Deveriam proibir a venda de café
2 Paranóias do dia a dia
Meu nome é Vincent, tenho 16 anos e uma insônia profunda que me traz alguns problemas que você nem imagina. Provavelmente o meu vicio pela cafeína seja o problema mas eu cheguei a evitar por um tempo e foi inefetivo, me levando a crer que seja algo crônico. Nesse momento você deve estar se perguntando se isso é realmente algo grave, espere mais algumas páginas que vai perceber que o buraco é muito mais embaixo.
Vou começar contando sobre meus problemas relacionados ao café. Certo dia ao me embriagar com esse liquido maldito me senti confiante para enfim declarar o que eu sinto para July, mas no meio do caminho eu mesmo me dei um tapa e disse não. Isso mesmo que você leu, eu simplesmente tive uma alucinação e quando dei conta eu estava falando com uma arvore, e aparentemente ela tinha me rejeitado. Eu confesso que gostaria profundamente que isso fosse invenção mas infelizmente aconteceu. Ao sentir o cheiro de café eu já perco o controle e meu lado selvagem toma conta de mim e acaba com tudo. A pior parte do meu vicio é que eu começo a dançar, é a coisa mais ridícula que existe, meu corpo desengonçado faz movimentos que eu jamais faria em sã consciência, os vizinhos me olham com aquele sorriso acompanhado de uma cara de pena, como se estivessem olhando um drogado na rua, e realmente estão olhando. Eu sou uma pessoa que na maioria das vezes é tranquila mas quando eu acho que estou com a razão eu fico irritado e mudo meu temperamento, viro um nervosinho. Eu moro apenas com minha mãe, já que meu pai fugiu com uma vagabunda. Ele não me procura e isso não me deixa triste, minha mãe se desdobra pra fazer tudo por mim, mas algum dia ela vai me matar porque eu acabo com o café assim que ela faz. Ela já tentou me levar em um psiquiatra mas desistiu quando eu fingi que ia parar, sou um mau exemplo crianças, respeitem suas mães. Eu disse a ela que ia controlar meu vicio mas eu apenas me controlo quando ela esta em casa, se eu estiver sozinho eu não consigo. Agora chega de falar da minha vida insignificante, agora vou contar pra vocês quando que esse vicio mudou minha vida por inteiro e me transformou em outra pessoa.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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