Destinos Cruzados
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Capitulo 1
Eu sou Virginia, uma das empregadas da mansão Monte Negro.
As coisas na Mansão Monte Negro pioram a cada dia que se passa. Primeiro teve a historia do suicídio da melhor empregada que a casa já teve, Paula. Depois teve a história do namoro da filha de Mille, Carla, com o despedido mordomo Clarck. Depois veio a historia dos chifres que a Mille recebeu do ex-marido Juan. Meu Deus, onde está a paz nesta casa? Agora a Mille entra e sai com o tal empresário das lojas maquines, Claudio. Claudio é um moço muito bonito, forte e atraente. Bem divertido. Ele pensa que não vejo ele olhando para mim toda vez que vem para a do a chefia Mille sai, pois, ela não deixa eu sair para lugar nenhum, só quando ela vai junto. Nos meus tempos livres eu vou a biblioteca ler uns livros. O melhor livro que já li foi: o escaravelho do diabo, um mistério bem divertido. Sei de cor, por que já li 5 vezes. Não suporto mais as flertadas de Claudio dando em cima de mim. Claudio é o novo mordomo da mansão. Odeio ele. Já tentei ir a policia para denunciar ele, só que a madrasta não deixa, ela diz que não quer mais problemas na casa. Na mansão só tenho dois amigos, a filha da Mille, Carla e o rico empresário Fabio. Carla me conta cada uma que ela passa na escola. Ela tem muita sorte estuda na escola particular, enquanto eu estudei na pública. Ai diário novo, me desculpe só que agora vou ouvir a nova história de Carla. Beijos, Virginia.
-então, Carla? O que aconteceu hoje?-perguntou Virginia.
-você acredita que o cara de pau do Ned veio me pedir a mão.
-hm... a novinha vai se casar, estou sabendo, em?
-claro que não, amiga. Eu não aceitei. Eu quero encontrar o amor verdadeiro, esses meninos de hoje não valem nem cinco centavos.
-ai, menina, ia ficar feliz se alguém me pedisse em casamento-disse Virginia, olhando os dedos.
-olha, se você se arrumasse mais e saísse mais para a balada, você já estava casada. Só que você só sai daqui para o mercado-explicou Carla.
-se eu pudesse sair de casa. Sua mãezinha querida não deixa. Lembra?-perguntou Virginia.
-agora lembrei. Mas ô, hoje eu vou pra balada e eu vou insistir para que a mamãe deixe você ir comigo.
-serio?-perguntou Virginia.
-claro. Vem vou te ajudar para escolher a roupa.
É diário, a Carla me ajudou a escolher tudo. Meu deus, passamos a tarde todinha escolhendo a roupa, o tipo de cabelo, a cor da roupa. No fim das contas escolhemos um belo vestido brilhante e cinza. Esses vestidinhos de rico. Depois de escolhermos tudo a Carla insistiu para que a Mille deixasse eu ir e depois de 20 minutos ela deixou. Bem diário a hora esta chegando e eu tenho que tomar banho, beijos, Virginia.
Pois é gente eu tomei banho e fui para a balada com a Carla. Uns garotos vieram eram dois, o mais bonito falou comigo.
-e ai, gatinha.
-o... oi.
-tá encabulada por que?
-ninguém nunca me chamou de gatinha-respondeu Virginia.
-por que os homens não prestam, não veem o que é bom.
-ai para.
-vem cá
Ele me puxou para cima dele e eu correspondi esta ação. Ficamos a noite todinha aos beijos. E agora eu e a Carla formos embora. Eu estava embriagada.
-amiga, o que aconteceu? Você esta bêbada.
-ah, aquele gatinho sabe mesmo o que é bom para a vida.
-ah, meu Deus, chegamos. Mamãe VAI FICAR FURIOSA.
-calma, sem gritos. Vamos entrar.
Então entramos. Mille não acreditou no que viu.
-o que é isso?
-oi, chefia. Como foi sua noite? A minha foi ótima.
-Carla, quero explicações-pediu Mille.
-bem... é que...- Carla foi interrompida.
-não quero saber!-exclamou Mille.
-ué, então para que perguntou?-perguntou Virginia.
-VIRGINIA, VA TOMAR BANHO-gritou Mille.
-certo, calma. Calma.
Eu fui tomar banho, e quando voltei ao normal eu sabia que o outro dia ia ser pesadíssimo.
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