Doce Sequestro - Short- Fic
7 Capítulo 7
Notas iniciais
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Agradecer a recomendação da leitora Crystal Satierf .. capitulo dedicado a você linda, obrigada!
POV Renesmee:
Sobre o palco improvisado uma banda de quatro integrantes – muitas das que tentam a vida na Big Apple — tocava uma música da própria autoria. O gênero não me agradava muito, o que estava me agradando e muito era a companhia.
Nate estava ao meu lado, com o seu famoso sorriso discreto nos lábios. Seus olhos azuis brilhavam olhando em direção da banda e em suas mãos uma Heineken.
Seus olhos pousaram em meu rosto. – acho que eu estava o olhando com cara de boba – ele piscou e levou a cerveja à boca sorvendo o líquido.
Ele desceu em minha direção. Pousando uma mão na minha cintura puxando-me ao seu encontro deixando os lábios ao pé do meu ouvido. — Você vem sempre aqui? – sorriu balançando a cabeça e batendo de leve em seu peito o afastamento. – Não vai me dizer mesmo se você vem sempre aqui? — ele perguntou de novo. Dessa vez seus lábios estavam mais perto.
– Só quando o meu namorado me trás. – respondi olhando em seus olhos.
– Oh Deus! Como eu amo ouvir essa palavra sair da sua boca. – ele falou olhando para o céu e meio que uivando fazendo-me rir. Seus dedos tatearam a minha pele.
Eu me arrepiava toda somente com um toque dele em minha pele.
– Eu te amo. – ele deixou sair do meio dos seus lábios pegando-me de surpresa. Minha boca abriu e fechou acho que umas três vezes.
– Eu...- ele colocou a mão sobre a minha boca calando-me.
– Não precisa senti-se obrigada a falar algo que você não sente.
– Eu sinto Nate eu só...
– Princesa. – ele calou-me de novo com o dedo. – É sério. Não quero ouvir as três palavras saindo de sua boca, a menos que seja verdade está bem?
– Eu não quero lhe magoar.
– Vai magoar se mentir para mim, por isso prefiro o seu silêncio a algo que não é verdadeiro.
– Sinto muito. — falei baixando o olhar.
– Não sinta. – ele puxou o meu rosto de volta para cima. – Que tal um beijo? – ele perguntou com os olhos azuis mirando os meus lábios.
– Que tal vários beijos? – perguntei piscando em sua direção.
– Pensei que você nunca fosse perguntar. – ele quebrou a última barreira que tinha ainda de espaço entre os nossos corpos e invadiu a minha boca com aquela língua que estava sendo a minha perdição há exatamente doze meses.
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– Tudo bem. – dei de ombros pegando os livros.
– Nessie. – Nanda estava vindo em nossa direção. – Eu tanto tentei fazer vocês dois se encontrarem, e não conseguir. Agora quando não estou planejando nada vocês se esbarram. – eu olhava para a face da Nanda sem entender nada, e o homem, sim, pois ele parecia ser bem mais velho do que eu, parecia confuso também.
– Hãm? – perguntei olhando Nanda sorrir.
– Nessie, esse é o meu irmão que lhe falei. – ela sorriu. Virei para ver que os dois pareciam-se mesmo. – E Nate essa á amiga que eu lhe disse. – ele virou em minha direção e um sorriso torto pairou em seus lábios.
– Prazer Nate. – ele esticou a mão e eu toquei.
– Vocês podem sair se quiserem, eu não me importo. – Nanda estava sorrindo olhando em nossa direção.
Puxei a minha mão da mão de Nate – que ainda estavam grudadas e nem tínhamos percebido – e sorrir nervosamente para a Fernanda.
Minha amiga, ou melhor, minha nova amiga não era normal, mas eu tive a minha confirmação com o sorriso que ela carregava nos lábios, ainda olhando do Nate para mim.
– Okay. – ditei quebrando o silêncio. – Foi bom conhecê-lo Nate, mas eu tenho coisas a fazer.
– Pode ser uma boa ideia. – ele falou rindo amplamente. Sorriso esse que eu sabia que eu me derreteria toda só por ver.
– Como? – indaguei. Eu deveria ter escutado coisas demais.
– Eu disse que pode ser uma boa ideia nós dois. – ele apontou dele para mim – Sairmos. Você gosta de faze o que? Isso se você não tiver namorado, o que é bem estranho não é. Sendo linda como você é.
Okay! O cara era tão doido quanto à irmã. Gostei disso!
Sorri.
– Esse sorriso é um sim? – ele indagou com uma sobrancelha arqueada.
– Sim, é um sim. – ele sorriu ainda mais aberto e eu sabia que eu me apaixonaria pelo o homem que estava na minha frente.
Amar? Não sei se seria possível, até porque o meu coração tinha dono, e ele tinha nome e sobrenome Jacob Black. Contudo, eu merecia ser feliz, ele tinha feito à escolha dele, eu tinha que refazer a minha vida.
E eu enxergava Nate Hewis em meu futuro.
POV Jacob:
– É tão difícil Jacob colocar um descanso de copo para não manchar. – Leah passou batendo o copo com força na mesa fazendo o mesmo quebrar.
– Para que isso? – perguntei assustado olhando em seus olhos.
Brigas, brigas e mais brigas. Era isso que era resumido o meu casamento.
Quando Rachel disse que eu seria infeliz, pensei que ela estivesse somente escolhendo um lado entre: Leah X Renesmee. Contudo, ela estava mesmo era me jogando uma praga do caralho!
– Você já pensou em se tratar Leah? – indaguei juntando os cacos de vidro que estavam no chão.
– E você já pensou em fazer os seus votos de um ano atrás valer Jacob? – ela rebateu.
– Esse assunto de novo não. – falei antes que ela começasse. Se não seria uma acusação atrás da outra.
– Por que você casou comigo se você não me ama?
– Você já me ouviu falar que eu não lhe amo?
– Também não ouvir falar que ama Jacob, por isso estamos nisso.
– Não Leah, estamos nisso, porque você não muda o disco nunca. É sempre a mesma coisa: Você não me ama. Você não quer filhos, você não coloca o descanso de copo, eu quero ir vigiar, eu quero dinheiro para isso, eu quero um sapato, eu quero uma festa de aniversário, você é chato, você só reclama. Porra! Isso já está cansando. – gritei. Ela me olhou com ódio.
– Então vai embora Jacob. Isso não estar dando mais certo mesmo. Vai atrás da sua ninfeta, que foi por culpa dela que tudo isso aconteceu.
– Eu casei com você. – apontei o dedo para o rosto dela. – Seu eu posso viver nesse inferno, você também viverá. – sair da sala jogando os cacos de vidro no chão e batendo a porta indo para a rua.
Peguei o meu carro e sair pelas as ruas dirigindo sem rumo. Parei quando eu estava em frente à cabana
Quando eu estava querendo me acalmar das minhas – muitas brigas – com a Leah eu parava aqui e ficava somente pensando nos dias que passamos juntos e de como eu fui um completo idiota por não ter escolhido ela, pelo o medo do que as pessoas pensariam.
Ela cresceria, tornar-se-ia maior de idade maior de idade como tinha acontecido. E por motivos – que ainda não sabia quais eram – ela não tinha aparecido em casa, nem para o aniversário e nem aos finais de semana.
Eu sempre sentia que os meninos – irmãos dela – estavam me escondendo alguma coisa. Sempre quando eu perguntava era sempre a mesma resposta: Ela está bem. Nada mais do que isso, e essa vontade de saber o que estava acontecendo estava me matando por dentro.
oOoOo
Parei com o carro na frente da minha casa – que ficava de frente para a casa dos Cullens – Carlisle estava aparando a grama e agora seria uma boa maneira de obter as respostas das perguntas que eu nunca tive.
– Falta cortar ali. – brinquei me aproximando. Ele elevou os olhos na minha direção e começou a rir.
– Pode deixar senhor, que eu já corto. – ele entrou na brincadeira. – Como você estar meu filho? Já saiu de novo? – ele perguntou apontando para o carro.
– Tenho feito muito isso não é?
– Muito. Está acontecendo alguma coisa?
– Problemas no casamento. – bufei. – Sei o que você falará. Que é normal e...
– Em um ano de casamento já crise? Isso não é normal Jake.
E tinha sido a única pessoa que tinha me falado aquilo, todo mundo – inclusive os irmãos da Nessie – falavam que aquilo era normal, e no fundo eu sabia que não era.
– Deixando o meu casamento de lado. – mudei de assunto e ele deu de ombros. Carlisle era muito discreto, e não seria agora que ele perderia a sua discrição. – Como a Nessie está? Não tenho tido muitas noticias, e achei entranho o fato dela não ter vindo para o aniversário dela e nem aos fins de semana.
Ele abriu um sorriso amplo e eu tive certeza que eu não gostaria do que estava vindo em seguida.
– Renesmee está namorando um rapaz que ela conheceu na faculdade. – meu mundo caiu com aquilo. – E ela não aparece porque ela passa os finais de semana com ele no apartamento dele.
Respira Jacob Black, respira porque se não você terá um ataque!
– Como?
– É o Nate, você irá conhecê-lo, já que eles estão chegando amanhã. Por isso estou cortando a grama.
– O que? – éh! Eu tinha desaprendido a falar. Não saia mais nada da minha boca do que: O que?
– Acho que agora eu caso todos os meus filhos. – e aquilo foi à gota da água para mim.
Virando as costas para o Carlisle e ignorando seus gritos de chamada eu rumei para a minha casa. Entrei feito um furação e quase arranquei a porta quando eu a bati
Subir as escadas correndo, — dois degraus de cada vez -,e fiz a mesma coisa com a porta do quarto – bati.
– Você está ficando louco? – Leah entrou no quarto me olhando.
Respirei fundo para não sair arrebentando tudo. – Eu falei com você. – ela me encarou de novo.
Eu quebraria a cara daquela mulher se ela continuasse falando comigo.
– Jacob.
– Sai... Daqui. – meus dentes estavam cerrados.
Ela cruzou os braços em frente ao peito em desafio e sorriu friamente.
– Você acabou de descobrir não é? – ela indagou sorrindo diabolicamente. – Eu sabia que mais cedo ou mais tarde você descobriria e surtaria. – ela pendeu a cabeça para trás. – Só lembrando a você, que somos casados, e se eu posso viver nesse inferno você também pode. Chega perto daquela ninfeta enquanto ela estiver aqui que você sentirá a minha ira sobre você. – ela saiu batendo a porta do quarto
E eu? Eu surtei geral. Chutei, quebrei, soquei, bati e gritei. Quando enfim, eu parei com o meu surto, o meu quarto estava desmoronado. Roupas no chão e somente a foto dela que eu guardava no fundo do meu guarda-roupa estava no interior do mesmo.
Peguei a foto e encarei o sorriso dela na foto. Era lindo, ela era linda, e eu tinha a perdido, por pura burrice.
POV Renesmee:
O carro estacionou em frente à casa dos meus pais e os meus olhos – traidores – caíram sobre a casa à frente. Ela parecia à mesma de doze meses atrás.
– Renesmee. – Nate me chamou.
– Oi. – sorri em sua direção. Aqueles olhos azuis eram o meu porto seguro agora.
Eu ainda não tinha falado as três palavrinhas, contudo, eu queria estar preparada e falar de coração e não por obrigação.
– Feliz em voltar?
– Sinceramente? Não. – ele sorriu.
– Por quê? Seus pais são uns Hewis?
– Não. Nada contra os meus sogros, eu os amo. – ele sorriu. – Mas graças aos céus os méis pais não são uns Hewis.
– Imagina se fossem?
– Eu já estaria morta.
– Pensei que você não tivesse nada contra os meus pais.
– E não tenho. Só não os quero como pais.
– Por quê?
– Porque aí seremos irmão, e eu estou muito feliz com a sua posição de namorado ao meu lado.
– Fico lisonjeado. – ele brincou descendo o corpo em minha direção e me beijando. – Estou nervoso. – ele admitiu segurando o meu rosto, encostando as testas uma na outra.
– Não fique. – acaricie o seu rosto. – Meus pais o trataram bem, como os seus Fizeram comigo a propósito.
– Acontece que você é uma Cullen, e isso contou muito para os meus pais. Depois de você na minha vida, ele nunca mais encheu o meu saco sobre deixar a medicina. Eu poderia ficar somente com o colegial, desde que eu estivesse casado com você, que é uma Cullen.
– Seus pais são doidos.
– Sei disso. – olhamos um para o outro e começamos a rir. Nós nos completávamos.
– Vamos? – indaguei saindo pelo o lado do carona. Fiz a volta ao redor do carro e peguei em sua mão. Passando segurança.
Minha família não perdia tempo, tudo era motivo para festas e churrasco, e agora não seria diferente. Afinal, eu há um ano longe de casa e estava na cara que teríamos festas.
Fiz a volta de mãos dadas com o Nate e avistei a parte da área de churrasco cheia de pessoas. A festa seria grande.
– Não acredito! – minha mãe gritou quando me viu e saiu correndo em minha direção.
Não tive nem tempo de pensar, quando percebi os braços já estavam em volta do meu corpo. Apertando-me com força.
– Isso é maldade, sumir por quase um ano Renesmee Cullen.
– Eu estou aqui não estou? – ela voltou a sorrir e me abraçar. Ela me soltou ainda me olhando com um brilho no olhar. – Mãe, esse é o Nate.
Ele abriu o maior sorriso, e mais nervoso também e estendeu a mão para a minha mãe.
– Prazer senhora, Nate Hewis. – minha mãe estreitou o olhar depois abriu um sorriso.
– Filho de Matthew Hewis? – Nate confirmou com um aceno de cabeça. – Eu estudei com o seu pai.
– Estamos em família então. – Nate brincou e ela confirmou.
– Você é lindo. – pronto, ele tinha conquistado a minha mãe com os olhos azuis dele. – Vamos entrando.
Nate foi apresentado a todos – pela a minha mãe – e não era de se esperar outra coisa – ele foi bem aceito – por todos.
Até fiquei admirada quando os meus irmãos o trataram super bem, mas fiquei muito feliz com isso. Era o que eu queria. Que ele fosse bem aceito.
– Ele disse que vai chegar mais tarde. – Bella parou ao meu lado.
– Quem? – ela sorriu e piscou para mim saindo do meu lado.
Eu sabia de quem ela estava falando. Eu só não podia me dar ao luxo de pensar nele depois do tempo que eu levei para aceitar que tinha acabado e que ele tinha a vida dele com a esposa dele agora.
– Demorei mais cheguei. – eu estava de costas, mas aquela voz eu reconheceria até de baixo da água.
Meu corpo tremeu e as minhas mãos começaram a suar. Fechei os olhos – por alguns minutos — e sem olhar para ele andei em direção do Nate o abraçando discretamente.
– Não comeram sem mim não é? – ele perguntou parando em nossa frente e evitando a todo instante me olhar. Percebi que sua boca estava puxada em um sorriso falso e vacilante. – Prazer Jacob Black. – ele estendeu a mão para o Nate.
– Nate Hewis. – e foi a primeira vez que eu não vi o Nate sorrir em toda vida. Ou ele sabia de algo – Nanda – pode ter contado. Ou ele sentiu-se ameaçado pela a pessoa em sua frente.
– Renesmee. – tremi mais ainda quando ele impulsionou o corpo em minha direção e roçou os lábios em minha face, fazendo o meu rosto queimar e logo se afastou.
– Algum problema? – os olhos do Nate estavam brilhando – e não era um brilho bom.
– Nenhum amor. – o puxei e beijei os seus lábios. Eu precisava lembrar que Jacob Black era o meu passado e Nate Hewis o meu futuro.
POV Jacob:
Ela estava ainda mais linda que era já era. Um sorriso que podia ser enxergado à distância.
Doeu ver que ela parecia feliz e ter superado tudo que tinha acontecido entre a gente no passado. Doer saber que eu tinha perdido a mulher, ou melhor, a única mulher que eu amei na vida, mas fui covarde o suficiente para não ficar com ela.
Agora ela estava sorrindo de braços dado com um cara que tinha conquistado tudo e a todos com o seu sorriso.
– Ela lhe superou. – meu pai parou ao meu lado sorvendo a cerveja que se encontrava em seu copo. – Como você estar sentindo-se?
– Não sei do que o senhor estar falando.
Ele sorriu – Claro que sabe. Como todos os irmãos dela sabem que você é perdidamente apaixonado por ela. – ele apontou para Emmett, Edward e Jasper que estavam me olhando do outro lado. – Ela esta feliz, por favor, não estrague essa felicidade dela. E não deixe a sua esposa fazer isso também. – ele apontou para a Leah que estava chegando e indo em direção da Renesmee.
Andei e cheguei ao mesmo tempo em que ela começou a cumprimentar a Renesmee.
– Pensei que você não fosse mais aparecer. – tinha maldade no tom de voz dela. – Nova York lhe pegou de jeito não é? Chegou até esquecer as pessoas que você deixou aqui.
– Eu não posso esquecer os meus pais. – Renesmee respondeu tranquilamente.
– Foi só dos seus pais e irmãos que você sentiu saudade ou existe alguém em especial?
– Como? – Leah começou a rir.
– Você ficou boa em camuflar os sentimentos não é? – Nate estava olhando da Leah para a Renesmee. Seus olhos cariam sobre a minha figura ao lado da Leah e percebi em seus olhos que ele estava desconfiando de algo.
– Algum problema aqui amor? – ele perguntou segurando nas mãos da Renesmee.
Meus olhos acompanharam aquele movimento de carinho e a forma que ele estava tratando-a. O sorriso que ela eu para ele me fez ver que ela estava apaixonada por ele.
– Ela meio que contou do passado dela para você? – Leah perguntou para o namorado da Renesmee, e eu parei para esperar a resposta.
– O passado é dela, e não seu. Ela me conta se quiser. – ele falou ríspido olhando para Leah que puxou o canto da boca em desagrado.
– Vem. – puxei o braço dela antes que ela arrumasse ainda mais confusão com os dois. – O que você veio fazer aqui?
– Eu moro aqui na frente, e fui chamada para o churrasco de boas vindas da ninfeta.
– Acho melhor você ir para casa Leah.
Ela sorriu – Eu vou, mas sabe por quê?
– .... – eu não responderia aquilo.
– Porque eu percebi que ela não te quer mais. – ela começou a gargalhar chamando a atenção de todos. – Ela lhe superou, e isso me deixou feliz. – ela roubou um selinho dos meus lábios e saiu.
Olhei para os convidados e estavam todos me olhando, inclusive ela.
POV Renesmee:
Saí da cozinha com a travessa com arroz e dei e cara com o Jacob parado na soleira da porta me olhando.
– Oi. – ele disse rindo meio tímido. – Vim lhe cumprimentar melhor já que lá fora não foi possível.
– Oi. — coloquei a travessa sobre o balcão e encostei-me ao mesmo. – Como é que anda a vida Jacob?
– Nossa Jacob, tratamento formal agora? – ele andou um pouco mais para perto de mim.
– Acho que é o melhor não é? – indaguei.
Ele sorriu andou até o balcão e parou ao meu lado oferecendo-me a cerveja que ele tinha na mão. Peguei a mesma levando a boca para sorver o liquido.
– Como anda a vida em Nova York?
– Bem.
– O namoro?
– Ótimo.
– Você é monossilábica agora?
– Sim. – ele bufou ao meu lado pegando a latinha da minha mão.
– Vamos ficar nesse joguinho mesmo?
– Não estou jogando com ninguém. – virei para encara-lo. – Acontece que a doze meses atrás você fez uma escolha que surtiu efeito na vida e todos. Mais na minha e na sua. Você casou, e eu fui embora viver a minha vida. Você permanece casado e eu estou feliz.
– Eu te amo. – ele lançou do nada. Dei dois passos para trás.
Fiquei sem fala os primeiros minutos. Ele nunca tinha falado aqui. Quando eu tinha lhe perguntado ele mudou de ideia. – Acho que você demorou muito para responder a pergunta Jacob.
– Um amor não acaba em doze meses Renesmee. Não adianta tentar me enganar.
– Eu sei que ele não acaba, mas ele pode ser superado.
– E foi isso que você fez? – ele perguntou com cinismo.
– Acredite, foi exatamente isso que eu fiz.
– Paixão eu... – Nate parou na porta olhando do Jacob para a minha figura.
– Oi Nate?
– Estou atrapalhando alguma coisa? – ele perguntou olhando para o Jacob.
Ele não sabia da história por completo. – ele era o meu acima de tudo – contei algumas partes como: Que eu era apaixonada por um homem mais velho, chamado Jacob, e acho que o resto ele deduziu.
– Não amor, já estou indo. Foi bom lhe ver Jacob. – sorri na direção dele. – Espero que você continue sendo feliz.
O brilho em seus olhos estava me falando que não era nada disso que estava acontecendo. Ele não era feliz e isso me fez engolir em seco.
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