Devoradora de Memória

6 Ressuscitando os mortos. Uma briga até a morte


O vento frio lhe dava a sensação que sua pele estava queimada, e que seus ossos estavam preste a se quebrar como palitos de dentes ,mas, não importava. Pois, tudo o que importava agora era chegar até a casa da colina.

A paisagem branca se tornavam monótona: os pastos ricos coberto por uma camada fina de geada era um deserto gelado e a neblina que cobria metade de sua visão era apenas uma prévia da dificuldade que iria enfrentar.

Estava desarmada , sem nada que pudesse lhe salva, o que lhe trazia conforto era as roupas emprestada de Christine que esquentava superficialmente seu corpo. Ao longe podia se ver uma grande colina, coberta por verde e pingada com vermelho das rosas selvagem que pareciam não se importa com a neve. Um pouco mais distante estava uma velha casa de madeira e na frente estava uma figura de vestido preto longo segurando uma arma cor prata A criatura ao longe esboçou um sorriso cínico no rosto ao vê la, então a criatura gritou:

— Seja bem — vinda a sua velha casa! — Em seguida dando três tiros em direção a garota, que se desviou se jogando no chão.

Gabrielle se levantou do chão sentindo as pernas bambas enquanto encarava a imagem da mulher sorridente.

— O que ouve não quer mais brincar? Disse a outra fingindo desapontamento.

— Quem é você? Gritou Gabriele com toda força que tinha.

— Você realmente não sabe? Que adorável ! Disse a criatura de longos cabelos rindo gostosamente da ignorância da outra, deixando essa atônita.

— Digamos que eu seja sua irmã mais bonita,mais forte. Uma parte desprezada.Porém, uma versão quase melhorada. Mas, para me tornar completa vou ter que acabar com você primeiro. Completou rindo.

— O que !! Gabriele estava na frente da sua outra metade,com quem estava aparentemente todas as sua memórias. Quem vencesse aquela batalha que estava preste acontecer iria ter todo o controle do corpo.Gabriele soube disso instantaneamente assim que a outra se revelou. Por outro lado ela estava com inúmeras desvantagens, a começar sobre estar desarmada e ser uma ignorante no meio disso tudo. A única coisa que sabia era seu poder de devorar a mente coisa que parecia que a bruxa desejava ter. Única vantagem?

— Por que você não vem até aqui !! Gritou Gabriele no mesmo tempo que procurava alguma coisa para se defender.

— E eu achando que tinha ficado com o humor. Disse a mulher em tom bem humorado enquanto descia a colina com um olhar curioso em direção a garota.

— Você realmente é muito fofa. Disse a outra ao ver que Gabrielle segurava um galho grosso pontiagudo nas mãos. — Devo te dizer que apesar da minha aparência não sou um vampiro, embora sejamos parecidos na forma que nos alimentamos.

— Por que não vem mais rápido? Estar com medo? Provocou Gabrielle, apesar que aparentemente era ela que estava. De repente um arrepio correu suas costas.

— Assim está melhor? Sussurrou ao seu ouvido a outra aparecendo bem ao seu lado. Não teve tempo de reagir. Um clarão apareceu a cegando. Estava caída de barriga para cima com sua estaca distante de sua mão. Em sua visão tudo girava. Tudo foi muito rápido.

— Não quer mais brincar, meu amor? Disse a bruxa cortando os pensamentos da garota que estava desnorteada . Em todos os lados apenas neve e um vasto pasto de solidão. “ O que eu faço agora?” Se arrastando Gabrielle foi até a estaca.

“ Isso é inútil. Que chances eu tenho?” pensou a jovem segurando a estaca enquanto se levantava lentamente e lutava para não chorar. “ Não posso morrer. Não posso morrer agora e nem aqui.”

— É hora do show!!! Gritou a bruxa fingindo tocar uma guitarra. Antes que Gabrielle pudesse reagir a bruxa apareceu a chutado no estômago em seguida apareceu novamente na sua frente a socando. É assim sem dar a menor chance de defesa continuou, aparecendo e re-aparecendo. Da direita para esquerda e vice-versa, ficando toda uma tarde assim.entre escandalosos risos e atormentadores gritos de dor. Até que finalmente sem força Gabrielle desmaiou sentido o gosto de ferro na boca enquanto rezava para que alguém tivesse compaixão dela e a iluminasse de alguma forma mesmo sabendo que no fundo não merecesse.

Uma criatura horrenda. A imagem da estranha apareceu em sua mente como águas agitadas. O modo como ela correu e a arremessou contra a parede. Aquilo foi surreal. O modo que Gabrielle se sentiu quando quase matou a boa enfermeira, e logo ter matado a estranha enfermeira. Se sentiu revigorada forte, incrivelmente forte.

Seus olhos negros se abriram lentamente sentindo a presença da outra bem ao seu lado, sentindo algo quente devorando suas entranhas no mesmo instante em que se sentia revigorada.

A bruxa se aproximou da garota se encurvando para encará-la.

— Vejo que está acordando… Porém antes que terminasse de falar uma mão segurou seu pescoço. Quanto mais se debatia mais a mão ficava dura como aço. Lentamente a garota foi se levantando até está de pé suspendendo a outra pelo pescoço.

— Isso é injusto eu que deveria ser total,não você.!!! Gritava a bruxa enquanto a fumaça saia de sua boca e olhos junto com sua vida, e aos poucos murchando. Terminado Gabrielle simplesmente lançou o saco de pele no chão. Algo dentro de si havia mudado. Se sentia fria, forte, suas memoria tinham voltado como uma avalanche em cima de sua cabeça. Agora sabia quem era. Todos a odiavam? O que seria dela agora? Para onde ir?

— Minhas roupas. Disse ela ao perceber que estava vestindo roupas rasgadas e sujas de sangue. Sem o menor remorso tirou o vestido preto que a outra vestia e a usou.

— Espero que não se importa, querida. Disse Gabrielle ou Lilith para o corpo seco no chão enquanto calçava as botas.

— Agora para onde ir? Perguntou a si mesma, em seguida botou o dedo indicador na boca tirando logo depois o botou acima da cabeça, apontando para o céu. Sentido em que direção o vento seguia a garota de vestido negro sorriu. Pegando as duas armas, ela seguiu a sua jornada desconhecida . . .

Muito distante dali as árvores se agitavam com o uivo da fera que caçava incessantemente sua valiosa presa. Algumas vezes a besta deixa que o homem controlasse a caçada, ao ponto de serem levados a velha cabana da colina onde encontraram os restos queimados do que parecia ser sua presa. Entretanto a besta notara que era apenas uma pele, Então soltou um uivo de raiva. Sua presa havia mudado de pele se tornando mais forte.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.