Destinos Entrelaçados
35 Capítulo 34
Notas iniciais
Alice havia trago algumas roupas para ela e Bella foi obrigada a tomar um banho por sua mãe e ainda teve que comer com todos a obrigando, mas ela mal sentia o gosto da comida que mastigava.
Não parou de entrar e sair gente querendo saber noticia de Edward e até repórteres, Kate havia visto no noticiário e ligou para Bella para saber como ele estava, prometendo visita-la, Bella ainda avisou no seu trabalho que não poderia ir esses dias, felizmente o psicólogo o dono do consultório entendeu.
Eram, agora, cerca de duas horas da manhã, Bella estava ainda no hospital, sentada na cadeira nenhum pouco confortável, sua mão ainda entrelaçada a de Edward.
Não havia conseguido dormir nada, estava preocupada, ainda mais depois que médico disse que já era para Edward ter acordado, mas ele até agora continuava dormindo.
E se ele não acordasse?
Por fora Bella se mostrava calma, tranquila. Mas por dentro ela estava desesperada, angustiada. Precisava de Edward, acordado, precisava saber que estava tudo bem entre eles.
Ela o amava, não poderia ficar sem ele, independente de tudo.
Queria apenas apagar da memória os últimos dias e que ficasse como tudo era antes com Edward novamente.
Finalmente o sono e o cansaço foram tomando o corpo de Bella e ela acabou adormecendo apoiando sua cabeça na barriga de Edward.
Ela acordou quase uma hora depois com uma mão suave deslizando em seus cabelos, e o polegar da mão que estava entrelaçada a sua fazia círculos em sua palma.
— Edward, você não pode mexer a mão — ela disse se levantando, se lembrando do pouco que havia conversado com o médico.
Sentiu um peso enorme sair dos seus ombros, quando olhou em seus olhos dourados.
— Me perdoa — ele disse ignorando o que ela havia dito, sua voz estava rouca e sua garganta doía, por falta de água — Me perdoa, minha pequena. Eu amo você, me perdoa — ele sussurrou sua voz mesma estranha parecia chorosa.
— Xi — ela disse colocando o indicador nos lábios dele — É claro que eu te perdoou, Ed. Depois agente conversa sobre isso — ela disse encostando sua testa na dele — Tive tanto medo de perder você — ela disse respirando aliviada.
— Eu estou aqui, me beija, por favor — ele pediu e ela apenas sorriu enquanto algumas lágrimas escorriam por seu rosto, os lábios dela tocaram os dele suavemente e eles se beijaram lentamente.
— Ai — ele disse quando mexeu seu braço.
— Eu já disse para você não mexer o braço — ela falou se separando dele.
— O que aconteceu? — ele perguntou sentindo pela primeira vez algo estranho em seu peito.
— Eu vou chamar o médico, por sorte ele está de plantão hoje — Bella falou passando a mão no cabelo dele carinhosamente — Ele vai te explicar melhor. Fica quietinho aí, por favor.
Ela disse saindo voltando pouco segundos depois e o médico entrou logo atrás dela.
— Sr. Cullen — ele disse pegando o prontuário dele — Como se sente?
— Meu peito está doendo, o que aconteceu? — Edward perguntou.
— Você levou um tiro no coração, seu ventrículo direito foi atingindo e precisamos colocar um marca-passo para ajudar seu coração a bater — o médico disse resumidamente.
— Marca-passo? — Edward disse surpreso — Mas, eu vou viver com isso?
— Sim, sem isso seu coração não conseguirá bater sozinho e você morrerá. Você terá apenas que fazer uma visita de rotina e terá que trocar a bateria do aparelho que pode dura de cinco a oito anos em uma pequena cirurgia.
— Mas, eu vou poder fazer tudo normal? Vou poder voltar a trabalhar?
— Sr. Cullen, você tem que entender que seu coração não é mais o mesmo. Você pode se sentir cansado mais rápido e não vai ter mais a disposição que tinha. Nessas primeiras semanas, você não deve dormir de lado e nem realizar movimentos fortes com o seu braço direito, está proibido de pegar ou empurrar objetos pesados, pular, dirigir ou fazer qualquer tipo de esporte. Depois do primeiro mês, vamos aos poucos introduzir o que você fazia normalmente, poderá voltar a dirigir e fazer um esporte leve. Aos três meses você poderá voltar a fazer tudo que fazia normalmente, mas é bom evitar fortes emoções. Se você tiver usando algum aparelho elétrico e começar a se sentir mal, pode ser que seja porque ele está dando interferência no marca-passo então você deve afasta-se dele que ficará melhor. Não mexa em fio descampado ou em tomadas, evite levar choque elétrico e não usar aparelhos com vibrações porque pode causar uma taquicardíaco inapropriada. São muitas informações eu tenho um folheto com todas elas e lhe darei um para você e sua esposa, para que vocês possam se adaptar e saber todas elas — o médico disse calmamente para que eles entendessem direito — A sua ajuda será muito importante Sra. Cullen, até ele se adaptar.
— Mas o sexo, eu vou poder fazer não é? — ele perguntou e Bella corou um pouco se sentindo boba. Eles eram casados, era obvio que faziam isso.
Mas em pensar em como seria eles fazerem amor depois de tudo que aconteceu...
— Bom, nessas primeiras semanas eu vou proibi-lo, tudo bem? Mas só nesse primeiro mês, até tirarmos os pontos e ver como seu corpo reage ao aparelho, depois vocês podem sim. Fazer sexo não causa nenhuma interferência no aparelho e ainda é bom para o coração. Mas alguma pergunta?
— Acho que não — ele disse pensativo.
— Bom alguma duvida é só me chamar.
— Eu vou receber alta quando?
— Vamos ver como você vai reagir agora que está acordado, se estiver tudo bem e não estiver sentindo nada, amanhã à tarde eu posso assinar sua alta. Mais alguma coisa?
— Eu posso comer? Estou morrendo de fome — Edward disse.
O médico sorriu.
— Claro, vou mandar alguém trazer algo para você. Com licença — ele disse saindo do quarto.
Edward respirou fundo quando o médico fechou a porta, ele olhou para Bella que estava parada ao seu lado, mas não trocava nele.
— Senta aqui — ele pediu, querendo ela mais perto — Está tudo bem mesmo entre agente? — ele quis saber.
Bella suspirou.
— Depois agente conversa quando você sair daqui.
— Não, Bella. Eu não vou aguentar esperar até depois, preciso saber agora — ele falou balançando a cabeça — Olha, eu sei que agi totalmente errado com você e qualquer coisa que eu disser não vai mudar isso. Mesmo assim eu só quero que você me entenda, que esse foi o primeiro grande caso que eu peguei desde seu caso e antes eu sempre me entregava de corpo e alma para os casos, ficava meses sem ver minha família. Eu me acostumei a isso, mas agora eu tenho você e não dei o devido valor a você nos últimos meses. Estava só pensando no caso, em como pegar ele, esqueci-me de tudo, até as datas eu sempre fui assim, teve um caso que eu peguei que esqueci completamente do Natal, Alice foi me buscar na sede quase meia noite me puxando pela orelha.
— Está tudo bem agora, mas eu realmente fiquei chateada, poxa você esqueceu nosso aniversário de casamento — ela disse com um biquinho.
— Eu sei me perdoa, prometo que assim que sair daqui nós vamos fazer algo — ele falou, olhando dentro de seus olhos, deslumbrando-a — Me perdoa?
— Eu não consigo ficar com raiva de você — ela disse se inclinando e beijando os lábios dele levemente, mas ele aprofundou o beijo, sua língua exigente contra a dela que acariciou os cabelos dele, enquanto correspondia seu beijo com igual paixão, os seus batimentos cardíacos aumentando o ritmo, o bip bip do aparelho que media ficando mais audível.
Ela separou seus lábios dos dele ouvindo um pigarro.
— Eu trouxe a comida — uma enfermeira, já na fase dos quarenta anos disse, dando um sorrisinho.
— Er... Obrigado — Edward disse sem graça.
— Acho que você pode dar a ele, não é? Não é bom ele mexer o braço ainda — ela disse, falando o que o médico falou para ela.
— Pode deixar comigo — Bella disse assentindo.
— Bom, qualquer coisa me chame.
— Eu estou me sentindo com um menininho — Edward disse recebendo a colher na boca que Bella ofereceu.
Mastigou e engoliu a comida fazendo uma careta.
— O que? — Bella perguntou.
— Blah, isso é horrível — ele disse.
Ela riu da cara dele.
— Mas você tem que comer.
— Não vou comer isso — ele disse sem abrir a boca, já que ela segurava a colher na sua frente.
— Agora sim você está parecendo um menininho, Ed. Coma tudo, você tem que comer para ficar forte e poder ir para casa logo — ela disse séria.
— Mas isso é ruim — ele disse com um biquinho — Se eu comer tudo você promete me dá uns beijinhos — ele pediu piscando o olho.
Ela sorriu.
— Uns quantos?
— Uns dois milhões ou três — ele falou.
— São muitos beijos, então a cada colher que você comer eu vou te dar um beijinho que tal?
— Tudo bem — ele assentiu comendo o que ela colocou em sua boca, engoliu recebendo o beijo dela.
— Quer que eu faça aviãozinho? — ela disse divertida fazendo o barulhinho e mexendo a colher.
Ele sorriu depois que comeu tudo.
— Você vai ser uma ótima mãe — ele disse, ela apenas sorriu dando um beijo dele.
Edward bebeu o suco e um pouco de água. Bella chamou a enfermeira para pegar os pratos e os copos.
— Pronto, agora volte a dormir — ela disse sentando de volta na cadeira.
— Não, deita aqui comigo — ele disse se afastando um pouco, dando espaço para ela.
— Edward, isso não é uma boa ideia.
— É sim, essa cadeira é desconfortável você deve estar todo dolorida, pequena, não pense que eu não percebi suas caretas de dor e sem falar que nós sempre dormimos bem juntos não importa o lugar.
— Ok — ela falou assentindo, deitando ao lado direito na cama, deitou sua cabeça ao lado da dele.
— Eu te amo — ele falou beijando a testa dela.
— Eu te amo — ela repetiu apertando suavemente a mão dele.
Finalmente tudo estava voltando a seu lugar.
Edward recebeu alta no dia seguinte.
Emmett conversou com ele sobre o caso e que já havia sido marcado o julgamento, agora era só aguardar. Também deu uma bronca nele por ele estar sem o colete, por ter feito ele quase perder um grande amigo, irmão. Edward se desculpou e Emmett apenas disse para ele nunca mais ficar sem colete.
Edward estava de atestado por três meses da policia e morria de tédio em casa, já que não podia fazer quase nada.
Ele estava deitado na cama e balançava incessantemente a sua perna, Bella estava ao seu lado, sentada com alguns livros, apostilas e cadernos ao seu redor. Apesar de ela ainda não ter voltado para a universidade, queria adiantar seus trabalhos que havia pego com Kate, afinal aquele era o ultimo semestre.
— Edward pare de balançar essa perna — ela disse agoniada.
Ele bufou.
— Eu não aguento ficar mais deitado nessa cama sem fazer nada — ele disse — Não vejo a hora de voltar a trabalhar.
Bella olhou para ele.
— O quê?
— Não vejo a hora de voltar a trabalhar — ele repetiu.
— Você não vai voltar a trabalhar — ela disse séria.
— Porque não? É claro que vou — ele disse confuso.
— Edward, você não pode, seu coração não é mais o mesmo. Você é agente do FBI, Deus, o quanto isso pode ser perigoso? Eu nunca havia parado para pensar nisso — ela disse.
— Bella, esse foi o primeiro tiro que eu levei em dez anos trabalhando lá — ele falou.
— E o bastante para fazer você está vivendo só por causa de um aparelho — completou.
— Pequena — Edward disse a puxando para sentar em seu colo — Eu não sei fazer outra coisa a não ser isso, sempre foi meu sonho ser policial, ajudar a colocar os bandidos na cadeia. Eu amo fazer isso, não sei fazer outra coisa sem ser isso.
— Mas, Edward é perigoso. Eu tive tão perto de perdê-lo. Se fosse ao contrário...
—Nunca — ele disse encostando seu queixo na cabeça dela, a abraçando — Eu sempre vou voltar inteiro para você — prometeu ele.
Ela deu um suspirou beijando seu pescoço sabia que nada que falasse o faria mudar de ideia.
Bella voltou há estudar poucos dias depois, mas largou o estágio para se dedicar melhor ao final do semestre e sobrar mais tempo para fazer companhia para Edward que estava mais rabugento que o normal nesse primeiro mês que ele havia ficado em casa.
— Bella, hey — ela parou ouvindo alguém a chamar.
— Oi Jake — ela disse se virando e recebendo um abraço de urso de Jacob Black, eles havia se tornado muitos amigos no semestre passado, principalmente quando Edward ficou distante de Bella.
— Então, você está sumida? O que aconteceu?
— Meu marido estava hospitalizado, mas agora já está em casa — ela explicou sem dar muitos detalhes.
— Algo grave?
— Não mais — Bella disse apenas.
— Ele já parou de ser um merdinha com você? —Jake perguntou.
Bella rolou os olhos.
—Não fale assim Jacob, ele só estava muito focado no trabalho, mas nós já nos acertamos.
Jacob deu um sorriso forçado.
— Que bom — disse, mas por dentro não estava nada feliz.
— Eu tenho que ir —ela falou olhando em seu relógio.
— Ok, nós nos vemos amanhã? — Ele perguntou.
— Claro — Bella disse recebendo um beijo de despedida em sua bochecha.
Sentia-se um pouco desconfortável, porque podia ver nos olhos de Jacob o que ele realmente sentia por ela, mas ficava feliz por ele nunca ter tentando nada, a respeitava e era um grande amigo.
— Edward Cullen, onde você está? — Ela disse preocupada, minutos depois que havia chegado a sua casa e não havia encontrado seu marido — Esqueceu que tem consulta hoje? — Falou pressionando o celular na orelha.
— Claro que não minha pequena. Eu estava entediado hoje cedo então liguei para o médico e mudei o horário da minha consulta, já me consultei e agora estou bem.
— Você foi sozinho? Porque não me avisou? Era para eu ter ido com você droga. Você está bem? — ela disse chateada.
— Estou forte como um cavalo— ele brincou — não vim sozinho, mamãe veio comigo. Não se preocupe. Agora porque você não sobe, tome um banho bem relaxante na nossa banheira e vesie a roupa que eu deixei em cima da cama para você?
— Roupa? Eu não vi — ela disse confusa — Mas para que, eu vou vestir essa roupa?
— Nós vamos sair — ele disse.
— Mas você tem que descansar — ela argumentou e ouviu um barulho de buzina — Edward, você está dirigindo. — falou preocupada.
— Deus, Bella, não vire uma mulher paranoica comigo — ele reclamou rapidamente — Eu estou bem, ok? O médico disse que eu já podia voltar a dirigir, minha mãe está do meu lado caso eu me sinta mal. Agora fique bem linda para seu marido aqui que em cerca de uma hora eu vou te buscar.
—Uma hora? Mas, Ed...
— Beijo, eu te amo— ele disse a interrompendo e desligando.
Bella respirou fundo baixinho.
O que ele estava aprontando?
Subiu as escadas entrando no quarto, olhando o vestido que não tinha visto antes. Ele era preto cocktail chiffon, ia até a metade de suas coxas, um decote em V e deixava as costas a mostras. A outra peça que acompanhava o vestido, uma calcinha no estilo shortinho, mas atrás entraria em sua bunda, em formato de coração com um laço.
Sentiu um frio na barriga ao imaginar Edward a despindo daquela peça.
Tomou um banho de banheiro, até cochilando um pouco.
Enxaguou seu corpo, passou o hidratante perfumado que ele gostava e apenas um pouco de perfume, arrumou seu cabelo em um coque frouxo, maquiou seu rosto apenas com um gloss e um lápis de olho.
Nem mal calçou suas sandálias de salto também novas que estava junto com a roupa ouviu três batidinhas na porta antes dela se abrir.
— Bella? — Edward disse entrando no quarto. Ele vestia uma calça jeans, sapatos, blusa branca com os primeiros botões abertos e um blazer preto. Simplesmente lindo — Você está maravilhosa — ele disse sorrindo para ela.
— Você também está — ela disse indo até ele, o vestido baançando conforme seus movimentos.
— Eu acho que não escolhi o vestido certo, seus seios, eles... — ela disse sem consigo parar de olhar para eles. Suspirou profundamente, balançando a cabeça — Para você — ele disse tirando sua mão de suas costas e entregando a ela uma simples tulipa vermelha, que significa amor eterno.
— Obrigada, meu amor — ela disse o abraçando fortemente — Você está bem? — ela perguntou hesitante.
— Perfeito — ele disse suspirando — Vamos — disse pegando em sua mão.
— Vamos de táxi? — ela perguntou quando ele abriu a porta do taxi que os esperava em frente a sua casa.
— Sim, nós vamos beber, então é melhor não arriscar — ele disse cuidadoso. E ela sorriu entrando no carro.
Edward a levou para jantar em um dos melhores restaurantes de Washigton Marcel’s, que servia comida francesa, belga, peixes e frutos do mar. Acabaram comendo um pouco de cada junto com um ótimo vinho tinto que era do ano que eles se casaram, Edward disse que aquele jantar era em comemoração ao casamento e a vida deles.
— Não vamos para casa? — Bella perguntou confusa vendo que o táxi dirigia por outro caminho.
— Essa noite não — Edward respondeu apertando suavemente sua mão que estava entrelaçada a dela e a beijando com paixão, tentando conter o desejo que sentia. Não queria que o motorista tivesse pensamentos com sua mulher.
O táxi parou em frente a um hotel, Edward saiu ajudando Bella a sair do carro.
— Quarto 1881 — ele disse a recepcionista do hotel abraçando Bella por trás a fazendo sentir seu membro ereto. Bella mordiscou seu lábio.
— Sr. Cullen? — Ela perguntou confirmando.
— Sim — ele disse beijando a bochecha de Bella. Pegou o cartão que a mulher estendeu a ele.
— Vamos dormir aqui? — Ela perguntou.
— Bom, eu não tenho planos de dormir tão cedo — ele falou malicioso beijando seu pescoço. — Você não sabe o quanto que eu quero tirar esse vestido do seu corpo, desde que eu o comprei — ele sussurrou na orelha dela.
— O médico liberou?
— Sim, graças a Deus. Não aguentava mais dormir ao seu lado sem poder toca-la como queria — ele disse, o elevador parando no andar deles que saíram.
Bella sorriu beijando a boca dele, no meio do corredor deserto.
— Não sabe o quanto sinto sua falta — ela disse o beijando profundamente.
Ele correspondeu, mas quebrou o beijo rapidamente.
— Vamos para o quarto — ele disse ofegante. Encontraram o quarto sem dificuldade e ele abriu a porta, entraram rapidamente fechando a porta.
Edward soltou a mochila no chão, chutando a perna com o pé, puxando ela com força contra seu corpo, sua boca se colando a dela, sua mão apertando sua bunda puxando o vestido para cima, suas línguas se entrelaçando e se acariciando com vontade, eles chupando um o lábio do outro.
Bella gemeu apertando o cabelo dele que roçou sua crescente ereção nela.
Edward abaixou tirando seus sapatos e as sandálias dela, subiu beijando suas pernas, ela riu sentindo cócegas. Puxou ele tirando seu blazer e desabotoando sua blusa, suas mãos acariciando cada parte do seu peito nu, seus lábios deslizando pelo pescoço dele, por seu peito duro ela beijou e chupou bem no local circular que estava o marca-passo, junto com a cicatriz que já estava bem cicatrizada.
Edward sentiu seu corpo se arrepiar e procurou sua boca de novo a beijando com desejo a imprensou na parede, apertando sua bunda e fazendo-a entrelaçar suas pernas em seu quadril. Mordiscou os lábios dela investindo seu membro ereto no centro dela.
Ela gemeu levantando seus braços e ele tirou seu vestido, puxando junto o sutiã deixando seus seios livros. Sua boca abocanhou um brincando com o mamilo o beijando e chupando com fervor.
Ela desceu sua mão acariciando a bunda dele e seu membro, desabotoando a calça que caiu aos pés de Edward deixando apenas com uma boxer branca.
— Vamos para cama, Ed — ela disse apertando o ombro dele suavemente. Ele tirou sua boca do seio dela subindo por seu corpo a beijando, antes de andar com ela segurando em sua bunda que se mexia contra seu membro.
Deitou-a no colchão seu corpo cobrindo o dela.
Ele desceu seus lábios pela barriga dela, beijando seu sexo coberto pela calcinha.
— Ed... Eu preciso de você — ela gemeu puxando-os pelo cabelo.
— Eu estou aqui, meu amor — ele disse tirando a calcinha dela e penetrando seu dedo em sua entrada úmida.
— Quero você, dentro de mim, sem preliminares, por favor — ela lamuriou puxando a cueca dele, seu membro saltando para fora.
Edward gemeu beijando os lábios dela, também não aguentando mais o desejo e a saudade que sentia de ama-la. Posicionou seu membro e com uma única investida entrou para dentro dela.
Eles gemeram com o contato que há tanto tempo não sentiam.
Ele a olhou apaixonadamente, sem fazer nada, ela acariciava seus cabelos, sentindo-se completamente preenchida como há muito tempo não sentia.
— Edward — ela gemeu movimentando seu quadril. Ele beijou sua testa por um momento, movimentando seu membro em seu sexo. Ele entrava e saia, ora com força, ora rápido, ora lento. Ela ditava o ritmo quando o cavalgava depois de girar na cama.
Mas logo ele voltou a ficar em cima dela, estocando com força em seu interior, seus olhos e corpos conectados, suas bocas beijavam, ou chupavam, ou lambiam alguma parte do corpo do outro que podia alcançar. Mas foi de mãos entrelaçadas e de olhos conectados que eles sentiram o orgasmo se aproximar e o amor que sentiam um pelo outro enquanto chegavam ao ápice do prazer gritando um o nome do outro.
Seus líquidos se misturando, seus olhos brilhando de felicidade e amor.
Edward saiu de dentro dela beijando sua boca com carinho, descansando seu corpo ao lado do dela.
— Você está bem? — Ela perguntou segundos depois colocando a cabeça em seu coração.
— Maravilhoso — ele disse rolando seus olhos colocando suas mãos na cintura dela e beijando sua testa.
Ela suspirou beijando o maxilar dele.
— Eu te amo — ela disse olhando em seus olhos.
— Eu sei, eu também amo você— ele falou beijando-a profundamente, pronto para começar a descontar o tempo que estava sem fazer isso.
E ela já estava pronta para outra. Sempre estaria pronta para ele.
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