Notas iniciais
bom esse e o ultimo capitulo, eu não sei todas as falas de um padre por isso eu só coloquei as que eu sabia
boa leitura

O coração de Gajeel estava acelerado graças ao pequeno atraso de sua pequena boneca de porcelana, o que só piorou quando passou pela cabeça dele que ela poderia ter desistido e fugido. Mas assim que a pequena passou pela porta da igreja o coração de Gajeel foi tomado por outro tipo de preocupação, a preocupação de não conseguir fazer Levy sorrir ou pior não a fazê-la feliz. Sempre isso passava pela cabeça dele um tipo de preocupação e nervosismo fora do comum ocupavam a cabeça dele. Mais para a sorte dele Levy estava feliz, e sorridente, com o sorriso que fazia Gajeel se derreter e ficar muito mais apaixonado pela bonequinha de porcelana.

Assim que Levy ficou ao seu lado, entregou o buque de rosas vermelha e pequenas tulipas rosas para Erza e se virou para Gajeel sussurrando um pequeno ‘’eu te amo’’.

Naquele estante Gajeel pensou que iria agarrá-la ali mesmo de tão linda, fofa e encantadora que estava. Os dois viraram se para o padre e ele disse todas as formalidades até que:

_Eu Gajeel, recebo-te por minha esposa a ti Levy, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida. – disse pegando o anel da cestinha que happy havia levado e colocando a aliança na pequena mão que não tremia ao contrario da sua que estava até mesmo um pouco suada

_Eu Levy, recebo-te por meu esposo a ti Gajeel, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida. – disse enquanto fazia o mesmo que Gajeel só que com um pouquinho de dificuldade pois sua mão estava um pouco suada e com um pouco de tremedeira.

PADRE: pode beijar a noiva

Nisso Gajeel puxou Levy cuidadosamente para um beijo que durou pouco, no Maximo 15 segundos, e então passaram por entre as pessoas que ao invés de jogarem arroz ou pedacinhos de pão faziam bolhinhas de sabão.

Levy pegou seu buque e o jogou no numero três, a sortuda Lucy pegou e no mesmo estante Natsu se ajoelhou e a pediu em noivado. Agora seria mais um casamento para arrumar. A resposta? Foi sim é claro aquilo era o que Lucy sempre quis.

Gajeel e Levy saíram em direção ao aeroporto rumo a paris. A pequena não queria viajar de vestido de noiva, mais Gajeel a obrigou. Mal sabia o que o aguardava.

~ 15 minutos antes de por o vestido de noiva ~

Levy sai do banheiro com um sorriso de orelha a orelha

_e então Levy o que aconteceu – Erza pergunta quase que preocupada

_Não enrola Levy e nos diz logo – Lucy era outra que estava para ter um treco.

_Bom meninas, deu verde, deu positivo. Eu estou realmente grávida.

As três comemoraram. Mas Levy estava preocupada e com duvidas de que Gajeel não quisesse um filho ou uma filha afinal eles ainda nem eram casados, será que ele não ligariam e ficaria feliz ou será que ele a abandonaria.

~ Já no Hotel de Paris ~

Gajeel fez questão de adentrar o lugar com ela no colo, o quarto ela lindo com uma cama de casal recheada com travesseiros, muitas comidas sobre a mesa que ficava a frente da porta, com paredes em tom bege e piso de uma madeira muito bem cuidada, vários tapes, um sofá branco e uma televisão, no banheiro uma banheira e hidromassagem.

Ele colocou Levy sobre a cama e a ficou a admirando por um tempo.

_Você é minha – ele disse indo deitar-se sobre ela mais foi impedido

_Gajeel, precisamos conversar – ela disse já com os olhinhos cheios d’agua com medo da rejeição.

_Aconteceu alguma coisa, Levy porque esta chorando – ele disse já preocupado com a mudança repentina de humor da garota

_Eu estou grávida, você vai ser pai. Olhe eu vou entender se você não quiser, pode ir, só não me culpe eu na...

_Chega Levy – a pequena foi cortada – te culpar, te culpar pelo que por me fazer feliz, claro eu não esperava mais eu sempre quis ser pai ainda mais se for com você – ele disse sorrindo e vendo a garota sorrir também.

Naquela noite e na lua de mel inteira Gajeel e Levy não fizeram nada alem de visitar lugares, restaurante, museus e muitos outros pontos turísticos mais porque Gajeel não quis como ela estava grávida ele nem a tocou direito com medo de machucá-la.

~ 12 anos depois ~

O pequeno Lucas de onze anos corria atrás de sua irmã, Lucky de sete fingindo ser um assassino no jardim enquanto seu pai corria atrás deles fingindo ser um mostro que comia crianças arteiras. A pequena Levy continuava baixinha e bela aos olhos de Gajeel e estava ali sentada com o pequenininho Mick de apenas dois meses no colo.

Aquele era o paraíso tanto para Gajeel quanto para Levy, as três crianças eram os três filhos que todos gostariam de ter

(você não morre por seus amigos, você vive por eles)

Notas finais
ate.....
comentários?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!