Destinos Entrelaçados
16 Brincando de esconder
Notas iniciais
Olá, obrigada pelos muitos comentários no capítulo anterior. Eu estive ocupada, por isso demorou, mas agora aproveitem.
Draco odiava que seu instinto o mandasse acariciar e consolar seu escolhido quando sua mente racional de uma serpente lhe dizia que era tudo bem-feito. Acabou optando por ficar ao lado de Harry no sofá segurando a mão do moreno enquanto o via lutar para não chorar.
– Vamos lá Potty, não pode ter sido tão ruim. Vocês são um bando de leõezinhos, daqui a pouco fazem as pazes. – Não, ela foi muito injusta e parcial. – É a filha dela, queria que ela fosse justa? – Ei! Você devia estar do meu lado! – Disse Harry largando a mão do namorado. – Sim, porque você fez tudo certo dessa vez, não é? – Espetou Draco acidamente.– Eu sempre quis uma família, sabia? – Disse o moreno subitamente sério. – Eu sei que fiz besteira, mas doeu muito ver o primeiro ultrassom do meu filho sem ter podido estar lá... eu não estou lá pra ele e nunca quis ser esse tipo de pai, eu não tive ninguém por tanto tempo Draco... – Harry deixou de falar e voltou a se jogar no sofá com o braço sobre os olhos. Draco tinha tratado a bebedeira de Harry como mais uma mostra de imaturidade por parte do gryffindor, mas percebeu que a notícia do suposto – em sua mente ele ainda evitava chamar o bebê de Ginny de filho de Harry – filho dele com a ex havia suscitado muitos sentimentos ruins no moreno. Claro que Harry já havia contado para o veela sobre sua infância, mas ele pensava que estava tudo resolvido. – Ei, gryffindor sentimentalóide, olha pra mim. Harry obedeceu relutantemente. – Eu duvido que um bebê tão novo sinta sua falta. Ele ainda precisa crescer mais um pouco para poder reconhecer sua magia, sabia que quando começam a se mover os bebês mágicos podem sentir a magia dos pais? Meu pai conta que eu seguia o movimento da mão dele na barriga da minha mãe. Em vez de conseguir animar o namorado Draco viu consternado como os olhos verdes se enchiam de lágrimas. – Eu nunca vou poder contar essas coisas pra ele, não é?– Harry, você nem sabe se o filho é seu mesmo. Já pensou que pode ser só ela sendo cruel com você? Que talvez nem grávida esteja? – Draco tentou racionalizar.– Por dois ou três minutos, mas ai eu me lembro da expressão de vitória no rosto dela na última vez que nos vimos, ela nunca ficaria tão contente consigo mesma a menos que tivesse a vingança completa. Draco teve que concordar com isso e refletiu que depois de alguns anos qualquer pessoa podia ser tão retorcida quanto um slytherin se quisesse. – A primeira coisa a fazer é achar essa vadia ruiva e fazer a verificação de paternidade, mas antes ainda temos que limpar sua bagunça de ontem. – Como? – Perguntou Harry desconsolado. – Eu fiz uma grande besteira, se a encontrarmos não vou conseguir nem ver meu bebê porque agora pareço um bêbado escandaloso. Draco se cansou da sessão de autopiedade do namorado e deu-lhe um forte tapa na nuca. – Agora já chega de frescura! Levante essa bunda do sofá e vá procurar a Granger, ela pode te indicar o assessor de imprensa adequado pra limpar essa bagunça que você fez com a sua imagem. – Mas...– Mas nada! E vá logo antes que eu mude de ideia sobre aquele feitiço para colar sua língua ao céu da boca por uns dias. Harry não demorou nadinha em obedecer a seu veela e saiu correndo para a lareira. – Por que esse testa-rachada? Não poderia ter escolhido um leãozinho fácil? Garanto que algum daqueles Weasley seria muito mais fácil de lidar... – Draco resmungou para si mesmo antes de ir para sua própria casa. H♥D Draco não sabia o que o pai tinha feito, mas ele havia conseguido deixar Severus de bom humor. O pocionista havia conseguido em meia hora resolver o problema que há semanas emperrava uma poção que os dois estavam criando. – Funcionou padrinho! Nossa primeira poção conjunta! Eu te ajudei a criar uma poção! Severus sorriu para o entusiasmo do loiro. – Vamos lá Draco, você fez a maior parte. – Eu nunca teria conseguido sem a sua ajuda. – Só porque não entrou para a faculdade como deveria. Tenho certeza que os imbecis daquela espelunca nunca terão um aluno tão brilhante. Draco escondeu sua decepção por não ter sido aceito em nenhuma faculdade da Inglaterra, sempre tinha tido o sonho de ver seu pai e o padrinho orgulhosos em sua formatura e nem em Hogwarts isso foi possível. – Por que essas caras de enterro? Já souberam de tudo o que aquele engomadinho de bigode vai me obrigar a fazer? – Harry entrou no laboratório bufando. – Tudo o que ele fizer será pouco castigo para sua estupidez. – Disse Severus dando de ombros. – Mas Severus, foi só um deslize pelo amor de Merlin. – É o que basta. – Respondeu o mais velho. Draco sorriu para a cara amuada do namorado ante a reprimenda de Severus.– Sabia que agora eu já posso ter meu nome escrito como co-criador de uma poção? – Draco contou entusiasmado. Harry sorriu para o loiro e ergueu-o pela cintura para girar o veela pelo ar, parabenizando-o por ser tão inteligente além de lindo. – Por Merlin Potter, você vai conseguir me arrumar um ataque de diabetes. Ainda rindo, Harry depositou Draco no chão, o loiro corou levemente ante o olhar de zombaria do padrinho. – Não seja um amargado Severus, sabe que meu veela bonito merece ter o nome gravado numa placa de ouro bem na porta daquela faculdade do inferno.
Draco sorriu para o namorado, quase esquecendo de que ainda estava bravo. – Sim, mas já estou pensando numa saída para a educação do meu afilhado. Draco olhou esperançoso para o padrinho, mas Harry franziu o cenho, esperava que não fosse algo que enviasse seu veela para outro país.– Então Harry, o que seu novo assessor disse?– Aquele maldito vai me fazer de fantoche por meses! – Harry lamentou abraçando o namorado. – Vou ter que ir aos jantares de gala, as inaugurações e fazer declarações à imprensa... O tom lastimoso do moreno fez Draco sorrir e Severus revirar os olhos. – Pobrezinho... pense nisso como culpa da vadia ruiva e vá achá-la. – O loiro incentivou.– Eu e John já estamos trabalhando nisso, mas Ginny e mais esperta do que esperávamos. Ela está se movendo com meios trouxas e quase não usa magia, temos alguns especialistas em cultura trouxa, mas nada que me permita investigar o paradeiro de alguém. – Pensei que Shacklebolt tivesse alguns trouxas no bolso para esse tipo de servicinho. – Severus disse. – Ele tem, mas isso não é uma investigação oficial. – Não seja tolo Potter, não aprendeu nada sobre esse mundo? Pague e esses detetives trouxas vão fazer o que você pedir sem dizer uma palavra ao Ministro. Harry considerou as possibilidades e resolveu que faria aquilo logo que pudesse, precisava encontrar Ginny antes que ela melhorasse suas habilidades para se esconder. Draco sorriu ao ver a determinação no olhar do namorado, sabia que ele faria de tudo para encontrar o bebê, e contra todas as suas expectativas seu lado veela achava isso fantástico, ficava ronronando porque ele seria um protetor excelente para seus filhos. Só que Ginny era outra história, ele sentia que poderia rasgá-la ao meio só com as mãos caso a tivesse frente a ele. Esse ódio todo acabava por assustá-lo, decidiu que iria pedir ao pai para ajudá-lo a treinar o controle de seus instintos.– Acho que meu veela bonito merece uma comemoração pela sua genialidade. – Harry disse sugestivo. Draco se esquivou dos braços do namorado.– Ainda não esqueci que está de castigo Potter, eu não estou feliz com você gritando para meio mundo mágico sobre mim.– Mas eu não disse seu nome! – O moreno protestou. – Não interessa, ainda está de castigo. Severus sorriu, queria ver como o afilhado faria quando chegasse a primavera e ele enfrentasse uma onda de calor com seu escolhido por perto. – Por que está sorrindo Severus? Não está planejando envenenar alguém, não é?– Não se preocupe meu caro auror, ainda não estou tão velho para que você possa descobrir quando eu mato algum inseto indesejável. – Disse dramaticamente fazendo sua capa ondear atrás de si enquanto saía do laboratório.– Ele estava brincando, não é?– O segredo de ser uma boa serpente é fazer o que deve ser feito sem deixar rastros. – Disse Draco sorrindo também. Harry gemeu, esperava que nenhuma de suas serpentes fizesse algo de muito ruim... ou ele teria que fazer algumas provas sumirem da Central de Aurores. H♥D Apesar de ter dito que o moreno estava de castigo e que não poderiam ter contato físico Draco esperava que o namorado o desobedecesse e tentasse algo pra ele poder fazer charme por um tempo e logo ceder aos avanços de Harry. Essa obediência do gryffindor o estava irritando, tanto que em vez de desfrutar o jantar com o pai e o padrinho se pegou atacando o pobre filé como se fosse Harry e logo começou a andar pela saleta enquanto o pai tomava um cálice de vinho e seu padrinho ouvia a rádio mágica. – Leões são burros Draco, se disse que ele estava de castigo duvido que ele saiba que deve te surpreender para ganhar seu perdão. – Seu pai disse calmamente. – Eu aposto no imbecil, acho que ele deve estar preparando algo para comemorar com você. – Você acha mesmo padrinho? – Perguntou Draco esperançoso.–Sim, ele é lento, mas não é tão estúpido quanto seu pai gosta de crer. Draco sorriu para o padrinho e saiu correndo escadas acima. – Eu ainda o acho estúpido demais para ser pai dos meus netos. – Você achava Narcisa razoável para mãe do Draco, ninguém nunca está a sua altura Lucius. – Zombou o moreno. – Não sei Severus, talvez uma combinação dos nossos genes desse certo. – Disse Lucius sugestivo deixando a taça de lado e sentando-se no colo do amante. – Sei que você adoraria me encher de sêmen uma e outra vez até a exaustão. Severus gemeu sentindo o loiro pressionar as generosas nádegas contra sua virilha latejante e Lucius sorriu ante essa reação e sem perder tempo capturou os lábios do moreno provocando-o com sua língua. Depois de deixar os mais velhos na saleta Draco foi para seu quarto onde se pôs a escolher algo bonito para usar para Harry. Como nunca conseguia se decidir rapidamente optou por tomar um banho, coisa que para ele demorava bastante. Quando saiu do banheiro encontrou seu quarto em meio à penumbra, iluminado parcamente com algumas velas espalhadas pelo chão. Ele sabia que Harry estava por perto, mas mesmo assim surpreendeu-se quando o moreno agarrou-o por trás. – Te assustei loirinho?– Claro que sim seu troll desajeitado! – Draco fez um beicinho tentando se livrar dos braços poderosos de Harry. – Ah, vamos lá Draco. Eu preparei algo para meu veela bonito comemorar sua primeira poção patenteada. – Esqueceu que está de castigo seu degenerado? – E quem disse que eu vou desfrutar disso? Garanto que volto pra casa com as bolas roxas. – Harry resmungou. Draco sabia que tinha corado e agradeceu a semi-escuridão do quarto. – Você e seu linguajar vulgar ainda vão nos colocar em apuros. – Eu sei que você gosta, te excita escutar cada coisinha pervertida que eu quer fazer com você. – Harry sussurrou em seu ouvido fazendo um arrepio subir por sua espinha. Draco se deixou conduzir até a própria cama e sentiu-se deliciosamente decadente quando Harry fez seu roupão deslizar por seu corpo, a sensação da seda deslizando por sua pele era quase tão boa quanto os dedos de Harry descendo de seus ombros até seus quadris. Quando o moreno o fez deitar de bruços teve um segundo de desejo intenso de que o namorado completasse o vínculo de vez, às vezes seu lado veela podia ser muito passional. Sentiu um suave cheiro de flores e sentiu um fio de óleo em suas costas, logo as mãos de Harry começaram a trabalhar em seus músculos, conseguindo que ele ronronasse de prazer ao ter os nós de tensão desmanchados pelos dedos hábeis do namorado. Uma música suave começou a tocar no quarto e o veela sorriu pela engenhosidade de Harry, talvez Severus tivesse razão e ele não fosse tão estúpido afinal de contas. Toda a sessão de massagem tinha conseguido o fazer relaxar e ficar sonolento, era estranho, porque junto com todo o relaxamento tinha uma excitação esquentando-o de maneira gradual. Sentia as mãos de Harry descendo por suas costas em movimentos lentos e provocativos, sem abrir os olhos que já havia fechado quando a massagem começou, ele sentiu como as mãos fortes e calosas avançavam descaradamente para suas nádegas. Draco reprimiu sua timidez habitual e resolveu deixar seus instintos o guiarem por uma vez, enquanto sentia os dedos fortes explorando a maciez de suas nádegas fez como um gato e espreguiçou-se sensualmente e abriu as pernas expondo-se aos olhos de Harry, coisa que fez o moreno engolir a seco e apertá-lo com mais força. – Já acabou minha massagem? Eu esperava um pouquinho mais. – Disse o loiro todo dengoso. – Provocador. – Harry resmungou com uma dolorosa ereção, a qual seu vingativo namorado não daria atenção hoje. Respirando fundo e sentindo o cheiro de Draco misturado com o do óleo de massagem ele voltou a massagear as nádegas brancas e convidativas do loiro, perguntando-se por que diabos torturava a si mesmo dessa maneira. Era a primeira vez que faziam algo do tipo, mas ele já estava fiando louco para poder ter algo mais concreto com o namorado e pretendia começar a tentar seu veela naquela noite. Com cuidado deixou seus dedos escorregarem em direção à pequena entrada do loiro, sentiu Draco estremecendo e ficando tenso, mas logo o loiro relaxou quando ele beijou sua coluna delicadamente enquanto circundava a entrada franzida com os dedos, foi com certa hesitação que forçou um dedo dentro de Draco, que gemeu em resposta. Harry notou que o loiro segurava os lençóis com força, deixando as juntas dos dedos esbranquiçados, assustado pela possibilidade de poder estar machucando o outro Harry recuou fazendo Draco gemer em protesto.
– Harry, não é para parar gryffindor idiota. – O loiro murmurou. – Não estou te machucando? – É... diferente, mas não é dor. É que tenho que controlar meu lado veela, estou aqui quase usando meus poderes para te seduzir e conseguir seu pênis em vez dos seus dedos. – Confessou Draco entre gemidos. Harry sorriu, mas não se deixou levar pela vozinha que dizia para acabar com essa tensão toda e dar o que ambos queriam, ou seja, uma boa dose de sexo selvagem, ainda não era a hora para o vínculo, por isso, voltou a provocar Draco com seu dedo, entrando e saindo num ritmo constante. Quando o loiro começou mover os quadris de encontro a ele retirou o dedo e mandou-o se virar na cama, afastando os joelhos do amante Harry percebeu que ele não era o único excitado ao extremo. Inclinou-se para dar uma lambida sensual na ponta do pênis gotejante de Draco, mas foi apenas isso. – Você se tocaria? Quero ver como você se masturba pra mim. Draco mordeu o lábio inferior, o excitava demais o olhar de fogo e desejo que via no rosto do namorado, ser exibicionista talvez estivesse na genética dos Malfoy. Deixando a timidez de lado o veela escorregou uma mão por seu abdômen plano até agarrar sua própria ereção, soltou um suspiro satisfeito e viu como Harry não desgrudava os olhos dele. Começou a mover a mão aproveitando o óleo de massagem que Harry havia derramado em suas coxas, as mãos fortes e bronzeadas do moreno continuavam passeando por sua pele, Harry teve que se conter para não cair na tentação de ele mesmo possuir o loiro, que havia fechado os olhos enquanto continuava se masturbando num ritmo lento, que combinava perfeitamente com a atmosfera criada por Harry no quarto. Draco podia sentir o olhar intenso do moreno em sua pele, por isso voltou a afastar as pernas plenamente, usando a outra mão para segurar suas próprias bolas e acaricia-las suavemente, a música suave e o cheiro de especiarias no quarto o tinham quase hipnotizado. Sentiu que os dedos atrevidos de Harry voltavam a atacar sua entrada, dessa vez o moreno deslizou dois dedos dentro dele, coisa que fez Draco gemer e aumentar o ritmo com que se tocava, seguindo o ritmo forte com que Harry o fodia com os dedos. Draco choramingou quando juntos chegaram a um ritmo mais duro, a sensação dos dedos de Harry preenchendo-o e alargando-o era opressiva, podia sentir gotas de pré-sêmen escorrendo da ponta entumecida de seu pênis e quando Harry começou a girar os dedos dentro dele ao mesmo tempo em que ia mais fundo em sua cavidade Draco não aguentou mais e gozou em sua própria mão. Harry observou fascinado como o loiro gozava e sentiu como o corpo do namorado arqueava e apertava ainda mais seus dedos dentro do canal estreito, tinha certeza de que se fosse seu pênis teria gozado naquele exato momento. Draco abriu os olhos após alguns instantes para retomar sua respiração e sua sanidade. Sorriu para o namorado que o olhava com um brilho indulgente nos olhos verdes. – Eu gostei do meu presente. – Disse. – Claro que ainda não acabou, não sou tão estúpido quanto vocês gostam de pensar. – Espetou o moreno sarcasticamente. Draco olhou fascinado como o namorado andava pela penumbra do quarto com confiança e achava um pacote embrulhado em papel verde e cinza que Draco rasgou sem a menor consideração. Harry sorriu, pensando como seria o loiro na manha de natal, isso é se os Malfoy’s comemoravam o natal. O gritinho nada varonil, mas extremamente alegre do loiro fizeram Harry sair de suas deambulações. – Gostou? – Perguntou com uma sobrancelha arqueada. – É lindo, quem diria que meu gryffindor seria tão delicado com presentes? – Draco zombou, mas deu um leve beijo nos lábios de Harry. O moreno sorriu e achou que o conjunto de instrumentos em ouro para cortar ingredientes ou prepará-los tinha valido cada moeda. Havia visto a caixa de madeira forrada com veludo negro onde facas, colheres e diversos instrumentos em ouro repousavam e achou que seria perfeito para Draco. – O vendedor disse que são uma antiguidade ou algo assim...– Sim, são tão lindos e bem conservados. Severus ganhou um desses do Dumbledore quando se tornou mestre em poções. – É mesmo? Então acertei de verdade... consigo tudo o que for preciso para fazer meu veela bonito feliz. Draco sorriu e abraçou Harry, esquecido momentaneamente dos problemas com Ginny ou com sua educação incompleta. H♥D Tanto Lucius quanto Severus podiam ver os sinais de uma explosão eminente no jovem auror. Harry tinha passado as últimas três semanas entre jantares, aparições públicas e politicagem com os membros do Wizengamot, seu tempo com Draco tinha diminuído, mas sua imagem pública tinha melhorado a olhos vistos. O problema que faia o olhar verde do moreno escurecer e não agourar nada de bom era o talento surpreendente de Ginny Weasley para se esconder. Nem os aurores, nem as conexões do Ministro no mundo trouxa tinham conseguido uma pista do cabelo ruivo da ex-namorada de Harry. – Sabe, encarar a taça como se ela fosse Voldemort não vai melhorar a situação. – Draco disse, aborrecido pelo alheamento do namorado durante o jantar. – Desculpe se não posso me concentrar no que Lara McNair estava vestindo quando humilhou minha melhor amiga no Wizengamot, é que não achar meu filho me parece ser um pouco mais importante. Draco apertou o garfo com força e abriu a boca para retrucar a altura quando a voz de seu pai interveio. – Por favor crianças, se comportem na mesa, sim? – Com o tom glacial que fazia os dois jovens se sentirem meninos de seis anos.– Desculpe. – Os dois disseram em uníssono. – Esse sumiço da pequena Weasley está deixando a todos tensos demais. Eu também tentei acha-la, mas ela parece ser mais esperta do que aparentava. – O que quer dizer? – Perguntou Draco surpreso, seu pai raramente reconhecia o intelecto de alguém. – Os feitiços que eu e o seu escolhido cabeça-oca usamos são de alto grau, ela está usando algum selamento. O local onde está deve estar mais protegido que os esconderijos do Lord. – O mais velho resmungou. – A culpa é toda do Charlie. – Harry disse massageando suas têmporas. – De todos os Weasley na verdade, depois que o Percy sumiu na guerra eles ficaram superprotetores e ensinaram a ela todo tipo de coisa para se esquivar e fugir dos comensais. – Ela não falou com eles ainda? – Severus inquiriu.– Na verdade, ela mandou outra ultrassonografia para a casa do Ron hoje. O bebê está bem, mas eu não sei o que ela quer com isso. – O moreno desabafou. – Te torturar, exatamente como está conseguindo. – Draco disse entredentes. – Eu sei, mas...– Há um feitiço. – Severus disse. – Algum que ainda não tenhamos tentado? Nenhum localizador funcionou Severus. – Harry disse, descrente. – Bem, isso é algo bem perto do limite do que vocês bondoso leões gostam de chamar de magia negra. Ainda quer ouvir? Para a surpresa dos três slytherins na mesa Harry deu um sorriso ladino.– Quando podemos começar?
Notas finais
Então, eu gostaria de esclarecer que se demoro é porque não tive tempo para postar, no caso dessa fanfic, para quem reclamou da demora peço desculpas, mas lembro que escrever fanfics é para ser divertido e que não vou me estressar e diminuir a qualidade em prol da rapidez.
Bem, saindo desse tom sério, e ai povo, mereço comentários?
Acham que vão achar a Ginny?! o.O
Beijos.
Bem, saindo desse tom sério, e ai povo, mereço comentários?
Acham que vão achar a Ginny?! o.O
Beijos.
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