Destinos

14 Capítulo 14 - Uma Francesa muito Temida


Notas iniciais
Hi pessoais, sentiram saudades?! Pois é né, faz um tempinho que não posta nada em "Destino", só espero que não tenho demorado muito. Mas isso não vem ao caso, o importante que "és aqui" um novo capitulo quentinho pra vocês, tomara que vocês gostem e é claro comentem. OBS: Ficam calmos, a Penha ira aparecer nesse capitulo, mas garanto que não sou louca de fazer ela encosta um dedinho se quer no meu(tá bom, da Mônica e de todas as fãs dele também) CeboyMagia (Traduzindo pra linguagem humana: Cebola) XP Boa leitura!!!!!!!!!!!!

Mônica estava dentro do seu quarto como costume sentada na sua cama com as costa encostada na cabeceira da cama assistido a televisão que estava ligada num programa de show de talento onde vários concorrestes amostrava o seu talento cantando, dançado até mesmo atuado, alguns ia lá e fazia apresentações idiotas que deixavam todos da prateia rindo até mesmo a própria Mônica que acompanhava pela TV, esses de cara era desclassificados.

A dentuça até que estava se divertindo só que no fundo havia algum que a incomodava e era a vontade de fazer todas essas coisas. Ela continuava muito distraída vendo o programa que já estava quase no fim prestes a dizer quem foram os classificados e os desclassificados da semana, até o seu celular começou a emitir um som bem alto vibrando ao mesmo tempo, fazendo a garota perceber a sua presença e esquecendo um pouco da televisão e decide pegar o aparelho de comunicação que estava em cima do criado mudo ao seu lado e ver o que o aquele pequeno objeto berrante queria, assim a dentuça olhou o visor da tela do celular viu que acabava de receber uma mensagem de sua amiga Magali e imediatamente aperta no botão pra ver o que dizia na mensagem.

"Oi Mô, to sentindo sua falta, sabia?! Posso ir na sua casa quarta feira? Tem muito babado que quero colocar em dia. :)"

Assim que terminou de ler Mônica começa a digita os botões do celular escrevendo sua resposta e quando termina de escrever tudo aperta o botão envia a mensagem.

"Mal ai Maga é que quarta não vai rola, na verdade eu não vou poder receber visita a semana toda por um motivo ai depois te conto. Só sábado e domingo mesmo que estarei disponível. Tudo bem sábado pra você? Estou morrendo de saudade. T^T"

A dentuça enviou a mensagem sem querer comentar muito do motivo de não poder receber a sua amiga em sua casa e esse motivo era relacionado as visitas do Cebola, pois não queria que a Magali soubesse que ela esta sendo cuidada por um delinquente do Cebola e Mônica já imaginava que a sua amiga comilona poderia ver maldade nas coisas.

Menos de um segundo da mensagem ser enviada por ela, Mônica recebe novamente uma nova mensagem e ver imediatamente.

"Ok! Cê que sabe! Então sábado estarei ai sem falta! Xau! Bjs te amo! ^-^"

—Huhuhu... Essa Magali! —Mônica murmurou alegre e novamente digita as teclas do pequeno aparelho eletrônico escrevendo uma nova mensagem e assim que termina aperta o botão enviar.

"Belê! Estarei te esperando. Bjs e xauzinho! Tbm te amo. :3"

Encerrando a conversa por mensagem Mônica coloca de volta o seu celular no local onde estava antes e nesse momento dona Luísa entra no quarto da jovem com um sorriso singelo no rosto.

—Alguém te ligou filha? —Luísa perguntou curiosa.

—Você sabe, era a Magali. Ela me enviou uma mensagem e eu a respondi. E quem mais poderia ligar pra mim, esqueceu mãe. —A morena respondeu meio irônica.

—Ah sei lá! Agora que o Cebola vem cuidar de você imaginei que pudesse ser ele. —A mais velha comentou sendo sugestiva com sarcástico.

—Ai mãe se toca! Até parece que eu ia receber uma ligação daquele viciado e tem mais, eu não tenho noção qual é o numero dele e nem sonhando eu ia dar o meu numero pra ele. Se duvidar do jeito que essa praga é só ia liga pra me zoar. —Mônica argumentou incrédula.

—Hum! Você ainda acha que ele não presta?! —Dona Luísa questionou com ar de desaprovação.

—Não só como eu acho, como tenho total certeza absoluta. Aquele lá só pode ser filho do próprio coisa ruim. —A dentuça queixou cheia de desdém e ódio do Cebola.

—Cuidado Mônica, todo esse ódio pode acabar um dia ser tornando amor. —A adulta avisou alertando a filha zombando.

—NUNCA! Nunca, nunca, nunca, nunca! —Mônica resmungou com todo desprezo e raiva só de pensar nessa possibilidade vim acontecer. —Mãe, se você tem amor a mim por favor nunca mais repita isso. E olha que praga de mãe pega. Ui! —Ela suplicou sendo debochada estando indignada por conta das palavras de sua mãe.

—Calma Mônica, só tava brincado com você. —A mulher afirmou tentando acalmar os nervos da sua jovem filha enquanto sorria de modo sutil achando graça na garota. —Apesar que ainda não mudei de opinião de achar que vocês formariam um casal lindo. —Ela debochou com um sorriso divertido moldado em sua face.

—MÃE! Corta essa, por favor! Que saco! Por que insiste nisso?! —A jovem repreendeu sua mãe irritada.

—Tá tá! Não tá aqui quem falou. —Luísa concordou vendo a impaciente da filha. —Mas mudando de assunto. Quando você vai ser arrumar pra receber o Cebola? —Ela interrogou querendo encerrar a conversa.

—Aff! Já tinha até esquecido esse lance. Que saco! —A garota reclamou inconformada.

—Quer ficar linda de novo pro seu ama... —A mulher provocou, mas quando olhou pra sua filha que encarava com uma expressão nada amigável desistiu de terminar a sua fala na hora. —Tá bom! Eu parei! Hihihi... —Ela prometeu consertando o que dizia antes. —Digo, quer ficar bem arrumada para recebe o Cebola de novo? —Luísa indagou sendo atenciosa com a sua querida filha.

—É! Até que não é uma má ideia. A ultima vez bem que notei que ele ficou com uma cara de bobo mais que ele já tem depois que me viu toda produzida. Mãe manda ver! Quero fica mais gata do que a ultima vez. —Mônica aceitou com um sorriso cínico e confiante no rosto.

—Pode deixar! Você vai ficar ainda mais linda, minha princesinha. —Luísa garantiu toda animada e meiga com um imenso sorriso de orgulho da filha que tem.

—"Minha mãe acha que eu vou ser o bebê dela pra sempre." —Mônica pensou debochando.

[...]

O sinal para o fim do intervalo havia soado e não demorou muito tempo pros os alunos retornarem para suas salas de estudos pra assisti o restante das aulas, Cebola não tinha animo nenhum para assistir aquelas aulas entediantes e intermináveis ainda ter que aturar professores chatos, pensando dessa maneira ele decide demorar mais um pouco antes de retornar para a sala de aula tendo em mente como "o professor tem 24 alunos não ia dar falta de um, principalmente um certo aluno que nem comparece tanto assim as aulas".

Pra matar esse tempo antes de voltar para sala de aula o ex troca-letras foi até uma maquina de refrigerante que havia nos corredores do pátio, coloca duas moedas de 1$ no buraco de dinheiro e aperta o botão escolhendo o refrigerante da sua preferência, logo em seguida a maquina entrega o refrigerante escolhido, o jovem se agacha e pega a lata com a mão logo em seguida voltado a ergue o corpo ficado em pé, depois abre o lacre fechado da lata levando até a sua boca e começa a beber tranquilamente, até que de repente escuta uma voz que o chamava fazendo ele parar de beber e dar atenção em quem o incomodava.

—Orra Orra Cebola, cabulando aula é? Que feio ma chère! —Pronunciou uma jovem muito linda de logos cabelos lisos preto até a cintura vestida em uma bela roupa estilo francesa e com uma boina na cabeça.

—Penha?! O que faz aqui?! Você não acha que esta fazendo o mesmo?! —Cebola indagou surpreso, depois ele bebeu o resto do refrigerante.

—Bem diferrente de você mon amour, eu estava indo a caminho da minha sala e encontro você aqui no corredor tranquilamente bebendo seu refrigerrante sem se esquenta com a aula. —Penha se justificou com seu tom de voz debochado e cínico ao mesmo tempo sexy.

—Não sei por que você fica surpresa... —Cebola iniciou sua fala pegando uma caixa de cigarro dentro do bolso da calça após ter jogado a lata vazia de refrigerante na lixeira. —...Sempre fui de cabular aula... —Ele disse retirando um cigarro dentro da caixa levando até a boca e acendendo com o isqueiro que tinha pego dentro do bolso depois dando uma tragada e logo em seguida soltando uma fumaça cinza no ar. —...Isso pra mim nunca foi problema. —Completou.

—Humpf! Sei! Só acho que... Chère, não devia fuma tanto assim vai acabar com o seu pulmãozinho, sabia!? —Penha alertou demonstrando preocupação enquanto falava amostrando sua sexualidade.

—Ah corta essa Penha, não to nem um pouco me lixado pra isso! Da minha vida eu decido e você só esta perdendo o seu tempo. —Cebola protestou com indiferença, depois deu mais uma nova tragada no cigarro e soltado a fumaça. —Não precisa se esquentar comigo, falo!? Mas agradeço pela preocupação. —Ele agradeceu um pouco mais compreensivo.

—Sabia que você fica tão sexy fumando, Cebolinha?! —A morena francesa elogiou de modo dengoso sexy finalizado mordendo o seu lábio de baixo.

—Sabia que te acho uma maior gata?! Pena que nunca ficamos ainda. —Cebola confessou cinicamente com um sorriso torto sexy formado em seu semblante.

—Tudo tem o seu devido tempo, chère. Não to afim de ser mais uma da sua listinha. O que querro mesmo é ser a única pra você. —Penha esclareceu de forma manhosa o encarando com o olhar sexy tentador. —Além do mais, eu estou longe de ser essas pirriguetes que você pega por ai. —Ela mencionou com seu jeito arrogante e em seguida sorriu de forma cínica maliciosa.

—Hum! É uma pena! Então nunca vamos poder ficar, já que a única coisa que eu não quero é me prende em uma mina só. O que curto mesmo é ser livre, livre pra fazer o que quiser sem dar satisfação a ninguém. Já basta os meus pais, imagina tendo que aturar uma garota no meu pé. Humpf! Até parece. —O garoto revelou com um tom de voz ríspido misturado com deboche.

—Ham! Cebola, as vezes te acho tão descarrado! Gosto disso em você. Mas eu sei que um dia vai ter uma garrota que vai prender esse seu corraçãozinho de mármore e esperro sem duvida que essa garrota seja eu. —A francesa declarou de forma convencida e vitoriosa.

—Vai sonhando Penhazinha querida, vai sonhado. —Cebola zombou debochando, terminado sua fala colocou novamente cigarro na boca depois retira e soltado a fumaça cinzenta por fim.

—Me da isso aqui! —Penha pediu pegando o cigarro na mão do garoto a qual conversa.

—Hei?! Qua é! —O rapaz exclama incrédulo.

—Aprenda como é que se fuma chère. —Penha sinalizou convencida levando o cigarro na boca segurando com apenas dois dedos e da uma tragada soltado uma fumaça cinza no ar, fazendo tudo isso de um jeito sexy.

—Pera ai! Desde quando você fuma? —O moreno perguntou abismado.

—Não sou uma chaminé ambulante como você mon amour e também não fumo esses cigarrinhos furrado como os seus. —A francesa contou zombando com sarcástico.

—A é tinha esquecido. Europeus né!? Dizes que fumam feitos chaminés, pra vocês isso é puro costume. —Cebola insinuo irônico.

—Huhuhu! Digamos que é tem um pouco de verdade. —Penha assegurou com um sorriso cínico maldoso contornado em sua face. —Toma! Não vou fica estragando o meu pulmão com esse cigarrinho. —Ela comunicou com ar de arrogância entregando o cigarro na mão do Cebola e o mesmo o segura com os dedos.

—Penha, você fala de mim, mas você também é outra não presta. —Cebola debochou com cinismo carregado em seu tom de voz e com um sorriso de canto sublinhado em seu rosto.

—Por isso que eu te amo tanto ma chère, somos farrinha do mesmo saco e um completa o outro. Por isso que digo que você tem que ser só meu. —Penha decretou com um olhar e sorriso de insanidade misturado malicia desenhado em sua feição.

—Nah! Já isso eu não posso concorda não. —O jovem delinquente discordou de maneira sonso debochado enquanto sorria de lado.

—Penha ai que que você estava o tempo tudo! Fiquei que nem uma louca te procurando. A aula já começou e se você for pega aqui fora e ainda com "certas companhia". —Uma garota anunciou chamando atenção da Penha de modo impaciente, ela era uma jovem de bela aparecia, tem cabelos loiros amarrado peteado maria-chiquinha, olhos verdes, magra normal e estava vestida de roupas semelhantes de inverno.

—Ah! Relaxa Agnes! Só tava tendo um papo com o Cê, mas já acabamos, né?! —Penha explicou argumentando, tentando fazer a amiga ficar calma.

—É, isso mesmo! E eu também já estava vazando pra minha sala. —Cebola confirmou, jogando o maço de cigarro na lixeira próximo a ele.

—Tá que seja! Vamos nessa logo amiga. —Agnes apressou puxando o braço da Penha.

Au revoir, querrido! Não esqueça: je t'aime! —Penha despediu do Cebola toda melosa e sexy jogando beijo no ar pra ele.

—Tchau Penha! A gente se ver! —Cebola se despediu um pouco rígido.

—"Cebola você ainda vai ser meu custe o que custa. Não vou deixar nenhuma qualquer tira-lo de mim." —A francesa pensou com um ar ameaçador misturado com insanidade.

Logo depois que a Penha foi embora junto com a Agnes, Cebola fez o mesmo retornando para sua sala de aula que já havia começado a uns 38 minutos, entrando lá dentro vagarosamente sem querer chamar atenção de ninguém, mas a professora acaba percebendo e chama atenção dele perguntando por que te demorado, o jovem dar uma boa justificativa qualquer e a professora acaba aceitado. Assim Cebola pode se sentar em sua carteira sem problemas fazendo de conta que estava prestando atenção na aula.

Notas finais
Agora sim é hora de comentar, não quero saber de preguiça, quero ver todo mudo comentando nessa p*********. Serio, comentam ai o que acharam do capitulo, se gostaram, não gostam e etc. Não tenho mais nada a disse...Pera ia tenho sim! Pra quem estiver muito ansioso pra ver a Mônica e o Cebola se verem de novo, ficam tranquilíssimo porque no próximo capitulo Cebola volta pra casa da Mônica. Proto agora sim eu disse o que eu queria fui nessa!!!!!!!!! Beijos e não me ligam! x-x XP