Notas iniciais
gente as aspas é oque está escrito no diario dela

"Hoje faz 105 dias desde a epidemia, estou sozinha, mais ou menos, estou observando dois zumbis passando. Estou neste exato momento estou na estrada perto de Indian Springs que está perto de Las Vegas, que é meu destino. Estou ouvindo chamadas de sobreviventes no radio, dizendo que há um lugar seguro com abrigo, comida e segurança, bem que eu queria acreditar.

eu sei que não existe sobreviventes, mas tenho que ter um proposito, um lugar ou algo que estou em busca, senão eu serei igual esses zumbis, sem proposito, sem finalidade, sem razão"

minha vida já era um lixo antes de tudo isso acontecer, agora não vejo nenhuma diferença. Meu pai era dono de uma das maiores empresas do mundo, mas ele não sabia da minha existencia e minha mãe nem trabalhava, eu e ela eramos sustentadas pelo meu padastro, mas ele era legal, ele que me ensinou tudo que sei e até hoje agradeço por isso.

estou passando no meio da rua, segurando uma mp5, uma metralhadora 9mm e uma pistola 380 taurus no bolso.

estou atras de um carro agachada observando dois zumbis passando, não quero atirar neles e cometer o mesmo erro da semana passada quando eu atirei em tres zumbis e apareceram mais dez.

os dois ja foram e eu estou á pé ja que eu bati meu carro acidentalmente porque tinha um zumbi no banco de tras.

hoje está mais quente que tudo, já é meio dia e estou usando mesma roupa já faz um mes (roupa na pag. http://maniacosporfilme.files.wordpress.com/2013/03/fc3baria-sobre-rodas-2.jpg?w=450&h=494) por sorte acho comida enlatada toda semana e coloco em minha mochila.

me deparei com quatro caras nojentos, de um certo ponto até bonitinhos, mas estavam com cara de quem não viu um chuveiro antes do apocalipse.

- olha só o que temos aqui — diz um moreno com um sorriso no rosto

- carne nova — diz o outro

- eu não sabia que tinha voltado para o colégio — falei sem a menor mudança de humor

- a qual é? vamos brincar um pouco então ? — disse o mesmo moreno

- se chegar perto e acabo com você e seu grupinho de marionetes — eu avisei com uma cara fechada

- ui, que medo. a espera ai, eu não tenho medo — disse ele vindo para cima de mim

em um golpe só dei uma facada na barriga e quando ele estava no chão dei um tiro na cabeça e quando os outros amiguinhos dele fugia eu soltei um tiro apenas na cabeça de cada um. Não me importei se outros zumbis ouviram o barulho, fiquei olhando para a ducati vermelha na minha frente( moto http://www.terra.com.br/diversao/cinema/infograficos/eu-sou-numero-4/img/numero6.jpg ).

- hoje é meu dia de sorte — disse subindo na moto e seguindo para frente

quanto mais rapido ia, mais dificil era para desviar dos zumbis, mas eu dava meu jeito. até que eu parei a moto ao avistar uma casa a uns 2 km a frente

Uma casa antiga de dois andares, janelas escuras e porta de ferro

"da pra passar a noite"

entrei na casa e parecia vazia, na sala tinha dois sofás e uma mesinha entre os dois, uma tv na frente e alguns quadros. passou reto e foi direto para a cozinha e estava cheia de suprimentos, e a geladeira estava cheia. Subi as escadas e me deparei no corredor, de porta em porta fui checando para ver se estava limpo.

- estranho — exclamei pensando em como não haveria nem zumbis e nem humanos na casa.

Desci as escadas e sentei no sofá colocando minha mochila no outro, levantei fui na cozinha e peguei alguns enlatados na mesa, coloquei no prato e comi desesperadamente, já fazia uma semana que não comia direito.

depois de comer pensei em subir as escadas e ir para o quarto de casal e deitar pois já estava cansada e de barriga cheia, mas ao contrario, eu tranquei as portas e dei mais uma checada lá fora e para minha sorte não havia nenhum zumbi. Subi as escadas e fui para o quarto, cheguei lá e deitei de braços abertos e com uma cara de satisfação.

(...)

acordei com um barulho estranho, olhei pela janela e avistei um zumbi batendo em tudo que é arvore.

- não existe coisa mais imbecil que um zumbi — resmunguei

resolvi levantar da cama e ir comer algo, estava morrendo de fome, desci e estava tudo escuro e desci com dificuldade.

liguei a luz e me deparei com um ataque me defendi e com um golpe só derrubei a pessoa no chão mas ela me pegou pelo braço e me derrubou ficando em cima de mim.

- quem é você — exclamo

-quem sou eu? quem é você? você que invadiu minha casa — diz ele

- a porta estava aberta e eu achei que tinha ninguem — disse desesperada — me desculpe

- tudo bem — diz ele saindo de sima de mim e me ajudando a me levantar

- como se chama? — perguntei

- Mickael, mas pode me chamar de Mike — disse ele estendendo a mão

- Beatrice, mas pode me chamar de Be — disse apertando a mão dele

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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.