Doce Segredo
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Espero que este capítulo esteja de acordo com o que vocês esperam. E me perdoem pela péssima formatação do capítulo anterior. E pelo hentai fraco deste.
Espero que gostem e é claro comentem.
- Eu sei Lu, mas a gente só por mais um tempinho, logo as coisas se resolvem. — Ele disse e a pegou em seus braços a levando em direção a cama. – Então o que acha de relaxar um pouco?
Ela corou enquanto ele dizia estas palavras e logo os lábios se encontraram.
Ele a deitou delicadamente na cama enquanto a beijava. Erguendo-se um pouco Edmund contemplou Lucy com os olhos e esta o encarava corada e com um olhar carinhoso. Voltou a beijá-la nos lábios e desceu os beijos ao pescoço. Uma mão desamarrava as tiras do corpete, enquanto a outra a agarrava possessivamente pela cintura Jogou o corpete longe e desceu os beijos até o vale dos seios, Lucy suspirava e agarrava Edmund pelos cabelos negros, ora ou outra soltando um gemido.
Edmund desceu o vestido de Lucy até a cintura e começou a sugar os seios de Lucy, ela gemia no ouvido dele, ele tirou o vestido, as roupas íntimas e o sapato dela e a encarou nua, seu membro latejava com a excitação.
Lucy ergueu-se um pouco e abriu o colete de Edmund enquanto o beijava, tirou o colete e a camisa, que era de um tecido leve, longe e começou a desamarrar as tiras da calça, Edmund a jogou na cama e com o susto ela deu um gritinho, ele tirou suas calças e as botas, deitou por cima dela e a encarou nos olhos.
Ambos se encaravam nus e completamente expostos. Não existia mais nada no quarto, somente eles.
Ele a beijou nos lábios e foi descendo pelo pescoço, colo, até chegar aos seios, onde os massageou ate ficarem rígidos. Levou um à boca e começou a sugá-lo, Lucy arfava e sentia a umidade crescente no meio das pernas aumentarem. Edmund desceu mais o beijo até chegar ao umbigo e ao ventre foi perto da feminilidade dela que ele parou os beijos e começou a sugá-la com força, Lucy gemia e se contorcia de prazer, logo ele sentiu os espasmos dela e um gosto distinto a boca.
Edmund a puxou pelas pernas até a entrada dela roçar no membro dele, e sem aviso ele a penetrou profundamente, sempre se olhando nos olhos. Ele ia e vinha de forma rítmica rosnando o nome dela enquanto ela o recebia gemendo cada vez mais alto o nome dele e implorando por mais velocidade. Ambos sentiram quando chegaram ao ápice, deitados um ao lado do outro, dormiram abraçados como homem e mulher.
Edmund acordou com os raios de Sol que entravam pela cortina mal fechada. Ele apalpou a cama e seus dedos sentiram a pele macia de Lucy, rapidamente a enlaçou pela cintura.
-Bom dia Lu — Ele sussurrou ao ouvido dela, sentindo-a se arrepiar e sorrindo com isso.
-Bom dia Ed.
-Já disse que a amo?- Ele perguntou enquanto brincava com uma mecha do cabelo dela.
-Já, mas é sempre bom ouvir. –Ela virou-se e o abraçou pelo pescoço o beijando.
Eles levantaram- se e vestiram-se. Lucy foi para seu quarto antes que Susan desse falta dela, Edmund foi resolver leis e questões do reino junto com Peter.
Edmund entrou na biblioteca real, enquanto Peter e alguns conselheiros discutiam a questão sobre os gigantes em uma mesa repleta de mapas. Peter planejava expulsar alguns gigantes que estavam ao norte, ao ver Edmund ele sorriu e o chamou.
-E ai rabugento, saiu ontem da festa e nem falou nada. – Ele disse sorrindo e encarando um mapa do norte em cima de da mesa. Edmund aproximou-se e observou o mapa.
-Não estava me sentindo bem majestade. – Ele disse com deboche e Peter o encarou nos olhos o sorriso desaparecendo.
- Seu mal estar era o Tarcãa? – Ele perguntou. Edmund bufou. – Pelo Leão Ed, Lucy ficou bem, teve um pequeno problema na festa mais ficou tudo resolvido e o pobre Tarcãa voltou para a Calormania logo os primeiros raios de Sol surgiram no céu.
-Que bom! – Edmund disse sem esconder a irritação. – Por que me chamou até aqui? Tenho certeza que não foi para olhar seu lindo rosto.
-Olha como fala. – Peter disse mal humorado. – Daqui alguns dias Rabadash e sua corte irão voltar a Calormania, Susan ira com eles e você ira junto.
-Por Aslan que não vou Peter! Esta louco? Eu os odeio... – Edmund rugiu, mas foi interrompido por Peter.
-Vai sim, é uma ordem do Grande Rei e não aceito desobediências! – Peter falou em tom brusco.
-Tudo bem majestade. – Edmund disse revirando os olhos e em tom debochado. — Mas não acho que as intenções de Rabadash com Susan sejam muito sérias, pelo que ouvi da fama dele ele é um conquistador e temos que pensar na honra de Susan.
-Eu sei. – Peter abaixou os olhos para os mapas, seu olhar era triste. – Mas Susan gosta dele e... Eu simplesmente não posso fazer nada.
Edmund observou atentamente seu irmão, será que Peter estava triste por causa do interesse amoroso de Susan? Se fosse assim ouvia algumas possibilidades...
-Peter quando você voltar quero falar com você sobre um assunto sério
-Que assunto? – Peter questionou olhando para Edmund, sua tristeza ainda era visível.
-Algo relacionado à Lucy.
-E seria...
-Será dito quando você voltar. – Edmund o interrompeu trocando logo de assunto. – Quanto tempo ficara no norte?
-Tempo indeterminado, ou até aqueles gigantes cretinos pararem de me incomodar. – Peter falou abandonando os mapas e caminhando até a porta. — Bom tenho que ir planejar um campeonato ainda, nos vemos no jantar.
Edmund praguejou, tinha esquecido o campeonato em homenagem ao traste do Rabadash.
O sol brilhava de forma linda no solar real. Susan tomava chá com algumas dríades e o Sr. Tumnús num lindo jardim de rosas com todas as cores imagináveis, o aroma do chá preenchia o ar e a boca era adoçada com biscoitos de mel. Lucy chegou sorrindo cumprimentado sua irmã.
-Oi Lu sente aqui. – Susan chamou indicando uma cadeira prateada.
-Susan que horas será o torneio? – Lucy bebericou um gole do chá servido pelo Sr. Tumnús.
-Será à noite e depois faremos um novo baile em comemoração ao campeão. – Susan disse sorrindo, olhando para um ponto distante em meio ao jardim de rosas. – Aposto que Peter será campeão.
-Peter? – Lucy indagou de forma curiosa, largando o chá e dando uma mordida no biscoito de mel. – Não deveria torcer por Rabadash?
-Ah, sim, sim. – Ao falar isso Susan perdeu o brilho, mas logo perguntou. – Onde estava ontem de noite? Fui ao seu quarto e não há encontrei.
Lucy quase engasgou com o chá ao ouvir isso, corou de forma violenta e gaguejou algo inaudível enquanto Susan a olhava desconfiada. Logo Susan proferiu.
-Não sei o que esta escondendo Lucy, mas sei que vou descobrir.
Edmund andava pelos corredores como uma fera a procura da caça. Ao pensar nisso sorriu, pois era uma boa comparação, era um leão a procura de Lucy. Ela provavelmente estaria conversando com seus amigos faunos ou dríades. Há encontrou num corredor natural no jardim, o Sol caia no horizonte lançando seus últimos raios no céu, Lucy estava sentada embaixo de uma arvore tecendo coroas de flores.
-Não devia estar se arrumando? – Edmund indagou, ao velo ela sorriu, levantou-se e atirou em seus braços logo o beijando.
-Não deveria estar se preparando pra o campeonato? – Lucy disse e logo ele sorriu.
-Deveria, mas estou te procurando para pegar seu favor.
-Tem meu favor meu Rei. – Ela o beijou de uma forma languida e sensual, logo ele sentia-se duro contra ela. Edmund a agarrava possessivamente, pensando em como ele iria ganhar o torneio por ela, mas uma voz interrompeu o beijo.
-O que esta havendo aqui?
Notas finais
Comentem.
Ps: Eu estava comendo biscoitos de mel enquanto escrevia isso.
Fale com o autor