Do It Like A Dude ~Hiato
3 My Immortal.
Notas iniciais
New York, 14 de janeiro de 2013.
POV Autora
Posso te dizer que a visão que Annabeth teve foi no mínimo... Perturbadora.
Eu realmente não conseguirei descrever pra vocês corretamente o que havia naquela sala.
Annabeth estava na porta olhando pra sua sala ampla com uma TV ultramoderna com dois sofás brancos, parede mais escura em um tom bege móveis em tons de madeira clara um pouco rústico, quem visse antes do que eu vou citar pra vocês a seguir acharia tudo muito perfeito, até as revistas em cima da mesa, como se estivesse em um perfeito set de filmagem, tudo muito novelesco.
Mas continuemos a descrição da visão dela, tinham fotos espalhadas para todos os lados um dos sofás estava manchado de sangue ela se abaixou e pegou uma das fotos, nela a empregada dela a Lola estava amarrada em uma cama de um dos quartos de hospedes, ela tinha marcas e um cara estava alisando ela tinha marcas de lagrimas.
Annabeth engoliu em seco e continuou a andar pela sala ela seguiu alguns pingos de sangue que não estavam sobre as fotos, eles seguiam diretamente pra cozinha.
Logo na entrada da cozinha, que antes era um belo ambiente branco e preto agora era mais uma cena de horror que fora palco das atrocidades que fizeram naquela residência com aquela jovem moça, enquanto ela andava o barulho do "timer" a assustou então ela percebeu o cheiro que emanava do forno.
Era um cheiro de coisa podre como se ela tivesse matado um rato e deixado ele lá pra se decompor livremente, ela olhava pro timer e viu que tinha um papel embaixo do mesmo nele estava escrito.
‘‘Se a Srta está lendo isso assim que o timer tocou se não o cheiro já deve estar pior, bem nós nos divertimos muito com sua empregadinha, mas eu não posso dizer o mesmo dela, abra o forno, e vá pra piscina, vai achar incrível o que te espera lá.’’
Oceano.
Mais um vez ela engoliu em seco temendo o que teria no forno quando ela abrisse, ela respirou fundo e se encaminhou até lá, muito cuidadosamente como uma pessoa que segura uma granada com o pino prestes a cair ela abriu o forno, e digamos que a visão a devastou.
Lola, a sua empregada com cabelos ruivos estava cortada em pedaços dentro de uma forma, na boca dela tinha uma maça com um pequeno papel enrolado, ela usava o batom vermelho de sempre, sim a forma era grande o suficiente pra caber uma garota de 1,60.
Annabeth respirou fundo ela não iria chorar, mas Lola era como uma irmã mais velha, ela foi pra piscina e lá ela pode ver seu namorado, em pé na beirada com uma camiseta branca social, seus cabelos cor de cobre estavam bagunçados, coisa que raramente acontecia, uma calça jeans e um all star ele segurava um revolver com silenciador.
–Pensei que nunca mais fosse chegar, querida. – Ele disse se virando pra ela.
Annabeth estava paralisada, em choque ela não conseguia se mover muito menos proferir uma só palavra contra aquele homem que estava a sua frente.
–Sabe Annie eu sempre achei Lola muito interessante, bem mais interessante do que você – Thomas disse se virando pra garota – O cabelo ruivo dela era totalmente excitante, ao contrario desse seu loiro, sabe é muito fácil encontrar garotas que estão dispostas a abrir as penas para mim, e elas são muito fácies como Lola ao contrario de você, levou quanto tempo dois três meses, Lola era deliciosa, eu dormia com ela toda a vez as vezes que você saia de manhã, o oral dela era incrível, diferente do seu né, se não fosse o trabalho eu não tinha ficado com você duas semanas uma garota problemática que não tinha nada pra me dar além do dinheiro e um sexo ruim.
Thomas riu debochado Annabeth estava séria, a expressão dura e fria.
–É e o que você achava que era? – Annabeth abriu a boca pra falar deixando ele pasmo com o tom que ela usava, debochado, frio e divertido tudo ao mesmo tempo – Eu nunca achei que eu realmente iria gozar quando eu vi o que tinha no meio das suas pernas, não sei se você realmente saciava ela, afinal de contas vocês eram amantes certo, então eu acho que ela não deveria transar na cozinha com o seu melhor amigo enquanto você estava trabalhando pra Oceano.
Se ela sabia que ele trabalhava pra Oceano antes desse dia?
Não, ela não sabia, mas sim Lola transava na cozinha com o melhor amigo dele.
Thomas ficou vermelho de raiva e começou a andar até ela, todo o choque de saber que ele tinha matado Lola já havia ido por água baixo ele parou há apenas 3 passos dela.
–Sabe, eu conversei com ela e transei com ela antes de matá-la ela disse que você era uma loira sem sal e não sabia por que eu ainda ficava com você ao invés de ficar com ela, ela deixou uns amigos meus transarem com ela também, mas o maior tempo foi pra mim, ela também disse que você nunca iria me satisfazer como ela fez e então eu concordei e atirei na cabeça dela, trágico perder uma garota como aquelas, tão boa na cama – Thomas disse.
Interiormente Annabeth estava mais que abalada, sim ela amava Thomas, e bem como já disse Lola era como uma irmã mais velha que nunca teve, mas apenas imaginar ela dormindo com o seu namorado durante tanto tempo, antes mesmo dela transar com ele a da repugnância daqueles dois seres, por fora ela continuava fria sem nenhuma expressão em seu rosto além de escárnio.
Thomas apontou a arma para o peito de Annabeth, essa mesma apenas olhou pra ele e pra arma com uma sobrancelha arqueada.
–Você já desativou todos os alarmes? – Annabeth perguntou.
–Lola fez isso por mim.
–Inclusive os que eu ligo apenas do meu quarto? – Ela sorriu debochada – Se eu fosse você eu não faria isso.
Thomas a fitava sem entender nada, ela aproveitou essa confusão e pegou a arma de suas mãos.
–Você não faria nada comigo não é Annie – Thomas disse colocando as mãos pra cima – Eu te amo.
Se aqui fosse como nos filmes Annabeth abaixaria a arma e eles se beijariam ela equeceria tudo e então ele pegaria a arma e friamente atiraria nela, como se ela não fosse nada apenas mais um alvo.
–É a Annie não, mas a Annabeth Chase sim, a assassina talvez você e Lola se merecessem mesmo dois idiotas que pensavam que me enganavam, saiba uma coisa Thomas Kill. Ninguém engana Annabeth Chase — Com isso ela atirou no peito dele – Eu também te amo.
Nada se escutava nesse momento apenas o farfalhar das folhas nas copas das arvores o uivo do vento e um soluçar.
Annabeth carregou o corpo pra dentro de casa não queria que um dos seus vizinhos vissem um cara morto na piscina de sua casa.
Ela subiu as escadas e foi até a biblioteca, ela olhou pros livros e foi até uma porta e pegou caixas e começou a guardar os livros lá.
‘‘De novo’’ ela pensou pegando mais livros e arrumando o mais rápido possível cansada de tudo aquilo ocorrer de novo.
Ela pegou uma caixa já completa de livros e a levou pra garagem e colocou na parte traseira da sua hilux preta e subiu novamente as escadas até a biblioteca.
Após todos os livros estarem no carro ela foi até o seu quarto e digitou a senha do quarto e lá o seu cachorro pulou em cima dela.
Annabeth já havia até se esquecido dele há essa altura do campeonato ela afastou o husky siberiano pra poder tomar banho e trocar de roupa rapidamente.
Roupa Annabeth
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=72166050&.locale=pt-br
Ela pegou uma das diversas malas que haviam no closet dela e começou a jogar as roupas lá.
Depois de meia hora já estava tudo na parte traseira da caminhonete.
Annabeth aproveitou as malas e colocou as suas armas lá dentro então ela tampou tudo com a lona preta que já vinha com a hilux e foi buscar Aquiles (seu cachorro) e sua gata, ela ainda não tinha dado nome a ela, Annabeth só havia ganhado ela há 7 dias.
Ela ligou o carro após colocar os dois lá dentro e botou o carro duas casas a frente e saiu trancando ele logo em seguida.
Annabeth voltou até a casa e jogou gasolina no segundo andar abriu todas as bocas do fogão inclusive a do forno jogou gasolina pelo primeiro também, na sala ela viu os porta-retratos e os pegou jogando dentro da sua bolsa, a casa estava inteiramente cheirando a gás então Annabeth foi até a porta
–Nos vemos no inferno vadia – Annabeth havia colocado a cabeça de Lola na mesa de centro antes dela ligar o isqueiro ela escutou um grunhido vindo do banheiro perto da escada ela andou até lá e abriu a porta.
Na banheira tinha uma garota branca com cabelos negros e olhos azuis claro como o céu em um dia de sol com mais ou menos 23 anos amarrada, ela andou até lá e tirou a mordaça da bocada garota.
–Me tira daqui, por favor – Ela disse como ela já estava com pressa não perguntou nada apenas desamarrou a garota.
–Vem – Ela disse e saiu – Pega pra mim aquela lata ali tem uma pasta em cima da mesa de centro perto da cabeça da vadia pega e segura ela como dependesse disso a sua vida.
A garota morena somente pegou a lata e entregou pra loira e foi pra sala ficando enjoada com a visão da cabeça meio assada.
Annabeth despejou tudo no banheiro e saiu de lá.
As duas pararam na porta.
–Agora sim nos veremos no inferno vadia – Annabeth disse e jogou o isqueiro no chão perto da escada fechou a porta e a trancou então as duas saíram andando Annabeth puxou a garota pro carro dela.
Elas saíram andando calmamente e sedutoramente como se estivessem em um filme e a casa explodindo atrás delas.
–Entra no carro – Annabeth disse entrando e batendo a porta descontando nela toda a asua raiva, dor tudo o que sentia por ter que matar uma das pessoas que ela mais amava e amou em toda sua vida.
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