Destinos Entrelaçados
12 O Encontro
Notas iniciais
Olha o tão esperado encontro ai. Leiam logo! ^^
Draco sabia que o brilho nos olhos de Harry quando o foi buscar em Malfoy Manor aquela noite lhe pressagiava um excelente encontro. O loiro poderia apostar que o seu leão desmiolado havia conseguido um bom lugar no mundo trouxa para que jantassem e talvez uma boate depois... por isso, se surpreendeu quando em vez de aparatar no mundo trouxa diretamente, o moreno tirou do bolso uma chave de portal.
– Para onde pretende me levar? – Perguntou curioso. – Isso é uma surpresa meu caro. – Disse Harry misterioso. – Vamos? Draco sorriu e segurou a mão que o moreno lhe estendia. Logo, ele sentia o puxão desconfortável da viagem e quando se estabilizou novamente arregalou os olhos ao ver que estavam em Paris.– Surpreso? – Perguntou Harry divertido. – Sim. – O loiro sorriu, mas logo pareceu reticente. – Vão saber que estamos juntos por causa da viagem internacional. – Não se preocupe Draco, há grandes vantagens em ser rico e herói de guerra. – Disse Harry piscando pra ele e segurando sua mão.– Então, quais são os planos? – Eu sei que conhece de sobra Paris mágico, mas garanto que nunca saiu para a parte trouxa. – Não, mas é seguro? – Perguntou temeroso. – Papai diz que o centro de Paris é ruim a noite, seja na parte bruxa ou na trouxa.– Não se preocupe, vamos estar bem. Draco confiava plenamente em seu acompanhante, então relaxou e deixou-se guiar por Harry. Como o moreno havia dito ele conhecia a parte mágica de Paris muito bem, mas nunca tinha saído a trouxa, mas assim que saíram da viela de aparatação e chegaram a Champs-Élysées não pôde evitar achar as luzes lindas. – Essa cidade combina com você sabia? – Disse Harry enquanto caminhavam rumo ao Arco do Triunfo. – Os dois são lindos e sofisticados. Draco sorriu encabulado e continuou observando com curiosidade os trouxas que iam e vinham pela rua movimentada. Achou que as pessoas iam muito bem vestidas e as roupas que viu nas vitrines pareciam-lhe de extremo bom gosto. – Gosto de como os trouxas se vestem. Harry soltou um bufido divertido. – Isso eu posso perceber, quer parar para fazer compras no meio do nosso encontro? – Provocou Harry. O loiro corou de leve e deu de ombros. – O que posso fazer se meu acompanhante não me entretém adequadamente? Harry sorriu ao se inclinar para deixar seu nariz aspirar o perfume de Draco, e o loiro estremeceu ao sentir o hálito quente do moreno de encontro a pele de sua nuca e a voz rouca em seu ouvido. – Prometo que serei um acompanhante muito atencioso logo mais, afinal, não queremos chocar os transeuntes, não é?– Não... – Balbuciou Draco. Os dois andaram mais alguns metros e o moreno entrou num restaurante muito elegante, onde foram muito bem recebidos e Harry sorriu ao ver como o veela olhava tudo com curiosidade. Os dois foram levados a uma parte mais reservada e exclusiva do salão. – Sei que você está acostumado com comida mágica, mas Severus me disse que seu paladar aguçado gostaria de desafios. – Posso ser muito exigente Potter. – Disse Draco altivo.– Fiz o meu melhor caro senhor. – Respondeu Harry galante segurando a mão de Draco e beijando-a delicadamente. Draco descobriu fascinado que Harry podia ser encantador quando se propunha. Durante a degustação dos pratos (que sim, agradaram ao exigente paladar do loiro), o moreno ia explicando-lhe o que eram os ingredientes trouxas e Draco se deliciou com a sutil entrada de aspargos marinados no azeite e também com a vitela ao molho do chef. Mas como Draco sempre teve um fraco por doces foi o crème brûlée da sobremesa que fez dele um fã da culinária trouxa da França. Harry olhava hipnotizado a forma como o veela degustava o doce, Draco levava uma pequena colherada a boca, fechando os olhos e emitindo um gemido quase obsceno, na opinião de Harry. Ele teve que se conter para não beijar o loiro ali mesmo, mas iria guardar essa parte do encontro para mais tarde, mas ver o loiro lambendo a colher devagar e conscienciosamente não ajudava sua excitação, já que o fazia se lembrar do loiro lambendo outra coisa. Quando Draco terminou seu doce percebeu que Harry o olhava fixamente e corou. – Que foi? Eu achei gostoso. – Que bom meu lindo, que bom. – Murmurou Harry. Draco sorriu e pensou que quando Harry pagou a conta e eles saíram do restaurante que o encontro teria acabado, mas o moreno era uma caixinha de surpresas aquela noite e sem conduziu o loiro para um automóvel trouxa elegante na porta do restaurante. – Para onde está me levando dessa vez Potter? – Para o meu esconderijo francês, claro. Planejei abusar do seu corpo a noite toda. – Provocou Harry junto a orelha do outro. Draco arrepiou-se, e não foi de frio. Era difícil manter a calma com o moreno murmurando provocações em seu ouvido. – Se comporte Potter. – Repreendeu olhando para o motorista.– Não se preocupe, só tenho empregados discretos, eles não veem, nem ouvem nada. – Mas me deixa desconfortável.
– Ok, me desculpe então. – Pediu o moreno, para nada arrependido. Draco revirou os olhos, divertido. Harry estava ficando muito slytherin em alguns aspectos. – Gosta de passeios de barco? – O moreno perguntou.– Sim, mas prefiro não me expor ao sol, sou muito branco, você sabe. – Eu nunca deixaria essa pele exposta ao sol loirinho. Vai gostar do que tenho em mente. Draco não esperava que o carro parasse perto do rio, nem que Harry descesse as escadas que levavam a um pequeno porto. Draco percebeu maravilhado que o moreno subia no barco e estendia-lhe a mão para que o acompanhasse. Os dois entraram na embarcação, que não demorou em sair suavemente pelas águas do rio Sena, Draco observava maravilhado as belezas de Paris iluminada a noite enquanto Harry abraçava-o ternamente pelas costas. – Ah, os trouxas também sabem como deixar uma cidade bonita. – Sim, há muita coisa boa no mundo trouxa Draco. Vou te mostrar o mundo todo e você vai amar cada lugar. E Draco não duvidou disso nem por um minuto. H♥D Severus suspirou enquanto olhava Lucius dando banho no pequeno Teddy, ele tinha planejado aproveitar que Potter havia saído com seu afilhado para seduzir seu vingativo parceiro, mas tinha se esquecido do menino. Draco tinha ficado horrorizado com a ideia do namorado de deixar o bebê com Molly Weasley e quase tinha desistido do encontro quando Lucius disse que podia ficar com o pequeno. – Por que não pede para um dos elfos fazer isso?– Não seja tonto, não se manda essas criaturas banharem um bebê. Crianças precisam de contato seu bruto. – Respondeu Lucius olhando-o feio. – Então dava banhos no Draco também? – Perguntou Severus. – É claro. Em anos de relação, Severus não tinha se preocupado muito com o lado paternal de Lucius, afinal, ele e Draco eram muito unidos, mas como ainda fazia uma especialização fora do país depois da primeira guerra havia perdido parte dos primeiros anos do afilhado e não sabia desse zelo todo do loiro.– Não sabia que gostava tanto de crianças. – Comentou. – E quem disse que eu gosto? Não suporto os pirralhos. – Lucius fez uma careta para Severus. O moreno não deu crédito ao outro, já que o aristocrático homem estava ajoelhado ao lado da banheira conjurando bolhas de sabão em vários formatos para divertir o pequeno, que ria a gargalhadas. – Já não é hora de tirá-lo dai? – Perguntou o moreno suavemente. Lucius não respondeu e continuou brincando com a criança por mais algum tempo, quando o tirou da banheira o loiro pôde vislumbrar um brilho estranho nos olhos do amante. – O que foi Severus? – Questionou envolvendo o pequeno com uma toalha felpuda.– Nada, só me perguntava como seria ter um filho meu. – Deu de ombros Severus. – Quando terminar com o bebê podemos beber algo no terraço?– Claro. – Respondeu Lucius parecendo distraído. Quando ficou só com o bebê o homem olhou para a criança em seus braços e perguntou:– Acha que esse maluco me trocaria por uma bruxinha qualquer pra ter um filho? Teddy com seus olhos ambarinos, herança de seu pai lobisomem, só sorriu para o mais velho sem perceber a repentina angústia de Lucius. H♥D Draco não poderia achar que o encontro ficaria melhor, mas Harry estava se esmerando em ser encantador. O moreno continuava abraçando-o como a um urso de pelúcia enquanto o barco cortava as águas do Sena e ele se deliciava com os monumentos iluminados. Um discreto empregado havia lhes trazido taças de champanhe, e Draco bebia o seu a goles cautelosos, já que as borbulhas tinham feito cócegas em seu nariz, causando-lhe tosse e riso em Harry. Os dois iam conversando sobre os monumentos e amenidades, como um casal normal e sem a tensão que pairava entre eles normalmente. Ali, sentiram-se só como dois jovens se conhecendo melhor e se divertindo, não como o herói do mundo mágico e o ex-comensal. Harry sorriu quando chegaram ao porto em que iriam descer. Percebeu que Draco fez um beicinho pelo fim do passeio, mas o loiro se enganava se pensava que a noite tinha acabado, Andrômeda era muito criativa. Os dois subiram as escadas que levavam a rua e Draco se recostou na amurada observando o rio e sorrindo maliciosamente.– Devo admitir Potter que esse foi um encontro razoável. – Razoável Malfoy? Confesse que ninguém nunca te tratou tão bem e foi tão encantador loirinho. – Harry devolveu a provocação. – Ah não sei Potty, Theo já me levou para cavalgar... com cavalos alados. Harry praticamente rosnou ante a informação e segurou o loiro possessivamente.– Não gosto de saber dessas coisas! – Disse mal humorado e anotando a referência, manter Nott longe de seu veela.– Oh pobrezinho. – Zombou Draco dando-lhe amistosos tapinhas na cabeça. Harry acabou rindo e deu uma mordida de leve nos lábios do loiro.– Pequena serpente...– Que você adora. – Disse o loiro. – Vamos voltar pra casa de onde? Tem um ponto para a chave de portal? Harry sorria ao pressionar o loiro contra o muro e ao se inclinar para beijá-lo lentamente. Draco sentia os joelhos enfraquecendo ao ter o moreno sugando sua língua com voracidade no meio da rua, segurou-se no casaco leve que ele usava e deixou-se levar pelo beijo, quando Harry soltou-o encontrou-se ofegante e com o coração acelerado.– Não sei do que está falando loirinho, eu disse que ia abusar de você a noite toda... e ainda nem comecei a brincar. Draco não esperava que o moreno o segurasse firme para em seguida aparatar. Eles chegaram num luxuoso quarto de hotel e Draco engoliu em seco ao perceber que o moreno podia estar falando sério, soltou-se dele um pouco receoso. – Harry... eu não... nós não podemos... você sabe, fazer aquilo. – Disse recuando enquanto o moreno se aproximava mais e mais. – Aquilo o que loirinho? – Provocou Harry. – Que tipo de perversão está passando por essa cabecinha linda? Draco tinha chegado a uma parede e Harry sorriu enquanto prendia-o de encontro a superfície fria, ele gostava de ter o loiro vulnerável e ofegante entre seus braços. Enquanto prendia as mãos de Draco presas acima da cabeça deste, usou a outra para afastar a gola do casaco e da camisa do pescoço dele para ter livre acesso a pele sensível da nuca do outro.– Harry... – Gemeu Draco ao sentir o moreno sugando e mordiscando seu pescoço. O moreno fez caso omisso do chamado do loiro e aproveitou o estremecimento dele para enfiar uma de suas pernas entre as do loiro, juntando ainda mais os seus corpos. Draco gemeu mais ainda ao sentir-se prensado pelo corpo maciço de Harry, não pôde evitar girar os quadris de encontro às coxas poderosas do moreno e gemeu de vergonha e excitação ao sentir seu membro endurecendo contra o corpo do moreno. – Por que está fazendo isso? — Perguntou o loiro ofegante.– Porque você me pertence e eu gosto disso. — Respondeu Harry perversamente. Apesar de querer se irritar com isso, Draco não podia evitar que o instinto veela o fizesse ronronar de prazer ao ouvir isso. O loiro não protestou quando Harry o fez tirar o casaco e camisa, agora lhe era impossível frear o calor da excitação que lhe corroía as entranhas. Sem hesitar deixou o moreno conduzi-lo para a cama e quando sentiu os lençóis macios e gelados de encontro a sua pele aquecida estremeceu, mas logo a sensação foi sobreposta quando Harry deitou-se sobre ele. O moreno não pretendia dar-lhe tempo para respirar, atacou diretamente a seus desprotegidos mamilos. Sentiu a língua do companheiro lambendo-o e fazendo com que o pequeno botão endurecesse, Harry parecia disposto a jogar, porque enquanto dedicava-se a sugar um dos mamilos de Draco com gula deixou uma das mãos escorregarem até o outro para atiçar e beliscar de leve a pele sensível. O loiro não podia evitar os gemidos necessitados que saiam de sua garganta, a excitação que sentia era dolorosa, podia sentir seu membro latejando dentro da restrição das calças.– Harry... mais. – Pediu entrecortadamente. O moreno também se sentia quente e pronto para consumar o ato, mas sua mente estava mais acostumada que a de Draco a lidar com o furor sexual e ele se controlou mais que o veela debaixo de si. Erguendo um pouco o corpo arrancou de uma vez o casaco e a camiseta que usava e com um accio trouxe para a sua mão o pote de óleo aromático que tinha deixado na mesa de cabeceira ao fazer o check-in no hotel naquela manhã. Olhando com cuidado para o loiro para ver se não o estava pressionando demais desatou os cordões que amarravam a calça estilizada de Draco e com avidez puxou também o tecido da cueca que o loiro usava. Harry lambeu os lábios ao ver a ereção rosada de Draco saltando para fora do tecido, o loiro serpenteava na cama e tencionava ele mesmo dar fim a seu tormento, mas Harry segurou-lhe a mão.
– Nada de trapaças loirinho... ele agora é todinho meu. – Disse o moreno predatório e se inclinando para o membro do outro. Harry podia ver a ereção de Draco pulsando e a ponta gotejante parecia-lhe sumamente convidativa, assim que não se fez de rogado e abocanhou só a cabecinha do membro deixando sua língua rodear a carne palpitante e sugando de leve. O loiro por sua vez tensionou o corpo todo, procurando não se rendera deliciosa sensação da boca de Harry em seu pênis e gozar tão rápido. Mas o moreno tinha outros planos, soltou-o sem nem mesmo engolir mais da ereção de Draco e abrindo seu próprio cinto e calça, liberou sua própria ereção, mais pesada e robusta que a do loiro. Um relâmpago de sanidade fez Draco querer protestar contra a eminente consumação do vínculo com Harry, mas quando o moreno habilidosamente derramou um fio de óleo por sua ereção e encaixou seu membro sobre o dele desistiu de qualquer ato coerente. Harry o fez abrir mais as pernas acomodando as duas ereções juntas e prensadas entre os corpos desejosos, o moreno tão ofegante quanto o loiro segurou as mãos dele e deixou sua testa sobre a do outro, encarando os olhos cinza de Draco que pareciam pegar fogo de tanta paixão. Quando Harry começou a se mover como se o estivesse possuindo Draco fechou os olhos silvando de prazer, abriu mais as pernas, ansioso e se moveu de encontro a Harry, que aumentava a velocidade das investidas e a força com que apertava o loiro de encontro a cama. Quando percebeu que nenhum dos dois duraria muito mais Harry capturou os lábios de Draco num beijo guloso, onde passou a sugar a língua do loiro no ritmo em que investia contra ele, sentiu o loiro ficar tenso e logo estremecer num orgasmo avassalador. Sentindo a semente de Draco facilitando ainda mais seus movimentos ele não demorou muito mais em se liberar também, mesclando a essência dos dois e caindo pesadamente sobre o loiro. H♥D Hermione não se sentia bem desde que tinha brigado com Harry, mas o amigo não tinha respondido sua chamada por flú, nem respondido a carta que enviou de manhã. Até mesmo Ron que era um distraído tinha percebido sua perturbação, mas apesar de estar brava e magoada com Harry ela não trairia o amigo contando sobre a relação dele com Malfoy. Ela e Ron tinham ido a casa de Molly para encontrar com Bill e Fleur que visitavam a família com a pequena Victorie. Estavam todos na sala conversando animadamente quando Ginny chegou sorridente.– Bill! – Exclamou a caçula dos Weasley. – Anãzinha! – Correspondeu o mais velho abraçando a irmã. Hermione ficou realmente feliz pela melhora do humor da cunhada, não gostava de vê-la sofrendo por Harry, mas ainda tinha vontade de esclarecer essa história de amantes, sabia que Ginny gostava de flertar, mas a amiga não tinha contado que chegara a trair de fato o namorado de anos. Vendo-a pegar a sobrinha no colo e girá-la no ar, pensou melhor e resolveu deixar o assunto para lá, afinal, revolver o passado só iria abrir velhas feridas. – Ei maninha, hoje um cliente da loja perguntou se você estava doente porque te viu em St. Mungo. Você está bem? – Perguntou George. – Ah? Sim, só fui fazer alguns exames de rotina para as Harpias... para verificar as poções proibidas. Hermione franziu a testa, algo a incomodou nessa explicação, mas não conseguiu perceber o que exatamente.– Entendi, quando voltam os treinamentos? – Em alguns dias... A conversa continuou animada em torno de quadribol e Hermione preferiu dar continuidade a noite agradável em vez de continuar se preocupando com coisas que não lograva encaixar na mente. H♥D Draco acordou sentindo-se agradavelmente quente e protegido, mal abriu os olhos e se lembrou de como ele e Harry tinham terminado o encontro em Paris e corou sem nem precisar olhar para o moreno que tinha um dos braços em torno de sua cintura.– Bom-dia belo adormecido! – Bom-dia aproveitador de veelas indefesos. – Sorriu o loiro ao se virar para Harry. O moreno acariciou seus cabelos e sorriu de um jeito muito safado na opinião de Draco.– Se eu fosse um aproveitador, teria tirado sua roupa e te deixado dormir nu em vez de colocar um pijama nesse corpinho lindo.– Eu meio que desmaiei... desculpe. – Disse envergonhado.– Não foi nada loirinho, acontece. Além disso, não fui muito educado, te fiz gozar sem nem tirar seus sapatos. Draco corou fortemente e deu um tapa no braço do moreno.– Você e sua boca suja Potty...– É que você fica lindo corado. Agora, não quer tomar um banho enquanto peço nosso café da manhã?– Sim. O loiro se levantou alegremente e ia entrando no banheiro quando se virou para a cama onde o moreno permanecia olhando-o.– Harry, ontem a noite, você ia... completar o vínculo?– Não, eu nunca faria sem conversamos antes, só queria empatar o jogo depois da nossa interação no laboratório de poções. Draco sorriu para ele e entrou no banheiro cantarolando. Harry esticou-se na cama pensando que tanta paz e tranquilidade não poderia pressagiar nada de bom.
Notas finais
Então foi isso, voltarei no fim de semana pessoal. Se eu ficar muito feliz e contente com os comentários sou capaz de me animar e voltar mais cedo! Vocês andam me inspirando por aqui! Beijos.
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