Destinos Eternos
2 Cap. II
Notas iniciais
Ares ainda estava digerindo a notícia, ele não poderia negar, ele havia gostado da ideia de casar-se com a Deusa, mas percebeu que a Deusa não tinha gostado da profecia, então ele resolverá que não iria demonstrar que estava feliz e satisfeito com a decisão do oráculo para seus futuros.
Ares trajava uma calça preta, usando um colete em couro, que realçavam seus músculos bem definidos. O Deus bebeu um cálice de vinho e sentou-se em seu trono, observando algumas oferendas que haviam sido deixado para o mesmo, ele olhava fixamente alguns mapas que estavam presos a parede e começa a pensar por onde deveria começar seus ataques, ele não era inconsequente como muitos achavam que ele era, ele era bruto e até mesmo sanguinário, mas o Deus pensava e projetava suas batalhas, obviamente, não como Atena, mas ele pensava...
Depois de um longo período pensando em suas batalhas futuras, pensando qual povo mereceria sua ajuda, o Deus sentiu um perfume de rosas invadir o local. Era o melhor perfume do mundo e Ares sabia muito bem a quem pertencia aquele doce aroma, ele se virou a percebeu Afrodite parada atrás de seu trono, vestindo um vestido azul brilhoso e uma sandália de alto preto, com seus cabelos ondulados até a cintura soltos, a Deusa jurava que viu os olhos de Ares brilharem ao vê-la ali, mas preferiu pensar que era loucura sua.
Afrodite sorriu de leve e logo falou:
– Gostaria muito de conversar com você, Ares! – Sua voz saiu como se fosse um sussurro, soava como a melhor melodia aos ouvidos do Deus da Guerra.
Se existia no mundo que pudesse balançar o coração de Ares era ela, a doce e apaixonante Afrodite, mas a dúvida que pairava em sua cabeça era se ela um dia amaria ele, como ele amava-a.
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