Desventuras Em Hollywood
3 Capítulo 3 -
Notas iniciais
MASUQ? NÃO TO CRENO NO QUE EU TO VENO! Adivinhem quem era a celebridade da minha festa. Chutem. Um pouco óbvio. Por ser uma celebridade eu já estava com raiva, imagina essa celebridade! O idiota Edward Cullen. Saiu do seu volvo prata que era dirigido pelo seu motorista, e chegou na festa.
– Cadê o povo?
– Ainda está para chegar! — quicou Alice — Você chegou cedo demais! — na mesma hora ela pulou para o lado dele tirando várias fotos em três segundos e ele resmungou. — Me dá um autógrafo?
– Claro, claro. — sussurrou com descaso, pondo a mão nos cabelos. Ah, filho de uma puta! — e quem é a aniversariante?
– É essa aqui. — Alice apontou pra mim. Ele acompanhou com o olhar o dedo dela e arregalou os olhos. — Você?
– Não, Cullen, sua avó. Dá pra ir embora da minha festa? — sorri sarcástica e ele respirou fundo, com os olhos fechados. E os abriu novamente.
– Querida, seu pai está me pagando para ficar aqui, não acredite que eu queira. Tenho mais coisa pra fazer.
– Pode parar de ser arrogante, seu merda! — Alice disse com seu típico ataque de mãe, dando um peteleco na cabeça de Edward Cullen.
– Mas o que você tá...
– QUER LEVAR BOLSADA? — disse a surtada.
– Não... não, obrigado. — sorriu querendo ser convincente.
– Fecha o cu, Cullen.
– Só se você fechar primeiro. — e saiu desfilando em direção ao barman. Ri do idiota. Então, uns amiguinhos da república começaram a chegar, nada muito interessante. Me deram os parabéns e, depositaram o presente num enorme balde de por os bagulho. Agradeci né. A festa agora estava com trinta pessoas. O DJ decidiu que era pra começar a tocar (escutem). Tentei esquecer o Edward Cu da festa porque não ia dar esse gostinho de vitória a ele. Fingi que ele não existia. Peguei uma bebida no barman e fui dançar a música que contagiava. Edward estava perto da entrada, sentado num banco enorme, entediado. Quando as pessoas chegavam ele as abraçava, beijava na bochecha e tirava foto com elas. Fingia bem. Deu vontade até de bater palma. Afinal, ele era ator... Comecei a pular como todo mundo e depois de um tempo me virei e vi Emmett, tentando encantar uma garota.
– Por favor gatinha, me dá uma chance... Não vai se arrepender.
– Já disse que não, dá pra parar de me encher? — os olhinhos do Emmett abaixaram, olhando pro chão. De repente minha raiva pela puta surgiu. Deixou meu Emm triste, vai se ver comigo.
– Emmett, não liga, você é muito areia pra caixinha de fósforo dela. Gostoso, bonito, tem pegada, manja nos arroxa, forte, musculoso.. Você deve ser é lésbica, viu linda. Vamos Emmett. — o puxei e ficamos dançando. Só Emmett e só Bella. Emmett ainda ia deixar de ser tão sensível, eu ia tirar isso dele. Assim como foi arrancado de mim. Porém, longa história então quando eu tiver mais sentimental eu conto. De repente, meu corpo todo parou. Meu sangue pulsava mais rápido e meu coração batia como a música que estava tão alta que deixava a impressão que o chão tremia. Gale. Gale Hawthorne estava aqui. Puta que pariu, esse garoto mexia com meu emocional. Gostoso, lindo, gentil, adorável e amável. Ele era doce e quente ao mesmo tempo, brincalhão e sério, homem e solteiro. Hmmm, posso tirar uma casquinha, sou aniversariante dessa porra toda mesmo.
– Por favor, você não tem essa potência. — sussurrou um idiota no meu ouvido. Pulei no lugar e virei pra trás.
– Tá doido, Cullen?
– Duvido que você se agarre com ele, Isabella... Ele está em outro nível.
– Ah, é? E você vai estar em outro solo senão ficar calado. Talvez no inferno, seu completo idiota.
Ele riu e eu irritei-me mais ainda. Saí desfilando e Gale estava sentado num balanço, só que sem se balançar. Dancei um pouquinho pra me amostrar, claro..
– Qual é, veio pra se balançar? — eu disse tímida, e sentei no balanço ao lado.
– Não, não, não é isso. — ele sorriu de canto e olhou pra baixo. — É que eu sou assim em todas as festas. Gosto de frequentar, mas tenho vergonha de interagir.
– Ah, vamos lá! Vou pra pista com você, estou me auto-convidando. — ele riu baixinho. — Aceitaria uma dança? — disse estendendo a mão. Ele tocou na minha e eu senti sua mão, macia e quente. O levantei e o arrastei até onde todos dançava... ESPERA UM POUCO. AQUI JÁ TINHA UMAS 140 PESSOAS! Mas eu não podia surtar nem gritar agora. Não podia puxar Alice pela orelha e insultá-la de todos os xingamentos e deixar Gale. Eu tinha conseguido conversar com Gale! Coloquei meus braços do lado do seu pescoço, rodeando-o. Fiz o mesmo com os seus e começamos a pular. Ele soltou uma risadinha. Eu pulava pra um lado e para o outro, fazendo palhaçada. Ele botou seus braços em minha cintura e ficamos balançando os quadris pra direita e pra esquerda, rapidamente. Seus olhos eram brilhantes, e sua boca muito vermelha. Empinei um pouco a bunda e continuei pulando. Dava pra perceber que meus seios pulavam junto e ele olhava querendo disfarçar. Então ele deu uma tossidinha e pulou antes que eu notasse. Mas eu notei. Pois é. Peguei no seu cabelo e fiz carinho bem rápido. Quando a música terminou, eu e Gale nos encarávamos ligeiramente e nós dois enrubescemos. Ele era tão fofo! Cheguei mais perto para ver seu rosto em mais detalhes. Baixou o espírito do capiroto e ele apertou minha cintura com suas duas mãos enormes fortemente, me puxando mais pra perto. Ofeguei quando meu corpo bateu com o dele, o impacto foi forte e gostoso, se devo acrescentar. Ele colocou uma mão nos cabelos perto da nuca e puxou, dando um beijo caloroso em seguida. Puta que pariu em! Acho que gozei! Depois do beijo perfeito, olhei em volta. Havia mais de 400 pessoas aqui. Eu iria matar Alice!! E então olhei pra Gale, que tinha o olhar de desculpas. Balancei a cabeça levemente como quem diz que tudo estava bem. O puxei pela mão e fomos pros fundos da casa, onde havia uma grama e vários lençois numa mesa. Puxei dois e mais um, e coloquei na grama, fazendo Gale deitar comigo.
– Bem melhor assim, não é Gale?
– Com certeza. — ele puxou o terceiro lençol, colocando sobre nós em seguida.
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