Doce Loucura

14 Malditos Desafios Malditamente Malditos


Notas iniciais
Título pleonástico? Imagine! Devo um enorme pedido de desculpas pela demora, mas se eu escrever um só vou lhes atrasar mais. Kkkkk Boa leitura, não me matem!

POV Link

Parecia que ainda podia sentir o calor de Zelda sobre minha barriga. Tentei passar a mão sobre ela, para checar se era verdade. Foi um movimento involuntário inútil, já que em um segundo as correntes fizeram seu trabalho, privando-me de meus movimentos.

Pouco mais cedo, antes que os primeiros raios de sol rasgassem o céu de Hyrule, fui para meu quarto-cela improvisado. Por nada nesse mundo ia querer que os guardas soubessem o que tinha acontecido.

Tive que me despedir de Zelda apenas com um beijo cálido na testa. Sussurrei um adeus baixo, abafado. Ela se moveu um pouco, mas continuou dormindo. Deixei o quarto rápida e silenciosamente. Uma lágrima escorreu até meu queixo para depois parar no chão do quarto.

Deitado sozinho naquela cama dura, o tempo não saía do lugar.Parecia ter se passado uma eternidade, quando dois guardas abriram a porta, me arrancaram da cama e me arrastaram até o terraço do castelo, sem o mínimo de piedade. Colocaram correntes fortes e firmes de aço nos meus pulsos e tornozelos, jogando-me no chão, aos pés do Rei.

O homem a minha frente não possuía nenhum tipo de piedade estampado no rosto. Não sabia o que fariam comigo, só podia supor que não seria fácil.

–Qual é seu nome mesmo? – Ele falou, sem emoção.

–Link.- Me surpreendi com meu próprio tom áspero.

–Parece que alguém aqui está revoltado. E nem começamos! Acho melhor ficar calminho.- Ele chutou meu rosto com força. – Pequeno animal.

O gosto do sangue só aumentou minha raiva, mas não havia o que fazer, estava literalmente de mãos atadas.

–Pare com isso!- Suspendi o olhar para encontrar Zelda, chorosa, correndo até o centro do terraço – Não faça isso com ele, não vou permitir!

–É mesmo? E o que pretende fazer, filhinha?

A loira ignorou o comentário e foi até mim. O rei fez um gesto para impedir os guardas de interferirem, parecia estar aproveitando o ‘‘teatrinho’’. Zelda segurou meu rosto com carinho, limpando o sangue que escorria da boca e nariz. Seus olhos brilhavam com uma mistura de tristeza e dó, partindo meu coração. Seria melhor para o meu orgulho que ela não me visse naquela situação degradante, mas no fundo, me alegrava que ela se importasse comigo, de certo modo.

–Link, vou tirá-lo daqui...

As mãos da princesa foram até as correntes que prendiam meus pulsos atrás das costas. Senti que ela tremia, tentando fazer força.

–Não precisa se preocupar, vou vencer as provas.

–Mas... Não quero que você sofra mais...

–Depois disso, não teremos mais nada nos atrapalhando.

Senti que as mãos não estavam mais sobre as correntes. Ela se escorou no meu peito, sem me olhar.

–Sou inútil. Só te causo dor. – Murmurou, quase inaudivelmente.

Encostei o queixo sobre sua cabeça, e ela passou os braços ao meu redor, num abraço amável e triste, que eu não pude retribuir.

–BRAVO, BRAVO! – O Rei gritou, batendo palmas. – Que coisa bonita! Emocionante, de verdade. Pena que eu não esteja nem aí pra isso. Guardas, tirem Zelda daí. E que comecem os jogos!

As ordens foram obedecidas prontamente. Dois guardas desvencilharam-na do abraço com fortes solavancos, já que ela me abraçava com mais força a cada puxão que eles davam.

Depois que amarraram a princesa, apesar de sua resistência (um guarda tentava colocar o nariz quebrado no lugar enquanto outro grunhia ajoelhado, pois tinha sido atingido nas partes baixas) em um acento ao lado do Rei, este bateu palmas mais uma vez, fazendo nascer da terra uma espécie de arena com cercas prateadas sob meus pés e ao meu redor, separando-me do Rei e Zelda. Ele sorriu, sarcasticamente. As correntes caíram no chão, cortadas magicamente.

Qual não foi minha surpresa quando surgiu, bem na minha frente, uma figura grande, musculosa e nostálgica (mesmo que a contragosto): Ganondorf. Esqueça efeitos especiais! Nada de fumaça, luzes, nada disso mesmo! Entre uma piscada e outra, ele simplesmente se materializou em meu campo de visão. E não parecia nem um pouco cansado do último exílio.

–Há, o que temos aqui?- Ele abriu os braços, em desdém. – Não sei o que aconteceu comigo, nem onde estou, mas seria uma chance de vingança dada pelo destino?

–Talvez uma chance de te apagar desse mundo de novo? – Rosnei, sentindo raiva por ter que entrar no joguinho do Rei.

O ruivo apenas riu, um som grosseiro e súbito. – Pode não ter percebido, mas estou bem mais forte. E você? Esteve treinando?

–Vamos acabar com isso logo. – Senti uma pontada de dúvida em minha própria voz. Será que eu estava mesmo preparado para aquilo? Meus músculos se contraíam, a adrenalina fluía a toda velocidade.

Ganon analisou a ‘‘platéia’’. Depois, apenas deu de ombros, e sacou sua enorme espada, de punho dourado e que refletia a luz do sol.

–Você quem pediu, Link. – O nome foi dito com tanto desprezo que quase me deixou sem ação. Mas logo saquei a Master Sword, e fiquei em posição de combate. Perder estava fora de questão.

Ele atacou primeiro, com muita força nos braços e punho, fazendo o golpe se tornar lento. Me aproveitei disso para desviar e dar um corte rápido em seu braço. Foi bem superficial, mas um pouco de sangue escorreu da ferida.

–Maldito!

Nossas espadas se encontraram diversas vezes, procurando pontos cegos ou entradas, sem nada encontrar. Os movimentos de Ganon eram violentos e pesados, sentia isso segurando o cabo da minha espada. Devo admitir que ele estava muito mais forte.

–Você nem imagina quantos sonhos eu já tive em que eu enterrava minha espada no fundo do seu peito.- Os olhos deles brilhavam, irradiando maldade e ódio – Era tanto sangue... Tanto sangue, Link!

–Nem todos os sonhos podem se tornar realidade.

–Mas o meu sim, e vai! Pare de fugir, Link, deixe-me terminar logo com isso! — Ele gritou, a capa tremulando ao vento. Isso me deu uma ideia.

Deixei a espada de Ganon fazer um corte profundo braço esquerdo, jogando-me para mais perto dele. Dei um puxão brusco naquela capa vermelha, desequilibrando-o, e cravei a Master Sword na barriga do ruivo.

–Gwa..- O sangue escorreu em montes, tanto da barriga dele quanto da boca. – Seu elfo demoníaco..

Tanto sangue... Tanto sangue, Ganon! Não é o que queria?

–Você tem mesmo senso de humor..- Ele riu fracamente e tirou a Master Sword da carne de uma só vez, machucando os dedos na lâmina. – Vamos ver se quando eu arrancar sua cabeça, ele não vai embora junto.

–Ainda consegue falar?- Me afastei, preparado para receber um golpe. Mas Ganon se limitou a arfar, buscando o ar que parecia não chegar aos pulmões.

Ele se ajoelhou, cravando a espada na arena. Levantei a Master Sword, pronto para dar o golpe final.

Era isso que eu achava.

–Muito lento! – Ganondorf berrou, lançando uma esfera brilhante de poder sobre mim. Caí, sentindo uma imensa dor no peito. A roupa do lugar se desintegrou, deixando apenas um buraco e carne queimada.

–Acho que você se esqueceu que tenho uns truques na manga.- O líder Gerudo sorriu, e agora as posições estavam trocadas, a lança dele pairando sobre minha cabeça. Se o destino tivesse um nome, acho que seria Filho da Puta.

Minha mente sussurrava: ‘‘Não posso perder, não posso perder, não posso..’’

Apertei o punho da espada até sentir que minhas mãos estourariam e a levantei a tempo de aparar o golpe que seria fatal. Ganon parecia surpreso, mas não diminuiu a força da espada. Entretanto, por um segundo, seus olhos ficaram sem foco e senti que a respiração tinha parado. Não podia resistir a essa brecha.

Eu ia ter que apostar na minha agilidade. Girei rapidamente, acabando com o contato entre as espadas, e consegui ficar atrás do ruivo, que se virou tarde demais.

–Nã..! – Pele, carne, músculos, ossos. Senti tudo sendo cortado enquanto Master Sword afundava do coração de meu velho inimigo. (Se é que ele tinha um...)

Os joelhos de Ganon alcançaram o chão com um estrondo horrível.

–E...eeu..od..

O rosto do ruivo estava com uma expressão horrível que eu não pude decifrar, os olhos pareciam de vidro. Talvez simplesmente porque mortos não sentem nada, e a única coisa que sustentava seu corpo era minha mão, segurando a espada. Puxei-a, e o corpo tombou, o sangue colorindo a arena.

Olhei para o Rei e a princesa. Ele estava com sorriso típico de um sádico que acaba de ver sofrimento, enquanto Zelda parecia horrorizada. Me perguntei o que ela temia: por mim ou a mim. Eu não sentia nenhum prazer em matar, pelo contrário, mas quando tinha que ser feito...

–Satisfeito?- Gritei para que o Rei ouvisse.

–Uma luta esplêndida, devo admitir, mas... Não. Três provas, esqueceu? Essa foi apenas a primeira.

Se alguém não me matasse, eu provavelmente morreria de raiva. Cada palavra parecia uma gota de ácido no meu cérebro. Mas eu ia conseguir: não quebro promessas, isso nunca. Se eu disse pra princesa que vou vencer, é isso que vou fazer.

Ouvi alguns murmúrios desconexos, e só então percebi que Zelda estava amordaçada. O Rei deve ter visto que eu a observava, porque disse:

–Ela fazia muito barulho, ia gritar te vendo lutar. Assim é melhor, preservo nossos ouvidos e a voz de minha linda filha! Como sou um pai bom, não acha?

Respirei fundo para não discutir com alguém tão estúpido.

–O que mais tenho que fazer?

–Por que não pergunta para esse camarada do seu lado?

Qual não foi minha surpresa ao encontrar um enorme dragão negro a centímetros de distância de mim? Ele não estava lá um segundo atrás!

Dei um salto para trás, com o susto. Ouvi a risada do rei, bem longe na minha mente. O que me interessava agora eram aqueles olhos negros que pareciam ler minha alma.

‘‘Um bravo guerreiro, percebo.’’

Ou eu estava louco, ou aquele dragão falava telepaticamente comigo. A primeira opção parecia mais saudável.

‘‘Você não está louco. Consigo acessar suas memórias, e vejo que já fez muitas coisas incríveis. Se eu não estivesse sendo obrigado a te matar aqui, talvez até te transformasse em meu companheiro. ’’

‘‘Hm.. Obrigado?’’- Pensei.

‘‘Mas temos muito mais aqui... Sinto algo sombrio. Gosto disso. Venha até mim.’’

‘‘Como ass..’’

Uma dor profunda atravessou meu cérebro, como uma lança enfiada diagonalmente. Segurei a cabeça com força, gemendo.

–O que está fazendo comigo?

"Paciência." — A palavra se estendeu como um longo sussurro em minha mente maltratada. A dor mudou de lugar. Foi escorrendo como um riacho quente da cabeça para a barriga.

Quando pensei que não poderia piorar, a sensação foi a de que arame farpado girava no meu estômago, contorcendo e rasgando sem dó.

Vomitei violentamente, e tudo o que saia era algo entre o líquido e o gasoso, basicamente na consistência de gelo-seco, com uma cor preta indescritível. Tentei me levantar quando senti que havia acabado, mas ainda estava fraco, amparando o abdômen com as mãos e tossindo.

A substância negra se movimentava como algo vivo, criando formas, mexendo-se em redemoinho, até se transformar em um corpo, coberto por um capa. Quando vi uma espada pendendo ao lado da capa, meio coberta, já não tive mais dúvidas sobre quem era.

"Está certo! Sabia que era inteligente. Que tal se divertirem um pouco?"- A voz borbulhante do dragão falava comigo novamente.

–Por que VOCÊ mesmo não luta comigo? Tem medo de sujar as garras? — gritei, cansado daquela conversa telepática.

–Simplesmente não vejo motivos para fazer algo se outros podem fazê-lo por mim. Este é o meu estilo de luta. — a voz do dragão era mais alta do que na minha mente, mas ainda lembrava um caldeirão fervendo. -LUTE!

Como se tivesse sido enfeitiçado, o ser a minha frente se virou. Aqueles cabelos esbranquiçados, feições tão parecidas às minhas, e é claro, os olhos de sangue... Preciso mesmo falar o nome dele ?

–Como vai, companheiro?- A voz sibilava entre os dentes de navalha, grave e macia. — Gostou da visita surpresa?

Me levantei com a ajuda da espada, tentando não demonstrar toda a fraqueza que sentia.

– Aumentaria sua autoestima se eu dissesse que sim ?

Ele se aproximou, girando a espada.

–Chaaaaaaato. Às vezes eu chego a duvidar que somos duas partes do mesmo ser. Mas você não é mesmo de conversar. — conseguia me enxergar dentro das orbes escarlates, tamanha a proximidade. E não gostei muito da visão . — Que tal um pouco de espadas, dor e sangue, meu jogo preferido?

–Se é o que quer.

–Esse é o Link que eu... Arghh..! Os olhos de Dark ficaram totalmente negros, como se ele estivesse possuído. Então ele deu um salto para me atacar. Consegui bloqueá-lo, para o que começamos a lutar em um ritmo acelerado, espada contra espada. Mas o Dark não era mais ele mesmo, seus movimentos estavam diferentes, a aura em si, além de que não falava nada, o que era incomum para ele. Lutar com ele era nostálgico por sua presença, mas não pela luta em si.

Eu precisava de um plano se quisesse ganhar (e sair vivo de lá). Acertar o dragão parecia ser o correto a se fazer, já que para acabar com uma marionete, é necessário dar um fim em quem a controla. Mas Dark (ou simplesmente seu corpo) protegia o dragão com afinco.

Minha linha de pensamento foi cortada ao mesmo tempo que minha perna. O corte foi profundo, e senti uma dor gritante. Não havia como voltar ao passado e desfazer meu descuido, mas ainda podia como mudar o futuro: dei um solavanco com o punho da espada no braço com o qual Dark segurava a Master Sword dele, e abaixei a minha com vontade em seu ombro, que esguichou sangue como uma fonte.

Ele se afastou, segurando o sangramento e soltando um grito animalesco, acompanhado pelo dragão.

–Hylian insolente...!

Mas Dark não ficou parado se lamentando, pelo contrário, voltou com ainda mais fúria, e quando dei por mim, estava com as costas voltadas para o dragão. Só conseguia pensar em uma coisa: estou ferrado.

Vi pequenas curvas se formando nos cantos dos lábios de meu oponente. Algo como um "vou te partir ao meio com um só movimento" contido. Ele me forçou a recuar, até sentir a respiração do dragão no meu pescoço. Não era nada agradável.

"Isso mesmo; aceite sua morte." — outra mensagem telepática, provavelmente só para me irritar.

Foi então que Dark abriu um sorriso medonho e pontiagudo, girando a espada, para depois segurá-la com as duas mãos sobre minha cabeça. Estava me sentindo tão mal, o corpo quase desabando, que só pude levantar a Master Sword para proteger a cabeça e rezar para que o ferimento que viesse não me matasse.

Porém, nada do que eu esperava aconteceu. Qual não foi minha surpresa quando senti a espada passando sobre a minha cabeça e perfurando algo atrás de mim? Algo quente e molhado escorria por minhas costas. O dragão gritou e depois gorgolejou com o próprio sangue.

Tomei espaço e me virei para encontrar Dark retirando a espada do corpo já sem vida daquele animal negro. O sangue prateado parecia estar em todo lugar.

–Ele voltou para as sombras, o lugar a que pertence. — os olhos adquiriram a coloração carmesim habitual.

–V... Você não estava sendo controlado por ele?

–Esse dragão controla a parte mais sombria dos oponentes, mas você já lutou comigo e conseguiu fazer isso antes dele. Mas tive que lutar um pouco com você, do contrário o Dragão perceberia que eu estava querendo enganá-lo. – Ele respondeu, dando ombros, como se fosse algo óbvio.

–Não, eu quero dizer.. Por que me ajudou?

–Você ganhou de mim. Se não quis acabar com minha existência, a única coisa que posso fazer é sobreviver ao seu lado. E se você morrer... – Os olhos vermelhos pareciam melancólicos -Digamos apenas que os mortos acabam embaixo da terra, e lá não podem produzir sombras.

–Compreendo. – Sorri. – Acho que fico feliz acima da terra, afinal.

–Acho que você tem mais uma luta para vencer.

–Vai me ajudar?

–Como não? Eu estou sempre com você, nas sombras...

Dark deu um enorme passo e segurou a lâmina da minha espada, e antes que eu pudesse entender o que se passava, perfurou o abdômen com ela, exatamente no mesmo lugar da ultima vez.

–Até mais... Link. Seus olhos rubros se desintegraram em sombras, assim como todo o corpo.

Me senti imediatamente mais forte, mas não diferente, como da ultima vez. Talvez nós já fossemos totalmente a mesma pessoa.

O som de trombetas ressoou no ar.

–Parabéns por outra grande luta, Link. Mesmo tendo um pouco de ajuda nesta... Bem. Ainda falta a última, e não pense que será mais fácil. — O rei falou, naquele tom soberano que me enojava.

Ele estalou os dedos e a arena já estava novinha, sem resquícios das batalhas anteriores. Mas algo me incomodou: a princesa havia sumido!

–ONDE ESTÁ ZELDA?! -gritei .

–Por que não olha atrás de você?

Assim o fiz. Só para me arrepender bastante depois.

Uma aura negra parecia cobrir o corpo da princesa, devidamente armada com duas adagas afiadas. Os cabelos estavam negros , os olhos vermelhos, e o mais irônico: usava a roupa que eu tinha dado para ela.

–Velho imundo, não tem vergonha de usar a própria filha para isso?! — A voz saia rasgando de raiva. Ele apenas riu, como se não desse a mínima.

–Venha lutar comigo, meu guerreiro. Você me ama, sei que não vai me machucar. — Aquela voz tão igual... Aquilo sim machucava. Ia ser a pior batalha de toda minha vida.

Notas finais
Como vão, pessoas interplanetárias? Alguém vivo aí? Estou até com medo de olhar a data do capítulo passado para ver quanto tempo demorei para escrever esse. AHSDUAHSUD. Estava sem ideias, as coisas foram surgindo aos poucos... Mas o que acharam? Lutas muito Hollywoodianas: pouco contato corporal e muita conversa? Me desculpem, mas parece que esse é meu estilo de escrita, toda vez sai assim sem eu perceber (devem ter notado isso pelo meu ‘‘hentai’’ do capítulo anterior UHAUSDHAUS). E agora uma luta do nosso lindo casal marcada para o cap. que vem. O que será que vai virar isso? Beemm, acho que é só .. Obrigada a todos que mandaram mensagem para a autora preguiçosa, puxando minha orelha e me incentivando a continuar escrevendo! Até mais. Vou ser BEM mais rápida com o próximo, prometo! Dark Link:-E EU REAPARECI DAS TREVAS! (literalmente.) Link: - Sabe, nunca achei que diria isso, mas... Fiquei realmente feliz em te rever. *cora um pouco ao perceber o que falou* Zelda: - O QUE É ISSO AQUI?! V..você por acaso está... Você e o Dark... D. Link/Link: NÃO NÃO NÃO! *ambos vermelhinhos* Zelda:-Nunca imaginei que seria traída pelo hylian que amo com o PRÓPRIO! *chora e sai correndo* Link:-Não, Zelda! Não é nada disso, volta! *Zelda some e fica um clima estranho entre os dois* D. Link: Eu não sabia que se sentia assim, mas só pra deixar claro: eu sou espada. *levanta e sai andando com jeito de cabra macho, deixando um Link confuso para trás* Link: - M..Mas.. EU NEM FALEI NADA! *anda cabisbaixo por terem desconfiado de sua masculinidade. *Olha para sua própria sombra* -E ESPADA CORTA PROS DOIS LADOS!