Diabolik Lovers - Crazy Paradise Castle
9 Chapter Eight - Five ( 18+ )
Notas iniciais
Chapter Eight – Five
O aniversário de Ryo estava cada vez mais próximo. Os vampiros já estavam instalados na pequena casa de inverno privada há dois dias, aproveitando a mudança de clima e a desintoxicação da grande Mansão. Depois que saíssem dessas “férias”, passariam um tempo na Mansão Mukami.
Kaori não conseguia dormir. Virava de um lado para o outro, pensativa. Estava sob o mesmo teto que Teddy e Eri. Enquanto o urso demonstrava seus sentimentos claramente, Eri era misterioso, mas observava atentamente cada detalhe.
Também havia Gin... Ou não? Era uma das perguntas que mais rondavam sua mente. Desistindo de dormir, Kaori levantou – se da cama e foi em direção as escadas. A cada degrau pisado, a escada rangia de uma forma assustadora e alta.
Estava escuro, mas ainda podia ser vista a escura bancada brilhante, a pia, os eletrodomésticos... Durante a noite, a casa inteira ela iluminada por pequenos candelabros e lampiões, tornando – se uma atmosfera acolhedora.
A roxa se encolheu ainda mais no cobertor que levava consigo, para evitar que o frio que entrava pela janela aberta. Enquanto ela se aproximava do balcão, sentiu uma sombra preta puxando – a pela cintura.
Era Teddy. Seus cabelos brilhavam sobre a luz da lua...
E o olho aparente, tão negro, agora exibia pequenos traços de luz viva...
Ele lentamente a envolveu num abraço, que aos poucos, foi se transformando em beijos. Kaori não entendia o que estava acontecendo, mas seu corpo respondia num impulso, sem controle... Ela sentia que estava perdendo sua mente em meio aqueles amassos...
– T-Teddy... – Disse, procurando ar. – P-Pare...
Ela observou os movimentos de Teddy falharem num momento, pausados para encarar seu rosto suplicante.
– Por quê?
Kaori o encarou por um minuto, em silêncio.
– Isso é errado... Meu pai...
– Kanato – sama não precisa saber... – Ele se inclinou, sussurrando suavemente em seu ouvido.
Ela se arrepiou sob seu toque delicado.
– M – mas... – Sua respiração tornava-se cada vez mais irregular conforme os toques em sua cintura iam se intensificando.
Aos poucos, Teddy foi deitando Kaori na bancada. A pedra fria fez a vampira arrepiar-se, mas os toques quentes iam fazendo com que ela não sentisse essa sensação.
– Aishiteru, hime... Você é a única que importa para mim, e eu... – Ele respirou fundo. – Estou sendo egoísta querendo você inteira para mim dessa forma... Vamos parar.
Kaori olhou em seus olhos, que agora adquiriam um tom duro consigo mesmo. O que estava acontecendo? Ela o sequer amava para continuar com essa loucura? Seu corpo respondeu sozinho, inclinando para abraçá-lo.
“Separando nossos dedos entrelaçados,
Movendo dos nossos lábios às nossas línguas.
O que estamos fazendo talvez seja imperdoável,
E é precisamente por isso que estamos tão agitados.”
“Quero que você me abrace forte e teste meu limite.
Por favor, me faça acreditar que isso não é pecado.
Quero que me beije e pinte meu corpo novamente.
Quero me intoxicar e afogar — me no seu charme.”
Era quase como se aquilo não fosse sério. Os beijos continuaram de uma forma lenta e cuidadosa, enquanto ela colocava os braços em volta do pescoço de Teddy, e o mesmo utilizava suas mãos livres para passear pelo corpo de Kaori.
Suas mãos hábeis alcançaram de uma forma delicada seus seios médios, que na maior parte do tempo passavam – se despercebidos pelos babados do vestido. Beijando seu pescoço, facilmente o vestido teve seus nós desatados e escorregou pelas pernas de sua dona. Teddy decidiu se fixar no pescoço, onde ali mordeu.
Suas presas rasgaram a pele macia de Kaori, deixando um rastro de sangue escorrendo. Havia muito tempo desde a última vez que havia consumido sangue antes, e ele estava mais faminto do que nunca. Com uma mão segurando – a pela cintura, e com a outra ele separou delicadamente as pernas de sua amada, que se encontravam cruzadas.
Voltando para a parte superior, Teddy desceu seus beijos para a área mais extensiva dos seios, assim arrancando pequenos gemidos da roxa. Esses beijos acabavam tornando – se chupões marcados, e pequenas mordidas por onde suas presas passavam.
Kaori sentia arrepios e outras sensações correndo por seu corpo como uma rede de raios, que partiam de seu ventre e espalhavam – se numa velocidade incrível. Ao mesmo tempo em que era delicado, ela podia sentir pela forma como seus punhos estavam presos, demonstrando quem estava no controle.
Teddy estava tentando reprimir seus instintos sádicos, que imploravam por um pouco de dor. Ele não poderia fazer isso com a sua hime... Ele, numa tentativa exasperada de tentar aplacar esse sadismo, acabou mordendo a base dos seios.
A mesma teve que morder seu próprio punho, apenas para evitar de gritar alto e acordar seus irmãos que estavam no andar de cima. Kaori tentava controlar o volume de seus gemidos que iam tornando – se cada vez mais altos, implorando por mais daquela dor. A mesma não conhecia essa parte tão masoquista e ao mesmo tempo tão sádica de si mesma. Queria poder soltar – se e beijar seu amado intensamente, mesmo não podendo ser possível.
Teddy olhou fixamente nos olhos arroxeados da mesma enquanto a apertava um pouco contra si. Clic. O sutiã rendado agora era mais uma peça cuidadosamente retirada pelas mãos macias que o urso tinha, suaves como algodão.
A mente de Kaori dava voltas só de imaginar essas mãos percorrendo o restante de seu corpo, amaciando seu interior. Ao perceber que seu sutiã não cobria mais seus seios, a mesma corou intensamente, o que fez Teddy aproximar – se um pouco e beijá-la.
– Você é linda... – Disse em um sussurro.
Isso fez a mesma ficar ainda mais vermelha e arrepiada do que antes. As mãos hábeis passaram a percorrer o corpo de Kaori, que tentava reprimir seus instintos. Teddy delicadamente passou a deslizar os lábios por sua barriga, chegando até as laterais da cintura, onde deixou algumas mordidas bem de leve.
Enquanto os dois comprometiam sua própria decência, agora corrompida pela luxúria, Eri os observava meio escondido na escada, com lágrimas escorrendo pelos olhos. Nem mesmo quando era pequeno e era torturado por seu pai, sentia tanta dor quanto estava sentindo agora. Ele queria berrar, extravasar sua raiva. Agredir Teddy por estar tocando tão intimamente na pessoa que ele mais amava...
Kaori o olhou nos olhos. Um olhar assustado, sem saber como reagir.
Eri saiu correndo em disparada, sem ouvir os berros que sua amava gritava.
Seu nome.
Ele só ouvia a própria dor, as próprias lágrimas, a própria dor.
E ele não olhou para trás.
“O amor não machuca uma pessoa. Ele é apenas um sentimento. É a dor de ser decepcionado, traído e magoado que faz dele muitas vezes a pior arma com que se pode ferir alguém. “ – Mukami Eri.
( Kaori e Sukoshi ♥ Teddy )
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