Diário de uma princesa - Interativa
15 Coletiva III
Notas iniciais

Johhana Underwood.
Johhana tirou algumas fotos ao lado das Selecionadas. Sorria normalmente para as câmeras, possuía um charme e elegância natural, não era novidade para ela já que estava acostumada com os flashes. Na Noruega, atuou profissionalmente como modelo, as princesas e os príncipes trabalhavam se eles quisessem no seu país.
— Sua tatuagem é bem bonit!a — escutei Bianca comentar. Ela vinha se aproximando com lenteza. — Eu também tenho algumas.
Ela se referia a tatuagem da rosa dos ventos e uma de Harry Potter.
— Obrigada — agradeci, sorrindo de breve. — Então, o que era a historia sobre uma clínica? Aquilo que o apresentador disse na sua entrevista?
— Eu não gosto muito de falar sobre isso — respondeu, se encolhendo um pouco.
Johhana mordeu o lábio inferior.
— Você é Budista? — perguntou Bianca.
— Eu sou sim. — assentiu levemente. — como sabe?
— Esse seu ar tranquilão — ela sorriu, não sei se foi intenção ou costumeira, mas o ar era de deboche.
Eu fingi achar graça. Ela me olhou e saiu sem dizer mais nada.
Alaska estava sentada sozinha. Eu pensei em fazer companhia a ela, minutos depois um garoto sveio andando naquela direção e se juntou a Alaska. "Bonjour Jeime" escutei ela dizer.
Kian.
— Por que não me contou todos esses detalhes? — perguntou Amber, histérica. — Você beijou a Sofia e a nossa prima Annelise e não me contou. — ela bufou zangada.
— Amber, isso seria invasão de privacidade. — resmunguei.
— Não agora que praticamente o mundo sabe. Ninguém se importa com as particularidades de um príncipe, é tudo escancarado para Deus e o mundo — ela retrucou, irônica.
— Você é impossível, pirralha. — bufei.
— Ah, cala essa boca, você só presta pra falar bobagens e eu não sou pirralha...
— Sempre brigando — escutei uma voz familiar dizer a minhas costas.... Mas não poderia ser... — Sean! — exclamei.
Amber sorriu e praticamente pulou para abraçar o nosso primo mais velho.
Annelise não é a única prima que eu tenho, Sean é filho do meu falecido tio Alfred. Ele e a mãe Victorie moram na Bélgica em uma ilha particular.
— Você cresceu, cabelo-de-fogo — ele comentou, olhando de um jeito diferente para Amber, quando se separaram.
— Sempre o mesmo tom de surpresa — ela sorriu pelo nariz, suas bochechas coraram levemente.
— Queria mesma era dar uma olhadinha no meu priminho e uma visualizada nas pretendentes, afinal, o senhor não vai se casar com todas. — falou zombeteiro.
— Fico feliz que tenha vindo — abracei Sean pelos ombros.
— Mamãe concordou, felizmente. — ele amostrou seus dentes brancos e alinhados.
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