Após o término da festa, dos brindes e dos desejos de felicidades, Laxus e eu fomos para nossa casa. Não pude deixar de rir quando Laxus me pegou no colo como uma noiva e entrou comigo para dentro, trancando a porta. Estava frio do lado de fora e ao me deitar na cama, ele fechou as cortinas do quarto, enquanto eu me sentei, começando a desfazer a trança do meu cabelo.

— Você está mu-muito bonito Laxus! – me esforcei para dizer e ele sorriu, vindo até onde eu estava na cama, segurando minhas mãos para me beijar.

Sua boca roubou todo meu fôlego, antes mesmo dele invadir aquela cavidade com a língua. Suas mãos frias seguiram para minha nuca e cintura, me fazendo gemer baixo ao sentir o contato frio sobre minha pele. Depois de minutos nossos lábios se separaram e ele desceu beijos pelo meu queixo, indo até meu pescoço, antes de subir novamente e me dar um beijo rápido.

— Tivemos emoções demais para um dia só. – ele continuou, afrouxando sua gravata. Aquilo me fez morder os lábios, pois aquele terno deixava o corpo de Laxus muito sexy. – Agora é hora de fazer amor com minha esposa!

— Esposo! – corrigi e ele riu, mordendo meus lábios.

— Tanto faz! – ele debochou, antes de voltar a me beijar. Me puxou para seu colo e levou suas mãos até meu terno, começando a tirá-lo.

Blazer, gravata, camisa e ao me deitar na cama, minha calça foi tirada, revelando uma cueca box branca que eu escolhi especialmente para aquela ocasião. As mãos de Laxus foram para baixo das minhas axilas, enquanto seus polegares faziam movimentos circulares sobre meus mamilos. Sua boca se conectou a minha e eu já suspirava, com as duas mãos em sua nuca.

Tomando coragem, levei minhas mãos até seu blazer, desabotoando o botão. Coloquei minhas mãos dentro do tecido, ainda com meus lábios unidos ao de Laxus para tirar o blazer. Laxus me ajudou e o tirou, deixando que eu desabotoasse sua camisa. Fazíamos tudo devagar, apreciando o momento, curtindo cada segundo daquele contato íntimo.

Minhas mãos tocaram seu peito, deslizando até seus ombros para tirar a camisa. A calça, ele mesmo tirou, me deixando corado ao fazer isso na minha frente, dando uma piscada para mim. Me puxando, eu me sentei e ele me puxou para seu colo. Fez monção que tiraria a gravata, mas eu a segurei e puxei seu rosto, sentindo um sorriso entre o beijo quando ele entendeu que eu não deixaria que ele a tirasse.

Suas mãos grandes me tocavam e deslizavam pela pele das minhas costas. Nosso beijo se tornava cada vez mais necessitado e sentado sobre seu colo, comecei a mexer os quadris, no intuito de estimular nós dois. Laxus me apertava, demonstrando o quanto me desejava e eu continuei ainda beijando aqueles lábios que me enlouqueciam.

Nosso beijo terminou e o admirei por alguns segundos, antes de sorrir. Ele acariciou meu rosto, antes de levar os lábios até minha orelha, mordiscando meu lóbulo. Arranhei suas costas de leve, mexendo meu quadril e pude escutar um gemido abafado de Laxus na minha orelha. Ficamos naquele processo lento até que o prazer se manifestasse em nossos corpos e ao ver que eu estava excitado como ele, Laxus me deitou na cama, descendo a boca pelo meu peito e umbigo. Meu corpo arqueou conforme ele descia mais e não me contive em morder meus lábios inferiores quando ele mordeu a borda da minha cueca, puxando-a com a boca até que saísse das minhas pernas. Sua boca subiu novamente e ele colocou meu membro dentro dela, me fazendo gemer baixo. Minhas mãos bagunçaram ainda mais os lençóis brancos ao nosso redor, enquanto eu gemia longamente, Laxus me estimulou e quando eu estava quase no meu limite, ele parou, subindo a boca até a minha e me fazendo provar do gosto do meu próprio desejo. O empurrando, fiz com que nos dois ficássemos sentados e assim como ele desci meus beijos por seu corpo. Percorri com minha língua seu abdômen definido e ao chegar na sua cueca box preta, Laxus levou a mão até minha cabeça, me instigando a continuar. Gemidos roucos e baixos escapavam da sua boca, tendo um gemido maior preenchendo o ambiente quando tirei o tecido e coloquei seu membro na minha boca. O lubrifiquei com a minha saliva e comecei a deslizar os lábios sobre a extensão, usando minhas mãos para segurar a base e acariciar seus testículos. Persisti em usar a ponta da minha língua sobre sua glande e quando ele estava quase gozando, Laxus me empurrou com força para trás, me fazendo cair na cama.

Louco de desejo, ele começou a me beijar de forma violenta, fazendo meu membro latejar de tesão entre nossos corpos quando ele deitou sobre mim. Levei minhas mãos até minhas costas, arranhando-as conforme ele forçava minha entrada, até que por fim começou a me penetrar, dando um gemido rouco perto da minha orelha ao chegar no fim. Gemi quando ele se moveu pela primeira vez e não me contive em sussurrar em sua orelha.

— Me tome por completo. Eu sou todo seu!

Laxus começou a estocar forte e eu gemia quando ele levou os lábios até minha orelha, mordendo de leve meu lóbulo. Um sorriso pervertido estava em seu rosto, enquanto eu o olhava com os olhos entreabertos, gemendo sem medo de que alguém nos escutasse naquele momento. Colocando minhas pernas sobre seus ombros, ele se posicionou de forma melhor e continuou com seus movimentos, mantendo os olhos o tempo todo no meu rosto e não perdendo nenhuma expressão vergonhosa que eu fiz. Suor escorria pelos nossos corpos e nossos gemidos de prazer se tornaram a melodia daquele ambiente silencioso. Sentia o membro de Laxus ir e voltar dentro de mim, indo mais fundo, mais forte, até que por fim joguei a cabeça para trás, gemendo alto quando meu prazer esguichou no meu abdômen e no dele. Laxus me preencheu por dentro em seguida, soltando gemidos que eram a melhor melodia que eu poderia ouvir naquele momento.

Cansados, nos beijamos antes de ajeitarmos nossos corpos na cama. Laxus puxou o cobertor sobre nosso corpo e nos amaríamos mais se não estivéssemos tão cansados daquele dia tão estressante e tão especial.

— Eu te amo. – Laxus sussurrou, acariciando meu rosto com a mão esquerda e não pude deixar de admirar a aliança dourada que estava em seu dedo. Me aproximei mais e levei minha mão esquerda até seu rosto, acariciando a cicatriz que cortava seus olhos.

— Eu sempre vou te amar... Laxus...

Exaustos, nos abraçamos e não demorou para que caíssemos no sono. Laxus foi o primeiro a dormir e não pude deixar de admirá-lo ao meu lado. Alternava meus olhos do seu rosto para a aliança em seu dedo, sentindo o coração festejar dentro do peito. Ele era meu... na verdade já se tornara há algum tempo atrás, mas definitivamente e para sempre.... ele seria meu e eu... bem.... meu coração.... minhas lembranças.... sempre pertenceriam ao homem estranho que nunca esqueceu da minha existência. E quanto a mim, cabia apenas criar boas lembranças e recordações a partir daquele dia. Recordações que encheriam nossos corações da tão necessitada felicidade.

Notas finais
Até o próximo projeto galera! :D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!