Destiny : Aniquiladores da Treva
3 #3 O Cosmódromo
Chegamos ao Cosmódromo russo e Cayde disse para descermos da nave e se preparar para qualquer conflito com os Decaídos.
– Nossa missão é a seguinte : localizar o local do pouso forçado que um Guardião teve que fazer e se possível, resgata-lo. — disse Cayde.
– Sim senhor. — dissemos todos juntos.
Descemos da nave e fomos até as Estepes, que foi a região do acidente. Chegando lá, encontramos a nave totalmente destruída e pegando fogo, mas ela não estava ali sozinha, havia um grupo Decaído perto dela saqueando qualquer coisa que compreendiam. Chamei a atenção de nosso grupo para bolar uma estratégia para matar nossos inimigos, na estratégia que bolamos, precisamos apenas de mim e do Doug , ele jogava uma granada, e eu matava o resto com meu Rifle de Precisão.
A estratégia deu certo e os Decaídos foram eliminados. Agora fomos em direção da nave destruída para coletar qualquer tipo de informação que o Fantasma conseguir escanear. Conseguimos algo, era uma pequena base subterrânea que tinha informações sobre o local bem perto do local do acidente. Pois bem, conseguimos entrar no lugar para conseguir mais escaneamentos, mas dessa vez, também ativamos os radares de nossos capacetes para detectar atividade inimiga próxima.
– Ok, e agora, o que fazemos? — perguntei para o grupo.
– Agora vamos ver o que temos aqui em baixo dessa escada por que ouvi um barulho vindo daqui. — respondeu Jenny com um pouco de curiosidade.
Assim que Jenny tirou a grade que havia ali, um Guardião saiu dali de dentro com uma faca na mão. Com certeza não tinha a melhor ideia do que estava acontecendo e estava dormindo.
– Não atirem! Sou um Caçador, meu nome é Bruno! — gritou o Guardião com medo.
– Saindo de um lugar daquele jeito com uma faca na mão não é bem uma boa ideia quando se tem medo, sabia? — eu disse com um tom de sarcasmo e rindo.
– Hahaha, muito engraçado... Não foi você que teve sua nave derrubada por um Skiff Decaído e que perdeu as suas armas. — respondeu Bruno. — a propósito, tem um Arconte á nordeste daqui, na Doca 13, querem ir matar ele? Pode ser um bom começo se pretendemos recapturar esse local, mas antes tenho que vasculhar minha nave em busca de minhas armas, ok? — terminou ele.
Todos concordamos, e seguimos ele até a Doca 13.
Quando chegamos na Doca 13, haviam alguns rebaixados guardando o lugar e um buraco enorme na parede, parecia até uma casa de tão grande que era. Todos checamos nossas munições para o combate e então começamos a atirar, fui o primeiro a fazer isso, estava com vontade de atirar em algo, afinal, eu não fazia isso há séculos, morri em 2067 e em que ano estamos? 2900? 3100? Ninguém sabe ao certo. Descarreguei todo o pente naqueles rebaixados, ele não era muito grande, tinha 13 balas. Assim que o último rebaixado gritou, escutamos um rugido vindo do buraco na parede.
– E aí vem o Arconte! — disse Bruno.
– Merda... — disse Cozy e Doug juntos.
Ele tinha uns sete ou mais metros de altura, quatro braços e parecia carregar uma escopeta. Começamos a atirar nele sem parar, até que ele chamou reforços, vários rebaixados,vândalos e Capitães apareceram no local, tivemos que buscar cobertura e dividir fogo entre o Arconte e seus seguidores. Foi uma luta intensa, mas conseguimos levar a vantagem e matar os Decaídos e deixar o Arconte ferido seriamente, de tanto atirar no grandão, ele perdeu a armadura das pernas e uma parte de seu capacete, ele tinha ficado atordoado e um líquido branco vazava dos buracos de balas que fizemos nele. Com ele no chão e quase morto, Bruno segurou seu canhão de mão e subiu em cima dele.
– Isso é por minha nave, seu Demônio. — disse Bruno puxando o gatilho e atirando em sua cabeça matando-o.
– Wow, me lembrem de nunca mexer com esse cara... — Disse Jenny de um jeito sarcástico.
– Certo pessoal, já cumprimos nossa missão e até um pouco mais aqui, vamos para uma área aberta e pedir extração o mais rápido possível.
Quando a nave chegou, entramos nela e comecei a pensar sobre como era bom voltar para a ação, afinal, a vida é chata sem ela. Após ficar lembrando de meu tempo e suas guerras, decidi dormir um pouco para repor as energias.
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