Notas iniciais
Leiam as notas lá embaixo... boa leitura...

Edward saiu do quarto por uma porta que estava aberta, se escondeu vendo Aro que gritava trocando tiros com Emmett, Edward o viu de costas rosnando com raiva.

Aproximou-se dele lentamente, Emmett o viu de onde estava escondido e parou de atirar não querendo acertar o amigo.

— Solta a arma — Edward disse duro pressionando o cano de seu revolver na nuca de Aro.

Aro jogou a arma no chão, levantando os braços e se virando para Edward.

— Ora, ora se não é o Cullen — ele disse com desprezo.

— Você vai pagar por tudo que fez Aro — Edward disse com raiva.

— O quê? Vou para cadeia de novo? Não vai demorar muito até eu achar outro guardar para subornar e conseguir sair dali — ele falou convicto.

— Não — Edward sorriu cínico.

— O que então? Você vai me matar? Eu sei que você não vai, não tem capacidade para is...

Edward acertou um tiro certeiro no meio de sua testa. O corpo de Aro Volturi, finalmente caiu morto no chão, o sangue escorrendo e sujando o chão.

— EDWARD, EDWAARD — o sangue de Edward congelou com ele ouvindo o chamado desesperado do amigo.

Correu desesperado para a entrada do galpão, encontrando seu amigo, agachado no chão, segurando a mão de sua esposa que estava deitada.

— Bella, Bella, amor você está bem? — ele perguntou desesperado agachando ao lado dela.

— Está doendo, está doendo muito — ela disse com uma expressão de dor. Ouviram barulhos de carro, Benjamim chegando com mais duas viaturas.

Edward pegou Bella no braço. Sem dizer nada, Emmett abriu a porta traseira do carro.

— Hospital, rápido — foi tudo que ele disse beijando a cabeça de Bella que chorava baixinho agarrado ao seu pescoço.

Edward entrou desesperado no hospital Bella estava pálida e não para de gemer de dor, ela foi colocada em uma maca e levada para a sala de exames. Ele foi impedido de entrar, as horas que se passaram foram as mais angustiantes para Edward. Seus pais, sogros chegaram, mas Edward não falou nada, apenas repedindo seu mantra mentalmente que tudo ficasse bem entre eles.

Finalmente o médico apareceu, ele estava acompanhado da doutra de Bella que Renée havia chamado.

— Minha família está bem? — Edward perguntou se levantando, olhando para a médica.

— Sr. Cullen. Bella chegou aqui um pouco desidratada, com contrações e estava começando a ter dilatação.

— Mas ainda não está na hora deles nascerem — Renée disse preocupada sendo abraçada por Charlie.

— Sim não está, mas pode acontecer devido ao estresse que ela sofreu. E do impacto do chute que teve em sua barriga, Bella me disse isso.

— O que aconteceu? — Edward perguntou logo de uma vez. Faria questão de ressuscitar Aro e mata-lo outra vez, se algo acontecesse com eles.

— Nós demos medicamentos e conseguimos parar as contrações, se os bebês nascerem agora eles provavelmente não resistirim, mas eles estão bem, ouvimos os três coraçãozinhos batendo — ela disse com um sorriso.

— Bella também?

— Sim, ela está bem, agora, está descansando, sua pressão se estabilizou. Mas agora ela está de repouso absoluto, qualquer esforço pode adiar o parto, é importante que Bella complete pelo menos a trigésima sétima semana de gestação, segurar o máximo que conseguir.

— Eu posso vê-la? — ele falou um pouco aliviado.

Tudo ficaria bem. Seus filhos estavam bem. Sua mulher estava bem. Sua família estava bem. E apesar dele ter acabado de matar um homem ele estava bem. Todo o peso saiu de suas costas. Ele não se sentia um assassino, sentia-se alguém que defenderia sua família com unhas dentes, capaz de fazer qualquer coisa com alguém que ousasse machucar algum deles.

— Claro, mas um por vez.

Bella abriu seus olhos assim que a porta do quarto se abriu, ele se aproximou dela lentamente.

Suas mãos se tocaram e eles respiraram fundo.

— Ed — ela sussurrou baixinho, os dedos dele deslizando em seu rosto.

— Shi... — ele falou pressionando seu polegar nos lábios dela — Não vamos conversar sobre isso agora, você não pode ficar nervosa — ele disse delicadamente — Depois, o que importa agora, é que você está aqui e que nossos filhos estão bem — completou acariciando a barriga dela sentindo um movimento suave.

— Pensei que fosse perde-los — ela disse tristemente.

— Mas isso não aconteceu, eles vão nascer fortes e saudáveis no momento certo — Edward disse confiante, se inclinou colocando seu ouvido na barriga de Bella — Crianças aqui é o papai, por favor, se comportem aí dentro, mamãe precisa de repouso para que você possam nascerem com saúde e força. Papai ama vocês — ele disse beijando três vezes a barriga dela.

— Eu te amo — ela disse baixinho, uma lágrima correndo por seu rosto — Sabia que você ia nos encontrar.

— Eu te amo mais ainda minha pequena, nunca que deixaria vocês na mão daquele filho da puta — Edward disse beijando sua testa.

— Aro ele...

— Eu o matei, Bella. E não me arrependo disso.

— Nem eu — ela disse um pouco aliviada — Mas ficará tudo bem com você?

— Sim, Emmett já alegou que foi em legitima defesa, nada de ruim vai acontecer comigo, não se preocupe com nada mais, apenas com a sua saúde e com os nossos filhos.

Ela assentiu e os lábios deles se tocaram em um beijo inocente, sem língua.

Finalmente eles teriam um pouco de paz.

As próximas semanas que se passaram foram angustiantes...

Edward não deixava Bella fazer nada, havia até comprado uma cadeira de rodas para ela andar, permitindo ela sair de casa só nela. Também mudou seu quarto para o quarto de hóspedes que ficava embaixo, quando Bella queria subir as escadas, Edward a levava primeiro à cadeira, depois Bella no colo.

Às vezes quando Bella estava mal humorada brigava com ele, mas entendia que era para o bem dela e dos bebes.

Ela vivia com tesão também, mas a médica disse que era melhor eles não terem relações até os bebês nascerem.

— Argh — Bella disse se remexendo na cama, mas uma vez no ultimo minuto.

Sem dizer nada, Edward fechou o livro que lia e se levantou ajudando ela a levantar e indo com ela até o banheiro pela quinta vez na última meia hora.

— Eu não aguento mais isso — Bella disse chorosa, acariciando sua barriga enorme, maior do que qualquer uma que ela já tinha visto.

O que foi surpreendente já que depois do que aconteceu todos pensavam que os bebes não iriam querer nascer mais cedo, mas Bella havia acabado de completar 30 semana e os trigêmeos seguiam firme e forte em sua barriga, o que era surpreendente já que normalmente os trigêmeos nasciam antes, mas Bella estava feliz de que havia conseguido segurar até agora.

Edward suspirou, passando a mão na barriga dela, sentindo nenhum movimento, eles deveriam estar dormindo. Beijou a bochecha de sua mulher.

— Calma minha pequena, quando menos esperar estaremos com três bezerrinhos aqui entre nós — ele disse acariciando o cabelo dela.

Bella desceu sua mão forte no peito dele.

— Ai — ele chiou.

— Você acabou de chamar nossos filhos de bezerrinhos? Edward. Cullen. Nunca mais olhe na minha cara — ela falou brava — Saia daqui — ela disse.

— Não, amor, perdoe, foi só um modo de falar. É claro que eles não são isso. Eles são as coisas mais fofas e lindas desse mundo assim como a mãe deles — ele disse suavemente dando um sorriso torto derretendo o coração dela.

— Eu sinto sua falta — ela disse acariciando os cabelos dele.

— Eu também meu amor. Mas assim que acabar seu resguardo vamos estar juntos novamente — ele prometeu beijando os lábios dela suavemente.

Ah, se fosse assim tão fácil.

Bella ia aprofundar beijo, mas gemeu sentindo a dor chata que sentiu durante o dia todo mais forte, só que dessa vez ela veio mais forte. Um líquido escorreu em suas pernas.

Oh!

— O que foi? — ele perguntou notando a expressão dela.

Ela sorriu e encheu a boca de ar para falar:

— Chegou a hora.

Edward a olhou confuso antes de dar um pulo na cama.

— Agora?

— Sim, minha bolsa estourou — ela falou mostrando a mancha que havia se formado no lençol que cobria suas pernas.

— Porra, vou ligar para a médica.

Bella apenas assentiu ansiosa.

Edward ligou para a médica e correu para o carro conferindo as bolsas e as cadeirinhas que já estavam lá há muito tempo. Voltou para o quarto encontrando sua mulher ainda na cama conversando calmamente na cama, no telefone com sua mãe, ele respirou fundo tentado se acalmar.

Bella sorria mantendo a calma, enquanto ele estava nervoso, parecendo está prestes a pular em um penhasco.

Pedindo a Deus que tudo desse certo.

Sua família precisava dele agora.

A médica os esperava na recepção, Bella entrou no hospital gritando ao sentir uma contração.

Na sala de parto tinha mais de dez pessoas, entre enfermeiras, paciente, Edward e os médicos. Um enfermeiro filmava tudo.

Horas depois, Peter Anthony Swan Cullen nasceu o primeiro dos filhos deles, uma enfermeira gravava tudo enquanto Edward segurava a mão de Bella, emocionado e chorando junto com ela. O menino nasceu com 36 cm e pesando 2 quilos e 104 gramas.

Dois minutos depois, a primeira das gêmeas a nascer foi Paige Elizabeth Swan Cullen com 35 cm e 2,096, poucos minutos depois nasceu Pietra Marie Swan Cullen com 34 cm e pesando 2 quilos e 40 gramas.

Eles tiveram que ir para a incubadora, Bella apenas os viu por poucos segundos, quando colocaram cada um em seu peito, tempo suficiente para ela e Edward chorarem e poderem beijar a testinha enrugada de cada um, o amor que antes sentia por eles, apenas se solidificar.

Eles nasceram grandes para crianças prematuras e ainda trigêmeos. A cesárea de Bella ocorreu tudo bem, nada de pressão alta ou hemorragia. Chega de drama, certo?

— Vá com eles — Bella disse a Edward querendo alguém de confiança perto de seus filhos.

— Tudo bem — ele disse realmente querendo ir dando um beijo em sua testa — Eu te amo.

Edward seguiu as enfermeiras que empurravam as incubadoras os colocando no berçário, foi impedindo de entrar e apenas pode vê-los pelo vidro.

Eles eram carequinhas e pequenos, tinham as testas enrugadas, os olhos estavam fechados. Choramingavam e mexiam seus braçinhos. Edward limpou as lagrimas que escorria de seus olhos emocionados. Seus filhos.

Dele e de Bella, a mulher que ele amava.

Nunca mais seriam só os dois, agora eles tinham três filhos que dependiam deles para viver.

Sentia tantas coisas juntos. Medo, ansiedade, carinho, proteção, amor, susto...

Fechou seus olhos agradecendo a Deus por eles terem nascidos saudáveis e perfeitos e por ter ocorrido tudo bem. Ao seu lado alguém soluçou e ele percebeu pela primeira vez que todos estavam ali, olhando os seus filhos emocionados através do vidro.

Sorriu para sua família, acenando para eles.

— Eles são lindos — Esme disse chorosa.

— Perfeitos — Renée concordou abraçada ao seu marido.

Edward apenas deu um sorriso orgulhoso de pai.

Bella estava com os olhos fechados quando Edward foi vê-la, estava no quarto, sua expressão era cansada. Ele se aproximou dela lentamente e acariciou suas bochechas.

— Desculpe, não queria te acordar — ele disse quando ela abriu seus olhos.

— Eu não estava dormindo — ela falou se virando e depositando um beijo na mão dele que acariciava sua bochecha — Eles estão bem? — ela perguntou.

— Sim, estão na incubadora, mas estão bem. Eles são perfeitos, vinte dedinhos, quatro membros.

— Eu quero vê-los.

— Você está bem? — ele quis saber.

— Sim, acho que a anestesia ainda não passou. Sinto-me exausta, mas não consigo dormir sem ver eles.

— Mas é melhor você descansar, meu amor. Não quero você sentindo dor quando a anestesia passar.

— Eu quero vê-los.

Edward sorriu.

— A médica disse que assim que você descansasse poderá vê-los. Como eu sei que você não iria ficar contente com isso, eu trouxe isso — Edward disse tirando seu celular do bolso, e colocando na galeria, já lotada com várias fotos de seus filhos.

Eles choraram e riram vendo as primeiras fotos de seus filhos.

Os bebes passaram duas semanas na incubadora, seus olhos foram se abrir apenas depois do terceiro dia, mas eram escuros, sem cores definidas, Edward e Bella mal iam para casa, ficando o dia e noite inteira no hospital com seus filhos. Bella recebeu alta no quarto dia.

Bella chorou quando amamentou sua filha, Paige pela primeira vez. Assim como chorou quando Pietra demorou para pegar o seu seio, Paige na segunda tentativa já chupava com vontade enquanto que Pietra demorou dois dias para mamar diretamente do seio de Bella que se angustiava a cada tentativa fracassada. Mas que felizmente tinha Edward para acalma-la.

Já Peter de primeira mamou esfomeado, sugando o leite materno que sua mãe oferecia.

Felizmente eles ganharam peso rápido e cresceram mais alguns centímetros, seus pulmões também estavam bem desenvolvidos e eles respiravam sozinhos.

Paige era a mais calma deles, chorava apenas quando estava realmente com fome ou com cólica, já Pietra qualquer coisinha que a perturbava abria o bocão e Peter era o meio termo das duas irmãs mais nova.

....

LINK: http://www.portaltri.com.br/content/img/upload/publicacoes/thumb_575x500/477779a7ac3b4cb834843b98b2f83f9c.jpg

Edward demorou um pouco ainda, para ter coragem suficiente de segurar um deles, achava-os tão pequenos, indefesos e molinhos e ele tão grande e bruto. Mas Bella o assegurou que ele não faria mal aos bebes e que não os deixaria cair e finalmente ele pode segurar com confiança um de seus filhos nos braços. Depois disso não queria os soltar nunca mais.

Quarto trigêmeos: http://www.vidadegestante.com.br/wp-content/uploads/2012/09/quartotri1.jpg

Quando os trigêmeos receberam alta do hospital, Edward e Bella esqueceram o significado de uma boa noite de sono. Se cuidar de um bebe já é cansativo, imagine três de uma vez, ainda mais sendo pais de primeira viagem.

No começo, no hospital, era uma maravilha já que eles tinham ajudas das enfermeiras.

Mas ao se depararem sozinhos perceberam o quão difícil era.

Nas primeiras semanas de volta a casa, Renée e Esme até que ajudavam bastante, auxiliando eles no que fosse preciso, principalmente Bella que ainda não estava totalmente recuperada da cirurgia. Mas logo os bebes fizeram um mês de vida e Edward teve que voltar a trabalhar, começou a luta para encontrar uma babá competente e de confiança para ajudar Bella com as crianças, com tudo que havia acontecido eles haviam esquecido desse detalhe.

Edward ficava com o coração apertado por ter que sair e deixar Bella sozinha, mas não podia deixar seu trabalho de lado, afinal agora tinha mais três bocas para alimentar, apesar de ainda eles serem pequenos e só beberem leite materno, mas já tinha que começar a pensar no futuro deles e já havia criado uma popança para cada filho.

Os finais de semana eles dispensavam a babá, as noites a babá também não trabalhava e ficava a carga deles cuidar dos filhos que acordavam sempre de três em três horas.

Bella ainda estava um pouco acima do peso, mas estava conseguindo pouco a pouco voltar ao normal já que era um bom exercício físico cuidar de trigêmeos. Era difícil ela lutar contra seus hormônios, mas Edward era compreensivo e a ajudava, relaxa e tentava evitar ao máximo brigar com ela.

Ela teve uma rápida depressão, mas felizmente durou só uma semana e uma conversa com sua médica.

Mais semanas se passaram.

O resguardo de Bella acabou, ela ainda não se sentia pronta para ter sua primeira vez com Edward, depois da gestação, sentia que ainda estava um pouco inchada e se sentia insegura com seu corpo que havia mudado.

Pensou que Edward falaria alguma coisa, mas ele não fazia nada além de paparicar os filhos.

Isso fez Bella apenas se sentir mais insegura ainda.

E mais semanas se passaram. Os bebes, felizmente, cresciam fortes e saudáveis.

FOTO TRIGÊMEOS:

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Peter era a cópia do pai, loirinho que nem ele quando criança, seus olhos eram ainda de um tom marrom, Esme tinha certeza que eles seriam da cor do pai também, já que os olhos de Edward foram castanhos até os seis meses depois que se tornaram dourados que nem os dela.

Já as gêmeas idênticas, eram a cópia de Bella com uma exceção. Os olhos. Eles não eram dourados, nem cor de chocolate como os da mãe como Edward queria. Eles estavam se tornando azuis brilhantes que nem o do avô Carlisle e seus cabelos eram pretinhos, mas estava começando a clarear. Se antes os trigêmeos não tinham cabelos, agora estava começando a aparecer.

Como as gêmeas eram idênticas, Bella gostava de vestir elas iguais, apenas para ver seus familiares confusos tentando saber quem era uma e quem era a outra. Apenas Edward e Bella sempre acertavam só de ouvir o chorinho e a expressão no rosto. Mesmo assim elas se diferenciavam pelo brinco.

Sim elas já tinham as orelhas furadas. Furaram no hospital assim que receberam alta. Edward havia comprado dois brincos de bebes de ouro cada um com uma pedrinha pequena preciosa em cada, bem simples e delicada. O brinco de Paige era de esmeralda e o de Pietra era de safira. Bella pirou quando os viu, mas Edward garantia que não foi muito caro, já que as pedras era tão pequenas que não davam um quilate.

Bella gostava de ver Edward lendo para as crianças, elas em cima da cama deles e ele segurando um livro infantil, sabiam que os bebes não entendiam, mas era importante ler para as crianças desde pequeno. Ela também amava vê-lo ninando um dos filhos, cantando suavemente para eles.

O seu lado mãe estava perfeito, amava cuidar e ninar seus filhos, faria tudo por eles. Ficava preocupada quando eles choravam e apenas por ver aqueles olhinhos olhando para ela, valia a pena tudo que tinha acontecido em sua vida.

Já o seu lado esposa, era outra história. Não que Edward não fosse carinhoso com ela, ele era. Só que era diferente agora. Eles ainda se beijavam e diziam que se amavam, às vezes quando eles se perdiam em algum momento só deles, que era bem raro acontecer, ela podia sentir sua excitação, mas ele se afastava com alguma desculpa esfarrapada. Quando estavam na camas sozinhos, eles estavam cansados de mais para pensar em fazer outra coisa a não ser dormir.

Será que o problema era com ela?

No Natal Emmett finalmente pediu a mão de Rosalie em casamento e Alice anunciou que estava grávida. Carmem e Eleazar os visitaram e também anunciaram que teriam outro filho, Edward e Bella ainda eram muito amigos deles.

Os bebes já estavam com quase quatro meses e acordavam apenas uma vez durante a madrugada Bella pensou que no Natal finalmente eles se amariam, deixou Edward deitado na cama enquanto foi tomar um banho querendo tirar o cheiro de leite que tinha no seu corpo. Quando saiu encontrou Edward já adormecido na cama. Frustrada, mas compreensiva se deitou ao lado dele dormindo também.

— Você não tomou banho, tem pouco tempo? — Bella perguntou confusa quando Edward saiu do banheiro, enquanto fazia sua maquiagem. Já era réveillon e eles iriam para uma festa que um colega antigo de Carlisle daria em sua residência.

Os trigêmeos não iriam, estava muito frio lá fora, até nevava um pouco, então Charlie e Renée se ofereceram dizendo que cuidariam deles.

Edward e Bella prometeram que não demorariam, ainda mais que era a primeira vez que os dois ficariam longe dos bebes e já estavam angustiados com isso.

— Sim, ér... mas... Eu estava com calor — ele disse mentindo vestindo sua roupa que Bella havia separado. Uma calça caqui, blusa branca, jaqueta e sapatos.

— Calor? Edward, está nevando — ela disse terminando de se arrumar e vestindo seus sapatos confortáveis de saltos, mas não muito alto.

— É mesmo — ele deu de ombros — Então acho melhor você não ir com esse vestido — ele completou sem pensar.

O vestido.

Bege, que ia até um pouco acima do joelho dela, com uma faixa dourada abaixo de seus seios frouxo na barriga.

Os seios que Edward queria loucamente apertar, lamber, chupar. Eles estavam enormes preenchendo todo o decote do vestido. Edward sabia que não conseguiria parar de olha-los, assim que ele havia visto sua mulher naquele vestido sentiu uma ereção se formar, a única solução que havia encontrado tinha sido tomar um banho gelado, que estava sendo seu melhor amigo nos últimos meses.

Como ele queria aquela mulher desesperadamente...

— Por quê? Está feio? — ela perguntou se olhando no espelho.

— Não ao contrário você está linda, mas não acha muito... decotado? — ele disse sincero, seus olhos nos seios dela que pareciam querer saltar do decote.

— Culpa desses peitos que estão maior que tudo — ela disse os segurando e puxando o decote para tampar mais seu colo — E é porque eu já tirei um monte de leite — ela falou suspirando aborrecida.

Ele se aproximou dela, a fazendo olhar para ele.

— Eu acho que eles estão maravilhosos assim — ele disse passando a mão neles. A excitação percorreu o corpo de Bella, era a primeira vez que Edward a tocava assim, seu olhar repleto de desejo, os mamilos de Bella ficaram duros e ela agradeceu por estar de sutiã. Ela suspirou olhando para ele, pegou sua mão e acaricio seu maxilar forte.

— Porque você não faz mais amor comigo? — ela sussurrou tão baixinho que duvidou que tivesse mesmo falado. Edward também colocou a mão em seu rosto acariciando sua bochecha.

— Eu estou esperando você está pronta — ele disse franzindo seu cenho.

— Pronta? Deus, Edward eu estou pronta há meses — ela disse.

— Porque você não me disse?

— Eu estava esperando você dizer algo.

— Eu estava esperando você dizer algo — ele falou também.

— Nós somos dois idiotas — Bella disse suspirando— Se tivéssemos conversado antes...

— Tantos banhos frios seriam poupados.... — ele lamuriou.

— Por isso você vem tomando tantos banhos? — ela perguntou.

— Sim, não sabe como é difícil ter que me afastar de você quando tudo que eu mais quero e ficar com você — ele disse arrastando um dedo pelo pescoço dela, sentindo sua pele se arrepiar.

O magnetismo do olhar deles os puxou mais para perto, fazendo seus rostos se inclinarem, quando seus lábios finalmente iriam se tocar... Ouviram uma batida na porta.

— O quê? — Bella disse alto os lábios de Edward se desviando e tocando seu pescoço.

— Alice já ligou e disse que só faltam vocês lá — Renée disse.

— Já estamos indo — Bella falou com um suspiro.

Eles suspiraram olhando um para o outro.

— No ano que vem? — Bella disse divertida.

— Não acho que consiga esperar até lá — ele falou olhando no relógio e vendo que ainda faltavam três horas para o próximo ano.

— Vamos ter que segurar — ela falou sorrindo.

— Não sei se consigo — ele disse a puxando para um beijo, cheio de amor e desejo, profundo com suas línguas se acariciando.

Eles ainda demoraram se despedindo dos bebes, foi difícil entrarem no carro e saírem deixando os filhos em casa, mas conseguiram. Era a primeira vez que ambos saiam de perto deles.

Ao chegaram a casa, cumprimentaram o anfitrião e logo avistaram a família em uma mesa.

Alice acenou animada e Edward demorou um momento vendo quem era a mulher que segurava uma bandeja e servia sua irmã com alguma bebida não alcoólica.

— O que foi Ed? — Bella perguntou quando ele parou de andar.

— Aquela mulher que está trabalhando de garçonete, está vendo? — ele disse a fazendo parar.

— Sim o que tem ela? — ela quis saber, olhando a mulher alta vestida com uma calça social preta e blusa branca, seus cabelos enormes cacheados ruivos estavam presos, parecia um pouco acima do peso.

— Ela é Victória — ele disse e Bella a encarou de novo.

— Victória, a vadia?

— Sim — ele sussurrou se aproximando, Bella apertou a mão dele entrelaçada a sua suavemente. A mulher se virou os olhando.

Notas finais
n/a: Oiii amoress! Tudo bem com vocês? Aaaah tá acabando :'(:'( agora a Victória chega e vai falar que mentiu e ama o Edward e eles vão ser felizes juntos obbaaa alguém gostou? kkkkkk É sério gente, ó próximo é o ultimo capitulo depois o epilogo e acaba.... Bom espero que tenham gostado desse... O que acharam dos nomes? comentem por favor... Eu fico super feliz quando vejo que a fic 10359 acesos, no ultimo capitulo 305 pessoas acessaram, eu fico muito feliz com isso ao mesmo tempo que fico triste porque poucos de vocês comentam... No ultimo capitulo 21 pessoas comentaram de de pelo menos 305 que leram, é ou não desanimador? Então amores, por favor comenteeeeem muuuuito, quero ouvir a opinião de vocês, a fic está chegando ao fim, você q nunca apareceu por aqui, deixe sua marca e faça uma autora feliz... Obrigada as meninas que sempre comentam, sou muito grata a vocês... Bom o poximo capitulo é o ultimo, já disse isso... haha Vou postar depedendo dos comentários de vocês, então comentem... Acho que é isso, beijo um ótimo fim de semana lalac os: mereço alguma recomendação?