Notas iniciais
Depois de séculos aqui estou eu :))))
Só quero deixar bem claro que eu não morri né ahsuahuhasuh
Acho que vocês perceberam que mudei meu usuário de ''Taiane Sabrine'' para '' A Rocket'', por que sim.
Também mudei a foto de capa e quero saber o que vocês acharam, se não gostaram eu posso colocar a antiga ou não, é que eu achei essa foto no Tumblr e achei muito foda.
Boa leitura amores :)))

† Annabeth †

Annabeth acordou atordoada, ela se lembrava apenas de estar conversando com Perseu e depois ela apagou.

Annabeth tentou se mexer, mas ela estava amarrada na cadeira, ela olhou ao redor para ver se tinha como ela fugir dali, porém não havia nenhuma luz, a não ser a leve luz que vinha da janela que estava aberta, ela também sentiu que haviam cortado o seu vestido na altura da coxa, sua garganta estava seca como se ela tivesse ficado anos em um deserto sem beber nem uma gota d’água.

De repente a luz foi ligada, Annabeth cerrou os olhos por causa da luminosidade, após se acostumar com a luz Annabeth olhou onde estava.

A parte que Annabeth conseguiu ver tinha a parede escura até a metade em madeira, tinha uma escrivaninha com uma cadeira de couro, e atrás a parede era toda cheia de livros.

–Achei que não fosse mais acordar senhorita – Perseu disse de alguma parte do quarto que Annabeth não podia ver.

–Seu filho da puta idiota, o que você quer de mim? – Annabeth esbravejou.

–Você já sabe o que eu quero senhorita Chase, eu quero que você me conte algumas coisas – Perseu disse caminhando para frente de Annabeth. – Levanta sua cabeça.

Annabeth continuou com a cabeça baixa então Perseu puxou sua cabeça para cima.

–Eu quero que você me obedeça – Perseu disse, sua voz era tão cortante quanto uma espada de dois gumes.

Annabeth rosnou e Perseu deu um sorriso debochado

–Vejo que a vadia está machucada – Perseu disse.

–Me solta seu idiota – Annabeth disse com um fio de voz, sua cabeça latejava.

–Ei vadia cala a boca – Perseu disse – O que você foi fazer lá hein?

–Não te interessa – Ela respondeu olhando pros frios olhos verdes, então Perseu deu um tapa no rosto dela

–Eu fiz uma pergunta e quero que você me responda direito – Perseu esbravejou.

–Então pergunta pro Google – Annabeth disse, mas dessa vez ela levou um soco na boca.

–Parece que você não se toca né garota, não é por que você é a favorita do meu pai que você vai escapar das minhas torturas – Perseu disse.

–Eu não esperava escapar mesmo – Annabeth sorriu de escárnio seus lábios estavam machucados e tinha sangue nos dentes dela.

Mais um tapa, e outro, Annabeth levou no mínimo cinco tapas que reuniam uma considerável força da parte de Perseu, mas Annabeth não falou anda apenas virava a cabeça pro lado contrário que Perseu batia, nessa hora Nico saiu sem falar nada.

–E então não vai falar anda vadia?

–O que eu teria pra falar, reclamar que está doendo? Isso não chega nem perto da dor que eu passei treinando com Cronos e Zeus, mas as torturas de Hades aquelas sim eram excruciantes – Annabeth disse.

Perseu balançou a cabeça com um sorriso macabro, se Annabeth estava com medo dele não demonstrou, continuou com a expressão de tédio como se ela estivesse vendo uma corrida de cavalos na sua televisão em uma tarde qualquer de domingo, Perseu saiu da frente de Annabeth, ela escutou uma porta se abrindo e então um som de alguma coisa enferrujada, como se ele estivesse carregando um carrinho que tivesse ficado parado por séculos.

Tinham facas, chicotes de couro com pequenas esferas com espinhos, seringas entre várias outras coisas

Perseu sabia bem o que estava fazendo e os ricos do que ele estava fazendo, ele foi alertado pelo e pai que não deveria fazer nada contra a loira, mas o ódio por ela se parecer com Sophie foi mais forte, ele não via Annabeth Chase ele via Sophie Roberts, ele queria que ela sofresse.

–Então não quer mesmo falar nada? – Perseu perguntou enquanto ele pegava uma faca pequena e passava álcool nela.

–Não, eu jurei não contar nada para ninguém – Annabeth disse e então Perseu passou a faca pelo seu braço.

Annabeth travou o maxilar e fechou os olhos, aquilo para ela não doía o quanto Perseu queria que doesse, aquilo ardia, mas nada de dor.

Perseu fez mais cortes alguns rasos outros mais profundos ele ia aprofundando gradualmente, ele cortou os braços e as pernas de Annabeth, a partir do décimo corte Annabeth abriu os olhos e ficou observando Perseu a cortar, ela não sentia mais nada.

Ela havia aprendido isso com Cronos seu bisavô, ela passava por horas de torturas a fio para aprender a não sentir dor, Cronos a colocava na dama de ferro, ela tinha algumas pequenas cicatrizes espalhadas pelo corpo, nos braços, nas pernas na barriga, ela ficou cerca de 2 dias dentro da dama de ferro.

–É só isso que você vai fazer? – Annabeth perguntou rindo de escárnio.

Perseu a olhou incrédulo, ele se perguntava como ela não estava chorando e gritando de dor, afinal ele havia cortado praticamente todo o corpo dela, ela estava banhada em seu próprio sangue.

–Pensando melhor, acho que eu tenho algo – Perseu andou até o carrinho e pegou uma seringa, nessa seringa ele colocou 10 ml de álcool e então aplicou diretamente na veia do braço esquerdo dela.

–Filho da puta – Annabeth vociferou enquanto jogava a cabeça pra trás fechando os olhos por conta da ardência que estava passando pela corrente sanguínea.

Perseu riu e Annabeth ofegou

–E então a senhorita não é tão forte quanto eu pensava – Perseu disse preparando novamente a seringa com mais 10 ml de álcool.

Annabeth o observava com os olhos semicerrados, a sua garganta estava mais seca seu maxilar estava travado e suas veias por baixo da pele estavam ardendo.

Perseu aplicou de novo, Annabeth estava começando a se acostumar com a dor, era assim só bastava ela ter uma dose de dor que a tortura iria lhe proporcionar e ela logo se acostumava, levou dias para que Oceano conseguisse o que queria e ainda assim a resposta foi incompleta e vaga.

Dessa vez ela apenas respirou fundo e soltou o ar pela boca.

Na terceira seringa ela não sentia nada além de um leve ardor nas veias

Eu sugiro que você pare de injetar álcool nela se você não quer que ela morra – Uma voz feminina disse, a visão de Annabeth já estava meio embaçada por conta do álcool em sua corrente sanguínea, ela apenas via um borrão preto do que aprecia ser uma garota – Me deixa falar com ela, isso se ela não desmaiar.

Ela não vai desmaiar eu te garanto ela treinou com Cronos – Perseu disse e a garota assobiou.

Perseu Jackson quando você vai aprender que você não aplica 50 ml de álcool em ninguém corre mais riscos de ela morrer do que de ela simplesmente desmaiar. – A garota disse – Saia.

–Q-quem é v-você? – Annabeth perguntou em um fio de voz.

–Thalia Grace, estou aqui para garantir que você não vai morrer – A garota colocou a mão na testa de Annabeth, ela estava quente.

Annabeth apenas tentava ficar acordada, ela sabia que se ela dormisse era capaz de não acordar.

–Me escute, eu vou aplicar na sua veia soro ok? Não se preocupe, vai arder no começo, mas isso significa que está fazendo efeito – A garota disse a Annabeth

–Ela colocou uma bolsa de soro na veia de Annabeth e então colocou direto na bolsa de soro um medicamento para ela descansar.

Antes de dormir Annabeth escutou Thalia dizer:

–Poseidon vai te matar quando souber disse você sabe né?

–Só se ele descobrir o que acontecer, não acho que você vai contar não é mesmo? – Perseu disse.

Notas finais
Se tiver algum erro ortográfico me avisem que eu conserto, não tava com paciência pra ler minunciosamente para ver se tem um minusculo erro gramatical ok??
Comentem Amores :))) Beijo =*