Doce Inimigo
1 Prefácio
Notas iniciais
Uma pequena entrodução se agradar podem pedir mais.
By: Bruna
By: Bruna
Prefácio: Lembranças
Lembro-me de quando era feliz: Eu tinha mais ou menos uns oito anos de idade. Na maioria das tardes a nossa família costumava passear em uma praça que ficava próxima de casa. Quando o clima estava quente meu pai me dava dinheiro para eu comprar sorvete para meu irmão e para mim. Foi em uma destas tardes que minha vida começou a mudar... Como de costume a tarde estava quente e ensolarada, e eu fui comprar sorvete. No caminho avistei um garoto encolhido em um canto da praça, ele estava longe das crianças que brincavam, e parecia triste. Aproximei-me do garoto para verificar se estava tudo bem. Quando ele viu que eu me aproximava, escondeu a cabeça entre as pernas para não mostrar as lágrimas que escorriam de seu rosto. O menino era diferente de todos os outros que eu já havia visto: Ele tinha os cabelos negros, olhos puxados, pele branca como a neve e parecia ser alto e magro. Cheguei mais perto e perguntei: -Ei, o que você tem?- o garoto continuou da mesma maneira, não moveu sequer um músculo-Por que está chorando? Está perdido?- o garoto me olhou e balançou a cabeça em sinal de negação- Não fique assim, seus pais lhe amam e te querem bem, a minha mãe diz que não devemos ficar tristes, pois não faz bem pra alma. Como se Chamas? O garoto não me respondeu. Avistei de longe meus pais me procurando e resolvi concluir a conversa com aquele garoto: — O meu nome é Diana, se quiser conversar comigo, em outro dia, eu sempre estou aqui. Tenho de ir, meus pais estão me procurando. Não se esqueça: “Seus pais lhe amam”, não importa o que aconteça eles te amarão pra sempre. Afastei-me e segui o meu caminho... Seis anos passaram-se e muita coisa mudou em minha vida: Uma semana após minha conversa com aquele garoto, o meu pai saiu de casa e não voltou mais, minha mãe disse que ele foi morar com sua outra família. Agora ela tem de trabalhar duro para nos sustentar desde que ele foi embora. Carlos, meu irmão mais velho, nunca aceitou a separação, tentou manter o contato com ele mais ele simplesmente desapareceu. Revoltado, Carlos vive se metendo em encrenca e mamãe luta para que o meu irmão seja responsável. Eu sou uma garota que sempre procura ajudar as pessoas, não tenho muitas amigas e me esforço bastante para manter minhas notas altas na escola, Leio bastante e na maior parte do tempo eu estou estudando, por isso eu fiquei míope e uso óculos “fundo de garrafa”- Carlos até tenta me convencer a usar lentes de contato, mas os óculos são mais confortáveis-. Essa era minha simples vida de colegial...
Notas finais
Aguardo respostas.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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