Diario das descobertas
6 O inicial das revelações...
Notas iniciais
O inicial das revelações
Ele sorriu da cara de preocupação da minha mãe e entrou no NYPD. Depois fiz o mesmo, mamãe foi o tempo todo falando besteira e eu? Bem estava pensando como fugir de lá sem policial nenhum perceber:
Mãe: Eu não quero, a minha filha andando em certas horas da noite, sozinha por essa cidade!
Eu: Eu não estava sozinha!
Mãe: Melissa não importa, eu não quero que isso se repita você me ouviu? Eu: Danisse!
Mãe: como é que é? Eu quero o melhor para você e é assim que você me retribui com toda a sua teimosia e desobediência?
Eu: Que saber eu estou cansada de bancar a filha da mamãe, eu tenho 14 anos, não sou mais aquela menina de 7-8 anos que você dava tudo que queria, mãe quando é que você vai perceber eu a 4 anos atrás eu o meu pai morreu, meu PAI que me criou, educou e tudo mais, até porque o meu PAI biológico, nem sei como é o nome dele, porque sempre que eu toco no assunto você muda. Minha melhor amiga morreu a dois anos atrás o ano passado foi descoberto que o seu corpo tinha sido enterrado no seu próprio quintal!
Mãe: Melissa, nem tudo são do seu jeito! Coloca isto na sua cabeça!
Eu: Em fim, minha vida estava muito feliz para ser verdade-ironizei completamente a frase. Vou ali!
Mãe: Você vai ficar ai, e calada!
Eu: Xau!- falei já ficando em pé.
Mãe: Melissa!- a ouvi gritar mais sai correndo cheguei ao banheiro feminino, me olhei no espelho e derramei lagrimas, talvez uma agua me ajudasse mais onde encontrar agua em um lugar cheio de policia, sorri ao sair logo em frente em uma sala estava escrito cozinha, talvez lá te vesse agua. Não me deparei se tinha alguém apenas peguei um copo e coloquei agua, tomei me sentei em alguma cadeira daquela mesa que se encontrava ao redor de mais umas cinco pelo menos, segundos depois foi que notei que derramava lagrimas e lagrima, merda! Era só que faltava mal hora para os meus nervos dar crise!
Don: Chorando?- falou chegando perto.
Eu: Não, é só lagrimas que estar descendo dos meus olhos!-falei irônica.
Don: Vem cá! –falou pedindo um abraço. Abracei-lhe até porque era tudo o que eu queria naquele momento um abraço, um abraço como eu nunca tinha sentido antes, um abraço como o meu pai, dava dizendo que me amava!
Don: Agora me conta porque a sua mãe tá feito uma doida te procurando?
Eu: Serio?
Don: não eu acho que exagerei só um pouquinho.
Rimos e saímos juntos conversando também:
Don: Quando eu olho para você me lembro do seu pai!
Eu: Você o conheceu?
Don: estudávamos na mesma escola, éramos muito amigos, mais depois crescemos entramos na mesma escola juntos no 5º ano, conhecemos a sua mãe e a Sintia, éramos sempre amigos, eu entrei no time de lacrosse e a jess e Sintia foram ser lideres de torcida o seu pai era jogar de basquete ele foi o melhor jogador que aquela escola já teve! Ele e sua mãe namoravam quando éramos 7º ano, mais ouve alguns acontecimentos e acabaram terminando, depois seguimos 8º e 9º ano, nada mais aconteceu, mais o nosso 1º ano do médio ficou marcado para sempre!
Eu: Tipo?
Mãe: tipo o que?-falou chagando perto e estragando toda a nossa conversa.
Don: Nada não! Já vou indo até, mas Jess te vejo por ai Melissa!
Eu: Claro!
Mãe: Vamos?
Eu: já?
Mãe: está tarde Mel, hora de para cama!
Eu: Mas agora que é 22h30min tá cedo!
Mãe: Você chama de cedo? Vem vamos-falou enquanto me abraçava.
Eu: Fala serio, até que ele é bonitinho.
Mãe: Ele é o meu chefe.
Rimos e saímos juntas, formos o caminho todo conversando sobre o meu primeiro dia de aula.
Falei sobre a festa com a Sophia, mais não falei do beijo até porque ela não reagir muito bem, mamãe falou que o paul chega amanhã com a Margo da Inglaterra, e que eles iriam ficar alguns dia lá em casa, eu não o vejo desde a morte do meu pai, meus pais adotaram ele após a morte dos seus pais, no tempo eu tinha apenas 4 anos isso que dizer que o considero como o meu cumplice em tudo, nos meus planos em tudo mais, fiquei sabendo que a Gleisy chega próxima semana ela mandou uma carta avisando espero que ela não faça nada contra a Sophia, por favor não, ela não merece saber quem realmente eu fui, olhei para o meu celular e tinha uma ligação perdida do Vincent e tipo não foi nada normal para mim, o garoto o qual eu temia me ligou, nem olhei duas vezes apenas deixei lá e mais nada, mamãe perguntou se estava bem e logico menti, falei que não era nada de mais e só isso, chegamos em casa cada uma foi para o seus quartos se jogar em suas camas , o dia que se chegava era mais um cansativo até que viver em New York não estava sendo mal, estava divertido acho que vou falar com a Sophia sobre o que aconteceu e quando menos eu espero o sol já entrava pela janela do meu quarto....
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