Notas iniciais
Pessoas mil desculpas por ficar esse tempo todo sem postar um novo capítulo :'( É que minha net caiu por uns dias e pra situação "melhorar" quando ela voltou meu computador pifou. Então agora que está tudo resolvido,a net voltou meu pc ta funcionando...prometo que vou tentar postar um capítulo por dia Boa leitura! ~^ _ ^~ ~Capítulo editado 22/01/2016~

"Querido diário,

Foi o pior dia da minha vida

Minha irmã, ela...se foi.

Eu fiquei muito triste porque apesar das maldades que ela faz comigo, amo ela por que afinal, ela é minha irmã, e eu sei que o que ela faz comigo são ordens da bruxa da minha mãe.

Ela era tão nova, tinha apenas 17 anos, tinha muito o que viver pela frente

Me deseje boa sorte, porque agora tenho que aprender a viver sem ela"

— Não! Isso não é verdade! — Gritou Carmem.

— Sinto muito senhorita, mas ela faleceu — Disse o médico.

— Eu não acredito — Ela empurrou o segurança e o médico e entrou no consultório.

Dentro do "consultório" que ela entrou na verdade não era isso

Era uma sala enorme e parcialmente vazia com portas indo para outros lugares

Assim que entrou viu alguns médicos saindo de uma das salas com a Marina deitada em uma maca.

Nesse momento ela deu um sorriso, pois tinha certeza que eles tinham cometido um engano e que sua irmã não estava morta.

Mas sua felicidade acabou quando um dos médicos cobriu o rosto da Marina e eles continuaram empurrando a maca até uma sala chamada "Autópsia".

Nesse momento seus olhos encheram de lágrimas e ela saiu da sala antes que o segurança a tirasse de lá a força.

— É verdade mesmo — Disse ela chorando para o médico.

— Sinto muito por ela ter partido tão cedo — Disse o médico.

— Obrigada por se importar mas...Nada do que me disser vai me confortar — Ela disse saindo e indo pra sala de espera, onde Cebola estava esperando por ela.

— E então Carmem — Perguntou Cebola num ar de preocupação — Como é que ela es... — Suas palavras foram interrompidas por um forte abraço — Carmem.

Ela desfaz o abraço.

— Me desculpa Cebola, é que e-eu..Eu...

— Calma Carmem, me conta o que houve.

— Minha irmã se foi.

— Como assim?

— Ela...Ela morreu — Ela disse cada palavra com uma queimação terrível na garganta. Parecia que aquilo não estava acontecendo de verdade, de tão horrível.

Cebola ficou espantando

Ele nem conhecia a irmã de Carmem, mas mesmo assim ficou mal, não por ela, mas por Carmem.

Cebola a abraçou de novo e ela retribuiu o abraço e encostando a cabeça no ombro dele, chorou como uma criança desolada.

Cebola desfez o abraço

— Fica calma tá? Vou dizer para os médicos que depois a gente volta pra pegar o corpo, porque vamos avisar aos responsáveis dela — disse Cebola enxugando as lágrimas dela com os dedos.

— O-ok.

Cebola falou com os médicos e voltou pra onde Carmem estava com um copo d'água.

Carmem bebeu a água e foi indo abraçada com Cebola até o carro.

— Não acredito que minha irmã foi embora — Disse Carmem ainda chorando.

— Foi tudo tão rápido, acho que quando ela chegou no hospital já estava morta — Disse Cebola.

Eles seguem o caminho até chegar na casa de Carmem.

— Me espere ali do outro lado? — Perguntou Carmem.

— Por quê? — Perguntou Cebola.

— Por causa daquele assunto.

— Que ainda não conversamos?

— É

— Ainda não sei porque não.

— Olha eu prometo que vou te contar, mas depois. É uma longa história e envolve muitas pessoas e... E eu estou com medo.

—Não precisa ter medo de mim.

Ele segura a mão de Carmem e olha pra ela.

— Não é de você que tenho medo, me espere lá e prometo que depois conversaremos — Diz ela saindo do carro.

Cebola começa a dirigir novamente e chega no local onde Carmem pediu pra ele esperar.

Ela entra em casa e a casa ainda está vazia.

—Mãe? Pai? — Grita Carmem.

— Filhinhaaa — Desce Ana Paula acompanhada de alguém com uma capa preta cobrindo grande parte do rosto.

— Oi mãe, preciso falar com você urgentemente.

— Agora não dá querida, estou aqui conversando com uma amiga.

— Amiga? Ela é de uma religião de ficar coberta?

— Isso mesmo.

— Mas mão é urgente.

— Agora não.

— Mãe, a Marina morreu.

— O quê?

Nesse momento parecia que alguém estava por cima de Ana Paula dando-lhe vários chutes, socos e tapas. A dor que ela sentia era inexplicável.

— Minha filhinha? Marina? Onde ela está? — Perguntou Ana Paula preocupada.

— No hospital — Disse Carmem.

—O que aconteceu?

— Bom eu estava vindo pra casa, voltando da casa dos Colleman.

—E aí?

— Cheguei aqui em casa e minha irmã estava jogada no chão, então peguei a chave do meu carro e o Marco foi dirigindo até lá, depois de uns minutos recebemos a notícia.

— É mentira sua, vamos nesse médico tirar tudo a limpo.

Carmem sai de casa primeiro e faz um sinal pra Cebola ir pra mais longe e ele vai.

— O que estava fazendo aí fora? — Pergunta Ana Paula saindo.

— Te esperando mãe, vamos? — Perguntou Carmem.

— Vamos.

— Sua amiga vai ficar aí?

— Logo, logo ela vai embora.

Elas entraram no carro de Ana Paula e foram até o hospital

— Nãão, a minha filha não — Ana Paula gritava ajoelhada no chão ao saber da notícia.

— Sinto muito senhora, mas ela se foi — Disse o médico tentando acalmar as coisas.

— Descobriram a causa do problema? — Perguntou Carmem.

— Infelizmente ainda não, estão examinando ela na sala de autópsia.

— Vai demorar quanto tempo? — Perguntou Ana Paula.

— Pode demorar dias — respondeu o médico — Quando terminarmos, entraremos em contato com vocês para virem buscar o corpo.

Elas saem do hospital e vão embora.

— Foi você.. — Diz Ana Paula.

— Eu o quê? — Pergunta Carmem confusa.

— Você matou a Marina.

— Eu?

— Sim, você colocou um veneno na bebida dela pra que isso acontecesse.

— Mãe, do que você está falando?

— É tudo culpa sua.

As coisas estava embaralhadas na cabeça de Ana Paula, ela estava descontrolada e completamente pirada.

— Mãe tem certeza de que você está bem? Mãe?

Ana Paula começou a enjoar, sua cabeça girava e ela sentia uma vontade imensa de vomitar. de repente tudo ficou escuro

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20:00h

???????

—E aí como foi?

—Ela saiu de casa então roubei várias coisas dela,ela nunca desconfiará em mim.

— Ótimo, o que roubou?

— Alguns vasos que parecem custar caro, jóias e outras coisas aí.

— Ótimo,vamos vender e ficar ricos.

— É.

— O plano está dando certo?

— Está.

— Sabia que daria.

— Olha, por que quer que eu faça tudo isso?

— Isso tudo o que fofo?

— Dar aquelas coisas pra família dela e depois roubar as coisas dela, o que você ganha com tudo isso?

— Vingança querido, vingança...

— Vingança pelo quê?

— Você irá descobrir, ou eu não me chamo Denise Gonzaga Gomes.

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20:07h

Casa dos DiLaurents

— Mãe, meu Deus do céu, o que aconteceu? — Pergunta Carmem com o coração quase saindo pela boca — Sorte que estávamos perto de casa e eu já tinha feitos umas aulas de direção, se não eu nem sei o que seria de nós agora.

Ana Paula não respondia, apenas abraçava a si mesmo, ofegante.

— Mãe, você tá bem? — Perguntou Carmem preocupada.

— Claro que estou, estou sim — Respondeu Ana Paula.

Ela não estava.

Estava delirando, sua cabeça estava bagunçada, ela estava confusa.

— Eu vou ir tomar um banho e já volto — Diz Ana paula subindo as escadas.

Ela chega lá em cima entra no banheiro e se olha no espelho.

— Eu matei minha filha — Disse com voz trêmula — é.. Eu matei minha filha.

Um sorriso torto surgiu em seu rosto e uma risada ecoou pelo cômodo, e aos poucos essa risada foi se transformando em um choro.

— Eu matei Marina, o que foi que eu fiz? Não, tudo isso é culpa da Carmem, não é culpa minha, nunca foi.

Ela passou a mão pela pia derrubando todos os produtos que estavam em cima, alguns até se quebraram.

Nada mais importava pra ela, a única gosta de amor que tinha dentro dela sumiu e ela apenas se importava em atazanar Carmem.

Ela então se lembrou dos irmãos de Carmem e que eles podiam contar a verdade pra Rubens.

—Droga a missão foi cumprida...pela metade.

Notas finais
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