Destinos

29 Capítulo 29 - Tentando compreender o que estou sentindo


Notas iniciais
E ai pessoas, olha só quem decidiu aparecer depois de TANTO tempo?! Isso ai euzinha!! Novamente mais uma vez eu peço desculpa pelo atraso da postagem do novo capitulo, o motivo do meu atraso sempre são os mesmo que eu já havia dito lá no capitulo anterior, mas tbm quem acompanha minhas outras fanfic viu que eu andei durante esse tempo postado novos capítulos nelas e por isso tbm que eu não postei mais nada nessa fanfic. É já vi que toda vez que eu for atualizar a fanfic vou ter que me desculpar com vcs né?! Aii fazer o que né!? Só espero que eu esteja perdoada mesmo que eu não mereça o perdão de vcs!! Bom admito que o capitulo de hoje tá meio simplesinho pois não acontece coisas tão bombástica (por enquanto), mas ela faz parte pro desenvolvimento da historia e principalmente o desenvolvimento do casal protagonista. Ficaram curiosos meus queridos leitores?! É só ler o capitulo que entenderam o que eu estou dizendo. *carinha de mistério* kkk :v "Claro que antes de iniciar o capitulo não posso deixar de agradecer as duas recomendações das minhas duas queridas leitoras que não são só apenas leitura mas tbm são grandes amigas minhas. Então meus agradecimentos vão para... "Anna Hannah Gisele" e "MonikeLee" Muito e muito obrigada mesmo pra vcs duas minhas lindas divas pela recomendação tão fofa, perfeita, maravilhosa, divosa de vcs duas, com toda certeza eu amei muito cada uma delas, e sei que essas palavras são poucas pra expressar o quanto eu amei as duas recomendações. Po

Cebola já havia chegado na sua escola tentando transparecer que estava tudo normal com ele após o estranho sonho que teve com uma certa linda dentucinha, mas pela expressão de mau humor formado no seu rosto mais do que o normal de costume todos os dias, fez o seu melhor amigo Cascão, percebesse que alguma coisa incomodava o jovem delinquente. Sendo assim o sujinho esperou pelo momento certo para perguntar ao Cebola o que esta contendo com ele.

As horas se passaram no piscar de olhos e as quatro primeiras aulas havia terminado dando inicio a hora o intervalo. Cascão se levantou da sua carteira e dirigiu-se até a mesa do seu melhor amigo o abordando, então os dois sai da sala de aula e vão pro terraço da escola onde poderiam conversar mais a vontade. Chegando, os dois amigos se sentaram em uns dos bancos de praça feito de cimento, que tinha por lá.

—E ai véi, o que tá pegando? —Cascão perguntou querendo ir direto ao assunto. Enquanto perguntava ele abriu um saco de salgadinho, que em seguida pegou dentro do saco cinco salgadinhos levando até sua boca e por fim mastigando o alimento antes de engolir.

—Hum... Nada! Por que da pergunta? —Cebola interrogou tentando transparecer estar no seu estado natural. Depois ele deu uma mordida no seu sanduíche que em seguida engoliu o alimento após ter terminado de mastigar.

—É que você esta meio esquisito hoje, mais que o normal. Sacas?! —Cascão opinou estando desconfiado enquanto encarava o seu amigo com um olhar de suspeita. Logo seguida o sujinho desviou a sua atenção apenas pro seu lanche, bebendo um gole do seu refrigerante em lata, sabor guaraná.

—Deve ser apenas impressão sua. —Cebola discordou tentando se esquivar do interrogatório do seu melhor amigo, mesmo sabendo que era inútil já que o Cascão sempre sabia quando tem algo de errado ocorrendo com ele.

—Ah qualé Cebola, pode se abrir pra mim, o seu brother pra todas as horas. —O sujinho insistiu com leve sorriso amistoso estampado em sua face. Depois pegou mais uma remessa de salgadinho levando todos de uma vez só até dentro de sua boca.

—Não sei se eu devo, é muito pessoal. E você tem a maior língua comprida. —O jovem delinquente debochou apenas para o lado da brincadeira, estando duvidoso, logo seguida bebeu do seu refrigerante em lata, sabor uva.

—Pô cara, pensei que fôssemos amigos. E amigo que é amigo conta tudo, eu sempre tive jogo aberto contigo. —Cascão argumentou se sentido injustiçado com o seu melhor amigo, depois ele bebeu mais um gole do seu refrigerante.

—Tá, tá! Já saquei! —Cebola assumiu estando um pouco sem paciência, em seguida suspirou brevemente antes de prosseguir. —Olha Cascão, vou me abrir pra você, mas nem pensar de sair espalhando por ai e também nada de falar pra Mônica. —O antigo troca-letras alertou ao amigo de maneira serio e arqueando uma de suas sobrancelhas. Logo após deu uma breve mordida no seu sanduíche.

—Por acaso você esta me achando com cara de Denise!? —Cascão reclamou se sentido bem ofendido. —Pera ai... Você disse Mônica?! O que tem ela? —Ele questionou sem conseguir disfarçar a sua grande curiosidade suplica e já pensando que aconteceu coisas bem "envolventes" entre os seus dois amigos.

Após terminado de falar, o sujinho comeu mais um pouco do seu salgadinho e em seguida dando um gole no seu refrigerante.

—É que, o que eu tenho a dizer de respeita ela. Entende?! —Cebola explicou se sentido um pouco encabulado, começando a ficar com as suas bochechas levemente coradas. Logo de imediato ele bebeu o seu refrigerante mais uma vez.

—Ah, claro que sim! Então conta ai. —O garoto sujinho o apressou não contendo mais a sua curiosidade de saber logo.

Por fim, Cascão deu uma ultima bebida no seu refrigerante, em seguida jogou a lata e o saco de biscoito vazios dentro da grande lixeira que ficava bem próxima ao seu lado do banco.

—Não sei o que esta pegando comigo. Ultimamente me sinto meio estranho, nem pareço mais que sou eu, pareço com outra pessoa isso sim. E tudo isso por causa dela. —Cebola revelou estando receoso sem deixar de se sentir envergonhado, mantendo a sua cabeça baixa apenas fitando o chão de concreto do terraço.

Assim que recompôs, ele ergueu um pouco o seu braço pra cima enquanto segurava a lata de refrigerante já completamente fazia para arremessa na lixeira que ficava ao lado do Cascão, pra sua sorte a lata caiu certinho dentro da lixeira fazendo o Cebola ter uma rápida comemoração utilizado os dois braços dizendo em sussurros "yes".

—Hã! Pera lá Careca, será que da pra ser mais específico?! Assim não da pra entender nada. E o que você quis dizer com esse papo de "se sentir estranho"? —O moreno de cabelo cacheado constatou, ficando bem confuso sem poder compreender o que o seu amigo, ex cinco-fios, quis dizer.

—Aff! Já vi que vai ser mais difícil que eu pensei. —Cebola resmungou tentado manter a sua preciosa paciência, em seguida saltou um suspiro para quem sabe assim desse coragem pra continuar a contar o que tinha em mente. —É um seguinte Cascão, eu me sinto muito estranho quando estou perto da Mônica e também quando penso nela, é como se o meu corpo agisse por vontade própria, meu coração começa acelerar, meu corpo fica tremulo, meu estômago começa revirar como tivesse borboleta dentro dele, me sinto muito quente como se existisse uma fogueira dentro de mim, tenho um estranho desejo de estar perto da Mônica sempre e não há um segundo que eu não penso nela e até nos meus sonhos ela esta lá. Sinceramente acho que estou enlouquecendo só pode ser. Cheguei até pensar que fosse atração no inicio, mas ai fui vendo o que eu sinto cada vez fica mais forte. O que eu faço, cara? O que esta havendo comigo? Não sei mais o que fazer. —Ele alegou se sentido bem constrangido por sua confissão e ao mesmo tempo perdido em suas duvidas e incertezas.

—C-Cebola... Você quer mesmo que eu diga o que eu acho? —Cascão indagou de modo retórico estando abismado, já prevendo perfeitamente o que se passava com o seu companheiro de tantos anos.

—Claro, pra isso que estou te perguntado. —O jovem decretou de forma sendo óbvio.

—Tá bom! Depois não vem se queixar comigo dizendo que isso é uma parada nada a ver e tal. —O sujinho avisou antes que pudesse prosseguir, por fim ele soltou um breve suspiro. —Cebola na real, você só pode esta... Apaixonado... Apaixonado pela Mônica. —Ele concluiu olhando diretamente para o melhor amigo com uma expressão seria.

—Hã! O-o-o que? Não pode ser... É impossível... Você só pode estar inventado isso só pra tira uma. Não pode ser serio. —Cebola contestou estando totalmente incrédulo sem poder acreditar, apesar que no fundo ele já sabia que isso era de fato verdade a muito mais tempo, só que ouvir a confirmação tão repentinamente tornava algum difícil de encarar a verdade assim de cara.

—Pensa comigo, você mesmo que disse que sente vontade de estar perto dela, sente seu coração acelerado, vive pensado sempre nela até sonha. Cara, isso é sintomas de amor. Eu sei muito bem como é, já me apaixonei duas vezes, a primeira vez pela minha ex namorada Cascuda, e agora na segunda vez pela Magali. E além do mais, o que tem de mal você gostar da Mônica, ela é linda, divertida, sexy, inteligente, atraente, sensível... —Cascão incentivou de um jeito bem sensato, só que antes foi interrompido de continuar a sua fala adiante.

—Tá bom Cascão, deu pra eu entender! Não precisa falar assim da Mônica. —Cebola reprimiu o amigo se sentido enciumado naquele momento.

—Viu até ciúmes você sente. Véi o jeito é se conforma e... —Cascão aconselhou, mas acabou sendo impedido pelo amigo antes que pudesse terminar de falar.

—Não! Não por enquanto. Talvez você possa ter acertado pela primeira vez, mas talvez possa ser que eu estou confundido os meus reais sentimentos. Como você mesmo disse, a Mônica é linda e tudo mais, eu cuidando dela facilita mais ainda de sentir desejo por uma garota assim. —Cebola considerou se sentido indeciso e confuso naquele estante. —Então eu decidi dar um tempo pra descobrir a verdade, quero saber o que sinto pela Mônica e quando descobrir eu... —Ele hesitou antes que pudesse terminar a frase por receio e vergonha de dizer o que o seu coração estava sentindo.

—"E quando eu descobrir...?" O que você vai fazer? —Cascão estimulou o seu melhor amigo a continuar, sentido um repentino interesse de saber.

—Quando eu descobrir não fugirei mais da verdade e quem sabe até o Cebola solteiro pegador virará coisa do passado pra sempre. —O moreno confessou de forma decidido e ao mesmo tempo se sentido sem graça, não conseguindo disfarçar o seu sorriso que havia ser formado em seus lábios e suas bochechas estava um quanto ruborizadas.

—Hã? Cebola você quer disse que.. Que você vai... —Cascão supôs estando completamente pasmo e ao mesmo tempo feliz, sem poder acreditar no que o seu amigo havia acabado de dizer.

—Huhu... Isso mesmo meu amigo porquinho. Os dias daquele Cebola que não valia nada estão começando a ficar com os dias contados. —O troca-letras confirmou de modo confiante e com um sorriso torto contornado em sua feição.

—Hom... Nossa que demais!—O garoto sujinho exclamou se sentido animado com um sorriso entusiasmado formulado em seu rosto, por estar contente pelo seu amigo finalmente ter tomado a decisão de seguir um rumo decente na vida. —Mas pera lá, como fará para descobri isso? —Ele interrogou estando bem intrigado de curiosidade.

—Huhuhu... Digamos que tenho os meus próprios métodos, só que agirei com calma, com tudo no seu devido tempo. —Cebola esclareceu em seguida um charmoso sorriso torto se formou em sua faceta.

—Ah, tá bom! —Cascão aprovou de maneira bastante compreensivo. —Hahaha... Véi eu tô passado, quem diria o Cebola se amarraria numa mina só e olha que não é uma qualquer que se ver por ai. É uma garota muito especial que só ela podia fazer você querer deixar todos os seus pecados pra trás. —Ele provocou sendo sarcástico brincalhão com um sorriso alegre delineado em sua semblante.

—Oh mané será que dá pra parar de me avacalhar filosofando e ficar de boca calada. —O troca-letras queixou se sentido meio irritado. —Não quero que ninguém sabe nada sobre isso, se alguém descobri já até sei quem foi. Sem falar que eu ainda não tenho certeza de nada. —Ele advertiu encarando o garoto sujinho com um olhar serio e mantendo os seus braços cruzados.

—Okay, okay fica frio mano! Juro que nunca irei contar nada pra ninguém, esse segredo morre comigo. —Cascão assegurou de forma convicto. —Só que eu fiquei intrigado com uma coisa... Por que você não investe em namorar a Mônica de uma vez? Assim será mais fácil de descobrir se você gosta mesmo dela. —Ele recomendou estando um quanto confuso sem conseguir entender o seu amigo.

—Ah Cascão se liga, não quero arriscar de me envolver com uma garota tão pura achando que estou apaixonado pra depois descobrir que só me enganei e magoar seriamente ela. —Cebola contou parecendo apreensivo de tomar uma decisão precipitada e no fim só ferir a sua amiga Mônica.

—Hum! Isso até que faz todo sentido. Beleza, você quem sabe, desde que não magoe a menina. E fique ligado, não se esqueça que agora ela é minha amiga e como sou um bom amigo é minha obrigação cuidar de todos os meus amigos. —Cascão ameaçou encarando o Cebola com um olhar bem serio de ameaça.

—Hahaha... Eu sei disso, cara. Pode ficar tranquilo, jamais irei magoar a Mônica novamente. —O troca-letras declarou estando bem determinado e com um singelo sorriso que criou-se em sua feição.

—Humpf! É assim que se fala, véi! —Cascão disse e em seguida começou a rir de forma amigável descontraído que logo foi acompanhado com os risos do Cebola.

—Assim que se fala o que rapazes? —Pronunciou uma voz meiga feminina muito conhecida pelos dois amigos, bem ao lado deles.

—MAGALI!? —Cascão exclamou gritando estando bem surpreso após ter levado o susto com aparição da amiga comilona tão repentinamente.

—Sim, sou eu! Qual o problema? Tem algum babado que eu não possa saber? —Magali deduziu estando curiosa, com um sorriso travesso bem sapeca desenhado em seus lábios, enquanto fitava os dois amigos com um olhar desconfiado.

—Que? Claro que não Maga, é só um assunto de homem mesmo nada de mais. Né Careca?! —Cascão justificou tentando disfarçar e torcendo que a amiga "caísse nessa" desculpa qualquer bem esfarrapada.

—É, é sim! Nada que você gostaria de saber. —Cebola proclamou tentando disfarçar também, só que a diferença era que ele sabia disfarçar bem melhor que o Cascão.

—Hum... Tá bom! —Magali aceitou dando nos ombros, sem se importar em saber o que realmente eles estavam falando antes dela chegar.

Como o sujinho havia cansado de ficar sentado no banco e já prevendo que a sua amada amiga ia querer se sentar assim ele levantou-se do banco cedendo o seu lugar para a doce e gentil comilona, dessa forma Magali se sentou no banco no lugar onde Cascão estava sentado menos de um segundo atrás, e em agradecimento ela deu um lindo e meigo sorriso pro Cascão o que em seguida foi retribuído o mesmo sorriso dele para ela.

—Er... O que você esta fazendo aqui? —Cebola questionou tomado por um suplico interesse repentino, já que sua amiga comilona não tinha costume de ir no terraço quase nunca.

—Ah sim! É que eu queria falar com você uma coisa e bem que imaginei que encontraria você aqui no terraço com o Cascão. —A jovem morena respondeu e em seguida sorriu de maneira amistosa.

—Ah, tá! —O ex troca-letras assimilou com o seu jeito indiferente de ser. —Então, o que você quer? —Ele indagou estando curioso.

­—Bom Cê, como eu sei que você vai ir na casa da Mô, por isso queria saber se você não iria se importar que eu fosse junto. É que eu queria muito ver a minha amiga. —Magali pediu explicando sendo direta ao mesmo tempo olhava diretamente para o amigo que troca as letras.

—Ah isso, claro que pode. Pensando bem vai ser até melhor você vim junto. —Cebola concedeu com um pequeno sorriso modelado em sua faceta, enquanto pensava: "ultimamente o clima entre a Mônica e eu anda meio esquisito por isso vai ser bom ter alguém junto com nós dois".

—Jura? Que legal! —A comilona comemorou estando entusiasmada com um grande sorriso alegre sublinhado em seu belo rosto. —Então tá combinado, na hora da saída você me espera pra irmos juntos. Okay?! —Ela comunicou não conseguindo conter o seu entusiasmo e ansiedade de poder rever a sua tão querida melhor amiga.

—Hei! E eu aqui? Quero ir junto também. —Cascão se ofereceu sentido indignado pelo seus amigos não terem incluído ele.

—Aff! Sabia que você ia pedir pra ir junto também. —Cebola insinuou de um jeito bem irônico e com um sorriso debochado modulado em sua feição.

—Ah qualé o problema, a Mônica é minha amiga agora e ela vai gostar de me ver. —Cascão protestou descrente, com os seus braços cruzados fazendo uma expressão de chateado em sua face.

—Também acho! —Magali apoiou concordando com o seu "amado" amigo sujinho.

—Beleza, vocês que sabem. Então vamos nós três. —Cebola permitiu com indiferença, mas no fundo, -talvez nem tão no fundo assim- , ele estava feliz de poder passar o restante do dia ao lado dos seus melhores amigos como naquele mesmo dia onde os quatro se divertiram tanto na casa da Mônica.

—Isso! —Cascão festejou de modo entusiasmado com um grande sorriso divertido moldado em sua semblante. —Vai ser muito irado cara, igual daquela vez. Poderemos fazer muitas coisas maneira juntos. —Ele mencionou não conseguindo conter a sua ansiedade de estar reunido mais uma vez na casa da sua amiga dentuça junto com a mesma e os seus dois melhores amigos.

—É, poderemos assistir juntos um filme bem legal. Que tal? —A comilona propôs começando a ficar entusiasma também.

—Ou melhor, podíamos fazer uma maratona de game ou jogos de tabuleiro. Cebola, a Mônica gosta de videogame? —O sujinho perguntou estando bem intrigado em saber.

—Hum... Acho que sim, uma vez vi ela jogando no PSP. —Cebola informou até onde ele sabia.

—Cara que massa! Então vamos fazer um campeonato de gemes e depois podíamos assistir toda a primeira temporada do Cosmo Guerreiro e se der tempo poderíamos jogar algum jogo do tipo: UNO ou Banco Imobiliário ou até mesmo RPG. O que vocês acham, hein?! —Cascão sugeriu não contendo todo o seu entusiasmos de nerdisse.

—Calma Cas, você tá muito animado pra ir. Hahaha... —A morena o repreendeu apenas na brincadeira pra ver se conseguia diminuir pelo menos um pouco o animo no seu adorado amigo.

—Ah foi mal Maga, é que eu acho tão divertido quando estamos os quatro juntos. —Cascão se desculpou se sentido um quanto sem jeito e com um sorriso desconcertado sem graça formado em seu belo rosto.

—Também sinto a mesma coisa. —Magali afirmou com o seu irresistível doce sorriso amistoso direcionado para os seus dois amigos.

—Hummm... —Como o Cebola não havia dito nada, Cascão e Magali grunhiu em uníssono enquanto o encaravam esperando o amigo se manifestar também.

—O que foi?! —Cebola exclamou estando confuso sem compreender o porque estava sendo encarado pelos seus amigos daquela forma. —Aff! Tá bom, tá! Eu admito, também sinto o mesmo. Estão felizes agora?! —Ele admitiu de um jeito rígido, mesmo contra a sua vontade não teve outra escolha a não ser em concordar também, apesar sabendo que era a mais pura verdade, Cebola adorava estar reunido com os seus dois amigos e com a Mônica.

—Agora sim eu to! —Cascão ironizou brincado com as suas palavras, em seguida um sorriso brincalhão surgiu em sua face.

—Ai ai esse Cebola, quem ele quer enganar com esse seu jeitão indiferente. —Magali zombou de modo sarcástico levando apenas de brincadeira.

—Hahaha... É mesmo, Maga. O Careca não engana ninguém. —Cascão concordou sem conseguir disfarçar os seus risos debochados.

—Ouh! Vocês dois vão parando com a graça antes que eu perca a minha paciência de vez. —Cebola restringiu se sentido meio impaciente com os dois amigo, mantendo os braços cruzados.

—Calma Cê, apenas estamos tirando uma com você de boas, não precisa levar tudo tão a serio. —A garota de forte apetite refutou tentando se redimir com o amigo revoltado.

—Deixa disso, bron! É como a Maguinha falou. —O moreno que não gosta de água deliberou sorrindo de forma amigável direcionada para o seu melhor amigo.

—Humpf! Sei! —Cebola cogitou de modo ríspido suspeitando ao mesmo tempo encarava os seus dois amigos de um jeito serio desconfiado.

—Hahahahahaha... —No fim os três não resistiram e caíram na gargalhada devido ao rumo da conversa estendeu.

—Viu! Isso é o que eu chamo de "a força da amizade que nos uni". —Magali comentou sendo brincalhona, mas ao mesmo tempo falando serio.

—Oh, só pode ser mesmo! —Cascão consentiu com um sorriso animado montado em sua faceta.

—Gente, agora tenho que encontrar as meninas. Tchau Cas, tchau Cê! A gente se ver na hora da saída, beleza?! —Magali anunciou se levantado do banco para poder ir ao encontro da porta do terraço.

—Já é! Tchau Maga! —Cascão se despediu da sua adorada comilona com um amável sorriso para ela.

—Tchau, até lá! —Cebola se despediu também, só que ele sorria com um discreto sorriso gentil para a Magali.

Desse modo Magali foi embora deixando os seus dois amigos ali no terraço da escola após ter se despedido deles. Enquanto o Cascão e o Cebola retomaram a conversa banal deles de antes até que o sinal anunciando o fim do intervalo toca fazendo eles não terem escolha a não ser terem que retornar pra sua sala de aula, assim os dois voltaram pra sala juntos na companhia um e do outro.

Notas finais
Agora que vcs terminaram de ler o capitulo, nem se atrevam experimentar em sair sem deixar os seus lindos comentários se não vcs vão deixar a querida autora de "Destinos" muito muito mais MUITO chateada com vcs e sabe o que vai acontecer depois?! A tia autora vai ficar muito desanimada de continuar a escrever a fanfic e pode até parar de escrever de vez deixado vcs sem um final da historia, então pra isso não ter chance de acontecer é só vcs serem leitores bonzinhos e comentar dizendo se gostaram do capitulo ou não gostaram(dando suas criticas produtiva), pra que assim eu saiba se vcs estão gastando da fic, aonde preciso melhorar e pra eu ter certeza que não estou escrevendo pro vento, mas como sei que eu só tenho leitores legais que vcs vão comentar então nem fico preocupada, to certa amigos?! —--♥♥♥--- Parece que o Cebola tá muito próximo de descobrir os seus sentimento pela Monica. Será que isso quer dizer que já não falta muito pra Mo e Ce finalmente ficarem juntos? Só continuar acompanhando a fanfic pra descobrir tudo que esta pra acontecer. Huhuhahahaha... (Não sei pra quer essa risada maléfica no final, só ignore ¬¬) —--♥♥♥--- Acho que não tenho nada pra falar, por hoje é só queridos leitores!! Até o próximo capitulo e vamos torcer pra que eu consiga posta o próximo capítulo de "Destinos" o quanto antes!! Bjs!!!! (≧ω≦)