Destinos Entrelaçados
7 Capítulo 6
Notas iniciais
Leitores fantasmas apareçam e me façam feliz ;)
Boa leitura...
Quando ele acordou no outro dia, percebeu que dormia abraçado a ela. Respirou fundo controlando seus pensamentos e sentindo o seu cheiro.
Porque ela tinha que ser tão cheirosa? Porque ela tinha que ser tão atraente para ele? Isso só fazia que ele não quisesse sair dali. Percebeu que tudo que queria era poder ficar ali na cama, abraçado a ela durante o dia todo, a vida toda se fosse possível.
Perto dela, ele esquecia-se de tudo. E se sentia tão bem assim.
Olhou para ela tão serena dormindo, sentiu seu coração se aquecer.
Não droga, ele se reprimiu saltando da cama. Isso não pode acontecer. Isso não vai acontecer. Logo ela vai embora, você não pode deixar seu coração se partir de novo. Não de novo. Você prometeu a si mesmo que nunca mais deixaria isso acontecer.
Mas agora olhando ela ali deitada na cama, ele percebeu que o que um dia havia pensado que sentia por Victória durante o ano que passou com ela, não chegava a um terço do que estava sentindo por Bella em o quê? Quatro, cinco dias?
Ele tinha certeza mesmo nesses poucos dias que Bella nunca seria igual a Victoria, que nunca faria o que Victoria fez.
O que ela tinha que o deixava atordoado? Porque ele sentia essa enorme atração por ela? Porque ele sentia que já a conhecia de algum lugar, porque ele sentia que sua vida já estava completa, mas só com ela ali ao seu lado?
Não tinha nem uma semana que ele a conhecia, mas ele sentia que sua vida não seria mais a mesma, sem ela. Nunca foi a mesma sem ela.
Qual era o feitiço de Isabella Swan?
Edward escreveu um bilhete pouco frio a Bella dizendo que havia ido trabalhar, e qualquer coisa era para ligar para ele. Mas ao rele-lo o amassou e escreveu outro bilhete.
Isso era patético.
Ele tinha vinte sete anos, era hora de voltar a viver sua vida e confiar nas mulheres. E ele confiava em Bella.
Ao chegar à sede percebeu que estava repleta de repórteres, a percussão do caso dos Volturi estava sendo muito grande na imprensa. Ele entrou sendo abordado por vários repórteres, mas passou reto, apenas dizendo que eles fariam uma coletiva de imprensa mais tarde.
Tentou interrogar Aro, mas este se recusava abrir a boca e Edward quase perdeu a cabeça quando ele sorriu ao ouvir o nome de Isabella, mas Emmett o impediu rapidamente de fazer alguma burrice.
A coletiva de imprensa foi já no final da tarde e demorada eram muitas perguntas é claro que eles não disseram muitas informações apenas disseram o essencial e pediram que se alguém tivessem informações para que falasse. Mas mesmo assim os repórteres insistiam querendo saber mais, até que eles deram um ponto final e concluíram a coletiva.
Quando Edward estava quase indo embora eles receberam um telefonema anônimo de um homem que disse ser um motorista de caminhão que havia deixado várias mulheres em um deposito abandonado pela saída sul da cidade.
Emmett e Edward foram correndo para lá, mas era tarde de mais, o lugar estava pegando fogo e um cheiro horrível de carne humana queimada eles puderam sentir antes mesmo de saírem do carro.
Edward chegou ao apartamento era mais tarde da noite morrendo de cansaço, pensou que encontraria Bella já dormindo, mas ela estava esperando por ele no sofá enquanto assistia algo na televisão.
— Não era para você ter me esperado, está tarde — Edward disse, sentindo um pouco de sua força voltar apenas por vê-ela.
Bella encolheu seus ombros, não queria dizer que não conseguiria dormir se ele não estivesse pelo menos no quarto ao lado do dela.
— Eu fiz o jantar, não queria comer sozinha — ela disse.
— Eu vou apenas tomar um banho e já volto — ele falou e ela assentiu.
— Desse jeito você vai me acostumar mal — Edward disse aparecendo na cozinha já de banho tomado e com seu moletom da policia.
— Bom que assim você não vai querer escapar de mim — ela brincou rindo.
— Você viu a coletiva?
— Vi, vocês se saíram muito bem, desviando das perguntas deles.
— Obrigado, meu Deus, isso está fabuloso! — Edward disse mastigando lentamente a carne que ela havia preparado.
— Obrigada — ela sorriu tímida.
Depois que acabaram e arrumaram a cozinha cada um foi para seu quarto, Bella dormiu rápido sonhando com Edward, enquanto ele no quarto ao lado, não conseguiu pregar os olhos só pensando nela.
Talvez tenha sido isso que tenha os salvado. Ou não.
De manhã em todos os noticiários só falavam dos irmãos Volturi. Aro, Marcus e Caius que conseguiram junto com seus advogados, os gêmeos inescrupulosos que nunca haviam perdido um julgamento, por pior que ele fosse, Alec e Jane Miller responderem o processo em liberdade e ainda eliminar algumas provas que tinha contra eles.
Assim que ambos se reuniram, já liberados. Aro ficou sabendo do fogo no deposito que havia levado alguma das meninas e ficou feliz, menos trabalho e não poderiam ligar isso a eles.
Marcus, o irmão do meio, recebeu a noticia de que seus capangas haviam descoberto onde Isabella Swan estava não deu em outra imediatamente ele mandou que fossem até ela e explodissem seu esconderijo. Caius, o irmão mais novo, abriu a champanhe assim que recebeu a noticia de que tudo ocorreu como planejado, os irmãos brindaram, felizes, mesmo Aro se sentindo um pouco triste com a morte de sua querida Isabella, mas sua liberdade sempre em primeiro lugar.
Agora, nada os deteriam e eles saíram como os mocinhos.
Os noticiários também não paravam de repetir e detalhar a invasão que havia tido durante a madrugada ao apartamento do agente especial do FBI Edward Cullen, de 27 anos que protegia uma testemunha que era essencial para o caso. Uma explosão que havia tido em seu apartamento que resultou na morte dele e da pessoa não identificada, mas que era Isabella Swan.
Carlisle Cullen, um homem alto, loiro imponente de olhos azuis, rolou na cama, bravo, ouvindo o telefone tocar. Havia acabado de chegar do plantão no hospital que trabalhava como cirurgião e mal havia deitado em sua cama e abraçado sua mulher o telefone tocou o fazendo suspirar fundo, esperava que não fosse uma emergência, estava realmente se sentindo cansado, não tinha mais aquela energia que tinha de quando era mais jovem.
Mais ele preferia que tivesse sido uma emergência a ter que receber aquela noticia.
A pior noticia que pode se dar a um pai e a uma mãe.
Esme Cullen, uma mulher elegante, de só de olhar em seus olhos dourados da cor de seu filho percebia o quanto ela era amorosa e caridosa, também se mexeu na cama com o barulho.
— Alô? — Carlisle disse sentando na cama, com a voz rouca de cansaço.
Sua mulher bocejou e o olhou com sono.
Ele sorriu para ela um sorriso que congelou assim que ouvia as palavras que Ben Cheney, o chefe de seu filho, dizia ao telefone. As palavras que ele um dia pensou que nunca ouviria.
— Carlisle, aqui é Ben Cheney. Sinto muito ter que te dar esse noticia, mas houve uma explosão no apartamento de Edward e ele infelizmente não sobreviveu.
E agora o que seria do caso Volturi?
Notas finais
Bom esse é o último capitulo, vejo vocês no epílogo...
Comentem e me deixem saber o que acharam...
Para quem não me segue no twitter e querem seguir @lalac_rk, podem tirar qualquer duvida sobre a fic por lá.
Tchau, tchau!
Lalac
P.S¹: O spoiler do próximo capítulo, apenas para quem comentou no capitulo passado então as leitoras: Katilene, Kristen Love, Lili Swan, DraMione, Camí Sander, LittleDoll, Michelle Charret, Ana Paula Souza, Brakingdawnlove, Eclipse She e Flávia Regina
mandem seu e-mail para mim por MP(quem eu ainda não tenho), ou até na sua review desse capitulo, para que eu possa mandar o spoiler, por favor, porque o nyah não deixa eu mandar muitas MPs seguidas e nem iguais as outras... Acho que o spoiler do próximo capitulo vai salvar vidas, inclusive a minha... haha
P.S²: Geeente comentem, por favor, é desanimador você ver que tem OITENTA E DOIS leitores e somente ONZE leitores comentam. =(
P.S³: eu sei que a justiça dos EUA não tem nem comparação com o Brasil e eu acho que se fosse esse caso, os Volturi não poderiam responder processo em liberdade, mas eu preciso deles solto para dar andamento na fic, ou você realmente preferem o epílogo no próximo?
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