Disenchanted
32 Capítulo 32 - I Want You... Forever!
Notas iniciais
Boa Leitura.... sz
X – x Um mês Depois x – X
Faltava um mês para meu casamento, eu estava ficando muito ansiosa.
— O que você acha de eu cortar meu cabelo? – perguntei a Gerard.
— Não, não e não – ele disse, deitado em minha cama. – Está bonito assim, e não está tão comprido, e além do mais, eu adoro essas pontas brancas dele.
— Você é tão fofinho – falei, olhando para ele através do espelho a minha frente.
— Eu sei – ele riu.
— Bobo, a gente não pode si próprio elogiar – falei, rindo.
— Por que não? Eu não vejo mal algum em dizer o que é bem óbvio: Eu sou o cara! – ele riu.
— Fecha os olhos – falei.
— Por quê? – ele perguntou.
— Tenho que trocar de roupa – respondi.
— Eu já vi você com roupas de baixo, Layla – ele disse, irônico.
— Acontece, meu amor, que eu estou usando uma blusa bojo agora – disse.
— E o que isso muda? – ele ficou confuso.
— Que eu estou sem sutiã – expliquei.
— Ah – ele disse, me olhando maliciosamente.
— Feche os olhos, por favor – pedi, rindo.
Ele revirou os olhos, bufou, mas por fim tampou o rosto com as mãos.
Tirei meu jeans e coloquei meu short de dormir – o tempo estava começando a esquentar – e depois tirei minha blusa.
— Uau! – Gerard falou.
— Besta, você nem está me vendo – falei.
Olhei para ele, Gerard havia destampado o rosto e me olhava, rindo.
— Idiota! – xinguei, jogando minha alça jeans em cima dele, com força, e colocando meu sutiã rapidamente.
— O que foi? Um dia eu vou ter que ver algo – ele ainda ria.
— Mas não precisa ser agora – rosnei, colocando minha blusa.
— Por que não? – ele fez uma carinha fofa, parecia estar pedindo algo.
— O que está querendo, Senhor Gerard? A Senhora Donna não vai gostar nada, nada de saber que o filho dela está querendo induzir uma moça pura a ficar seminua em sua frente – falei, em tom acusatório.
— Eu não disse nada de mais... – ele riu. – Mas sejamos sinceros, um dia eu vou ter que ver...
— Fica quieto! – falei, rindo.
— É sério, eu vou casar com uma garota que eu nunca vi nua... Isso é estranho – ele disse, unindo as sobrancelhas. – Não vá me dizer que você é um homem! – ele fingiu espanto.
— Como você descobriu? – fingi estar assustada também. – Era segredo! Ninguém sabia disso além de mim e as garotas!
— Todos irão me chamar de gay agora!
— Ah, você sempre teve um jeitinho meio afeminado – brinquei.
— Há Há Há... Senhora Engraçadinha – ele revirou os olhos.
Deitei na cama, ao seu lado, virei-me para olhar seu rosto.
— Gayzão – brinquei.
— Lésbica – ele riu.
— Tenho que confessar... Diana e Leticia são minhas ex-namoradas – ri.
— Bem, eu nunca namorei com meus amigos – ele disse.
— Essa conversa está muito idiota – falei, parando de rir.
— Com certeza – ele parou também.
Suspirei. Talvez ele tivesse razão quando disse que nós iríamos nos casar e nem havíamos nos visto seminus ainda. Esse pensamento me fez rir.
— O que foi? – ele perguntou.
— É engraçado – falei.
— O que? – ele riu.
— Você vai casar comigo sem nunca ter me visto pelada – ri mais ainda.
— Pra você ver como eu sou um bom namorado, muito já teriam caído fora, sabia? – ele se fez de vítima.
— Ah, tadinho – falei, dando vários beijos em suas bochechas.
— Sim, tadinho mesmo – ele concordou. – Eu tenho direitos, também sou humano – ele choramingou.
— Eu pensava que você fosse um ET, igual o bebezinho de Diana e Frank – ri.
— Mas não sou – ele fez beicinho. – Só me explica uma coisa: Isso é contra a sua religião? – ele riu.
— Não – ri também.
— Então não tem nenhum motivo plausível – ele disse.
Antes que eu respondesse, Gerard rolou para cima de mim, me deitando de costas na cama.
— O que Senhora Donna irá pensar disso? – perguntei, segurando o riso.
— Que o bebê dela cresceu – ele riu.
— Meus pais não vão gostar dessa história... – balancei a cabeça, como se fosse uma má ideia.
— Eles precisam mesmo saber? – ele sorriu malicioso.
— Oh, além de querer tirar minha inocência você também quer que eu minta para meus pais? – fiz uma voz surpresa. – Isso é errado... e perigoso!
— Eu sei – ele me lançou um olhar desafiador.
— E sexy também – brinquei.
— Agora está falando minha língua – ele riu.
— Okay, somos adultos e livres, podemos fazer isso – sorri.
— Tem certeza? – ele parou, saindo de cima de mim e me olhando apreensivo.
— Tenho – falei.
— Mas, é sem pressão Layla, não quero nada que você não queria – ele insistiu.
— Sem pressão? – ri. – Gerard, só faltou você implorar para eu fazer isso.
Ele riu também.
— Talvez tenha razão – ele sorriu. – Mas então é sua vontade, com toda sua certeza, não é? – insistiu mais uma vez.
Não respondi, apenas lancei-me em sua direção, agarrando seu pescoço com as mãos e puxando-o para um beijo.
Gerard envolveu minha cintura com seus braços e me puxou para si, com força. Entrelacei meus dedos em seu cabelo.
Desci minhas mãos por suas costas, passando por sua cintura e chegando ao seu peito. Tirei sua camiseta rapidamente, jogando-a no chão. Depois tirei minha blusa com a mesma rapidez e voltei a beijá-lo.
Aquilo era muito mais do que eu pensava, nossas respirações ofegantes, nossos corações batendo juntos e rápidos, nossos corpos se movendo simultaneamente... Era muito melhor do que eu imaginei.
Gerard era o homem certo, o amor da minha vida, agora eu tinha certeza. Mesmo acontecendo assim, de repente, foi tudo mágico, lindo como eu imaginei que deveria ser.
Ele beijou meu pescoço, me causando cócegas, fui obrigada a rir. Ele riu de minha reação.
— Eu te amo – ele sussurrou em meu ouvido.
— Eu te amo – falei.
Ele voltou a beijar minha boca.
Naquele momento percebi que não precisava de nada mais, apenas dele, apenas de ficar para sempre ao seu lado, sentindo sua respiração, seu coração batendo, e ouvindo sua voz, o mais baixo que fosse, dizer que me amava.
Continuamos a nos beijar, Gerard sussurrava várias vezes as mesmas palavras: “Eu te amo”, isso fazia eu me sentir a melhor mulher do mundo naquele instante.
Notas finais
O que acharam da "primeira vez" dos nossos lindinhos?? HASUHAUS'
Reviews?? Please??
Beijos Killjoys!
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