Destinos

5 Capítulo 5 - Se conhecendo e... Já estão brigando?!


Notas iniciais
Oiii povo lindos(as) do meu kokoro[coração], os seus momentos de ansiedade chegaram no fim pois finalmente chegou o capitulo que tanto queriam que o Ce e Mô se conhecem. Uffa já era a hora né?! ;) Aproveitado queria agradece BeatrizBaraldi pela recomendação da fic semana passada que eu AMEI MUITO ficou super mara, valeu de verdade Beatriz. Quem quiser recomendar também fiquem vontade. Chega de falatório vou deixa-los com o novo capitulo. Ótima Leitura! ^^

Era uma manhã de domingo um pouco dublado e bastante chuvoso bem diferente do dia anterior que fazia um lindo dia de sol quente e ar fresco, dona Luísa havia entrado dentro do quarto da filha para de costume acorda-la igual que faz todas as manhãs, só que para sua surpresa Mônica já havia acordado e estava sentada na cama com as costa encostada na cabeceira da cama e pescoço virado na direção da janela fitando a chuva que caia lá fora.

—Oh filha, que surpresa já esta acordada. —Luísa pronunciou anunciando a sua chegada de modo meigo olhando para a garota sorrindo.

—Ah... Sabe mãe é que eu tive um pesadelo que prefiro nem lembrar e acordei tão assustada que não consegui mais voltar a dormi. —Mônica contou esclarecendo a surpresa de sua mãe.

—Hum... Pesadelo! Não sabia, geralmente você tem esses pesadelos faz tanto barulho que acaba me acordando assustada. —Luísa mencionou estranhando um pouco.

—É... Só que dessa vez acho que eu não fiz barulho ou foi a senhora que estava muito cansada que nem tinha como te acordar. —A dentuça opinou olhado diretamente para sua mãe.

—Realmente isso não posso negar, ando fazendo tanta coisa numa correria danada, cuidar de você, ir pro trabalho, cuidar das coisas aqui dentro de casa. Aff! Se ao menos tivesse alguém pra me ajudar. —A mulher queixou-se num ar de exausta.

—Papai faz tanta falta essas horas, né mãe?! —A jovem comentou um pouco melancólica.

—Ele faz falta o tempo todo querida. Eu amava mesmo o seu pai. —Luísa confessou num tom de voz que demonstrava tristeza e saudade.

—Eu também, nunca vou me conformar com a ausência dele. —Mônica assegurou olhando para a foto que estava dentro do porta retrato em cima do seu criado-mudo, na imagem da fotografia era uma onde a Mônica tinha seis anos de idade e ela estava junto de sua mãe e do seu falecido pai estando abraçada com o seu inseparável coelhinho de pelúcia chamado Sansão, que foi o seu primeiro presente ganhado do pai quando ainda era um bebê de poucos meses. Todos os três estavam sorrindo na foto, era realmente uma família feliz e completa. Ao olhar pra aquela fotografia os olhos da dentucinha começaram a lacrimejar de tristeza e saudades.

—Ham... Mônica estive pensado, que talvez se eu contrata-se alguém pra olhar você e cuidar da casa enquanto estiver trabalhado no hospital. —Dona Luísa sugeriu com um leve sorriso direcionado para a filha.

—Tá falando de uma babá, mãe? Eu não sou mais criança. —A garota protestou estando indignada com a própria mãe e a encarado com uma expressão seria formada em seu rosto.

—Não uma babá, mas sim uma companhia confiável, sua amiga Magali não pode ser porque ela é uma adolescente que estuda não ia ter tempo e nem responsabilidade pra isso. Talvez uma amiga minha. —A adulta fica pensativa tentado se decidir com o dedo indicador no queixo.

—Não mãe, eu não quero. —Mônica simplesmente negou protestando.

—Pensa Mônica, eu não posso ficar cuidando de você o tempo todo, tem o meu trabalho e as vezes tenho que ficar até mais tarde de plantão e deixado você sozinha horas. Fico mais do que preocupada com o coração aflito. —Luísa explicou sendo mais coerente possível para convencer a teimosa da sua filha.

—Mas eu sei muito bem me cuidar sozinha. —A dentucinha se justificou insistindo com os braços cruzados.

—Eu sei que você sabe. O que quero dizer é que você tem uma saúde muito fraca e de vez em quando você passa mal e tenho que leva-la as pressa pro hospital. Se alguém ficar aqui com você vou poder ficar mais tranquila, entende meu anjo?! —A mulher argumentou sendo mais insistente do que a sua jovem filha.

—Sim, eu entendo! —Mônica concordou, mesmo assim ainda continuava inconformada.

A conversa de mãe e filha havia sido interrompida no momento em que ambas as duas escutaram o som do telefone tocar vindo lá da sala.

—Mamãe, não é o barulho do telefone?! —A jovem dentuça avisou a mãe para que a mesma fosse lá ver quem é.

—Ih! É mesmo! Deixa querida, eu vou lá atender e depois já volto. —Dona Luísa comunicou começando a andar para sair daquele quarto.

—Tá okay! —Mônica concedeu concordando e depois ver sua mãe sair do quarto. —Droga de pesadelos. Sempre insiste de me atormentar. —Ela resmungou murmurando enquanto encarava novamente a janela.

[...]

Luísa havia descido a escada indo até a sala para atender o telefone que fazia um barulho desesperado pedindo por atenção, ao pegar no aparelho atende no mesmo instante e logo em seguida ela responde a ligação.

—Alô!

—Alô, dona Luísa, sou eu seu Cebola! —Correspondeu a chamada a pessoa que estava no outro lado da linha.

—Ah, sim! Algum problema? —Luísa indagou curiosa e ao mesmo tempo preocupada se algum tivesse acontecido pro seu vizinho ter ligado tão repentinamente pra ela e logo pela manhã.

—Não, problema nenhum. É que eu preciso pedir um favor. —Cebolácio respondeu querendo ir direto pro assunto.

—Sim, qual seria? —Dona Luísa questionou interessada em saber e assim o seu Cebolácio explicou toda aquela historia do seu filho esta metido com drogas e foi pego pela policia, através da ligação do telefonema. —Sim, entendo. Não imaginava que o seu filho estava passando por isso. Eu sinto muito. Não, tudo bem, faço questão de ter o seu filho aqui em casa, tava mesmo precisando de ajuda com a minha filha e assim é um bom modo de curar o seu filho. Vai ser uma mão na roda. —Ela aceitou de bom grado vendo que era uma oportunidade perfeita que não podia vim hora melhor.

—Ah que bom saber que a senhora vai deixar. —O seu Cebola afirmou aliviado.

—Er! Eu que diga! Mas quando o seu filho vai começar vim aqui? —A mulher perguntou interessada em saber a resposta.

—Pode ser amanhã depois da aula dele, mas podemos apresentar os garotos ainda hoje, pra não ter aquele clima chato dos jovens passarem um dia juntos sem ao menos nunca se verem antes. —Seu Cebolácio respondeu sugerindo e depois ele soltou umas risadinhas na ligação.

—Ah sim, concordo plenamente. Então trás o seu filho aqui duas horas da tarde, irei avisar a minha filha. —Luísa propôs achando tudo ótimo de acordo.

—Tá bom! Irei buscar o garoto na casa da minha ex esposa. Obrigado de novo. —O homem agradeceu estando mais que satisfeito com a aceitação da amiga e vizinha.

—Eu que agradeço. Tchau seu Cebola! —Dona Luísa se despediu de forma amigável.

—Tchau dona Luísa! —Cebolácio se despediu sendo simpático também e depois desliga o telefone logo em seguida.

Após Luísa terminar de falar no telefone ela volta pro quarto da filha para arrumar a dentucinha. Assim que a Luísa entra no quarto, Mônica que continuava em sua cama, encarado a sua mãe com uma cara de curiosidade.

—Mamãe, quem era? —A garota interrogou estando intrigada olhando diretamente para a sua mãe.

—Mônica, adivinha que aconteceu? —A mulher questionou a filha entusiasmada com um sorriso formado no rosto.

—Ham... Mãe sinto muito em informa-la, mas é que eu não sou vidente. —Mônica debochou com um sorriso cínico bobo contornado em sua feição.

—Mônica, a partir de amanhã você vai ter alguém para fazer companhia a você. —Luísa contou empolgada ignorando totalmente o deboche da filha.

—O QUE? Como assim mãe? —Mônica exclamou surpresa e incrédula.

—Ah... É que o filho do nosso vizinho, o seu Cebola, você conhece ele, então o rapaz vai ficar com você quando eu estiver no trabalho e o melhor de tudo ele tem sua idade. —A mulher explicou com um sorriso satisfeito e alegre formado em sua face.

—M-mas, eu não quero ficar com um desconhecido, sabe lá como pode ser essa pessoa, um marginal, um bandido. Mãe definitivamente a senhora pirou de vez. —A dentuça discordou com a sua mãe abismada.

—Mônica para de ser chata, eu conheço o rapaz, sei que ele é uma boa pessoa e saberá cuidar muito bem da minha florzinha delicada e engenhosa. —Luísa repreendeu a filha de um jeito serio. —E tem mais, ele vai vir aqui hoje para conhecer você, então tenho que te arrumar logo. —Ela avisou indo direto para o guarda-roupa pra poder pegar a roupa a qual a Mônica iria querer usar para receber as visitas.

—Mas mãe, que droga... —Mônica reclamou inconformada e enraivada, mas acabou sendo interrompida.

—Fim de conversa sou sua mãe! Sei o que é melhor pra você. —A mulher restringiu a garota com o seu melhor tom de autoritária materna a encarando.

—Aff! Tá beleza! Depois que ele me matar, sequestrar e me estuprar não diz que eu não avisei. —A jovem advertiu seria e irritada insistindo com a sua teimosia de braços cruzados.

—Mônica! —Luísa reprimiu a sua filha a encarando de modo serio.

[...]

Algumas horas mais tarde naquele mesmo dia, tanto a Mônica e a dona Luísa já estavam prontas para receber as visitas em sua residência até que finalmente a campainha toca com isso a Luísa deixa a filha sozinha no quarto e foi atender a porta, assim que abriu a porta viu que era o seu vizinho Cebolácio que estava acompanhado de uma mulher bonita que tem cabelos pretos curto até o ombro, olhos castanhos e um corpo acima do peso e também um belo jovem rapaz de cabelos negros rebelde apontado para cinco direção diferente e olhos castanhos, ele estava com uma cara entediada e desgosto que demostrava não queria estar ali. Luísa os convidou para entrar dando passagem na porta e dessa forma os três entraram dentro da casa.

—Então seu Cebola esse é o seu filho que o senhor tanto falou, ele é um rapaz muito... Bonito! Hahaha... —Luísa elogiou de modo simpático e um pouco sem jeito. —E também claro a sua espo... Desculpa! Sua ex esposa. Ela também é bonita.

—Ora dona Luísa, to vendo que a senhora é uma mulher muito gentil e bonita, certamente a sua filha deve ser igual a você! —Dona Maria supôs de forma gentil e sincera.

—Mas ela é sim! —Luísa confirmou com um leve sorriso amistoso sublinhado em sua face direcionado para a dona Maria. —E algum me diz que você Cebola vai ser muito amigo dela! —Luísa cogitou gentilmente sorrindo pro jovem moreno.

—Humpf! To sabendo! —Cebola disse entediado sem dar importância, afinal ele estava odiando estar ali e não tinha nenhum interesse em conhecer a garota a qual iria cuidar pelos próximos três meses, mesmo que todos digam o quanto ela é linda, tudo porque ele não queria ter que cuidar de ninguém e muito menos ter que cumprir as exigências dos seus pais.

—E cadê a sua filha, Mônica? Ela esta em casa? —Perguntou o seu Cebolácio interessado.

—Ah ela?! Esta no quarto. Esperam por favor aqui, eu vou lá busca-la. —Luísa respondeu e por fim foi em direção da escada para buscar a sua jovem filha.

—Tá bom, vamos aguardar! —O seu Cebola aceitou sem menor problema.

Luísa subiu a escada deixando as visitas sozinhos na sala e alguns minutos depois ela voltou descendo muito devagar na escada empurrando uma cadeira de roda que estava em sua frente com todo o cuidado enquanto segurava com firmeza em suas mãos o ferro de mão, na cadeira estava sentada uma bela jovem de cabelos chanel castanhos muito escuro quase negros e com os dois dentes da frente um pouco avantajado que dava aquele certo charme na garota.

—Bom, aqui esta ela! A minha filha, Mônica. —Luísa anunciou apresentado a sua filha após terminar de desce a escada e já dentro da sala. —Mônica, cumprimente as visitas. —A mulher pediu murmurando só para a garota ouvir.

—Olá, muito prezar em conhece-los! —A jovem cumprimentou tentando ser mais gentil possível já que a mesma ainda não havia concordado com a ideia da mãe.

—Olá querida, o prazer é todo meu! —Maria cumprimenta a dentuça maravilhada com a garota por ser tão linda e simpática. —Oh que encanto de menina, parece uma anjinha.

—Ora veja só, ela ainda é mais linda que a mãe falou, né meu filho!? —Seu Cebola insinuou sendo sugestivo de brincadeira querendo mexer com o seu filho.

—Ham! Pai se liga, já vi garotas muito mais atraentes que essa mina, ela é tão sem sal. —Cebola reprovou cinicamente em tom alto para todos daquela sala pudesse ouvir, principalmente uma certa pessoa a qual queria atingir com a sua provocação.

Por mais que tenha dito isso o Cebola não podia negar pra si próprio que a garota cujo o nome é Mônica era mesmo linda, mas ele não ia deixar que esse detalhe o convencesse de querer cumprir a obrigação imposta pelos seus pais e fora o fato que o garoto não queria de jeito nenhum ter a trabalheira de cuidar de ninguém, nem mesmo uma bela moça da sua idade.

—Como é que disse?! Eu sem sal? —Mônica exclamou com raiva e descrente com o que ouviu.

—É isso mesmo que acabou de ouvir. Será que além de você ser aleijada ainda é surda ou é apenas tapada mesmo?! —Cebola provocou gostando de querer irritar aquela garota.

—Cebola! —Dona Maria repreendeu o filho não gostando do comportamento do mesmo.

—Grrr! Escuta aqui o garoto, quem é você pra falar assim de mim?! Tá achando o que, só porque to nessa cadeira não posso dar um jeito em você. —Mônica retrucou o ameaçando enfurecida.

—Ouh! To vendo que mesmo numa cadeira ela é raivozinha, gostei. Acho que seremos grades amigos! Hahaha! Agora, diga como pretende fazer alguma coisa comigo se você não pode ser levantar? Oh deficiente! —Ele debochou cheio de ironia para a provoca-la ainda mais.

—Eh! Quer pagar pra ver, então tá! —Mônica o desafiou com ar de ameaça. —Toma isso seu IDIOTA lesado! —Ela pega o seu coelho Sansão que estava ao lado dela na cadeira e arremessa com tudo pra cima do Cebola.

POOF —Som de coalhada na cara do Cebola que foi no chão.

—AAHHH QUE CARALHO! OLHA QUE VOCÊ FEZ SUA GAROTA ESTÚPIDA, JOGOU ESSA MERDA DE COELHO IMUNDO EM CIMA DE MIM! —Cebola esbravejou gritando enlouquecido de fúria se levantado do chão com o rosto vermelho.

—Humpf! Joguei, joguei mesmo e se der eu jogo quantas vezes se for possível. —Mônica rebateu sendo bem debochada se sentido vitoriosa e em seu rosto havia se formado um sorriso cínico travesso.

—Grrrrr! Você vai ver só sua cadeirante nem um pouco atraente. —Cebola ameaçou com raiva a fuzilando os os olhos.

—Isso por acaso é uma ameaça? —Ela indagou retorica encarando furiosa.

—Pode crer que sim! —O ex troca-letra respondeu de maneira fria e ríspida ainda continuando encarar a garota enraivado.

—Crianças, parem já de brigar! —Cebolácio reprimiu os dois jovens. —Já basta os problemas que o rapazinho já me aprontou com o seu vicio agora mais essa. Querer brigar com uma garota que você vai ter que cuidar.

—Vicio?! Que vicio? —Mônica questionou curiosa surpresa e também apreensiva.

—Não contou pra ela, dona Luísa? —Dona Maria perguntou um pouco surpresa.

—Ham... Isso?! Eu ia contar pra ela depois, não deu pra contar antes porque minha filha já não gostou muito da ideia, entendem?! —Dona Luísa esclareceu um pouco sem graça.

—Sim! —Seu Cebola e dona Maria afirmam ao mesmo tempo.

—Mas ainda ninguém me contou. Que vicio essa criatura tem? —Mônica retorna a fazer sua pergunta cada vez mais intrigada e impaciente.

—Que saber sua aleijada estúpida?! Então tá! Eu sou um delinquente viciado em drogas, porque motivos mais eu seria obrigado a atura essa sua cara insuportável de coelho e seus dentões?! —Cebola zombou de forma fria encarando a jovem com um sorriso cínico de deboche.

—Hã! Então é isso! Mãe fala serio, você quer mesmo que um viciado cuide de mim. Ele pode me matar, me sequestra, me estuprar, vender meus órgãos pra compra drogas. —Mônica reclamou estando pasma, incrédula e praticamente em pânico.

—Mônica, por favor! —Dona Luísa restringiu a filha se sentido sem jeito por conta das visitas.

—Mas isso que ele é, um dro-ga-do! —A dentuça o insultou com um sorriso debochado desenhado em sua face.

—E você, é uma cadeirante! —Cebola revidou a provocando devolvendo pra ela um sorriso cínico.

—Idiota!

—Coelha!

—Careca!

—Maluca!

—Escroto!

—Baranga!

—Vaza da minha frente! —Mônica ordenou entre os dentes cheia de ódio.

—Com o maior prazer! —Cebola aceitou com cinismo enquanto sorria debochado direcionado para a garota dos dentes proeminente. —Pai, mãe, vamos nessa antes que eu cometo um crime aqui mesmo. —Ele chamou tentando manter a calma, a sua vontade naquele momento era de esganar aquele "pescocinho lindo" de acordo como o mesmo achava.

—Hahahahahahahaha... —Todos começaram a rir muito com a cena menos o Cebola e a Mônica que estavam com raiva um do outro.

—To vendo que os dois já estão se entendendo muito bem. —Cebolácio mencionou sendo sarcástico.

—É, já de cara viraram grandes amigos. —Dona Luísa comentou de forma sarcástica.

—Quem sabe um dia amizade deles se torna paixão. Já posso imaginar eles como um belo parzinho de namorados. —Maria declarou debochando de brincadeira utilizado o sarcástico.

—AMIGOS! NAMORADOS! Em que mundo que vocês vivem?! —Cebola e Mônica exclamaram totalmente perplexo e indignados com os pais.

—Hihihihi... Em um mundo onde jovens sempre se apaixonam, meus queridos. —Luísa zombou de brincadeira gostando de provocar um pouco os dois adolescentes.

—Agora chega de brincadeira e vamos embora, já estamos aqui tempo de mais e não queremos incomodar a dona Luísa. —Maria chamou anunciando enquanto se levantava do sofá para ir embora.

—Não, imagina! Não é incomodo nenhum. —Dona Luísa decretou de maneira simpática com um pequeno sorriso moldado em sua feição pras visitas.

—Vamos filho! Sei que amou conhecer a Mônica, mas amanhã mesmo você vai estar com ela depois da aula. —Cebolácio provocou gostando de atiçar o seu filho.

—Pai nem me lembre desse pesadelo! —Cebola resmungou inconformado quase em desespero.

—Tomara que amanhã nunca chegue! —Mônica desejou de forma irônica se lamentando.

—E eu digo igualmente! —Cebola garantiu sendo irônico com deboche e um sorriso cínico no rosto, já a Mônica devolveu o agrado com um sorriso azedo pra ele.

Depois que todos eles se despediram, seu Cebolácio retornou pra sua casa e o Cebola foi embora pra casa da sua mãe acompanhado pela mesma.

Notas finais
Iai o que acharam? Foi legal? Gostaram? Detestaram? Comentem por favo! Estou esperado a resposta de vocês. Queria comentar uma coisa de um assunto fora da fic mas tem a ave com TMJ. Gente será que EU sou a única que esta ansiosa pra edição 63 da TMJ?! Pra quem já leu a edição 62 viu na sinopse do próximo e é semelhante a edição 51 e 52(Sombras do Passado), talvez seja alguma continuação. Por isso que estou ansiosa pra edição 63. Valeu pela atenção, beijos! E Comentem!