Disenchanted
61 Capítulo 61 - Ano Novo
Notas iniciais
-x-x-
Desculpem a demora pra postar, mas minha priminha helena tava aqui hoje, minha pecurruxinha de dois aninhos mais lindinha de todo o mundinho ... sz Sem falar no nome perfa! kk'
Boa Leitura...
X – x 31 de Dezembro x – X
Passaríamos a virada do ano junto de Diana, Frank, Leticia e Mikey, agora no apartamento de Diana e Frank.
Gerard e eu começamos a nos arrumar por volta das seis da tarde.
Vesti um vestido roxo, não muito largo, mas que era confortável para a barriga, ele ia até metade de minhas coxas; vesti uma jaqueta jeans preta. Deixei meu cabelo solto, mas coloquei algumas presilhas; calcei um all star preto.
Gerard vestiu um jeans preto, uma camiseta social preta e um suéter preto; calçou também um all star.
— Está linda! – ele disse, dando-me um beijo rápido.
— Você também, está perfeito – sorri.
— Sua mãe ligou enquanto você estava tomando banho – ele disse. – Ela pediu para lhe desejar um feliz ano novo.
— Obrigada!
O celular de Gerard começou a tocar, ele o pegou no bolso d jeans e atendeu.
— Alô?
Segundos de silêncio.
— Olá, Jessica! – ele sorriu. – Feliz Ano novo para você também!
Fiquei o encarando, sem expressão. Ela ainda ligava para ele?
— Bem, vamos passar o ano novo na casa de Diana e Frank – ele disse à ela.
Não!, pensei. Ela vai querer aparecer lá!
— Ah, que pena – ele disse. – Nos vemos ano que vem, então – ele brincou, rindo.
Logo depois desligou.
— O que ela queria? – perguntei.
— Desejar um feliz ano novo para nós – ele sorriu.
— Com “nós” você saber que ela quer dizer “Gerard”, não é? – perguntei.
— Layla... – ele choramingou.
— Okay, é ano novo, não vou implicar com isso – disse, dando-lhe um beijo.
***
Chegamos à casa de Diana e Frank por volta das oito e meia da noite, Leticia e Mikey já estavam lá.
Conversamos na sala, estavam todos muito animados.
— Frank, pensei que fosse fazer hora-extra hoje – disse Mikey.
— Hora-extra? – Frank perguntou, confuso.
— É, afinal, na noite de natal os anões tinha que trabalhar, mas você faltou para ir comemorar com a gente, então pensei que hoje você tivesse que repor aquelas horas – Mikey disse, com naturalidade.
— Cala a boca, seu projeto de nerd – disse Frank.
Mikey riu.
— Você se aproveita só porque é alto – riu Diana.
— Eu não sou alto, vocês que são baixo de mais – ele deu de ombros.
— Mas você fica pequeno ao lado do Ray – disse Frank.
Ray deu risada, Mikey revirou os olhos.
— Não tente mudar o foco para mim, Sr. Anão – Mikey rosnou.
Diana, Leticia e eu fomos terminar o jantar, que Diana já havia quase terminado. Desta vez ninguém nos espionou, para nossa felicidade.
Ouvíamos Frank, Gerard, Mikey e Ray rindo e conversando na sala.
— Layla, andei fazendo as contas... – disse Diana. – Você pode ter engravidado bem no dia em que Alice nasceu.
— Por que você fez essa conta? – ri.
— Ah, é que achei coincidência você estar grávida de cinco meses, e Alice ter cinco meses – ela riu de sua tese.
— É... quem sabe – pensei.
— Já usou alguns dos presentes de Diana, do ano passado? – Leticia perguntou, rindo.
— Uhum – sorri, maliciosamente.
— E dizia que não iria precisar... – Diana riu.
— Layla! – Mikey gritou da sala.
— O que? – perguntei.
— Que história é essa de você não querer dar os nomes de Gerlay e Pinkie Pie para os meus sobrinhos? – ele perguntou.
Ouvi todos rirem na sala.
— É Gerard que não quer, por mim, eu acho muito bonitos! – menti, rindo.
Ouvi Mikey xingar Gerard por um palavrão, todos riram, inclusive nós na cozinha.
***
Jantamos por volta das dez da noite, estavam todos animados. Muito diferente do ano passado, pensei. Tentei imaginar como havia sido o ano novo deles enquanto eu estava em coma no hospital – se é que haviam tido um “ano novo”.
Pensei também que eu nunca poderia imaginar que em apenas um ano tantas coisas poderiam ter acontecido. O nascimento de Alice, meu casamento, minha gravidez, entre outras coisas. Claro, nem tudo havia sido bom, como, por exemplo, Brendon. Mas o que importava de verdade é que estavam todos felizes, tudo estava bem, as coisas estavam em seus devidos lugares... como deveriam ser.
— Hey! – disse Frank quando Ray pegou o último pedaço de lasanha. – Eu ia comer...
— Demorou demais – Ray disse, dando uma garfada no pedaço de lasanha.
Frank fez bico, Ray apenas riu.
***
— Faltam dez minutos...! – disse Diana, animada, olhando no relógio.
— Que tal irmos na Times Square depois? Ver os fogos... – sugeriu Frank.
— Por mim... – disse Mikey.
— Ah, podemos ir – disse Gerard.
— Okay, iremos esperar pela meia-noite, e depois iremos à Times Square – encerrou Leticia.
Diana correu até a cozinha, voltando com uma garrafa de champanhe e várias taças.
— Layla, você não pode beber... – lembrou Gerard, quando eu iria pegar uma das taças.
— Ah, que droga! – resmunguei, sentando-me no sofá novamente.
Faltavam dois minutos, já ouvíamos alguns fotos ao longe e no bairro.
Assim que o relógio marcou meia-noite, todos os fogos estouraram na vizinhança, formando um barulho ensurdecedor.
— Feliz ano novo! – gritou Mikey, pulando em cima do sofá.
— Esse barulho vai acordar Alice! – Frank disse, preocupado.
— Ela dorme feito uma pedra – disse Diana, dando de ombros.
Frank demorou, mas aceitou não ir lá e tampar os ouvidos de Alice.
— Feliz ano novo! – disse Gerard, dando-me um rápido beijo. – Feliz ano novo para vocês também! – ele disse, próximo à minha barriga.
Alguns minutos de fogos se passaram, ouvíamos os vizinhos do prédio saindo pelos corredores, correndo, gritando, provavelmente iriam à Times Square, como noventa por cento da população nova-iorquina.
Terminamos – na verdade, eles terminaram – de beber o champanhe e saímos dali, em rumo à Times Square.
O trânsito estava um caos, fomos em dois carros – no de Frank e no de Gerard. Paramos algumas quadras de distância, já que não havia mais vagas. Frank estava preocupado com Alice, mesmo Diana dizendo que ela não estava nem ligando para o barulho, e Alice não estava mesmo, na verdade, ela parecia estar gostando dos fogos, olhava para as luzes brilhando no céu, e soltou até alguns sorrisinhos.
Como já poderíamos esperar, algumas pessoas – do sexo feminino em sua maioria – abordaram Frank, Gerard, Mikey e Ray para pedir autógrafos, fotos... beijos. Algumas eram bem educadas e simpáticas comigo, Diana e Leticia, até comentavam sobre Alice e os meus bebês, já outras queriam apenas tentar agarrá-los a qualquer custo.
— Mikey, tem certeza que você não está bêbado? – perguntou Leticia. Ele estava feliz, gritando, festejando. Era, provavelmente, o mais animado dali.
— Tenho – ele riu. – Mas até as duas da manhã eu pretendo ficar.
— Não vou carregar você – ela deu de ombros.
— Meu irmãozinho me leva pra casa dele – Mikey disse, passando o braço em volta do pescoço de Gerard.
— Ah, pode contar com isso – riu Gerard, irônico.
— Gerard, você já vai me deixar triste jogando fora os nomes que eu queria dar aos seus filhos, tem a obrigação de me pagar de algum modo... E pode ser aguentando um porre meu – ele explicou.
— Não vai ficar com saudades da Leticia?
— Não, ela não gosta de mim – Mikey fez carinha de triste.
— Que maldade, Leticia! – falei, rindo. – Olha a carinha de cachorrinho sem dono dele, como você pode fazer isso?
— Okay, Mikey... Se Gerard não levar você, eu levo – ela revirou os olhos.
— Não quero mais – ele mostrou a língua para ela, abraçando Gerard novamente.
— Mikey, você está bêbado, sim – Gerard disse, se livrando de seu abraço novamente.
— Eu só bebi... – Mikey contou, tortamente, nos dedos. – Cinco taças de champanhe. Ou seria seis? – ele ficou confuso.
— E mais alguns copinhos de cerveja durante o jantar e depois – lembrou Ray.
— É... – ele sorriu. – Havia esquecido!
— Nunca seja assim, igual a Mikey, okay? – Frank disse à Alice.
Ficamos na Times Square até a uma e meia da manhã, Mikey queria beber mais, mas nem Leticia e nem Gerard deixaram.
— Ele está se saindo um belo alcoólatra – riu Ray.
Voltamos à casa de Diana e Frank, Leticia e Mikey foram conosco no carro de Gerard, Ray foi com Diana e Frank.
— Como você vai voltar para casa nesse estado? – Gerard perguntou a Mikey.
— Eu não posso dirigir, não é? – ele perguntou, mas parecia pedir permissão para fazer isso.
— Claro que não – Gerard disse.
— Eu posso levá-lo até meu apartamento – disse Leticia.
— Tem certeza? Se quiser eu o levo – Gerard ofereceu.
— Tenho... Não precisa se preocupar.
Gerard ajudou Leticia a colocar Mikey no carro, ele estava chateado por não poder dirigir o próprio carro, mas enfim aceitou que não tinha condições.
Logo depois nos despedimos de Diana, Frank e Ray – que também já estava de saída.
***
— O que achou do réveillon de Nova York? – Gerard perguntou enquanto eu me deitava ao seu lado na cama.
— Maravilhoso! – sorri. – Não acredito que perdi isso ano passado!
Gerard riu, hoje conseguíamos lembrar de tudo aquilo sem nos aborrecer.
Beijei Gerard, não podia imaginar que havia perdido algum segundo que fosse que podia ter estado ao seu lado.
— Eu amo você... – ele sussurrou, abraçando-me forte.
— Eu amo você... – repeti, beijando seu pescoço.
Voltei a beijar seus lábios, sentindo seu fresco hálito entrar e sair de minha boca, tocar minha língua, eu podia sentir o sabor doce de seu beijo.
Notas finais
CONTINUEM MANDANDO AS DICAS...
AH, QUERIA PERGUNTAR UMA COISA... TEM ALGUM KILLJOY AÍ QUE MORREU?? PQ TEM UNS 3 OU 4 Q NUNCA MAIS FALARAM CMG, NEM MANDARAM REVIEWS... FICO PREOCUPADA, SABEM... Mas tudo bem :)
Beijos.
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