Diario De Bordo: The Legend Of Zelda
2 The Misterious Girl
Notas iniciais
Era assustador...
Aqui em outsed island nunca vemos nada fora do normal, e definitivamente, um pássaro gigante, com rabo alongado colorido e penas negras, carregando em suas patas uma garota — até que bonita — provavelmente inconciente.
–LINK! SE ABAIXE!- April pulou encima de mim me fazendo por pouco não ser atingido por uma bola de canhão. Ao olhar para onde ela havia acertado percebi que por onde as bolas caiam, o pássaro rodeava o o local, como se procurasse algo...
–Link! O que está havendo?- Peguei a luneta e olhei para de onde as balas de canhão estavam vindo.
–Navio pirata...-Sussurrei admirado, era enorme, e ele atirava com quatro canhões no pássaro, por fim acertaram o pássaro que soltou a garota fazendo-a cair na floresta no topo da montanha.
–Tenho que ajuda-la!- Eu corri pelo vilarejo procurando a entrada para a montanha, quando a achei a entrada, árvores a cobriam.
–AH MERDA!- Sacudi o caulie das árvore que impediam minha passagem, mas sem sucesso. Tinha que achar alguma arma...o que minha avó dizia?...
"Na idade do heroi, a muito tempo, os jovens eram treinados na arte da espada, mas isso era a muito tempo atrás, agora acho que o unico espadachin na ilha seria o velho Orca."
–É isso!- gritei para mim mesmo, corri para a casa do velho barrigudo conhecido como Orca. Era uma casa de dois andares, o de cima era do irmão do Orca, um intelectual, eu não ia com a cara dele, infelizmente, ele ia com a minha.
–Ola Link.-Me comprimentou o irmão de Orca, um homem velho, com um manto azul, barba branca que ia até as pernas, uma cabeça...enorme, e ele usava um cajado de carvalho, sorri falsamente, ele gesticulou com a mão para mim entrar. Subi por uma corda até o andar da sua casa.
–Ola Link, nossa, você já está na idade do heroi? Como o tempo voa, e para isso deve se ter sabedoria, está vendo esses papeis grudados pelas paredes do meu quarto?- Ele me perguntou.
–Seria dificil não ver...digo, sim estou vendo.
–Eu pesquisei tudo sobre tudo, e agora eu sei de quase tudo, graças a...
Os vasos das estantes cairam com um estrondo e seguidos de um baque surdo, o velho com quem eu conversava se tornou outra pessoa, alguém irritado com um grande vocabulario para palavrões.
–ORCA! SEU FILHA DA PUTA! PARE DE BATER AI EMBAIXO! PORRA!-Enquanto o Irmão do Orca soltava sua raiva no assoalho* eu sem chamar atenção, desci para o andar de baixo. O lugar era similar a um Dojo, e nas paredes haviam varias armas, como arcos, lanças e espadas, no centro estava Orca, um homem alto, magro pelo corpo mas a barriga...dava arrepios, ele segurava um cajado com uma lamina na ponta, assim que me viu se reverenciou, imitei o gesto.
–Ora, como vai jovem Link? O que o trás a minha casa?-Pensei em pedir logo uma espada, mas seu olhar me fez gelar e fechar minha boca.
–De que adianta uma arma se não sabe usa-la?-Meus olhos se arregalaram! Como ele sabia que eu queria uma espada?!
–Jovem Link...-suspirou ele pegando uma espada da prateleira, ele a analisou e lançou para mim.
–Vamos tentar o básico...DEFENDA!-Orca começou a desferir varios golpes com seu cajado em mim, eu não resisti, cai no chão.
–VAMOS LINK! LEVANTE!-Me peguei a espada e cambaleando me levantei, minhas costas doeram e eu soltei um gemido baixo.
–Olha garoto...essa espada carrega a memória de nossos antepassados, espero que usea como eles usaram! Honre a memória deles! Ou jogue-a no chão para não humilha-la mais ainda!
Senti uma onda de raiva tomar meu corpo, apertei o punho da espada e investi contra Orca, o velho defendeu meu golpe, porém a onda de adrenalina em meu corpo me fez dar um golpe na diagonal, desarmando o velho. Segurando o cabo com mais força, a joia cinza na ponta brilhou azul, e assim que eu senti aa adrenalina baixar, dei um golpe em espiral lançando Orca para o outro lado da sala, o velhp se levantou sorrindo orgulhoso.
–Ótimo! Perfeito!-Orca se aproximou e colocou a mão em meu ombro.-Jovem...sei que usará essa espada por um bom motivo, serás honrado! E seu eu estiver errado! Que as deusas me castiguem! Fique com ela.
Meus olhos se arregalaram, gaguejando eu só pude dizer:-S-sério? Muito obrigado mestre Orca!
Me reverenciei a ele e sai da casa carregando minha nova arma. Após uma longa caminhada eu chegui no inicio da montanha, segurei a espada com força, novamente a joia brilhou e eu dei o golpe em espiral, assim cortando as pequenas árvores.
–Consegui...-suspirei, mas senti algo escorrer pelo meu nariz, levei meu dedo até ele percebi...sangue, cai fraco no chão, minha pele ficou palida, olhei para a espada sua lamina voltou a ficar prateada.
–Magia de absorção: "suga a energia vital do portador temporariamente para realizar o movimento, caso o movimento seja ultilizado por muito tempo causa efeitos colaterais..." melhor lembrar disso.
Me levantei e comecei a caminhar até o topo, sempre passando por árvores e cortando mato sempre que possivel, até que eu cheguei na floresta do topo da montanha, lá estava ela, uma garota presa no galho de uma árvore, abaixo dela estava um porco bradando um enorme facão, me escondi atrás de uma árvore.
–E agora?-Me perguntei.-E agora Navi? O que eu fasso?-Navi era uma espécie de consiencia que eu imaginava me acompanhar, como minha sombra, era ridoculo, mas era verdade, agarrei a espada já sentindo minha força sendo drenada, tinha de ser rapido, com um grito de guerra improvisado, ergui a espada e parti contra o inimigo. Ele se virou e bloqueou meu ataque com seu facão. Separei minha lamina da dele voltei com outro ataque, dessa vez, eu o derrubei, com um giro da espada eu cravei a espada no peito do porco. A criatura uivou de dor e sse desmachou em uma fumaça negra.
–Ufa.-suspirei, olhei para a garota. Ela havia acordado, ao perceber a altura, a garota começou a se mover, e o galho a se partir.
–Essa não!- Corri para baixo da garota, quando ela caiu e estiquei os meus braços na esperança de pega-la, porém ela era mais pesada do que eu esperava, e cai junto a ela.
–Essa garota ainda vai me matar...-suspirei, ela ergueu sua cabeça, ela parecia tonta, e caiu em mim novamente, sua testa bateu na minha, e eu tive a chance — e que chance! — de ver os olhos dela, eram azuis claros.
–Onde...onde eu estou?- Ao perceber que ela estava encima de mim ela se levantou bruscamente.
–Aproveitador...-Ela resmungou se levantando, me levantei e decidi tentar falar com ela, mas quando me aproximei ela tirou uma adaga da bainha e apontou para meu pescoço...
Fale com o autor