Destinos

33 Capítulo 33 - Soltando o veneno


Notas iniciais
Olá pessoal, voltei com mais um capítulo novinho e pra compensar meu sumiço de muito tempo mesmo, quis postar outro capítulo com diference poucos dias do outro que eu havia postado, espero de verdade que goste dele. Queria falar uma coisa antes, que é sobre o capitulo anterior não teve nenhum comentário, não fosso ideia se alguém nesse site esta lendo essa fanfic, isso me desanimou muito a posta a fanfic aqui, acabei postando após pensar se existe no caso algum leitor fantasma, mas é serio, se alguém ai ler a fanfic não deixe de comentar mesmo que seja apenas um "amei o capitulo, continue" pq a falta de comentário me de anima muito querer continuar escrevendo a fanfic. Boa Leitura!!!! ^-^

As horas iam se passando e a Mônica ficava dentro da sala de estudo assistindo as aulas atentamente prestando a atenção no que os seus professores falavam sobre as matérias e pra sua sorte tudo estava ocorrendo muito bem. Quando precisava, a dentucinha contava com o total aponho dos seus professores que era todos gentis com ela e também contava com os seus colegas e amigos, os que estavam na mesma turma dela, sempre que precisava de alguma ajuda ou tinha alguma duvida sobre a escola eles ajudavam.

Horas depois havia se passando até que chegou a hora do intervalo, os professores havia liberado os alunos para saírem das salas de aula durante o intervalo. Cebola havia indo até a sala de Mônica pra cuidar e fazer companhia a ela durante o intervalo, mas a Magali se interferiu dizendo: "que ele fica tempo de mais com a Mônica e que ela ia ficar bem em sua companhia e das outras garotas", Mônica viu que a sua amiga comilona estava certa e acabou concordando com a mesma, já o Cebola não teve outra escolha e o jeito foi ter que se conformar.

Magali guiou a cadeira de roda da Mônica até o refeitório, chegando elas duas foram até uma mesa que estavam as suas amigas e quanto ao Cebola estava em outra parte do refeitório sentado em uma mesa com os seus amigos, que havia sido o chamado para se juntar na mesa com eles.

—E ia Mô, como foi as suas aulas? —Cascuda perguntou com um sorriso amigável direcionado para a sua amiga dentuça.

—Foi bem, até que estou gostando de estar na escola. —Mônica respondeu com um pequeno sorriso animado contornado em sua face.

—Hahaha... Por enquanto você esta gostando, duvido muito que vai continuar gostando quando estiver que fazer provas. Falo isso por experiência, ninguém merece escola. —Maria Mello declarou de modo descontraída com um leve sorriso brincalhão.

—É, escola não é lá muito legal, mas mesmo assim não é motivo pra colocar medo na Mônica. —Marina reprovou encarando a sua amiga de um jeito meio seria.

—Mas quem disse que eu estou colocado medo. Só estou falando que acho escola uma chatice. —Maria Mello justificou tentado se redimir.

—Não sei por que as pessoas não gostam da escola. Não é tão ruim quanto parece. —Mônica citou tirando a própria conclusão sobre o seu primeiro dia de aula.

—Tem razão, não é tão ruim quanto parece até o dia chamado "provas finais"! Isso sim é motivos de querer sair da escola pra nunca mais voltar. — Milena relatou de uma maneira brincalhona e em seu rosto havia ser formado um sorriso divertido.

—Acho que pra mim isso não vai ser mesmo um problema. —Mônica admitiu de forma que dava para ver que ela estava despreocupada.

—Por que não?! Por acaso você é uma espécie de CDF, miga? — Aninha interrogou estando surpresa pela amiga dentuça.

—É, mais ou menos isso! — A garota dos dentes saliente confirmou estando um pouco sem jeito por ter o seu conhecimento sobre as matérias da escola.

—O que a Mô quer dizer é que ela já estudou em casa com professores particulares e por isso ela tem conhecimento até matérias que vão cair no 3ª ano. —Magali contou esclarecendo melhor a situação vivida por sua melhor amiga.

—Serio?! Que de mais! —Isa assimilou ficando empolgada por ter uma amiga tão esperta e pensava em querer pedir ajuda da mesma para melhorar suas notas.

—Bom Moniquinha, sem querer ficar te amolando, mas como você sabe tanto das matérias, bem que você poderia me explicar nas partes que eu tenho duvida. Se você quiser é claro, tá fofa!? —Denise pediu sentido um quanto sem graça.

—Claro que sim, mas vou precisar saber qual matéria que você tem dificuldade e as partes que você tem duvidas pra eu pode te explicar. —Mônica aceitou a proposta com um sorriso amistoso modelado em sua feição.

—Ah, valeu Mô, você é mesmo uma boa amiga. —Denise agradeceu estando contente retribuindo o sorriso para a mesma.

—Pera ia, eu também vou precisar da sua força Mônica. —Milena pediu torcendo para que a sua amiga dentuça aceitasse ajuda-la.

—E eu também, por favor. —Keika pediu ansiosa para que a resposta da sua amiga fosse um sim.

—Relaxam meninas, eu vou explicar pra todas vocês. —Mônica anunciou com um sorriso amigável sublinhado em sua faceta.

—Oba! —Todas, menos a Magali, comemoraram em uníssono

—Sabe o que eu pensei. Nós podíamos fazer um grupo de estudo na sua casa Mônica, acho que a dona Luísa não vai se importar. O que você me diz? —Magali sugeriu com um leve sorriso animado formulado em seu rosto.

—Ótima ideia, podemos fazer isso nesse sábado. Que tal? —Mônica propôs nesse dia, pois esse dia da semana e o domingo que eram os únicos dias que o Cebola não precisa ir na casa dela.

—No sábado?! Por que não hoje depois da aula ou amanhã, sei lá? —Dorinha contextuou de maneira estando curiosa querendo entender o motivo da sua amiga.

—É, er... É por que... Eu... Hum... Eu não sei como dizer isso! —Mônica cogitou de forma receosa e sem graça em dizer o verdadeiro motivo, depois abaixa a cabeça olhando para baixo pra não ter que encarar as garotas que estavam sentadas na mesma mesa onde ela estava.

O que preocupava a linda dentuça era se suas amigas no fim das contas ficarem vendo maldade na relação inocente do Cebola cuidar dela e por isso não queria ficar falando disso pra acabar lembrando elas o tempo todo.

—Por que não? —Isa perguntou ficando mais interessada em saber o motivo.

—Meninas, vocês estão sendo muito inconveniente, sabiam?! —Magali repreendeu as amigas, não gostando da atitude curiosa das mesmas.

—Não Maga, deixa! Esta tudo bem! —Mônica decretou querendo tranquilizar a amiga comilona, com um pequeno sorriso direcionado para a mesma.

—Tá bom, se você é que diz! —Magali aprovou de modo insegura com decisão de sua melhor amiga.

—É porque durante toda a semana o Cebola vai na minha casa cuidar de mim! E tem que ser um dia que ele não estiver em casa pra ele não atrapalhar a gente e nem a gente atrapalhar ele. Entenderam? —Mônica mesmo ainda estando sem jeito consegue tomar coragem para contar logo tudo de uma vez.

—Mais ou menos, fofiz! —Denise afirmou ficando meio confusa e querendo saber mais detalhes.

—Mas me diz em Mô, o que realmente esta rolando entre vocês dois? —Aninha questionou de forma maliciosa olhando diretamente para a amiga dentucinha.

—Ótima pergunta, eu também adoraria saber. ­—Denise pronunciou com um sorrisinho malicioso formado em seus lábios.

—O que?! Como assim? —Mônica exclamou sem entender a pergunta feita por suas amigas começando ficar com as bochechas coradas.

—Sabe como é, mesmo que você diz que o Cebola só esta cuidado de você porque foi obrigado e hoje em dia vocês se tornaram bons amigos, não da muito pra engoli isso, afinal vocês me parecem próximos demais. —Marina especificou tentado ajudar a amiga dos dentes salientes entender a conversa.

—Bom, não posso negar que a gente é bem próximo, mas é serio quando eu falei que nós somos apenas amigos. —Mônica assumiu respondendo de um jeito mais sincera possível.

—Tem certeza? —Milena indagou meio maliciosa arqueando a sobrancelha desconfiado que a amiga dentuça não estava falando a serio.

—Claro que sim! —Mônica assinalou de modo que demostrava estar um pouco ofendida, enquanto cruzava os seus dois braços.

—Oh gente vamos mudar de assunto, não ver que essa conversa não esta agradando a Mônica. —Magali reprimiu em tom de reprovação, após ver que a sua melhor amiga não estava gostando do rumo da conversa.

—Ham! Tem razão. Foi mal Mô! —Aninha pediu suas sinceras desculpas, estado mesmo arrependida.

—Mandei mal, Mô. —Milena se desculpou estando arrependida.

—É, foi mal mesmo! —Denise se desculpou sentido arrepiamento também.

—Não! Tudo bem! Não precisa se esquentar com isso. —Mônica assegurou de forma que demostrava que não havia problemas, com um singelo sorriso moldado em sua semblante

[...]

Enquanto a Mônica estava conversando com as suas amigas nem podia imaginar que estava sendo observada por um grupo de garotas que estavam sentadas numa outra mesa que pertencia ao refeitório não muito distante delas.

—Então essa é a famosa Mônica, a tal aluna nova que todo mundo estar comentando?! —Penha supôs de modo que demostrava repulsa em suas palavras.

—É pelo rosto que me lembro é ela sim. Fora o fato de acordo com os boatos que estão circulado pela escola até onde deu pra entender essa é a mesma garota que o Cebola estar sendo obrigado a cuidar. —Agnes informou para sua amiga até onde ela sabia.

—Argh! Que ódio nem me lembrem dessa parte, eu vi eles pelos corredores mais cedo, eles parrecia já tão íntimos. Só me pergunto o que o Cebolinha viu nessa coisinha sem sal que nem sabe andar? —A francesa se questiona com desprezo total emitidas em suas palavras.

—Ah! Penha, até que ela é bonitinha, vai ver que foi por isso que o Cebola tá afim dela. —Sofia especulou opinando de forma ingenuamente sem pensar que isso pudesse irritar a amiga francesa.

—Calada estrupício! Não é da minha conta a sua opinião. —Penha com raiva esbraveja repreendendo a sua amiga.

—Ar... Foi mal! Me desculpa! —Sofia se desculpou estando meio apreensiva, mantendo a sua cabeça abaixada.

—Penha, se eu conheço bem você, com certeza você não vai deixar isso barato e já esta bolando algum plano pra se livra da garota, né?! —Agnes deduziu com um sorriso maléfico delineado sem sua face.

Orra minha carra Agnes, vejo que até que tem alguma coisa que fusione no lugar que você chama de cérrebro, bem diferrente de alguns e outros. —Diz a morena dando uma alfinetada sem paciência com a sua amiga Sofia ­— Que seja, isso não vem ao caso agorra. Pode ter certeza que sim, que eu já sei muito bem o que fazer. Hahaha... —A garota de longos cabelos pretos até a cintura garantiu com um sorriso malicioso montado em seu belo rosto, já começando a planejar um plano maléfico em mente.

—Hahahahaha... —Agnes e Sofia dão uma risada de forma maléfica e em seguida Penha acompanha a risada junto das duas amigas.

[...]

—Hum... Queria saber o que tanto a Mônica conversa com as meninas?! —Cebola que estava sentado em volta da mesa do refeitório lanchando junto da companhia dos seus amigos, questionou pra si mesmo de um jeito que demostrava muita curiosidade, enquanto encarava a mesa da Mônica e das suas amigas fitando sem parar a dentucinha, que parecia estar feliz conversando e lanchando na companhia das amigas.

—Qual é o problema da Mô bate papo com as meninas, véi? —Cascão interrogou estando confuso sem entender o seu melhor amigo.

—Problema nenhum! Não tenho nada contra! —Cebola contestou tentando passar imagem que não se importava.

—Tem certeza?! Algum me diz que você esta com ciúmes! —Cascão questionou de modo provocativo levando para brincadeira.

—E algum me diz que eu vou te manda pra merda logo, logo! —Com um sorriso cínico Cebola revidou de uma maneira que dava para ver que ele estava começando a perder a paciência com o seu melhor amigo.

—Hahaha... Foi mal aí, careca! Apenas estava tirando numa na boa, não precisa ficar tão pistola. —Cascão se desculpou querendo se redimir com o seu melhor amigo enquanto sorria de um jeito carismático direcionado pro mesmo.

—Cara eu não entendo qual é o seu lance com a Mônica, afinal?! Vocês vivem sempre juntos, parecem tão próximos e se dão tão bem. —Xaveco concluiu tendo duvidas sobre a relação do amigo com a bela garota dos dentes proeminente.

—E todos nós aqui temos que admitir, a Mônica é muito gata, além de linda e doce é inteligente, acho meio impossível um cara não ficar totalmente caído por ela. —Tikara confessou com um sorriso malicioso desenhado em sua feição.

—Não entendo aonde vocês querem chegar?! —Cebola indagou de modo retorico querendo que seus amigos sejam mais específicos.

—Não queremos chegar a lugar nenhum, só queremos saber mesmo o que rola de verdade entre você e a Mônica. —Nimbus argumentou tentado conter sua curiosidade na conversa.

—Ham?! —O troca-letras exclamou ficando intrigado com as perguntas dos seus amigos.

—Ele tá querendo saber se você gosta dela! —Jeremias explicou e em seguida um pequeno sorriso malicioso surgiu na sua face.

—Ah claro que sim, ela é minha amiga. —Cebola respondeu de forma sincera não entendendo até onde os seus amigos queriam chegar com todas essas perguntas que só desrespeitava ele e a sua amiga Mônica.

—Não é isso Cebola, o que a gente quer saber mesmo é se você gosta dela... Er... Como eu posso dizer!? Se você está afim dela? —Do Contra esclareceu insinuando com uma certa malicia em seu tom de voz.

—Como é que é?! —Cebola exclama de modo abismado, com as bochechas levemente corado, após finalmente entender a malicia da pergunta dos seus amigos.

—Vish galera, não provoca a onça com a vara curta não. —Cascão alertou aos amigos já sabendo que o Cebola não ia gostar nada do rumo que a conversa estava sendo encaminhada.

—O Cascão esta certo. Desse jeito só vamos irritar o Cebola com essa conversa. —Luca interviu concordando com o amigo sujinho.

—Calma parceiro, não precisa ficar bolado, é só uma pergunta! —Franja protestou de forma amigável e descontraído, querendo tranquilizar o amigo troca-letras.

—Aff! Eu realmente não mereço isso! O que eu fiz pra ter que lidar com mexeriqueiros afinal!? —Cebola reclamou com ironia, começando a perde a sua preciosa paciência com os seus amigos intrometidos.

—Ou! Mexeriqueiros não! Agora é errado se fazer uma pergunta para um amigo de longa data! —Jeremias queixou-se sem deixar de se sentir um pouco ofendido com o seu amigo troca-letras.

—Querem saber mesmo! Isso não é da conta de vocês! E tem mais, acho bom nenhum de vocês chegarem pra cima da Mônica, porque ela não é uma garota pro bico de vocês! —Cebola advertiu os amigos tentando manter a calma.

—Ih olham só, o Cebola tá mesmo gamadão na mina?! —Titi provocou em tom de brincadeira.

—É! Tá até que com ciuminho! —Xaveco zombou levando para o lado da brincadeira.

—Hahahaha! —Os outros garotos sentados na mesa, menos o Cascão, Luca e o Do Contra, caem na gargalhada também.

—Gr! Mas puta de merda! Que bosta que vocês estão falando agora!? Não é nada disso seus débeis, o que eu quero dizer é que a Mônica é uma garota muito seria, nunca namorou antes e vocês são um bando de safados don-juan que só iam fazer ela sofrer. —Cebola esbravejou perdendo a paciência com os seus amigos de vez.

—Estar se descrevendo a si mesmo, não é Cebola!? — Franja replicou sendo sarcástico, um com sorriso sínico modulado em sua semblante.

—Admito! Claro que eu também! A diferença que eu reconheço que eu não sou o cara certo pra ela. Bem diferente de vocês que mal viram a garota e já ficaram xavecando ela na cara dura e lavada. —Cebola retrucou sentido impaciente com os seus amigos.

—Também não é assim! Nós sabemos respeitar uma garota, principalmente garotas igual a Mônica. Por isso mesmo garantimos que você pode ficar numa boa se depender de cada um de nós, pois a Mô sempre estará em boas mãos. Só queremos o bem dela. O bem e o carinho da amizade dela também. —Do Contra justifica querendo esclarecer as coisas e tentar acalmar os nervos do amigo.

—Pode crer meu chapa! Toda vez que vejo a Mônica me da uma vontade de abrasa-la e cuidar dela com todo o carinho. Não é difícil de me imaginar ser o namorado dela. —Tikara disse sendo malicioso com um sorriso bobo formado em sua face.

—Sei como é! Se eu fosse escolher alguma garota da nossa turma pra me apaixonar com certeza seria a Mônica, ela é tão fofa e meiga. —Xaveco comentou em tom malicioso sorrindo de um modo bobo.

—Verdade isso ai! Com ela eu até casava e teria lindos filhos igual a mãe. —Jeremias mencionou de um jeito malicioso com um sorriso bobo que se formou em seu rosto.

—Até eu se pudesse me candidatava a namorado da Mônica, claro que eu tenho uma linda namorada que eu gosto (amo) muito e prefiro ela, mas se não fosse isso no caso, né. —Titi alegou de modo malicioso com um sorriso bobo estampando em sua feição.

—Bom né, a Mônica é realmente uma garota incrível, mas mesmo assim não vejo menor motivo de querer trocar ela pela minha namorada Marina. —Franja opinou sendo honesto em suas palavras distas, com um sorriso bobo alegre que surgiu em sua face por estar pensando naquele momento na sua belíssima namorada a qual estava completamente muito apaixonado.

—Argh que caralho! Vocês são um bando de babacas mesmo! Quer saber, vão todos se fuderem na puta que pariu. Eu que não vou mais dar corda pras porras de bostas que vocês falam. Eu to me cagando pra a opinião de vocês, isso sim! —Completamente irritado — e claro enciumado — Cebola resmungou com bom tom de raiva e em seguida ele se levanta da cadeira onde estava sentado na mesa até então e decide sair da li, aonde estavam os seus amigos, o quanto antes de enlouquecer totalmente os seus nervos mais ainda.

—Hei Cebola espera... —Luca chamou o amigo, só que fui inutilmente, já que o Cebola continuava andando para sair de perto da mesa onde estava com os seus amigos menos de um segundo atrás.

—Eu falei ou não falei pra não mexer com a onça!? —Cascão restringiu de modo como quisesse passar um sermão pros seus amigos.

—Hum, isso é mesmo suspeito?! Por que o Cebola perdeu a linha só de ouvir o que a gente acha da Mônica? —Do Contra considerou de forma que demostrava estar desconfiado de algum.

—Vocês ainda perguntam! —Cascão ironizou sendo debochado e ao mesmo tempo incrédulo com atitude dos seus amigos.

—Cascão, fala ai o que tem o Cebola? Com certeza você que é o melhor amigo dele deve saber o que tá pegando com ele. —Jeremias questionou ficando curioso.

—Por acaso ele tá mesmo gamado na Mônica? —Nimbus perguntou também estado curioso para saber.

—O lance é pra valer? —Luca interrogou não conseguindo conter sua curiosidade.

—Eu sei! Só que não vou contar! —Cascão debochou de maneira apenas levando para o lado da brincadeira.

—Pera lá! Por que não? —Tikara exclamou estado intrigado em saber a resposta.

—Por que?! Primeiro; ele é o meu melhor amigo, por isso não vou bancar o amigo trairá fura olho. Segundo; se eu falar pra vocês com certeza o careca me mata! —Cascão respondeu sem muita paciência cruzando os dois braços.

—Pelo que você acabou de dizer só pode ser isso mesmo! O Cebola tá mesmo afim da Mônica! —Franja constatou tirando suas próprias conclusões.

—Pode ser e pode não ser! Sei lá? —Cascão insinuou sendo debochado, tentado não contar de modo algum do que ele sabe.

—Seu sujinho de uma figa! Você não vai mesmo contar pra gente é?! —Titi insultou de um jeito inofensivo apenas de brincadeira.

—Humpf! —Cascão grunhiu decidido continuar manter o seu segredo em sigilo, enquanto só deva nos ombros com cara de sonso.

—Hem! Então isso só pode ser que o Cebola tá mesmo apaixonado?! Quem diria! O delinquente que é o maior galinha do colégio finalmente se amarrou numa mina só. —Do Contra presumiu sendo irônico e ao mesmo tempo brincalhão.

—Pois é! —Luca concordou em tom de voz alegre enquanto sorria de forma divertida.

[...]

Terminando o intervalo, todos os estudantes foram obrigados a retomarem cada aluno pra suas receptíveis salas de aula, sendo assim Mônica e suas amigas Magali, Denise, Cascuda, Marina, Isa, Dorinha, Aninha, Maria Mello, keika e Milena saíram da mesa e foram indo em direção a saída do refeitório até que as meninas foram abordadas por um pequeno grupo de três garotas que interviu o caminho delas.

—Olá querridinhas, aquento tempo?! —Penha cumprimentou cinicamente e com um sorriso debochado formado em seu belo rosto.

—Penha?! O que você quer da gente agora? —Marina exclamou espantada pela repentina presença da garota francesa que esteva longe de ser sua amiga.

—Relaxa amorzinho! Não vim aqui pra zoar com as carrinhas de subalternas de vocês. —Penha provoca em um bom tom de zombaria.

—Se não foi pra isso, então o que você quer? —Magali interrogou de modo que dava para ver que sua paciência estava diminuindo com a arrogância da francesinha que estava ali em sua frente. Não só ela estava se sentindo assim, suas outras amigas também estavam se sentido da mesma forma.

—Na verdade, eu só querria dar um Oi pra aluna nova do nosso colégio pra conhecê-la melhor e quem sabe até poderria torna minha mais nova amiga. O que você me diz...? Como é mesmo seu nome? É Mônica certo?! —A morena de origem francesa se apresentou com a seu jeito arrogante e com um sorriso cínico estampado em sua faceta.

—Ur... Uhum! —Mônica assentiu num tom que parecia mais um murmuro de aflição. Sem saber o porque, a menina dentucinha não se sentia bem na presença daquela garota, cujo o nome é conhecido por Penha. Mônica sentia calafrios que arrepiava os pelos do seu corpo, parecia um pressagio do seu subconsciente querendo avisar para não confiar naquela garota, pois essa era uma verdadeira víbora falsa.

—Calma querrida, eu não vou morde você! Não sei o por que de ficar nervosa diante da minha ilustre bela pessoa? —Penha indagou com a sua maneira debochada maldosa.

—C-como sabe o meu nome? —Mônica perguntou intrigada sem entender como a Penha poderia saber seu nome sendo que ambas nunca se apresentaram antes.

—Como eu sei!? Muito simples! Você é a nova aluna e todo o colégio esta falando sobre você desde que chegou hoje aqui. Eles estão falando de uma aluna nova chamada Mônica que anda em cadeirra de rodas. E eu vi você nessa cadeirra e foi fácil te reconhecer. Já que não são muitas pessoas nessa escola que "não pode andar"! Ops! Foi mal! Jurro que não falei isso por mal, é mesmo uma pena que não possa andar uma garrota tão linda e jovem... —Penha responde com o seu ar de superioridade mantendo em seu rosto um sorriso maléfico, com a total intensão de atingir sua vitima com suas palavras frias e cruéis.

—Chega Penha! Não ver que já falou bastante por hoje?! —Magali vendo até onde a inimiga queria chegar, interfere imediatamente reprimindo a mesma.

—Não Maga! Esta tudo bem! Tudo que ela disse é verdade mesmo. Não me incomodo que as pessoas digam a verdade, não é nenhuma supressa pra mim mesma, por mais que a verdade possa doer. —Mônica mesmo estando magoada com atitude horrível da Penha, preferiu não se abalar com isso, afinal o que a sua rival disse mesmo com intensão de feri-la essa era a mais pura realidade onde ela estava vivendo.

—Oh me desculpa mesmo chérí, eu nem sei o que deu em mim quando eu falei isso. Eu sou mesmo muito linguarruda. Mas acredite em mim, eu só querro ser sua amiga tá bom?! Se precisar de mim é só falar comigo pois como sou sua amiga sem duvidas irei te ajudar. —A francesa tenta uma falsa redenção, não estava nada arrependida no que disse, apenas quis se passar de boazinha após soltar o seu odioso veneno propositalmente.

—Quem você pensa que é ao achar que pode enganar alguém com essa conversa fiada, hein Penha?! Saiba que você está perdendo o seu tempo com esse teatrinho. Se toca garota, a Mônica é muito esperta pra cair no seu papo furado de "quero ser a sua amiga". —Cascuda confrontou de forma bem irritada com a inimiga que estava a sua frente.

—Ver se atualiza queridinha, deixar de ser uma iludida achando que estar abalando com essa sua enrolação de "garota boazinha arrependida que falou demais" como se alguém fosse cair nessa enganação, porque se for sinto informa-la que esse papo torto nada ver não cola nem com a nossa migaz Mônica e nem com ninguém. Ai só lamento mesmo por você, né mona. —Denise desferiu com o seu melhor tom de deboche, finalizando com um sorriso cínico provocativo direcionado para a sua maior rival.

—Isso mesmo! E a Mônica já tem bastante amiga de verdade ao lado dela pra defendê-la, não precisa de uma cobre venenosa ao seu lado. —Dorinha se interferiu se sentido irritada com o jeito perversa da garota francesa.

—Ai mas quanta injustiça, não sei por que vocês me tratam dessa maneira?! Tá vendo Moniquinha como a suas amiguinhas realmente são?! Só to tentado fazer amizade contigo e assim que elas me tratam. O que você me diz em Mônica, acha certo suas amigas me tratarem assim? —Penha se faz de vitima injustificada pra ver se consegue enganar a garota que havia se tornado o seu alvo.

—... —Mônica fica perplexa sem ação, tentado entender o porquê dessa garota parecer tão odiá-la.

—Penha?! O que você quer com a Mônica e as meninas? —O Cebola interrogou de forma bem ríspido encarando a Penha de maneira seria.

Ainda estando dentro do refeitório, Cebola viu em uma certa distancia a Penha acompanhada das amigas dela conversando com a Mônica e as suas outras amigas, estranhou muito isso e achou melhor ir lá ver o que estava acontecendo, algum dentro dele dizia que a Mônica precisava de sua ajuda.

—Ah Cebola! —Mônica murmurou abismada e ao mesmo tempo feliz pelo Cebola esta ali.

—Olha só quem esta aqui também?! Oi Cê, já faz um certo tempo né?! Você nunca mais me procurrou. —Penha cumprimentou de um jeito meloso sensual e um sorriso de malicia moldurado em seus lábios.

—Não muda de assunto! O que você quer com a Mônica? —Cebola questionou em um tom frio e com raiva, já imaginando que a Penha estava mesmo importunando a sua amada Mônica.

—Calma lindinho! Não estou fazendo nada de mais com a "sua mais nova namorradinha"! Só querria poder conhece-la melhor. Qual é o mal disso?! —A morena francesa refutou com o seu jeito cínico e debochado de sempre e ao mesmo tempo querendo transmitir uma sensualidade em suas palavras ao garoto que estava perdidamente apaixonada. (N/A: Apaixonada?! Tá mais pra obcecada, isso sim.)

—Penha, posso te pedir um favor?! —Cebola disse de modo retorico perdendo sua paciência com a bela francesinha.

—Quantos você quiser, meu lindo! —Penha consentiu com um jeito meloso sensual sorrindo para o garoto estava a sua frente.

—Se afasta de mim e também se afasta da Mônica. Não quero que você chegue perto dela nunca mais. —O troca-letras avisou em um tom de voz que dava para demostrar que realmente estava serio, frio e ameaçador.

—Tudo bem, por você eu me afastarrei da sua protegida dentuça, mas vai ser meio complicado de me afasta de você, querrido. —Penha diz com o seu bom som cínico misturado com um meloso sensual sem se importar com o que o garoto havia dito pra ela, em seguida ela coloca sua mão na bochecha do Cebola com intensão de caricia-lo, o que deixa ainda mais irritado.

—Penha, eu não estou brincado contigo! ­—Cebola ameaçou de modo ríspido e serio sem nenhuma paciência com a garota, enquanto tira a mão dela em cima do seu rosto.

—Nem eu! Humpf! Já falei o que tinha que falar, estou indo! Ah pode ter certeza Cebola, isso não vai ficar assim. Você vai se arrepender de ter escolhido ela do que a mim. Huhuhu... Vamos garrotas!! —A francesa deixa a sua ameaça, por fim junto com suas duas amigas vão embora do refeitório com ar de esnobe vencedora.

—Uffa! Graças a Deus essa megera finalmente se foi. —Milena comemorou estando aliviada.

—Se não fosse por você Cebola, ela continuaria aqui azucrinado a gente. —Magali falou agradecida olhando em direção para o seu amigo.

—Hum! Sei! Por isso mesmo que eu vim assim que vi a Penha de conversa com vocês.

—Cebola, quem era ela? Ela é sua amiga? —Mônica perguntou estando preocupada e muito intrigada em saber a resposta, já que isso realmente a incomodava pensar que o Cebola algum dia se relacionou com uma garota assim.

—Amiga!? Humpf! —Cebola exclamou com desprezo e desdém ao ouvir a pergunta feita pela dentuça, só de pensar na possibilidade de ser amigo de uma pessoa como a Penha já o deixava enojado só pela ideia, embora um dia eles tiveram algum tipo de amizade, mas isso foi antes dele mudar para uma pessoa melhor. —Vamos Mônica, deixa que eu te levo pra sua sala, no caminho eu te conto tudo. —O moreno apenas sugeriu oferecendo ajuda e logo após foi até a cadeira de roda da Mônica com a intenção de guia-la.

—Tá! Estou indo com o Cê, a gente se ver na sala de aula, tá meninas. —Mônica comunicou e em seguida se despede de suas amigas.

—Esta bem, Mô! Pode ir que a gente te encontra na sala. —Magali concedeu se despedido da sua melhor amiga.

Depois de ter se despedido das suas amigas, Mônica pegou o caminho em direção de volta pra sua sala de estudos, tendo o Cebola guiando a sua cadeira de rodas durante todo o trajeto.

Notas finais
O que vcs acharam desse capitulo? Amaram? Detestaram? Acharam mais ou menos? Podem comentarem a vontade, só por favor não saiam sem deixar a avaliação de vcs. Comentários sempre me motivam a não querer abandonar a fanfic. *****❤***** Essa Penha (da minha fanfic) hein, vou ter conta, oh bichinha má. Da vontade de dar uns tabefe nela. E vcs, tbm não? Hahaha... *****❤***** . Vejo vcs no próximo capítulo, assim espero. Muitos beijos pra vcs e obrigada por ter lido mais um capítulo ❤❤❤