Doce Sequestro - Short- Fic
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Capitulo 10
POV Jacob
- Porra! Você me mordeu? – dei dois passos para trás segurando os lábios. Ela tinha pegado com força. – Você é uma vampira agora? Sua estadia em Nova York lhe transformou em um maldito sangue sunga?
Ela virou os olhos e bufou. — Não viaja Jacob Black. – ela estava puta da vida. Reconheci isso pelo o tom da voz dela. – Vamos acabar logo com essa brincadeira. Me... Solta... Agora! – é ela estava realmente com raiva.
Sentei em sua frente rindo e passando a língua sobre o ferimento.
- Acho que você terá que beijar aqui. – apontei para o meu lábio. – Para curar.
- Vai tomar no cú.
- Wow!! Não é que a moça ficou valente agora.
- Agindo como criança Black? Não vai funcionar acredite.
Deitei no tapete de costas cruzando as pernas. Apoiei a cabeça nos braços e respirei fundo sorrindo. Eu estava de muitíssimo bom humor.
- Eu me lembro de alguns anos atrás, que uma menina de 17 anos me sequestrou três dias antes do meu casamento. Ela me levou a loucura e...
- Aí você casou com outra. – ela não me deixou terminar.
- Posso contar a minha história?
- Não quero lhe ouvir. Eu e você não teremos um final feliz, ou melhor, eu terei, ao lado do Nate.
- Nate? Que porra de nome é esse? O cara parece uma criança.
- É mais adulto que você. – fiquei de pé em sua frente.
- Ele lhe faz gemer como eu faço? – ela pareceu assustada com a pergunta. Ficou vermelha e baixou os olhos. Puxei o seu queixo para cima com carinho. – Você ficou com vergonha? – ela puxou o rosto. –Isso significa que não, ele não lhe faz gemer como eu faço. Um a zero para mim Nate Hewis. – comerei dando um soco no ar.
Ela respirou profundamente. – Jacob, por favor, eu preciso ir para a minha casa.
- É isso que você irá fazer: Eu quero que você preste atenção, porque eu só falarei uma vez. – ela me olhou com intensidade nos olhos. Ela estava me odiando, mas eu continuaria com tudo, eu não tinha chegado aqui para desistir. – Você irá ligar para o seu noivo e falar que você saiu para comprar algumas coisas com a Claire e que volta daqui a uns dias.
- Eu me caso daqui uns dias Jacob. – ela parecia que ia chorar.
- Não me interrompe que eu não terminei de falar. – ela fez menção de falar algo, mas no final ficou quieta. – Você só sairá daqui quando você admitir que me ama e que ficará comigo.
- Isso não vale.
- Eu dito as regras Renesmee, não você. Pensou mesmo que eu fosse lhe segurar por três dias e ainda lhe dá opção de casar depois? – eu comecei a rir e ela me olhou assustada. – Nem pensar, eu tive uma vida de merda, pensando como seria a minha vida com você, e ficar sem você pelo o resto da vida não é uma opção. – fui taxativo. Assustei-me quando ela começou a rir.
- Você só pode ser louco. Sua vida foi longe de mim porque assim você quis. Eu sempre deixei claro que eu lhe amava e que queria ficar com você, contudo, você preferiu casar, e eu não impedi. Agora espero que você seja racional e faça a mesma coisa.
- Acontece que ser racional também não é uma opção aqui. Suas opções são: ou diz que me ama e que vai ficar comigo ou diz que me ama e vai ficar comigo. – ela bufou. – Qual vai ser? – perguntei rindo.
- Claire não vai me encobrir, ela adora o Nate. – eu comecei a rir de novo e ela cerrou os dentes.
– Acho que você já sabe o que essa risada significa não é?
- Aquela filha da puta! – ela esbravejou.
- Ela foi convincente sendo bêbada? – indaguei. – Jasper apertou muito o pano na sua cara? – agora ela pareceu assustada. – E o Emm perguntando sobre onde estavam as suas coisas? Você realmente não desconfiou quando o Edward mandou você ir fazer uma despedida de solteira só com a Claire? Sem Bella, Rose e Alice? E ainda emprestou o carro? O carro dele que ninguém toca?
- O quê? Está todo mundo nessa merda? – ela perguntou abismada.
- Todo mundo não. Suas cunhadas foram contra e por isso elas estão fora da jogada. Afinal, elas adoram o Nate. – falei com um careta e um tanto quanto nojo na voz.
- Me solta. – ela pediu manhosa e com um sorriso. Eu teria soltado. Se não fosse o brilho no olhar.
- Você vai fugir. – afirmei e ela gritou com todas as forças. – Acabou?
- Essa é a minha cabana. – ela falou. – Eu irei encontrar uma chave quando você me soltar.
- Aí que estar eu não irei lhe soltar.
- Eu vou ficar amarrada aqui?
- Até dizer que me ama.
- Eu te amo Jacob, agora me solta.
- Boa essa, você ficou fria com o tempo não foi?
- Você me tornou essa pessoa. E o Nate. – ela tinha prazer de falar no nome do homem. – Trouxe-me de volta a vida, por isso, eu posso ficar aqui durante anos que eu não irei falar que lhe amo e pronto e acabou.
- Veremos. – eu sair da sala indo em direção da cozinha.
- EU VOU TE MATAR JACOB BLACK! – foram as palavras amorosas que ela lançou enquanto eu saia.
Eu saí rindo, mas eu estava tremendo feito uma vara verde. O que eu estava fazendo?
oOoOo
Apoiei as mãos no balcão da cozinha eu tinha que convencê-la de ligar para o noivo, se não eu não ia conseguir segurá-la por muito tempo.
- Aqui. – apareci com um celular com chip novo que eu tinha comprado.
- Eu não vou ligar para ele. Eu já disse. – fiquei de cócoras na frente dela.
- Quando você me sequestrou – ela bufou. – Espera só escuta o que eu tenho para lhe dizer. – ela me olhou com frieza e indiferença. – Como eu estava falando, quando você me sequestrou eu também agi do mesmo jeito. Eu me neguei a ficar aqui e no final você me pediu com jeito e eu aceitei. Farei do mesmo jeito. E assim como eu resolvi ficar eu espero que você fique também. Eu peço, por favor. – passei a mão no rosto dela e vibrei por dentro quando ela não se afastou do meu toque. – Que você fique aqui, eu estava brincando, eu não vou lhe prender aqui. Não quero um eu te amo forçado, por isso eu lhe peço somente um dia. Nada mais do que isso para que você entenda que ainda nos amamos. Por favor. – os olhos dela estavam brilhando. Ela estava segurando o choro?
- Preciso tomar um banho. – ela respondeu e logo baixou os olhos saindo do meu toque.
- Obrigado. – beijei o topo da cabeça dela e virei para desamarra-la.
Assim que fiz isso ela pegou o celular e ligou para o noivo. Aparentemente ele não achou nada estranho. Quando ela subiu para o quarto eu liguei para Claire avisando que tinha dado certo e para os irmãos dela também.
POV Renesmee
Por que mesmo eu tinha aceitado aquilo? Eu sabia por que, eu não queria casar. Pelo menos não com o Nate. Era errado querer basear um casamento a uma paixão. Ele não merecia isso.
Paixões são fortes e avassaladoras, contudo, elas acabam um dia e era disso que eu tinha medo, que um dia a paixão que eu sentia pelo o Nate acabasse e com isso tanto ele quanto eu saíssemos destruídos desse relacionamento.
Foi por isso que quando eu olhei dentro daqueles olhos negros enquanto ele – Jacob – pedia para que eu desse uma chance a ele e eu tive a certeza que eu precisava tentar pela a última vez, ser feliz ao lado dele.
Abri o chuveiro e deixei a água quente bater em meu corpo. Eu ainda estava com cheiro de bebida e de cigarros da boate.
Pensar na boate me fez pensar na Claire e sua armação. Eu deveria ter desconfiado que ela tinha armado tudo mesmo. Ela aparentava está muito bêbeda, e nem tinha bebido demais.
Desliguei o chuveiro e enrolei a toalha em volta do meu corpo. Tomei um susto enorme quando ele estava sentado na beira da cama olhando para as mãos.
- Você me assustou. – falei indo até a bolsa no canto do quarto que reconheci como minha.
- Só vim perguntar se você está com fome? – fome mesmo era o que parecia que os olhos dele tinham, pois ele me olhava de cima a baixo como um leão.
- Não. – respondi pegando uma roupa e indo para o banheiro para me trocar.
Quando saí do banheiro ele estava no mesmo lugar, parecia nem ter respirado.
- O que foi? – perguntei indo sentar na poltrona do outro lado do quarto.
- Eu... Acho que isso não vai dá certo. – ele passou as mãos pelo o rosto. – Parece que você não me ama mais, o que vai adiantar eu ficar aqui tentando fazer você ver que ainda temos chances juntos se nem na minha cara você olha.
- Eu estou aqui não estou? Você pediu e eu atendi.
- Sim, mas por quê? Por que você resolveu ficar? Foi por que eu pedi, ou por que você realmente ainda sente algo por mim e na real só falta você resgatar isso?
- Já reparou que só eu respondo as perguntas e tomo as atitudes? Foi assim no passado quando eu lhe sequestrei e está sendo agora quando você me sequestrou. Eu sei por que eu fiquei, mas e você? Você sabe por que me sequestrou? Da última vez quando perguntei se você me amava sua resposta foi eu acredito no seu amor minha linda, só não sei se posso retribuir o mesmo sentimento. Nunca esqueci nenhuma dessas palavras, elas me atormentaram até o momento que o Nate entrou em minha vida, e eu jurei que você nunca mais faria parte dela. Eu sei por que eu estou aqui, mas e você? Sabe por que me trouxe aqui? Quer tentar ser corajoso dessa vez?
Ele me olhou com determinação nos olhos. Dessa vez eu escutaria o que realmente passava-se na mente dele. Depois de quase dois anos, ele seria sincero pela primeira vez na vida.
- Eu pensei que a sociedade não fosse nos aceitar. Pensei que o seu pai fosse me odiar quando descobrisse que tínhamos dormido juntos e que tínhamos um romance. Nunca foi 100 % pela a Leah. Você pode não acreditar, mas eu pensei somente em você e como seria a nossa vida quando tudo fosse descoberto. Percebi tarde demais que eu não deveria me preocupar com o que as pessoas pensariam, eu tinha que pensar na minha felicidade e no amor – que eu descobrir tarde – que eu sentia por você. Fui um moleque quando deveria ter sido um homem, e fui um covarde quando deveria ter sido corajoso. Contudo, eu cresci com esse tempo “ruim” que eu passei em minha vida. E eu entendi perfeitamente que você é a mulher da minha vida, e que eu não posso ficar sem você. Por isso eu lhe sequestrei e por isso eu peço que você deixe um pouco a sua barreira cair e faça com que o amor — que eu sei que você ainda sente por mim – volte ao topo do seu coração.
- Eu acho que eu estou com fome. – ele bufou e saiu do quarto. Percebi lágrimas caindo dos olhos dele.
Respirei fundo. O que eu ia fazer?
POV Jacob
Sequei as lágrimas enquanto colocava a mesa. O que eu teria que fazer para que ela entendesse que eu realmente a amava? E que queria estar ao lado dela? Eu tinha planejado tudo e era realmente apavorante perceber que nada estava dando certo até agora. Já era para ela estar em meus braços, eu só não contava que ela estivesse tão magoada comigo.
Dei um pulo quando ela entrou na cozinha e sentou-se à mesa. O rosto dela estava vermelho, eu só não sabia se era por ter chorado ou por raiva.
Coloquei tudo na frente dela e esperei que ela se servisse. Ela fez tudo em silêncio e aquilo já estava me matando.
- Você ficou linda de vestido de noiva. – quando falei que pensei que aquilo não era uma boa conversa.
- Ele ficou bonito mesmo. – ela respondeu tranquilamente.
- Como anda a vida em Nova Iorque? Estudando muito.
- Muito. – ela respondeu levando a comida a boca. — E a sua? – ela perguntou quando engoliu o alimento.
— Eu vou me separar da Leah. O pedido de divórcio já foi até feito.
- Que bom. – ela baixou o olhar e vi a mão dela tremer quando ela pegou o garfo.
Tomei coragem e segurei a mão dela. Os olhos cor de mel miraram os meus. – Eu te amo. – falei com toda segurança. – Eu falo isso todos os dias se for preciso, eu grito, eu tatuo no meu corpo, mas eu preciso que você dê uma chance para a gente. Eu não sei se vou poder viver sem você.
- Eu vou poder ir embora amanhã? – ela perguntou puxando a mão da minha.
- Desisto. – empurrei o prato de qualquer jeito sobre a mesa. – Você está fazendo um ótimo trabalho me matando aos poucos. – falei sem segurar as lágrimas. – Se você quer ver dor, saiba que está doendo muito. – sem vergonha eu estava chorando feito uma criança. – O jogo é me fazer sentir o que você sentiu? Se for, eu lhe dou os parabéns, porque eu estou ferido por dentro.
- Está conseguindo sentir a dor? – ela perguntou comendo como se nada estivesse acontecendo na frente dela. – Fico feliz. – ela ditou fria.
- Quando foi que você ficou assim?
- No dia em que você disse sim em cima daquele altar. Eu fiquei destruída. Uma parte de mim morreu naquele momento e foi justo a parte que acreditava que um dia você me amaria de volta. Acontece que esse dia demorou a chegar. – ela deu de ombros ficando de pé. – Vou dormir.
Eu tinha realmente perdido a Renesmee. Ela não voltaria para mim.
POV Renesmee
Tranquei a porta do quarto e passei a mão sobre o rosto. Eu não dormiria naquela noite, eu tinha certeza disso.
Fui até o banheiro fiz a minha higiene e voltei me jogando sobre a cama. Abracei o meu corpo e fiquei em posição fetal sobre a mesma.
O que eu faria? Eu estava sendo dura, o jogo era realmente fazê-lo sentir o quanto destruída eu tinha ficado quando ele preferiu a Leah, o quanto o meu mundo tinha caído quando ele não disse que me amava e ainda disse que não poderia retribuir o sentimento.
Escutei quando ele passou pelo o corredor e foi para o quarto dele. Olhei para o relógio e o mesmo estava marcando quatro e cinco da manhã.
É agora ou nunca Renesmee Cullen. Levantei da cama e seguir para porta a abrindo, eu não podia pensar muito, se não eu não agiria.
Entrei no quarto dele que estava escuro, mas conseguir enxerga-lo deitado sobre a cama. Sem ligar a luz eu parei na beira da cama.
- Você terá que me provar que você realmente me ama. Terá que ter paciência, porque eu não acredito mais que podemos ser felizes juntos, e eu preciso sentir que teremos um futuro juntos e que não será um erro colocar esse amor de novo para fora. Eu preciso sentir segurança em seus braços. Eu... – não conseguir falar mais nada quando em um movimento rápido ele me puxou para cama colocando o corpo dele sobre o meu.
- Eu te amo. – ele falou beijando de leve os meus lábios. – E eu vou lhe provar isso com toda a força da minha alma.
Seus lábios beijaram-me com carinho e paixão. O beijo estava diferente da vez que ficamos na cabana, ele estava com amor, com carinho e com toda certeza com a vontade de que tudo aquilo desse certo.
Suas mãos trabalharam em meu corpo de forma devagar, como se apreciasse pela a primeira vez a minha pele, a minha carne.
- Vou lhe amar como se fosse à primeira vez. – ele ditou beijando o meu pescoço.
Aquelas palavras encheram o meu coração da forma que deveria. Sentir-me amada por ele pela a primeira vez. Como se aquelas palavras ditas hoje enfim estivesse fazendo sentindo depois de meses tentando entender aonde eu tinha errado para que ele não me amasse.
Suas mãos foram para a minha blusa e menos de segundos me vi sem elas tendo os meus seios devorados por ele calmamente. Não era somente sexo aquilo, estávamos fazendo amor, e eu sabia qual era a diferença.
Seus lábios apossaram-se dos meus mamilos os sugando e os deixando turgidos e inchados. Gemidos saiam de minha boca de maneira contida, minha mente ainda me falava que aquele não era o melhor caminho para aquilo. Que eu deveria ficar com o certo, e o certo era o Nate.
- Deixa eu te amar, me deixa mostrar que você pode confiar em mim, e que eu sou o certo para você. – acho que ele tinha lido os meus pensamentos.
Trancei os braços em seu pescoço deixando-me entregue ao que ele estivesse a fim de fazer comigo.
Sua boca desceu pelo o meu corpo, deixando um caminho quente com os seus lábios e língua. Gemi em antecipação quando senti a língua dele em meu sexo sugando-me com vigor.
Meu corpo ficou em arco sentindo tudo que ele podia me dar. Seus dedos adentraram a minha entrada dando pequenas investidas ao mesmo tempo em que sua língua circulava o meu clitóris dando-me prazer. Meu corpo estava quente, minha respiração estava agitada e o meu sexo contraiu quando eu senti o orgasmo me atingir em cheio. Tinha sido diferente, mas prazeroso. Sua boca voltou a beijar a minha sugando os meus lábios e mordendo.
Desci com as mãos pelo o corpo dele, sentindo aquele homem. Ele ainda estava de calça. – Tira. – mandei e ele obedeceu. Em dois segundos ele estava sem roupa e eu senti aquele membro turgido encostando-se a minha pele. Minhas mãos desceram e circularam aquele eixo tendo um gemido recebido sobre a minha boca.
- Ahh. – ele gemeu sofregamente e longamente quando apertei a sua glande espalhando o pré-sêmen sobre a cabeça vermelha. – Isso. – eu aumentei os movimentos no membro dele.
Ele puxou a minha mão quando eu senti o membro dele inchar. Sua mão tirou a minha calcinha e em uma estocada ele adentrou fazendo-me gemer e cravar as unhas nas costas dele.
- Jake. – deixei o nome dele escapar pelos os meus lábios.
Olhei para cima e os olhos negros dele estavam me olhando com devoção. Mantive o contato mesmo que as esticadas fortes e precisas estivessem me levando para outro mundo.
Coloqueis as pernas presas na cintura dele quando ele me puxou para sentar em seu colo, e desse jeito ele estocava mais fundo em mim, fazendo-me gemer alto e ver estrelas por trás dos olhos.
- Assim. – pedi quando ele aumentou o ritmo e começou a rosnar perto do meu ouvido e mordendo o meu pescoço.
Como eu tinha sentindo falta daquilo. Nate era um amor, era sempre com carinho tudo que fazíamos. Não que eu esteja reclamando, pelo o contrário, eu amava perceber que eu era amada e um tanto quanto frágil aos olhos dele. Adorava saber que ele estaria sempre ali para me ajudar e proteger. Contudo, eu sempre fui selvagem e o sexo com o Jacob era selvagem, e eu tinha sentindo falta disso. – Forte! – pedi mordendo o ombro dele.
Meu pedido foi acatado na hora. Suas investidas ficaram ainda mais fortes. Meu canal contraiu e eu derramei a minha essência sentindo o meu corpo tombar e ficar mole. Ele me agarrou pela a cintura e ainda rosnando continuou esticando com força.
- Ahh... – ele gritou eu soube quando ele gozou, sentindo o sêmen dele bater fundo no meu canal.
Ele me abraçou e sua respiração quente e descompassada bateu em meu ombro deixando-me arrepiada.
- Diferente. – falei quando acalmei a minha respiração.
- O quê? – ele perguntou puxando os cabelos do meu rosto.
- Foi menos...
- Selvagem. – ele completou. – Porque dessa vez, eu lhe amei, e não fiz somente sexo com você. – ele ditou sorrindo meio tímido. Seus lábios desceram em direção dos meus e me beijou. – Eu te amo. Eu preciso que confie nisso. – ele deitou de novo sobre o meu corpo beijando cada pedaço da minha carne que ele conseguiu.
oOoOo
- Você aceita Nate como o seu esposo? – a voz do padre soou por dentro da igreja. O silêncio fazia-me pensar naquelas palavras.
- Aceito. – Claire ditou sorridente olhando dentro dos olhos do Nate.
- Pode beijar a noiva. – Nate puxou afoito a Claire na direção dele e a beijou com vontade.
- Daqui uns dias seremos nos dois. – Jake desceu em minha direção e falou ao pé do meu ouvido. Olhei dentro nos olhos dele e maneei a cabeça em confirmação.
Eu não acreditava que estávamos juntos há um ano e que estávamos prestes a nos casar. Foi tudo tão complicado, desmarcar o casamento com o Nate que no começo pareceu que me mataria. Com o tempo eu fui contando aos poucos tudo para ele e fiquei feliz em saber que ele achou também que era o melhor a se fazer.
Quem não gostou nem um pouco da novidade foi o pai do Nate. Ele primeiro disse que a culpa era do Nate e no final ficou com raiva de mim e dos meus pais que falaram que me apoiariam. Resumo da história, ele finalmente deu um chute na bunda do pai dele e foi atrás de tudo que o fazia feliz. E eu fiquei feliz em saber que a Claire foi umas dessas coisas, ou dois mereciam ficarem juntos.
- Vou falar com a Leah. – Jake tocou em meu ombro me avisando e apontando para a Leah que estava do outro lado do salão com os filhos nos braços.
Pode ser estranho, mas eu estava feliz por ela estar feliz. Ela acabou casando com o advogado que cuidou do divórcio dela com o Jake. Eles estavam casados e com um filho chamado Abe. Ele era lindo e o sorriso que a Leah carregava também era lindo.
- Feliz. – meu pai parou do meu lado me abraçando.
- Muito, nunca pensei que um sequestro renderia nisso. – ele sorriu.
- Ainda não acredito que você o sequestrou Nessie. – ele ainda – segundo ele – ficava abismado com que eu e as minhas cunhadas fizemos. Como ele disse, foi um golpe de mestre bem dado.
- Que bom que tive coragem não foi? Já pensou se eu deixo passar, acho que eu não tinha passado metade das coisas que aconteceram comigo.
- Isso lhe tornou adulta e feliz.
- Sim. Principalmente feliz. – Claire veio em minha direção com um sorriso imenso.
- Eu te amo. – ela disse quando me abraçou.
- Fico feliz por vocês dois. Eu amo os dois. – Nate apareceu logo atrás dela e eu o abracei. – Faça a minha amiga feliz, se não eu lhe mato. – ele sorriu e me abraçou
- Obrigado por ter feito parte da minha vida e por ter me apresentado à mulher que mudou a minha vida. – os dois estavam completamente apaixonados.
- Vamos ter que marcar um jantar na em casa. – Jake chegou e me abraçou.
- Só quando voltarmos da lua de mel. – Nate abraçou a Claire.
- Eu não vou a lugar nenhum mesmo. – falei beijando os lábios do homem que sempre foi dono do meu coração.
Fim.
Notas finais
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Agradecimentos: Meus agradecimentos primeiramente para Paty Black, pois a ideia foi dela e como sempre ela é um personal incrível e me deu a chance de escrever essa loucura que foi Doce Sequestro, porque vocês terão que concordar, que essa Short foi bem louca, aconteceram tantas coisas somente em 10 capítulos e que me pergunto o que aconteceria se ela fosse uma long fic. Paty, thanks Best!!!
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Agradecer aos leitores por todos reviews e recomendações dados(as) a fic. Fico grata por vocês sempre estarem aí acompanhando todas essas loucuras que saem da cabeça da Paty e que eu escrevo. Obrigada mesmo, a todos!
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E por último e não menos importante, eu queria agradecer a Diê Black, por ter me ajudado a betar os capítulos. Obrigada mesmo Diê!!
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Bom, é isso. DS chegou ao fim. E eu adoro isso!!!! Um bom sábado a todos!!!
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Paty Black:
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