparar com dois botões de rosa, ao lado de cada um pequeno bilhete.
Bom dia baby gostaria de estar ao seu lado agora, para olhar em seus olhos lindos e dizer o quanto estou feliz de ter lhe encontrado. Tenho esperança de voltar antes do seu despertar mas se não acontecer saiba que meus pensamentos estão com você.
Seu Anthony.
Isabella beijou o bilhete antes de ler o seguinte.
Bom dia carinho.
Espero que tenha dormido bem, infelizmente não é possível estar ao seu lado agora, que é de fato onde gostaria de estar. Mas assuntos inadiáveis privaram-me do prazer de sua companhia nesse momento. Mas saiba que muitos momentos desses viram, e estou ansioso por isso, de ter você em meus braços quando despertar. Fique a vontade, dei ordens expressas que não fosse incomodada, esse quanto é restrito, só irão até ai se você os chamarem. Deixei meus números, adoraria escutar sua voz seria um alento para meu coração. Sinta-se beijada calorosamente minha pequena.
O sabor de seus beijos ainda está comigo.
Seu Edward.
Isabella desabou na cama cheirando o perfume que as rosas emanavam, agarrada aos bilhetes. Quando ela poderia se imaginar ali, na cama deles? Seu sorriso aos poucos foi morrendo quando se lembrou de seu pai. Será que ele havia notado que ela passara a noite ali. E pior, será que a anfitriã da noite tivera percebido também? Olhou ao relógio que tinha ao lado da cama e viu que já passava das nove.
Levantou-se do leito às pressas, embora seu corpo houvesse sido limpo, correu ao banheiro e tomou uma ducha rápida, vestindo um roupão, pegou os bilhetes e os botões de rosas sobre a cama, se aventurou pelos corredores, nas pontas dos pés com medo de encontrar com alguém.
Respirou aliviada quando entrou em seu quarto e logo em seguida trancou a porta, encostando-se nela, e esperou acalmar as batidas de seu coração. Havia conseguido ninguém saberia onde ela esteve. Cheirou novamente os botões de rosas, arrumaria um vaso para colocá-las, não queria que morressem. Virou-se com esse intuito e ficou paralisada.
— Espero que tenha aproveitado bastante sua noite senhorita Swan — Disse a loira em um tom frio, sentada em uma cadeira próxima a cama. — Por que essa será a única que terá com eles.
Isabella continuou calada, sem saber o que deveria fazer, afinal estava diante da senhora daquela casa. Para todos os efeitos a loira com cara de poucos amigos que a fuzilava com os olhos era a mulher deles.
— Faça suas malas e suma de minha casa. — Continuou a loira com sua voz de aço cortante. — E rápido! — Isabella permaneceu calada. — Mexa-se! Ficou surda?
— Eu...
Rosalie olhou as rosas que ela segurava contra o peito e seu ódio aumentou.
— Você acha que foi a primeira? Que é especial? — Ela se levantou e se aproximou perigosamente de Isabella. — Não, você não é a primeira, existiram outras que tentaram tomar o meu lugar, mas não conseguiram.. Quebraram a cara como você vai quebrar.
— Eu não quero tomar o lugar de ninguém. — Isabella conseguiu falar.
— Você me acha burra menina? — Perguntou azeda. — Pensa que não sei onde passou a noite? Nada acontece em minha casa sem que eu fique sabendo. — Ela se aproximou mais de Isabella e ficou aspirando como um cão farejador. — O cheiro deles ainda está em seu corpo, o cheiro do gozo deles. — Ela trincou os dentes. — Você tem meia hora para sair da minha casa ou eu mesma venho expulsa-la. — E sem que Isabella esperasse, ela tomou os botões de rosa esmagando-a em suas mãos e jogando-as no chão. — Meia hora!
Rosalie saiu batendo a porta, em direção ao seu quarto, quando entrou no mesmo à fúria já a dominava e em um ato de loucura saiu quebrando tudo que encontrava pela frente. Uma destruição total queria fazer o mesmo no quarto dele, o mesmo que ela nunca foi permitida entrar, e que Isabella havia passado a noite.
— MISÉRAVEL! — Gritou atirando mais um vaso na parede. — VOCÊ ME PAGA!
A cólera tomava conta dela, nunca fora tão humilhada. À noite quando viu que o Edward havia saído da pequena reunião, o seguiu, mas vendo que ele se dirigia ao seu quarto ela voltou a sua reuniãozinha com a certeza que ele fora realmente dormir.
Como foi burra! — Pensou enraivecida.
Deveria ter desconfiado quando o Anthony saiu às pressas indo de encontro ao irmão. Ele deveria ter sentido — caralho de ligação que esses dois tinham — e ela uma tola não percebeu nada do que acontecia em baixo de seu nariz.
Os dois terminaram passando a noite com aquela. Argh! Céus desde quando eles passaram a ter fetiche por menininhas? Nem corpo de mulher Isabella tinha. Argh! Passou a andar em círculos dentro do quarto tentando achar uma saída, por que ela jamais abriria mão dos dois Homens dela, sim porque que os irmãos Masen eram dela e não seria uma menina que tiraria seu posto. Há isso não mesmo!
Rosalie sorriu maquiavelicamente, nem tudo estava perdido, ela conhecia os gostos e costumes deles tão bem, e duvidava muito que Isabella aceitasse ser compartilhada da forma que ela aceitava.
Não ela vai correr. — Pensou vitoriosa, lembrando-se da primeira vez que foi apresentada ao club que eles freqüentavam.
Eles já estavam juntos há um mês quando foi avisada que iriam ao club privado que eles freqüentavam. Lembrou que na ocasião ela se assustou com a cena que se desenrolava na sala na frente de todos.
Uma ruiva que ela, mas tarde veio a conhecer, estava no meio da sala nua ajoelhada entre três homens, que a tocava estimulando-a enquanto a mesma chupava um a um. Sobre uma mesa uma infinidade de produtos, gel lubrificantes, plugs, vibradores, que foram utilizados nela antes dela ser colocada escancarada sobre a mesa.
Os três Homens ficaram ao seu redor falando palavras obscenas, ao mesmo tempo em que continuavam estimulando-a. Ela tomou o pênis de um em sua boca sugando-o, enquanto outro se apossava de seus seios e o terceiro estocava ferozmente em sua vagina, os gemidos regiam o som do ambiente excitando a todos os telespectadores que assistiam o inicio de um delicioso Gangbang.
Rosalie sorriu ao lembra a cena, naquela mesma noite ela conheceu Victoria e James, o parceiro dela, que confortavelmente sentado em uma cadeira assistia a performance de sua “mulher” com os “amigos” escolhidos por ele.
Rosalie sabia que a Victoria era uma pessoa não muito confiável quando o assunto era os Masen’s, por que a mesma era louca para participar ativamente em uma das cenas que os dois às vezes proporcionavam, inúmeras vezes o próprio James havia feito a proposta aos gêmeos, para que os dois compartilham-se sua Victoria. Os irmãos nunca aceitaram.
Mas ela poderia ser uma aliada, para Rosalie, nesse momento, para afastar Isabella definitivamente do seu caminho. Com esse pensamento saiu à sua procura.
****
Isabella terminava de colocar suas roupas em uma pequena mala, quando seu pai adentrou em seu quarto.
— O que pensa que está fazendo?
— Indo embora. — Falou seguindo para o banheiro, pegou por lá o que ainda restavam. — Não posso continuar com isso.
Charlie caminhou até a cama e em um rompante, despejou as roupas de sua filha pela mesma.
— Você não vai a lugar nenhum Isabella.
— Eu não posso continuar...
— Você vai continuar, exatamente aqui, e só vai embora quando eu decidir!
— A senhorita Hale, me expulsou. — Tentou se justificar. — Ela deu-me meia hora para sair de sua casa.
— Ela não manda em nada. — Ele falou olhando avaliativamente a sua filha, depois olhando ao redor percebeu os restos dos botões de rosa. — O que aconteceu aqui?
— A senhorita Hale.
— Por que ela fez isso? — Charlie perguntou, mas logo a compreensão o atingiu e ele sorriu maliciosamente. — Ela percebeu o interesse deles por você?
— Eles não estão interessados em mim. — Isabella tinha uma tola esperança que seu pai caísse em si.
— E por que mais ela lhe expulsaria da mansão? — Ele olhou com cautela a sua filha. — Aconteceu alguma coisa Isabella? — Ela ficou calada, deixando seu maquiavélico pai com raiva. — Responda! Aconteceu alguma coisa essa noite?
Isabella negou com a cabeça incapaz de encara seu pai. Ele poderia ser um inescrupuloso, mas ainda assim era seu pai e não queria fala-lhe sobre certas coisas. Charlie caminhou até ela e pegando-a pelo queixo a fez olhá-lo.
— Não pense em esconder nada de mim, sua pequena víbora. — Ele apertava tanto seu queixo que Isabella tinha certeza que ficaria marcado. — Você se deitou com um deles?
— Não! — sussurrou.
— Você é mesmo uma incompetente, — Ele sem aviso desceu a mão no rosto dela. — Acho que terei que trazer a Alice para ver se ela consegue seguir minhas ordens.
— Alice é uma criança; — Isabella encarava-o com os olhos marejados. — O que o senhor quer não é algo que se possa ser feito, não vê que poderá ter conseqüências?
— Lógico que terá conseqüências. — Charlie sorriu. — Uma conseqüência bastante lucrativa para mim.
— Por favor. — Isabella tentou mais uma vez. — Eu sou sua filha, o que está me pedindo e demais, eu não posso seguir com isso.
— Você pode é vai! — retrucou com a voz cheia de ódio. — Você vai seguir rigorosamente as minhas ordens. Vai permanecer aqui nesse quarto e quando os irmãos chegarem você tente chamar a atenção de um deles. — Ele ficou pensativo por alguns minutos. — Invista no Anthony ele é, mas receptivo do que o irmão, mas faça as coisas certas dessa vez.
— Desista disso, por favor, já imaginou quando eles descobrirem? Não tem medo do que possam fazer contra nós?
— Se você fizer tudo direito, eles não têm como descobrir. — Charlie sorriu. — Seduza, use das armas que você tem. Isabella ficou calada escutando as atrocidades que seu próprio pai estava lhe obrigando a fazer.
— E se eles não se interessarem?
— Isso não pode acontecer. — Retrucou entre os dentes.
— Mas a uma possibilidade.
— Não existe essa possibilidade Isabella. — Ele voltou a segura-la pelo queixo. — Se você falhar serei obrigado a trazer sua adorável irmãzinha.
— Eles não parece ser Homens que gostam de crianças.
— Por isso Isabella se você falhar, serei obrigado a mudar parte dos meus planos e isso não seria nada bom. — O sorriso malicioso estava em seus lábios. — Para a pequena Alice, claro.
— Por Deus! Somos suas filhas...
— CALE A BOCA! — Ele desferiu outro trapa nela. — Esse assunto se encerrou, decida agora, ou você fica ou a Alice vem.
Isabella trancou a porta de seu quarto antes de desabar encostada á mesma, permitindo que as lágrimas escorressem livremente por sua face. O que diabo ela iria fazer? Não poderia de forma alguma fazer o que seu pai queria.
Deus eles não mereciam...
Fechou os olhos abraçando seu corpo, não sabia onde sua irmã estava não tinha a quem recorrer, encontrava-se sozinha... Perdida... Sem saber como agir..
O destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos.
Notas finais
Bem essa semana os post serão feitos por minha beta amora Kiki Cullen... Ela já está com dois capítulos de Amantes e decidirá os dias que ira postar-los!
Estou saindo em viajem com minha família e sé retornarei dia 25.
Espero sobreviver depois desses posts... Sejam compreensivas com essa pessoa iniciante aqui! Kkkk
Bom Final de semana a todas e até a volta!!!!
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