Destinos diferentes
2 Entrelaçados
Notas iniciais
Carregar um bebé, procurar comida, etc. É muita confusão para uma pessoa que quer salvar um reino. Mas isso importava? Não! Salvar aquela criança já era o suficiente para mim, e apenas faltava alguns dias até encontramos o rio de divisão, mas aquela criança me punha lágrimas nos olhos, lágrimas que apenas um pessoa com noção do que passara ou sofrerá iria perceber. Pensando assim o Angues trava quase deixando-nos cair, mas eu logo comecei a gritar com ele mas o bebé acordou e começou a chorar, eu já estava fula o suficiente; desci do cavalo e comecei a pensar em alguma forma de chegar mais rápido ao rio e de repente vi uma chama do destino e fiquei contente só que o Angues me pareceu que não.
— Angues vamos, temos que chegar ao rio o mais depressa que conseguimos
Mas ele só resmungava, tirei uma maça da minha bolsa trazendo o Angues até mim, mas ele não queria. Por isso atirei ao lado dele e continuei a pé.
Eu continuava a seguir. De repente a chama desapareceu, fiquei totalmente fraca e caí no chão quase desmaiada com a criança entre os meus braços; quase a fechar os olhos apareceu alguém e depois tudo ficou negro.
(P Valka)
Caminhava entre as rochas, e ouvi um bebé a chorar… Fui a correr, ao chão encontrei lá a criatura e uma linda menina; parecia ter mais ou menos dezoito ou dezanove anos de idade. Ela ainda estava acordada mas depois de alguns segundo ela adormeceu. Carreguei o bebé e fui a correr para socorrer a pobre moça.
Quando cheguei, entreguei o bebé em alguém, depois fui chamar o Hiccup.
— Hiccup vem comigo
— Onde mãe?
— A mãe deste bebé está em perigo
— Como assim
— Sei lá Soluço, tens de vir…
Fomos, e quando chegamos ela ainda estava lá a linda menina, Notei que o meu filho ficou admirado talvez por ser uma mãe tão nova ou pela sua beleza… Ele carregou a rapariga em seus braços e eu o seguia.
(P Hiccup)
Depois chegamos e a poisei na minha cama, eu sentei em uma cadeira enquanto a minha mãe iria buscar um pouco de água e o Desdentado iria proteger a porta.
Depois de algumas horas ainda lá estava eu! De repente a menina acorda e coloca uma mão por cima da cabeça, aquela beleza nunca virá em nenhum lugar ou se compara: Os seus olhos eram azuis- oceanos, cabelo ruivo-fogo, seus lábios eram rosas um rosa de uma flor quem perdi o nome, suas faces eram avermelhadas como maçãs vermelhas digo; sua cara tinha algumas sardas… Realmente ela era linda, mas era pena que só faltava dois dias para eu partir. Enquanto assim pensava a minha mãe apareceu e a viu acordada.
— Desculpa menina?
Ela espantou-se e depois mostrou um sorriso:
— Vocês são Vikings?
— Sim somos…
— Onde está o bebé?
— O seu filho, estão a cuidar dele
— Eu não sou mãe dele
— Mas encontramos-te deitada com ele aos seus braços
— Acho melhor contar do início. Eu sou a princesa de Dunbroch e o meu reino foi escravizado, por uma cavaleiro ou qualquer coisa que seja aquilo. Vi até aqui para vos pedir ajuda
— Claro, mas antes de entramos em uma guerra precisamos de tempo
— Ainda não contaste como achas-te o bebé- diz a minha mãe mostrando um sorriso
— Andava eu a procura do rio de divisão… Ouvi choros e foi a procura da causa, e lá era estava ele
— E como gostaria que ele se chama-se?
— Se fosse meu o chamaria Valente
— Lindo nome! E falando em nome chamo-me Valka, e ele é o Hiccup o rapaz que te salvou!
— Eu chamo-me Mérida e tenho dezoito anos
— Bom eu tenho vinte anos já a minha mãe tem sessenta
— Ele está na brincadeira, tenho quarenta!
Ela começou a rir e nós também. Depois de alguns minutos a Astrid venho, com o bebé entre os braços com lençol limpo. Ela soltou uma gargalhada que emocionava.
— Olá
— Olá menino lindo
— Ficaria muito bem se fosse de vocês os dois Hiccup- Diz a menina a Astrid
Ela ficou corada e eu também, ela pegou na orelha sorrindo e depois de alguns segundo também coloquei, não sei porque mas foi um impulso. De repente ela levantou-se e entregou o Eric a minha mãe, e começou a caminhar em direção a janela observando o por do sol… E de repente ela começou a chorar, escorregando sobre a parede, eu logo levantei enquanto a minha mãe iria dar de comer na pobre criança (o bebé) desnutrida e a consolaria.
— Mérida?
— Eu nunca quis isso no meu reino, só queria guiar a minha própria vida
— Do que estais a falar?
— Já transformei a minha mãe e os meus irmãos num urso, porque nunca quis casar… Agora isso porque quis ir embora
— Como assim
— Eu quis ir embora, procurar e viver outras aventuras, mas com isso…
— Apareceu ele
Ela começou a chorar ainda mais, abraçando-me, o meu coração começou acelerar. Eu apoiava-me na parede e ela estava entrelaçada em minha pernas com a cabeça sobre o meu peito, sentia o calor do seu corpo assim como o sol, sentia o seu cheiro assim como Jasmin, sentia a sua pele assim como as plumas de uma ave rara… Eu estava completamente apaixonado, enamorado e encantado por ela, eu não sabia o que fazer.
(P Mérida)
Eu estava com medo e ele estava lá, eu ouvia o batimento do seu coração que era como canção de ninar nunca antes ouvirá, era o mesmo batimento do peito da minha mãe. Sentia-me única mas continuava vazia, até que ele me abraçou dormindo, suavemente.
Nunca pensei que estar apaixonada era assim, esta abraçada alguém, a um rapaz. Em muitas histórias do reino que a minha mãe me tinha contado, avia sempre um romance, um amor que eu nunca prestará atenção. Mas o meu era um amor diferente, apenas o vi e logo não sei; eu já nem sabia o que sentia apenas… sentia.
— Hiccup?
— Sim?
— Posso pedir-te um favor?
— Claro
— Já estou só, nunca me deixes
— Eu prometo
Bom ótimo daquele momento, é que apenas sussurrava-mos, e depois nos abraçávamo-nos, isso era o melhor «Nos entender».
Era manhã, o sol batia na minha cara, levantei e fui até a janela e via lá imensas coisas enormes a voar, e comecei a gritar a procura das minha flechas e do meu arco, mas lá vinha a Valka a gargalhadas.
— Tem calma Mérida, são apenas dragões
— DRAGÕES? ESTÁ A BRINCAR COMIGO?
— Não grites se não tu assustas as crias
— Vocês dão-se bem com essas coisas?
— Essas coisas não querida, porque eles vivem tal como tu e eu
— Eles não vos comem?
— Não! A cinco anos que nos damos bem com eles, pelo menos o Hiccup
Eu sorri e lá estava uma menina loira, a que tinha trago o Vaçente até mim diante da porta, vendo o meu vestido rascado entre as mangas
— Olá eu sou a Astrid
— Eu sou a Mérida
— Valka os dragões estão precisando de si
— Bom Mérida, deixo-te com a Astrid- de seguida dando-me um beijo na testa
— O teu vestido está todo rasgado
— Sim caí muitas vezes
— Nós não temos vestido mais temos pele de animais e…
— Por favor não, já tenho que aguentar o meu pai com a pele do mor´du
— Mas não dá para ires assim
— Vocês criam ovelhas?
— Sim mas fazemos mais roupa com pele de animais e as ovelhas são para jogar!
— Pega-me uma agulha e tenta rapar…
— Já entendi o que queres
(P Astrid)
Estava a gostar da menina, confesso que no início fiquei com um pouco de ciúmes, pois eu e o Hiccup estivemos juntos, mas sinceramente gostei dela, e achei magnífico e corajoso o que ela estava a fazer pelo seu povo…
— Mérida diz-me uma coisa!
— Sim?
— Tu gostas do Hiccup?
De repente ela pica-se com a agulha e caí uma gosta de sangue na pele do animal, ela coloca o dedo na boca, e eu puxo a agulha e a pele e continuo a cozer no seu vestido.
— O que dizes? Eu nunca irei casar!
— Como assim? Nunca pensaste em casar, ter filhos e…
— Nunca me importei muito com isso
— Então porque?
— Não sei, quero continuar a ser livre
— Sabes eu já estive junto com o Hiccup, e digo-te que ele é muito aventureiro
— Nos conhecemos á pouco tempo
— Eu entendo. Olha já acabei
— Onde me posso trocar?
— Aqui hora!
— Tu reparaste que aqui tem uma janela enorme e não tem…
— Já entendi
— Vou buscar os meus sapatos
O Hiccup de repente entrar sem reparar na Mérida com a palavra na ponta diretamente dirigindo-se para mim, a Mérida saí com a toalha enrolada a volta do seu corpo e vê o Hiccup e ele a ela. Ele fica todo vermelho e ela desata a gritar.
— Desculpa, por favor para
— Hiccup saí
— Mas o Perna- de- Peixe precisa da tua ajuda
— Eu vou já. Pega uma das tuas peles de animal e tapa a Mérida
— Mérida peço imensas desculpas
— Não fiques aí especado olhando para mim
Eu saí do quarto e desatei a rir, esse tipo de coisas nunca tinha acontecido antes em Berk. Levantei e tentei segura as gargalhadas e fui ter com o meu dragão.
(Hiccup)
Depois da Astrid ter saído eu fui a correr no meu quarto e tirei um casaco de pele de animal de uma cadeira e voltei para o quarto onde a Mérida estava. Via sentada com o seu vestido na mão e os seus sapatos calçados, fui em sua direção e coloquei em seus ombro o meu casaco e depois estendi a minha mão e ela a segurou; a levantei e disse:
— Vamos para o meu quarto…
— Desculpa?
— Não eu quis dizer para ires ao meu quarto para tu te trocares
— Muito obrigado. Mas aproxima vez que tentares entrar no quarto de alguém bate a porta
— Oh isso! Peço desculpas
Eu e ela começamos a rir, eu afastei-me e saí do quarto esperando ela trocando-se.
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