Destinos

34 Capítulo 34 - Sempre irei te proteger


Notas iniciais
Oi pessoal, aqui estou de volta e novamente não demorei nadinha. Como perceberam nesses últimos dias estou me dedicado ao máximo que posso para conseguir concluir essa fanfic e pretendo fazer o mesmo com as outras, já estou até com mais um capitulo quase pronto que vez depois desse, só preciso terminar algumas coisinhas aqui e ali, fazer revisão para poder posta pra vcs, por isso peço um tiquinho mais de paciência, tá bom meu amores. Espero que goste do capitulo de hoje, na minha opinião de escritora dessa fanfic, eu gostei bastante dele, tem bastante momentos cuti cuti de um certo casal. Chega, vou falar mais nada pra não estragara leitura de vcs hehehe. Tenham uma boa Leitura!!! ^-^

Enquanto os dois se dirigiam em direção ao corredor da escola onde ficam as suas respectivas salas de aula que era de cada um dos ambos, Cebola contava tudo que a Mônica queria saber sobre essa desconhecida garota chamada Penha, a qual a linda dentucinha teve a desagradável prazer de conhecê-la.

—Eu conheço a Penha já faz bastante tempo, desde que estávamos no ginásio, tenho que admitir que (infelizmente) nos tornamos amigos naquela época. No ano passado ela havia se declarado para mim dizendo que estava apaixonada e eu recusei os seus sentimentos, depois disso ela jurou custo que custar que não ia desistir de me fazer gostar dela e desde então a Penha vive na minha cola pra ver se eu estou namorando ou apenas ficando com alguém, antes quando ela percebia que tinha alguma garota próxima a mim já dava um jeito de tentar afastar a tal garota com ameaças e intrigas, mesmo que fosse apenas uma grande amiga ou ficante. Com o tempo a Penha foi parando com isso, deve ter percebido que as garotas que antes eu costumava ficar não significava nada para mim e as meninas da turma não passavam de apenas boas amigas minhas. Por essas razões e outras a Penha realmente nunca foi uma boa pessoa e pelo visto nunca será. E é por isso que eu te peço Mônica, não fique perto dela okay pro seu próprio bem?! —Cebola concluiu sua explicação olhando para a Mônica com uma expressão seria formada em seu rosto que demostrava que ele estava preocupado com a sua amiga.

—Hum! Esta bem, Cê! Não precisa se preocupar, porque eu não quero ter nenhuma aproximação com ela, eu sei que essa garota realmente não presta, eu vi quando ela estava soltando o seu veneno pra cima de mim tentado me magoar sobre a minha deficiência e também... —Mônica estando sem jeito hesitou por um momento em terminar a sua fala olhando para baixo.

—Também?! —Ele indagou de forma retorica estimulando a garota terminar de contar.

Mônica soltou um suspiro com intenção de encoraja-la antes de continuar. —Sabe, no momento que a vi pela primeira vez, não sei por que eu senti um forte calafrio de medo, parecendo que estava me avisando pra eu ficar longe dessa Penha. —Finalizou olhando para o Cebola de um jeito que demostrava estar mesmo afligida.

—Nossa, serio?! —Cebola exclamou estando bastante intrigado com o que a Mônica havia dito.

—Pior que eu estou mesmo falando, Cebola! Eu senti um mau pressentimento sobre a Penha. —A dentuça afirmou com uma expressão receosa formada em seu rosto.

—Mônica, não há com o que você temer, sabe por quê? —O garoto dos cabelos espetado pergunta de modo retorico, a encarado.

—Huhum! —Sem entender Mônica assinalou balançado a cabeça negativamente.

—Porque vou sempre estar ao seu lado e nada de ruim ira te acontecer. —Ele garantiu a fitando com um doce e amável sorriso direcionado para a sua amiga, querendo transmitir segurança para a mesma.

—Har! Valeu Cê! Mas eu sei que vou ficar bem, não estou com medo e eu sei que eu tenho você caso eu precise. —A morena dos dentes saliente disse agradecida, retribuído o mesmo sorriso direcionado para o seu amigo.

—Huhuhu... É, como sempre você é muito corajosa, admiro muito isso em você. Admiro tudo em você. —O garoto confessou sem pensar direito com a razão apenas com a emoção, em seu rosto estava desenhado um sorriso, só que dessa vez ele não estava olhando para garota a qual estava guiado a cadeira de roda.

—Cê... —Ela murmurou se sentido muito encabulada, lisonjeada e ao mesmo tempo feliz, com as suas bochechas levemente coradas.

—Prontinho my lady, chegamos! Estar entregue na sua sala de aula. Me espere na hora da saída dentro da sua sala pra eu pode te levar de volta pra sua casa, tá bom?! —O moreno anunciou assim que chegaram em frente a sala de aula da Mônica.

—Uhum, tá! Cebola... —Mônica chamou impedindo o amigo troca-letras ir embora para a sala de aula dele.

—Sim?! —Ele concedeu estimulando a falar, logo após ter parado de andar e se virando para dá atenção.

—Er... Nada não! Deixa pra lá! —Estando totalmente sem graça, a dentuça hesitou de continuar a dizer o que tinha em mente.

—Tá beleza! Até depois! —Cebola se despede e depois começa andar em direção a sua sala de aula.

—Até! —Terminando de se despedir, Mônica assiste o seu amigo entrar dentro da sala de aula dele, com isso deixando ela sozinha naquele corredor em frente a passagem na entrada da sala de aula onde a mesma estuda. —"Ai Cebola queria tanto poder te agradecer por tudo que fez por mim. Queria poder te retribuir o mesmo favor, só não sei como." —A menina apenas pensou melancolicamente e em seguida entra dentro da sala de classe para poder assistir a aula que iria começar assim que o professor entrasse lá dentro.

(N/A: Ah, mais eu sei como ( ͡° ͜ʖ ͡°) . Para de perde tempo, que tal beijar ele logo minha fia kkk)

[...]

Com a chegada do horário da saída os alunos já podiam voltar pra suas casas, assim Mônica e o Cebola após terem se despedido dos seus amigos foram juntos pra casa da dentuça, de acordo como foi combinado que ele ainda era obrigado a estar perto da Mônica para cuidar dela e também foi combinado pelos dois e a dona Luísa que o Cebola levaria e traria a baixinha dentuça pra escola até a mesma se acostumar estar nas ruas.

Quando eles chegaram na casa, Mônica abriu a porta com a sua chave extra que sua mãe havia feito uma copia da chave da casa pra ela poder usar, já com a porta aberta os dois jovens entraram na residência que estava completamente vazia, o que não era novidade pra ambos pois ainda era cedo pra dona Luísa voltar do trabalho. Cebola havia ficado exausto da caminhada a pé da escola até a casa da Mônica e ainda guiando a cadeira de rodas da dentucinha pelo caminho todo, sentou-se esparramado no sofá, enquanto a Mônica depois de ter fechado a porta da casa, foi até onde estava o Cebola, conduzindo a cadeira sozinha.

—Cebola, você esta bem? —Mônica perguntou sentido receosa ao perceber o cansaço que o amigo estava demostrando.

—Hum! Sim, por que? —Ele comunicou com outra pergunta intrigado pela preocupação dela.

—Er! É que você parece bem cansado! —Ela esclareceu o encarando de forma seria de um jeito que dava para perceber sua preocupação carregada em suas palavras.

—Ah isso?! Fica fria Mô, só estou um pouco cansado de andar, não é nada demais! —O troca-letras advertiu olhando para ela, com um leve sorriso de canto, querendo tranquiliza-la.

—Me sinto meio culpada! Afinal, além de você ter andado da escola até aqui ainda teve que empurra minha cadeira. —Mônica assumiu de modo que dava para perceber que estava triste e se sentido culpada por causar tanto trabalho ao seu querido amigo.

—Bah! Que tolice! Mônica, isso pra mim não é nada. Não precisa se preocupar comigo porque eu estou bem e também... Eu quero ajudar você, é pra isso que estou aqui. —Cebola decretou com um sorriso amigável fitando a linda dentuça.

Ela soltou um breve suspiro querendo tirar o peso da consciência. —Tá bem! Não falo mais sobre isso. —A morena do cabelo chanel assentiu já se sentido menos culpada e retribuído o sorriso para o garoto ao seu lado.

—Eh... Então, o que achou da escola? Não falei que não seria ruim? —Ele questionou querendo mudar o rumo da conversa e ao mesmo tempo interessado em saber como foi o primeiro dia de aula da amiga dentuça.

—Ah sim! É até que você tinha mesmo razão. Eu gostei muito da escola, só lamento ter me afastado durante tantos anos. —A menina respondeu, mas no final ela faz uma expressão triste contornada em seu rosto, se sentido arrependida de ter abandonado a escola e a magoa que ela tinha sobre a vida.

—Não precisa se lamentar, o importante é que você esta de novo na escola recuperando todo tempo perdido. —Vendo a tristeza formada em sua amiga, Cebola confortou com um doce sorriso direcionado somente pra ela, pegando a mão da jovem a segurando de forma carinhosa com intensão de passa boa positividade para ela.

—É ! Tá certo! Auoh! —Mônica se sentindo o cansaço do sono se aproximando bocejou com uma de suas mãos tampando a boca.

—Esta cansada? —O jovem rapaz perguntou apreensivo com saúde da amiga.

—Sim! Tive um dia bastante agitado, ainda não estou acostumada. —Ela informou com um pequeno sorriso fraco para tentar mostra o amigo que estava tudo bem, só que dava para ver em seu rosto uma expressão de cansaço que precisa dormi.

—Tá bom! Vou levar você pro seu quarto! —Cebola aprovou de modo bem decidido ao mesmo tempo se levantando do sofá para ir ajudar sua amiga.

—Mas Cebola, você já fez tanta coisa hoje... —A dentuça tenta protestar, só que foi interrompida antes.

—Mônica, agora não! Beleza!? Você precisa ir pro seu quarto descasar e eu sou o único no momento que pode fazer isso por você. Então, por favor! —O garoto falou de um jeito serio que demostrava bastante autoridade e preocupação ao bem estar de sua amiga.

—Tá, tá! Você ganhou dessa vez! Mas só dessa vez! —Mônica provocou em tom sarcástico levando para da brincadeira.

—Hampf!! —Ele grunhiu com um sorriso torto convencido, depois começou andar guiando a cadeira de roda da Mônica, tendo a mesma estando sentada, seguindo rumo em direção a escada para irem pro andar de cima da casa.

Chegando no quarto da dentuça logo após terminando de subirem a escada e andando pelo corredor da casa, Cebola pegou a Mônica no colo e a colocou com cautela deitada na cama, depois ele a cobriu com o lençol até o pescoço e por ultimo fez um leve carinho em cima da cabeça dela desejando "bons sonhos". Mônica estava tão cansada que não demorou nada para acabar dormindo profundamente, enquanto o Cebola já prevendo que a sua amiga acordaria sentindo muita fome e inclusive ele também, foi até a cozinha pra começar a preparar o almoço pros dois.

[...]

Uma meia hora depois, Cebola ainda permanência dentro na cozinha preparando o almoço que não faltava muito para ficar pronto e só pelo cheiro agradável da comida sendo cozinhada já dava aquela afirmação que o almoço ia ficar uma delicia e a Mônica sem duvidas ia gostar. Ele cozinhava tranquilamente até que de repente ouviu-se gritos altos de desespero e aflição vindo do quarto da Mônica, ao ouvir os gritos da dentuça Cebola ficou muito preocupado e com medo de algum terrível estivesse acontecendo com a "sua amada" Mônica dentro do quarto. Imediatamente ele largou tudo que estava fazendo na cozinha e se dirigiu correndo desesperado até o quarto da garota, ao chegar deparou com a Mônica deitada na cama com os olhos fechados, debatendo os braços e a cabeça de um lado depois pro outro, estava suando muito e gritando em pânico de aflição. Cebola ficou um pouco mais aliviando, pois viu que a sua amiga estava tendo apenas um pesadelo, certamente não era um pesadelo qualquer, mas sim um terrível pesadelo. Sem perde mais tempo, ele foi até onde a Mônica estava na cama para ajuda-la acordar desse temível pesadelo.

—AHHHHHH! NÃOOOO! NÃOOOO! PARA! NÃO! POR FAVOR NÃOOOOO!

—Mônica acorda, acorda Mônica! Estou aqui, sou eu o Cebola, vamos acorda! —O rapaz a chamava e ao mesmo tempo sacodia de leve pelos ombros, de uma maneira pra não machuca-la, apenas para tenta acordar a garota.

—Hã...?! C-Ce... C-Cebola!? —Mônica exclamou assim que abriu os olhos, estando ainda assustada e confusa, mas depois fica aliviada ao percebe que era tudo um pesadelo e o Cebola estava ali com ela.

—Sim sou eu! E estou aqui! Não precisa mais ficar com medo. —Cebola correspondeu de uma maneira que demostrava um tom de voz calmo e carinhoso, em seguida ele se senta na beirada da cama ficando próximo aonde estava a sua amiga.

—Aih! Eu tive um pesadelo horrível! —A linda garota dos dentes proeminente contou, mantendo sua cabeça baixa com uma expressão receosa contornada em seu rosto e seus olhos estavam marejando com vontade de querer chorar, após ter se ajeitado na cama ficando sentada com a costa repulsada na cabeceira da cama.

—Eu sei! Mais agora já passou. —O garoto consolou com suas palavras que ecoava de modo amoroso e protetor, ao mesmo tempo abraçando para conforta-la.

—Cebola... Obrigada! Eu não sei mesmo o que faria sem você. —A morena agradeceu retribuído o abraço, logo em seguida eles desfizeram aquele abraço aconchegante para ambos.

—Ora! De nada! Não precisava agradecer, não fiz nada de mais mesmo. —Cebola assumiu com um sorriso amoroso a fitando a bela jovem em sua frente.

—Huhuhu! —Ela retribui o mesmo sorriso já se sentido bem melhor, só por saber que pode contar com o seu querido amigo caso quando precisar de ajuda, pois ele sempre estará ao seu lado. —Sabe... Eu sempre tive esses pesadelos, parece que eles me perseguem desde que eu sofri o acidente que me deixou sem poder andar, só que... Dessa vez parece foi bem pior. Ai, não quero me lembra! —Terminado de dizer, uma expressão apreensiva se forma em seu rosto e com os seus olhos lacrimejando.

—Não precisa me contar se não quiser. —O moreno diz compreensivo pousando a sua mão em cima da mão da sua amiga, demostrando empatia.

—Tá bom! Valeu, Cê! —Mônica agradeceu com um sorriso de gratidão desenhado em seu rosto fitando o seu belo amigo.

—Olha Mônica, não se importe com esses pesadelos, isso nunca vai acontecer eu te garanto e também... Também, você sempre vai ter a mim pra te proteger não importa o que aconteça, eu sempre vou esta lá pra você quando precisar. Te protegerei como se fosse a minha vida. Você não sabe o quanto é importante pra mim, Mô. —Ele declarou de modo convicto e ao mesmo tempo carinhoso e protetor, enquanto sorria docemente para a garota que estava a sua frente a fitando.

—Ce...! Cebola! E-Eu... Eu não sei o que dizer... Você também é... É muito importante pra mim. —A dentuça revela estando completamente mexida emocionalmente e envergonhada, com as bochechas avermelhadas.

—Mônica, preciso dizer uma coisa... —O jovem garoto diz colocando uma de duas mãos na bochecha da sua preciosa amiga acariciando com o dedo polegar.

—Então diga! Por favor! —Ela estimula a continuar se rendendo completamente naquele momento, ao mesmo tempo em que dizia a dentucinha pausa a sua mão suavemente por cima da mão do Cebola.

—Eu... Eu... Eu go... —Não conseguindo mais resistir de guardar todo aquele forte sentimento dentro de si pela linda dentucinha , Cebola já estando no seu limite cada vez ia se aproximando aos poucos os seus lábios ao encontro dos lábios carnudos avermelhados da Mônica, com seu objetivo de fazer mais um doce e apaixonante beijo nascer entre eles. E a medida que os seus lábios encaminhavam ao encontro do outro, os seus olhos iam se fechando para aguarda no anseio de experimentar o doce gosto do mel que possui a boca do outro. Enquanto só faltavam alguns centímetros pros seus lábios finalmente se encontrarem, o pensamento do Cebola foi tomado por vagas lembranças recentes.

"Não faz mais isso... Por favor?!"

"Er... Esta bem! Essa é a segunda e a ultima vez que eu te beijo. Não precisa se preocupar."

—Nada não, esquece! —O troca-letras alegou completamente sem graça, retomando a consciência dos seus pensamentos e tentando ocultar os seus desejos mais profundos.

Dessa forma Cebola se afasta da Mônica acreditando que assim seria melhor pra mesma e com tudo levando ele aparta o beijo antes mesmo dele pudesse existir. Por fim ele se recompôs retornando a sua compostura que estava antes, sentado na cama ao lado de Mônica.

—Hã?! —Ela exclamou ao abrir os olhos sem entender o porquê o Cebola não procedeu aquele beijo.

—CARALHO! Agora me lembrei de que deixei o fogão ligado. Tenho que vaza ligeiro pra cozinha antes que a comida queime. Puta que pariu que merda! —Cebola explicou se levantado da cama já com a intenção de sair daquele quarto pra ir imediato pra a cozinha para salvar o almoço que estava sendo feito pelo próprio.

Mesmo que ele tenha se lembrado do almoço que estava fazendo e ficado nervoso de preocupação com o alimento acabar queimando, Cebola apenas havia encontrado uma boa desculpa para se afastar da Mônica, pelo menos por enquanto, até o clima que foi formado pelo dois após o quase beijo se dissipasse de vez.

—Puxa, se isso acontecesse seria mesmo terrível. (Se tratando de uma comida tão gostosa que ele faz.) —A garota do cabelo corte chanel comentou vendo o seu amigo Cebola andar até a porta do seu quarto. —HEI! CEBOLA NÃO FICA FALANDO PALAVÃO! —Ela o restringiu esbravejando enquanto grita um pouco irritada pela atitude do amigo e também para o mesmo que já não estava no seu quarto pudesse ouvir.

—TÁ BELEZA!! FOI MAL, MY LADY! ME PERDOA! —O moreno rebelde retruca de modo irônico gritando também, só que ele apenas gritou para que a sua amiga pudesse ouvi lá no quarto, pois ele já estava no corredor do andar de cima da casa.

—BOBÃO! —Mônica rebateu sentido irritada com o seu amigo. — "Ai Cebola, você não muda mesmo, né?! Sempre vai continuar sendo esse mesmo Cebobinho rebelde de sempre. Apesar que você já tenha melhorado muito graças a mim e ao seus esforços de ser alguém melhor. Só queria entender o que você queria falar pra mim. Parecia que a gente ia se beijar de novo... Não sei por que eu queria muito sentir novamente o gostinho do seus lábios no meu?! Argh! Mas que droga! Eu sei bem que não devia sentir isso por ele sabendo o tipo de pessoa que ele é. Por que de tantas pessoas no mundo você é o único que me faz me senti assim? Por que Cebolacio Junior Menezes?" —Ela pensava fazendo vários questionamentos sobre o seu coração cheio de duvidas.

[...]

Por sorto, Cebola conseguiu chegar na cozinha a tempo de salvar o almoço dele e da Mônica, antes que pudesse ser queimado. Já com a comida toda pronta ele arrumou dois pratos de refeição um pra ele e outro pra dentucinha, e pôs em cima da mesa da sala de refeição da casa aonde ele e a dentuça iriam almoçar, assim terminando de fazer a mesa o Cebola retornou para o quarto e buscou a Mônica na cadeira de roda para que ela pudesse almoçar também junto com ele na mesa.

Os dois almoçaram tranquilamente sem ter nenhum tipo de problemas com a comida, saboreando o delicioso almoço feito pelo o Cebola, enquanto comiam eles trocavam algumas palavras quase poucas, já que estavam se sentindo meio incomodados de constrangimento pelo acontecimento deles quase terem se beijado. Mônica queria entender o porquê do Cebola quase ter beijado ela. E já o Cebola queria ter certeza se ela sentia o mesmo do que ele. Essas perguntas sem respostas que invadiam suas mentes já estavam virando tortura.

Terminando o almoço Mônica ficou na sala assistindo um filme que passava na televisão naquele horário, enquanto isso o Cebola estava na cozinha lavando a louça suja e guardando tudo no devido lugar certo. Mônica até queria ajuda-lo, mas se lembrou dos acontecimentos anteriores e do "estranho clima" que estava entre eles dois na hora do almoço e achou mais preferível ficar um pouco distante dele até essa sensação de desconforto passar, Cebola também pensou o mesmo e achou melhor ficar afastado só por um pouco de tempo da sua "querida protegida" até isso passar.

Quando terminou de lavar e guarda toda louça, Cebola havia voltado pra sala para fazer companhia a Mônica vice e versa, que continuava assistindo o mesmo filme que estava passando na televisão, assim o garoto se juntou a amiga para assistir a este filme se sentando no sofá, apesar de que ele pegou pela metade até que deu pra entender o que se tratava na historia do filme. Algum tempo depois havia se passado, o filme que estava sendo trametido pela televisão chegou ao final da trama, Mônica já estava cansada de ficar na sala só vendo televisão, então ela pediu ao Cebola para leva-la de volta pro seu quarto, o mesmo aceitou sem cogitação e dessa forma eles retornaram pro quarto da jovem. Quando chegaram, o silencio havia conseguido dominar o cômodo, até que a Mônica não aquentando mais aquele insuportável silencio sem razão que mais parecia um "muro enorme" separando ela e o Cebola, decidiu manifestar levando ao fim do silencio.

—Ah... Sabe Cê, sobre aquilo que aconteceu hoje... Eu não acho que é motivo pra gente se... Quero dizer que é... —Estando muito encabulada, ela tenta procurar argumentos, mas acaba tropeçando em suas próprias palavras.

—Desencana Mônica, não aconteceu nada mesmo, não há com o que ficamos encanados com isso. —Cebola pronuncia interrompendo a sua amiga, de uma maneira que tentava ser mais compreensivo possível com toda essa situação dos dois.

—Tem razão. Não temos que nos encana com isso. —A dentuça concordou com o seu amigo com um sorriso fraco contornado em seu rosto que matinha uma expressão desanimado, por algum motivo se sentia inconformada de virar a pagina do que havia acontecido, sua verdadeira vontade era expor tudo aquilo que ela estava sentido.

—É, vai ser melhor assim. Já não estava aguentado esse climão bobo sem motivo. —O troca-letras proclamou com um sorriso amigável, começando a se sentir que foi uma boa escolha não só pra ele mais também pra sua amiga dos dentes salientes para esquecer o que aconteceu com os dois algumas horas atrás.

—É, eu digo igualmente. —Ela concorda contra gosto.

—É! Que bom! —Ele concorda de modo se sentindo aliviado.

—É, bom sim! —A garota só sabia se sentir mais irritada com toda situação, mas como o Cebola pensava assim não tinha jeito a não ser concordar.

—E agora Mô, o que você quer fazer? A gente podia... —Cebola sugeriu achando que aquele assunto havia encerrado de vez, só que antes de terminar sua frase ele havia sito interrompido.

—Ai! Mais que droga! Eu não aguento mais continuamos assim. Não faz sentido. O que esta havendo entre a gente? Não éramos assim. Parece que a cada dia que passa só piora. —Mônica completamente inconformada, confusa e irritada começa colocar tudo que queria dizer pra fora, seguindo apenas o impulso que estava sentido naquele momento.

—Mônica?! O que foi? O que deu em você? —Cebola interrogou estando confuso completamente perplexo pela atitude repentina da amiga.

—Eu não sei Cebola, eu não sei! Eu não faço ideia do que esta acontecendo comigo. —A dentuça assegurou encarando o amigo, sentido os seus olhos começarem marejar sem saber por qual o motivo.

—Er... E o que esta acontecendo com você? —Mais que preocupado e ao mesmo tempo confuso, o troca-letras questiona tentando entender o que estava se passando com a sua querida amiga.

—Eu não sei! —Ela tenta se explicar e nessas horas uma lagrima solitária escorre pelo seu rosto.

—Não sabe!? —Ele interrogou ficando incrédulo com a resposta da Mônica.

—A única coisa que eu sei é que você é o total responsável por eu estar assim. Você é o único que consegue fazer me sentir assim. Essas emoções fortes no meu peito, vontades estranhas e um desejo de ficar cada vez mais perto de você... Eu sei que não devia, mas eu não consigo... É muito difícil não querer senti isso po... Por você. —A menina dos dentes proeminente ao terminar de dizer fica muito constrangida e extremamente corada, com o pescoço virado pro lado enquanto olha para baixo, pra não ter chance de encarar o garoto a sua frente.

—Mô... Mônica! Er... Pera ai o que você quer dizer com tudo isso? —Completamente abismado Cebola faz seu interrogatório querendo uma resposta concreta vindo da sua amiga, embora no fundo ele começasse a desconfiar do que a Mônica estava sugerindo, mas isso era apenas suposições, o garoto sentia que precisava uma resposta clara definitiva sobre o que ela estava sentindo por ele, se era o mesmo tipo sentimento que ele tem por ela.

—Cebola... Acho... Acho que eu... Acho que talvez eu... Eu gos... —Não conseguindo mais se conter naquele momento, Mônica apenas aceitou deixar a voz da emoção dizer tudo que queria, ignorando totalmente sua razão ia contra.

—Mônica, Cebola, cheguei! Hã...? Estou interrompendo alguma coisa?! —Dona Luísa pronunciou anunciando a sua chegada, no momento exato que entrou dentro do quarto de sua filha.

—Não, imagina dona Luísa! —Cebola ironizou suas palavras estando completamente inconformado e meio irritado, com os seus olhos revirados pro mesmo lado demostrando desapontamento sem paciência. (N/A: Tipo isso aqui => ¬¬)

(N/A: É, imagina dona Luísa, com tanta hora para aparecer tinha que ser agora ¬¬)

—Oi mamãe! Você chegou na hora certa. —Mônica cumprimentou a sua mãe de jeito bem feliz, não era só por tá revendo a sua amada mãe após ter chegado do trabalho, mas também se sentia aliviada e salva por no fim das contas não teve como contar sobre os seus sentimentos sem querer.

—Cheguei na hora certa, é?! —A mulher indagou estando confusa com a atitude alegre da sua filha.

—É sim! Tava morrendo de saudade de você. —A dentuça confirmou com um sorriso alegre formado em seu rosto.

—Já que a senhora chegou, eu estou indo nessa. —Cebola avisou se levantado da beirada cama, onde estava sentado até então, com intensão de sair do quarto para ir embora pra sua casa.

—Espera ai Cebola, não tão rápido. Como eu cheguei mais cedo do hospital combinei com um amigo que gente ia ter um dedo de prosa. Você pode, por favor, fica um pouco aqui com a Mônica pra fazer companhia a ela?! —Dona Luísa pediu de modo sendo educada.

—Ham! —Mônica grunhiu pensativa, já entendendo o que a sua mãe planejava com essa historia de "apenas conversar com um amigo".

—Er... Não sei não! —O garoto considerou de modo incerto, após te dando meia volta desistido de sair do quarto.

—Ué, o que custa!? —Luísa convenceu de forma insistente.

—Ah é que... Sabe como é, pode ficar muito tarde e minha mãe vai acaba ficando preocupada. —Cebola contestou estando um tanto sem jeito.

—Que bobagem! Sobre isso você não tem com que se preocupar. Já que o meu amigo que estar aqui é nada menos que o seu próprio papaizinho. —A mulher esclareceu usando um pouco de deboche levado pra brincadeira no final da sua frase.

—O QUE? Como assim meu pai? —O garoto troca-letras exclamou completamente perplexo.

—Humpf! Eu já sabia que era o seu pai! —Mônica descreveu de modo debochado e ao mesmo tempo sem ter tanta paciência por causa de sua mãe.

—Calma Cebolinha, é que o seu pai e eu somos bons amigos, apenas "bons amigos" mesmo. Como vocês jovens dizem: "não tem nada rolando entre a gente". Né?! E a gente costuma meio que é jogar conversa fora. Entende? —A dona da casa justificou, com intuito de esclarecer melhor as coisas pro o garoto não começar a pensar bobagem sobre desrespeito da amizade dela com o seu Cebolácio.

—Você fica bebendo com ele isso sim. —A garota revelou com um tom de voz que demostrava sem ter muita paciência misturado com zombaria, pela atitude da sua mãe de ficar bebendo e ainda por cima com o pai do Cebola.

—Mônica! —Luísa se sentindo sem graça repreendeu a filha em um bom tom de autoridade maternal.

—Você fica bebendo com o meu pai? —Cebola questionou estando complemente pasmo com toda essa historia revelada pra ele.

—É sim, isso mesmo que você entendeu. É que o meu trabalho é muito estressante, cuida de gente doente o dia todo cansa muito e é bom beber de vez em quando pra se desestressar, o problema é que eu não gosto de beber sozinha e por isso o seu pai bebe junto comigo enquanto conversamos. —A mulher argumentou de braços cruzado e com uma expressão em seu rosto de injustiçada pelo julgamento dos mais jovens.

—Tá, entendo! Por essa eu realmente não esperava! —O garoto mencionou parentando estar começando aceitar toda essa situação.

—Então vai poder fica com a Moniquinha durante esse tempo? Prometo que não vai demora nada. —Luísa insistiu sendo bem persistente.

—Que mentira, a mamãe quando começa beber com o seu pai fica a noite toda. —A dentuça denunciou num bom tom de zombaria misturado com desgosto de ver a sua mãe beber.

—Mônicaaa! —A mulher reprimiu a filha raivosa sem paciência com a mesma. —Você não precisa ficar aqui a noite toda, é até a Mônica pega no sono.

—Sinceramente eu devia dizer não, só porque você tá me tratando como eu fosse a "baba" da sua filha me pedindo hora extra. —Cebola aceitou mesmo contra gosto, utilizado o seu bom e velho sarcástico.

—E ela me tratando como um bebê que precisa de baba. —Mônica debochou sendo sarcástica com os braços cruzados.

—Tá né! Como não tenho outro jeito, eu fico. —Inconformado o troca-letras acabou aceitando de forma irônica.

—Ai, muito obrigada Cebola, espero poder retribuir esse favor pra você um dia. —Luísa muito satisfeita agradece com um sorriso de alivio em seu rosto direcionado para o jovem rapaz.

—Hum! —O garoto apenas grunhiu pensativo se era uma boa escolha tomada por ele ficar até mais tarde cuidado da Mônica.

—Boa noite filhinha! Mamãe te ama muito. —Luísa disse amorosamente pra sua amada filha com um sorriso materno no rosto, em seguida se dirigisse para a porta do quarto.

—Humpf! Também te amo. —Mônica se despede ainda se sentido reprovação pela atitude da sua mãe de ficar bebendo, mas ao mesmo tempo querendo retribuir o carinho para a mulher que havia dado a vida.

—To indo pra sala, não posso deixa o seu Cebolácio me esperando pra sempre. —Terminando de se despedir, a mulher atravessou a passagem da porta do quarto, indo de imediato para a sala da casa para receber o seu vizinho que já aguardando ela voltar do quarto.

... —O garoto nada disse, apenas ficou pasmo de um jeito pensativo tentado processa todo ocorrido.

—Aff! Odeio quando minha mãe bebe! —A dentuça admitiu completamente desapontada com os braços cruzado e franzindo o cenho.

—Eh! Por que? —O rapaz perguntou ficando de modo bem intrigado.

—Você vai ver como a "dona Luísa" fica. —A jovem garota apenas constatou com um sorriso cínico debochado pro seu amigo pela tamanha surpresa que ele iria ter.

—Ah tá! —Cebola assimilou ficando mais confuso e intrigado com o que amiga dentuça quis dizer.

Notas finais
Agora que chegaram no final do capitólio por favor não saiam antes de deixar o comentários de vcs. Ultimamente venho notando que os comentários desapareceram e parece que ngm no Nyah esta acompanhado, eu estou muito decepcionada com isso, antigamente recebia tantos comentários nesse site, mas agora parece que a fanfic flopou de vez, só continuo escrevendo e postado novos capitulo por causa do outro site de fafic concorrente, se não fosse o pessoal de lá que deixa os seus comentos, nem sei se continuava com a fanfic. Então se tem alguém ai que leu POR FAVOR deixe um comentário mesmo que seja "Amei continue", vcs não sabem como falta de comentários e leitores desanima o autor continuar com a fanfic. Só isso que queria reclama mesmo. *****❤***** Falando sobre o capitulo de agora, foi mal pessoal, não foi dessa vez (de novo) que esses dois ficam juntos. Mas não se preocupem, quando chegar o momento vai ser mais que perfeito, vai até compensar a espera, prometo. *****❤***** Beijinhos pra todos vcs meus queridos leitores, espero ver vcs no próximo capitulo!!! Xoxo ❤