Destinos
28 Capítulo 28 - Sonho ou Realidade?!
Notas iniciais
Uma brecha de raio de sol começou a invadir o quarto sem muita iluminação do Cebola pela vidraça da janela que estava fechada que mantinha as duas cortinas um pouco entreaberto clareando todo o cômodo. A claridade da luz da manhã que vinha lá de fora iluminava tanto o quarto que incomodava o precioso sono do jovem moreno fazendo o mesmo não ter outra escolha a não ser abrir as duas pálpebras revelando as suas belas orbes castanhos chocolate que fitava o teto da casa com uma visão um pouco embargada por ter acabado de desperta.
Com muito desanimo matinal Cebola se ajeita na cama se sentando enquanto espreguiçava e bocejava ainda com as pálpebras pesada de sono até que percebe o colchão sendo afundado com o peso, como o se alguém estivesse subindo na cama, sentindo isso ele estranha e quando abre os olhos por completo pra ver quem era acabou arregalando os olhos de susto e surpresa.
—Mônica! —Cebola decretou extremamente perplexo ao deparar com a imagem da Mônica em cima da sua cama ajoelhada, só de lingerie vermelha sexy o fitando com um belo sorriso meigo e um olhar de inocência misturado com luxuria.
—Bom dia Cê! —A dentuça cumprimentou com uma voz melosa de modo sexy e inocente ao mesmo tempo, se aproximando cada vez mais perto do moreno engatinhando na cama, enquanto o Cebola continuava paralelizado com uma expressão incrédulo a encarando confuso.
—O-o que v-você esta fazendo aqui? —O garoto perguntou estando espantando e intrigado.
—Shhh...! —Mônica exigiu que ele ficasse quieto com o dedo indicador em frente a sua própria boca fazendo o sinal de silencio. —Não diga mais nada... Só me beija! —Ela pediu em sussurro sexy o provocando, com o seu rosto de frente ao rosto do Cebola com apenas uns centímetros de distancia, já podiam sentir as suas respirações se misturarem.
—Hã? —Cebola exclamou demonstrando estar mais surpreso ainda e arregalando os seus olhos.
Nesse exato momento Mônica enroscou o seus lábios ao lábios do rapaz de cabelos rebeldes espetados, unido as suas bocas e assim formando um beijo doce e singelo. Cebola estava pasmo com o que acabava de acontecer tendo a Mônica ali misteriosamente do nada no seu quarto e ainda o beijando, mesmo assim ele retribui o beijo aprofundando cada vez mais com sua língua que pedia passagem a morena concedeu, o beijo ia ficando cada vez mais intenso e apaixonante.
O Cebola que estava com a Mônica envolvida nos seus braços ainda continuando a se beijarem, ele a deitou na cama ficando por cima dela, até que chega a falta de ar levando ao fim do beijo, eles ficaram encarando um ao outro com a respiração ofegante e os seus olhares entrelaçados.
—Cê... Me faça sua!? —A garota murmurou em suplicas sussurrando ofegantes no ouvido do Cebola, o provocando sexualmente cada vez mais.
Ouvido isso o jovem não teve forças pra se conter retornou a beijar a bela dentuça que a tinha em sua cama e ela devolveu o beijo com todo prazer, beijo ia ficando cada vez mais urgente e prazeroso na medida que eles aprofundava mais o beijo com suas línguas. A mão do Cebola agarra um dos seios da Mônica por baixo do sutiã dela e começa aberta com toda vontade arrancando alguns gemidos de prazeres da dentuça, enquanto beijava ferozmente o pescoço da mesma que vinha acompanhado com alguns chupões juntos. Cada toque que o Cebola sentia da Mônica mais excitado ele ficava, já estava ficando louco de desejo e paixão tanto queria dominar por inteiro todo o corpo da "amiga" para si e deixar que ninguém mais a tocasse, somente ele.
—Cebola... E-eu te amo! —Ela declarou numa voz serena e ao mesmo tempo grave com dificuldade ofegando muito, ao mesmo tempo fitava bem dentro dos belos olhos do moreno.
Nessa hora Cebola sentiu como se o seu coração tivesse se iluminando de felicidade ao ouvir as doces palavras da amiga dentucinha e nisso começou a pensar: "O que?! A Mônica me ama?! Isso é bom de mais pra ser verdade!"
—Mônica eu também te amo! —O troca-letras afirmou num tom de voz rouca, suave e sincera, nisso ele percebeu que um sorriso meigo de felicidade se formou no rosto da morena e os olhos dela marejavam.
Confirmando o quanto ela estava feliz por saber que ele a amava.
Terminando de falar, o casal retomaram a se beijar com o beijo selvagem molhado cheio de luxuria, paixão e amor (principalmente amor), até que uma voz bastante familiar que o Cebola reconhecia muito bem invadiu a sua mente o chamando freneticamente.
[...]
—Cebolinha acorda... Cebola acorda logo! —A voz vinha de uma certa jovem menina de onze anos que o chamava pelo o irmão mais velho ao mesmo tempo o remexendo para acorda-lo.
—Mônica... Mônica... Mônica! —Cebola balbuciava sussurrando baixinho, ainda continuava permanecendo deitado na cama dormindo mais que tranquilamente com um sorrindo de canto estampado no seu rosto e com o corpo quente suando um pouco.
—Aff! Mas que irmão mais idiota que eu fui arramar. Ninguém merece! Como ele consegue ficar tanto tempo dormindo?! (E sonhando com coisas pervertidas ¬¬) —Maria Cebolinha reclamou estando impaciente com o irmão mais velho. —CEBOLINHA ACORDA LOGOOO! —Dessa vez ela perdeu a paciência e gritou bem alto no ouvido do seu irmão.
—AAAHHHH! O QUEEEEE! —Assustado o Cebola acordou em imediato se sentando na cama de susto na mesma hora e sentindo o seu tímpano meio dolorido. —Ham...?! O que?! Maria Cebolinha!? O que esta fazendo aqui, sua pirralha? —Ele questionou estando confuso sem entender nada o que havia acabo de acontecer, após ter se recuperado do susto.
—Pirralha não, que eu tenho nome! E eu estou aqui porque a mamãe pediu pra eu acorda você pra escola. —A menina se justificou indignada, com as mãos em cada lado da cintura.
—Ah! Claro, só podia ser isso! —Cebola comentou sendo irônico revirando os olhos.
—Cebolinha, com o que você estava sonhado? E quem é essa Mônica? —Maria Cebolinha interrogou estando bem interessada com os seus braços cruzados o encarando desconfiada que era namorada do seu irmão mais velho.
—Primeiro: não sou mais Cebolinha. Segundo: não é da sua conta. —O jovem respondeu zombando sem paciência com a irmã.
—Hum... Irmão malvado! Nem queria saber mesmo. Aposto que estava sonhado com coisas pervertidas. —A mais nova debochou insinuando enquanto arqueava uma das suas sobrancelhas e fitando o irmão com um sorriso bobo malicioso contornado em sua semblante.
—O-o que?! —O moreno indagou muito corado e indignado. —Oh garota, será que você poderia dar mais respeito com o seu irmão mais velho!? De onde você tirou essas ideias sem noção? Você só tem onze anos, não devia ficar falando essas coisas. —Ele a repreendeu estando abismado com a sua irmã.
—Hum... Por que?! Muito simples! Porque da pra ver um volume alto debaixo do lançou que esta te cobrindo. —A jovem menina argumentou sendo debochada com um sorriso travesso sublinhado em sua face e apontando o dedo em direção ao meio das pernas do irmão mais velho, bem naquelas áreas restritas.
—Hã...!? AAhhh não fica ai palada olhando, vaza daqui Malia Cebolinha. —Cebola ordenou em fúrias, estando muito constrangido que parecia mais como um pimentão maduro e também estava ansioso, tanto que a sua fonoaudióloga que fazia na infância para curar a dislalia havia indo pro beleléu de tanto nervoso.
—Hihihihih... Nossa Cebolinha, não sabia que eu tinha um irmão tão tarado. Que mau exemplo que você me dá. Hahahahahhahaha... —Maria Cebolinha provocou de modo sarcástico e com um sorriso debochado, antes de sair pela porta do quarto do Cebola gargalhando.
—AHHHHHH! SAI JÁ DO MEU QUALTO, SUA PESTE! EU JÁ TE FALEI PLA NÃO ME CHAMAR DE CEBOLINHA E EU TAMBÉM NÃO SOU TALADO. —O rapaz envergonhado com a face muito enrubescida idêntico ao um tomate gritou bem alto de raiva enquanto cerrava os punhos.
Ele também gritava pra que sua irmã que já não estava mais no quarto pudesse escuta-lo. Logo depois ele dar um suspiro sem muita paciência já um pouco calmo.
—Eh Cebola belo jeito de se começar o dia. —Cebola mencionou com ironia estando impaciente com todo ocorrido receite. —Bah! Mas que porra de sonho foi esse?! —Ele resmungou murmurando sentido irritado com si mesmo e confuso.
Assim o belo moreno se levantou da cama seguindo direto correndo para o banheiro que havia dentro do corredor do andar de cima da casa, sem perde tempo na intenção de tomar um belo banho pra acalmar o seu corpo "agitado". Já dentro do banheiro ele tira toda a roupa que havia em seu corpo e entra dentro do box, logo em seguida abriu o chuveiro permitindo que água gelada caísse pelo seu corpo despido que aos poucos ia ficando mais relaxado acalmando todo os seus músculos e nervos principalmente um certo "membro". Isso era ótimo já que assim ele não ia precisar usar o "outro método" de relaxar o seu corpo excitado pelas chamas da puberdade logo pela manhã.
Quando terminou o seu banho Cebola enrolou na toalha em sua cintura e retornou para o quarto, tratou-se de se arrumar logo para encarar mais um dia insuportável de aula, vestiu a sua roupa escolhida do seu gosto e causou o seu causado, não demorou nada para que finalmente estivesse pronto para o colégio, só faltava tomar o café da manhã.
Sendo assim Cebola saiu do quarto e se dirigiu-se até a cozinha, tomou o seu café sem demorar muito de preferência sem trocar muitas palavras com a sua família, terminando ele pega sua mochila e sai pela porta da sala logo após te se despedido de sua família seguindo em direção da sua escola caminhando pelas ruas ainda tendo em mente "aquele" estranho sonho que teve com a Mônica.
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