Notas iniciais
Aqui estou eu com mais um capitulo, levando em conta o tanto que eu demorei pra postar os outros esse até que não demorou né?
Não tenho muito o que falar,só quero agradecer a todos os comentário.
Boa leitura >.

†Perseu†

Perseu estava na sala de jantar, Thalia estava arrumando as coisas dela em um dos quartos de hospedes, e Tyson havia ido para a casa de sua namorada, na mesa havia dezenas de papéis todos com as reais informações sobre Annabeth Chase.

Ela era uma pessoa muito complexa, o QI dela era incrivelmente alto para alguém com apenas 18 anos, a mãe dela era Athena Olympus, entre tantas outras informações igualmente importantes.

–Você sabe que exagerou com ela não é? – Thalia disse enquanto entrava na sala de jantar.

–Eu não exagerei com ninguém, ela não quis falar nada e eu tinha que fazê-la falar – Perseu disse – E eu mal comecei a torturá-la.

–E você ta pensando o que Perseu Jackson, você em que ter cuidado ela pode morrer, e eu garanto que você não vai querer Zeus e Cronos atrás de você para vingar a morte da neta. – Thalia disse parando na frente de Perseu.

Perseu bufou.

–Ta bem senhora sabe tudo – Perseu debochou e foi até o outro lado da mesa e abraçou Thalia, a mesma retribuiu o abraço.

–Eu sei o idiota do Max não devia ter pedido a Sophie em casamento na sua casa – Thalia disse enquanto abraçava Perseu.

Thalia era a única pessoa que tinha visto Perseu chorar por causa da Sophie, ela era quase que sua irmã, sua melhor amiga, só ela sabia o quanto de sentimentos Perseu tinha atrás daquela muralha.

–Já faz são 10h30min da manhã é melhor você ir ver como a garota está – Perseu disse a Thalia ela assentiu e subiu.

Perseu começou a organizar as informações por data, dez minutos depois Thalia voltou.

–E então como ela está?-Perseu perguntou

–Viva, por enquanto. – Thalia disse se sentando à mesa.

–Chame Apolo Sunshine, ele é o medico que cuida dela – Perseu disse.

Thalia pegou o numero que Perseu havia estendido para ela e ligou 30 minutos depois o homem loiro alto, de olhos azuis estava examinando Annabeth.

–Como ela está? – Thalia perguntou.

–Bem daqui mais ou menos doze horas ela acorda, quando ela acordar dê alguma coisa para ela beber e comer – Apolo disse colocando os materiais dele dentro da maleta após limpar todos os cortes e ter feito pontos nos lugares necessários, ele também havia colocado um liquido para o álcool não causar algum tipo de infecção. – E é melhor colocá-la em uma cama.

–Mande-me por e-mail o total de seus honorários que eu lhe enviarei um cheque, ou lhe pagarei em dinheiro vivo se preferir. – Perseu disse sentado na escrivaninha do escritório.

–Não cobrarei nada, é apenas uma revisão – Apolo disse e então abriu sua maleta de novo e tirou de lá algumas cartelas de remédios – De para ela assim que ela comer algo, mas tem que ser uma refeição leve uma fruta e um copo de leite, dê oito em oito horas, mas nunca dê o remédio para ela enquanto ela estiver em jejum isso vai poder piorar, enfim apenas cuide dela, não quero que ela morra assim.

–Certo. Certo – Perseu disse se levantando indo pegar os remédios que Apolo havia lhe estendido. – Agora pode ir embora? – Perseu disse sério, e frio.

–A minha cordialidade agradece a sua educação.

Perseu acompanhou Apolo em silêncio até a porta e então fechou ela no cara dele.

Depois subiu de volta para o escritório.

–Thalia desamarre-a que eu vou segurá-la para levar ela para o quarto – Perseu disse assim que entrou no escritório.

Thalia bufou e então foi desamarrar a loira.

Depois de quinze minutos tentando entender que nó Perseu havia feito ali, Thalia conseguiu desamarrar Annabeth, depois Perseu a pegou no colo e a levou para um dos quartos de hospedes do terceiro andar.

†Thalia†

Thalia estava esperando Perseu voltar do terceiro andar, ela estava deitada no sofá passando os canais a procura de um filme de terror que prestasse e então a porta foi aberta.

–Percy? – Uma voz rouca chamou, Thalia sabia muito bem de quem ela era, seu coração começou a palpitar e ela sentiu borboletas no estomago.

Sim esse era o tão aclamado amor, o demônio de Sócrates e a perigosa doença mental de Platão, e Thalia sabia que os dois estavam incrivelmente certos, ela nunca poderia ter o seu amado nos seus braços.

–Ele está lá em cima e acho que foi dormir – Thalia disse controlando sua voz para que não saísse rouca ou falhada, ela também controlava sua respiração e seus batimentos cardíacos, ela fazia isso há tanto tempo, que chegava a doer no âmago dela, e o pior de tudo não era ela saber que este amor não seria correspondido e sim ter que falar com ele todos os dias como se ele não significasse nada para ela.

–Droga – Nico disse se sentando no sofá – E você o que ta fazendo aqui?

–Vim garantir que a garota ficasse viva – Thalia disse.

–Ah certo – Nico disse – Que filme é esse.

–O chamado – Thalia disse – Agora cala a boca que eu quero escutar.

Nico bufou, e parou de falar depois de dez minutos estava um silencio desconfortável, vez ou outra Thalia desviava o olhar da televisão para Nico, esse estava totalmente concentrado no filme, com uma expressão de tédio.

–Thalia você me odeia? – Nico perguntou quando já estava dando as notas finais do filme.

Thalia o encarou, ela queria se declarar dizer que o amava mais do que tudo nessa vida, mas ao invés disso, ela simplesmente disse:

–Não, eu só não gosto de você, o ódio é um sentimento muito forte.

Nico a olhou tinha um olhar triste, cabisbaixo, e então ele suspirou.

–Ah, certo – Nico disse, ele se levantou e foi até a janela e então acendeu um cigarro.

–Vou para casa você quer uma carona? – Nico perguntou enquanto fumava o cigarro.

–Sim, aceito, estou com muito sono – Thalia disse desligando a tevê e bocejando, já faziam mais de 24 horas que ela não dormia nem cinco minutos.

Nico terminou de fumar rapidamente foi para a porta e pegou a sua jaqueta de couro preta, Thalia desligou as luzes e eles saíram da casa.

–Direto pra casa, ou quer passar em algum lugar antes? – Nico perguntou enquanto ligava o carro.

–Direto pra casa – Thalia disse, ela colocou um CD dos Rolling Stones e colocando os pés no painel do carro.

–Ei, ei pode tirar os seus pezinhos sujos daí – Nico disse batendo nas pernas de Thalia.

–Garoto chato – Thalia disse tirando os pés do painel.

Depois disso não falaram nenhuma palavra, fazendo assim surgir um silencio constrangedor.

Depois de quinze minutos Nico parou na gente de um prédio de 45 andares.

–Quer que eu te deixe no subsolo ou posso te deixar aqui mesmo? – Nico disse

–Tanto faz, você quer subir? – Thalia perguntou.

–Não obrigada, tenho que ver como Bianca está – Nico disse batucando no volante.

–Então tchau – Thalia disse enquanto tirava o cinto de segurança e abrindo a porta.

–Tchau, queridinha – Nico disse e riu ao ver a cara de raiva que Thalia fez enquanto saia do carro.

Thalia entrou de novo no carro colocando apenas metade do corpo pra dentro e deu um beijo na bochecha de Nico fazendo-o ficar rubro.

–Tchau, queridinho.

Com isso Thalia entrou correndo e sorrindo no prédio deixando um Nico no carro com um sorriso bobo.

Notas finais
Espero que tenham gostado Amores...
Comentem?
Beijos =*=*=*=*=*=*=*=*=*=*=*=*=*