Do dada ao ísmo

1 Capítulo Único


De nomes e minas é composto o terreno lotado de explosivos

Respiro por pulmões instintivos

Fugindo das caras de carbono

Que com ataques e rancores irradiam paz

Como jarros de retina que iludem

os objetos de miragem ao tripé da cidade

A polícia lidera cercando

O descaso cansa belezas e lares

As leis escritas à giz sob a tinta manchada

Intermitente mal que ataca em ondas

Aos s daquele que rege desde o júbilo à dor

Enfileirados loucos, reféns e dopados

A rezar, gozar, elevar-se em rijo

Pela grandiosa cesta de sobejos

-o xarope ideal relaxante-

Sorte do risível sonho

Ter iguarias alimentícias com açaí e orégano

Triturei gostos no meu triste conservatório

Cansei de tantas e tantos

Figuras gastas adormecidas

Costurando tuas melancolias

Abri os chakras da dor

Calcário içado reluziu

Enquanto rcules bebia tarde na taverna numa celebração à guerra

Condizente dessa tira emocional



Imperador dorme aveludado

Na cama bordada por graciosasos

Mãos que oito vezes atava os laços de fina camada que se enroscavam em nós alados

Na tentativa de conquistar o centeio pelo berço

Um pai sábio massageia o ego

Li ternas obras à altura de Machado

Sobre a jornada de uma galera dadaísta

Por ansiar em ser vaporizado

Um prodígio velho dormiu no riacho

Aquele mesmo onde a girafa raquítica tonteou no rio



Tal predador, tal isca

Inegável a distonia febril que Renatinha alcança

E faz com que a mórbida bexiga morra

Onde o sal invade os rios de água doce, quando caem no oceano

Sei que mar é a prolongação da dor

Bem como sei que quintas esportivas tissulam momentos

Mas...

Pou

-é um tirolido-

Mordeu Deus que ficou Irado



Você chegou ao fim do livro. Parabéns!