Diabolik Drunkers
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Yun acordou ainda de noite, Reiji já a deixará a par da escola noturna. Sua cabeça doía, ela procurou entre as garradas vazias de seu ninho de vidro, uma bebida mas não encontrou.
Infeliz, ela se levantou, se aprontando e descendo.
***
POVs Yun
– FALA SÉRIO! Porra! Vocês tem uma limousine! Com uma dessas e uma bebida, viro a bolsa de sangue de vocês!
– Por que uma bebida? Já não tem muitas? — perguntou o Katatua... Kanato!
– Acabaram... — eu choraminguei — Faz tempo que não fico de ressaca e acho que não vou lidar muito bem com isso...
– Isso quer dizer que está sóbria, Bicho-chan? — perguntou Raito com certa surpresa.
– Não me chame de Bich-chan... – tenho quase certeza de que uma aura negra me envolveu ao falar isso, porque eu ainda tinha o canivete na minha bota — Mas, sim, Fagot-kun. É quase isso.
– Toma. — disse o tal de... Ah que se foda o nome dele! — Caiu de sua mala ontem. Acho que é licor de morango. Não acho que você sóbria seja lá boa coisa.
– Valeu, ruivo. — eu falei, estendendo a mão para a garrafa.
– Eu sou loiro...
– Maus aí. — eu confundi ele com o Ayato... Que mico!
– Chegamos. — anunciou Reiji.
***
– Nem longe do meu pai consigo fugir da escola?!
– Quer matar aula comigo?
– Ruivo, você fala a minha língua!
***
– Vai!
Ambos viraram os copos de bebida, sendo Yun a primeira a acabar.
– Ganhei! Yeah, baby! Yeah!
– Droga!
– Quem diria que teria tanta bebida alcoólica numa escola, né? — disse rindo — Vem me ajudar a lavar a louça!
POVs Narradora
Então, Ayato se aproximou, sem fazer barulho, de Yun.
– Nem pense nisso... — ela disse, descontraída.
– Ah! Qual é! Só uma mordida!
– Affs! Só uma... E você é quem vai lavar a louça!
Sorrindo, Ayato mordeu Yun, que se segurava para não gritar.
– Chega... Ayato!... Falei pra parar, Porra! -ela o empurrou — Agora, lave a louça!
– Hai, panqueca!
– Panqueca?
– Hai.
– Tinha nada melhor? Porra! Assim parece que sou gorda, caralho!
Ela examinou seu corpo perfeito á procura de gordura acumulada enquanto ele ria.
*
Ayato tinha a cabeça de Yunna apoiada em seu ombro. Eles observavam a piscina.
– Faz uma eternidade que não nado... — ela comentou.
– Eu nunca entro na água. — ele respondeu.
– Por quê?
– Uma vez... Tentaram me matar afogado...
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